Terça-feira, Julho 29, 2008

Exposiçao de Colchas de Castelo Branco

O Bordado de Castelo Branco assume-se hoje como uma referência cultural da identidade Regional e constitui um Património que importa preservar, estudar e divulgar.

O Bordado de Castelo Branco, onde se denotam influencias orientais principalmente chinesas e indianas, assume características muito próprias quer ao nível dos desenhos, da organização das composições, dos pontos utilizados, da paleta de cores e das matérias-primas (seda e linho).

A Oficina-Escola de Bordados Regionais do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, criada em 1976, com o adjectivo de produzir, estudar, conservar e divulgar o Bordado de Castelo Branco, constitui hoje um centro de produção de excelência, servindo de referencia para a produção do Bordado Regional.

As peças expostas, que integram a colecção do Museu, são alguns exemplares produzidos pela Oficina-Escola que resultam da criatividade e do génio das bordadoras que diariamente perpetuam o Bordado de Castelo Branco.

Aida Rechena

MFTPJ

Castelo Branco, 25 de Julho 2008

O Albicastrense

16 comentários:

Anónimo disse...

a oficina é para fechar vai tudo para o museu do cargaleiro
um destes dias o morão acaba com o museu do tavares proença pois tem inveja dele por não ser da alçada dele mas sim do Estado

Anónimo disse...

a tal drª A. da Cunha é quem vai mandar no bordado com desenhos abstratos do mestre

António Veríssimo disse...

Caros anónimos.
Não sejam mauzinhos… passem pelo Museu e vejam esta excelente exposição.
Aproveitem esta oportunidade, para poderem ver estas belíssimas colchas.

PS – Para não se sentirem sós!!! Levem familiares vossos, o museu agradece e os seus familiares ficam mais conhecedores dos nossos tesouros.
Um abraço

Anónimo disse...

lá iremos. lá iremos
a vermos as colchas antes que basem

mauzinhos? é mentira?

António Veríssimo disse...

Caro anónimo.

Infelizmente não é mentira,porém esta história fica para outra altura.
Um abraço

Anónimo disse...

MUSEU MUSEU É O DO CANTEIRO
NÃO ESTIVESSE LA UMA VEREADORA A PUXAR PELA COISA
A DRº CUNHA DO OUTRO NÃO PUXA PELA COISA ANDA ATRAZ DA COISA
E O DO BRINQUEDO ERA A BRINCAR OU FOI SÓ UM PALPITE ???

Anónimo disse...

A drª Cunha não diria melhor amigo.

Anónimo disse...

queremos o museu do brinquedo já
queremos o museu do brinquedo now
e quem foi o mentor dr.........
a drª cunha não foi concerteza
ou foi a alteza do reino das maravilhas

Anónimo disse...

A drª Cunha trabalha? pensa? ou apenas repete e mal? o que é que faz lá para os lados da rua do cavaleiro e não dos cavaleiros?cavalga na ignorância? quanto custa a formação acelerada, neste caso ancavalitada?como justifica o salário?e o mestre saberá da incompetência?qual a credibilidade da drª cunha na área das artes e das estéticas? é isto um museu?

responda quam souber

Anónimo disse...

é verdade que a drº cunha anda a promover a resturação? é a cultura da barriga e do copo. e nos entretantos... uma comtemplação das rotundas

Joaquim Baptista disse...

Podendo estar a fazer figura de parvo, permito-me fazer esta pergunta. Quem é a drª A. Cunha?

Anónimo disse...

É Drª A. da Cunha do conselho cara galeiro poleiro

Anónimo disse...

Quem deu cabo dos bordados foi um senhor museólogo conhecido pelo mãozinhas de oiro...

Anónimo disse...

...como o grnde apoio sociológico da tal Doutora A. da Cunha...e com o sim do grande deus da cultura Já qui mõ di
isto é uam ficçaõ. O mote para um conto que sairá na Alma Azul.

Anónimo disse...

Eu estou reformada já á alguns anos e posso dizer as vezes que forem precisas que a maioria das pessoas vão visitar o museu para verem os bordados de castelo branco.

António Veríssimo disse...

Cara Anónima.

Faço das suas as minhas palavras.
“Posso dizer as vezes que forem precisas que a maioria das pessoas vão visitar o museu para verem os bordados de Castelo Branco”.

E aproveitaria para voltar a dizer o que já aqui afirmei várias vezes. Deixar morrer a Oficina-Escola de Bordados do Museu, é dar um tiro não nos pés como é costume dizer-se, mas sim na continuidade da existência do próprio museu.
Pois, em meu entender não fará sentido ir ao museu ver uma colecção de colchas e depois não ter a oportunidade de ver ao vivo as bordadoras a fazer este magnifico trabalho.