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terça-feira, fevereiro 08, 2011

REFLEXÕES - 2

Já fomos apelidados de república das bananas, Portugal dos pequeninos, Portugal à beira mar plantado, país de marinheiros, país conquistador, país de brandos costumes, enfim, heróis do mar, etc, etc. Tivemos história, pois a organização administrativa do território não caiu do céu. Foi necessário lutar contra aqueles que também queriam apossar-se deste espaço. Antigamente, as lutas e as guerras ganhavam-se ou perdiam-se pela força das armas. Hoje, como todos podem ver as lutas ganham-se ou perdem-se sem recorrer a qualquer tipo de armamento, existem outras estratégias. O que alguém nunca entendeu e diz o ditado que «para bom entendedor meia palavra basta», é que este país, esta porção de terreno, pelo facto de estar à beira do mar tem muito valor, e esse valor tinha que ser preservado, e está a ser cobiçado por outras partes interessadas. Mas, para se ganhar uma guerra sem armas, é necessária muita inteligência, e grande capacidade de planeamento estratégico a longo prazo, envolvendo inclusivamente várias gerações, as quais não se desviam do objectivo, isto é, ganhar uma guerra a longo prazo, deixando todos de rastos sem usar armas, pois as armas são usadas por seres Humanos pouco inteligentes, por seres Humanos fracos. Então como é que se ganha uma guerra sem armas?. Como é que se domina um País à distancia?. É como quem engana tolos, é com rebuçados e bolos. Manda-se para lá bolos já feitos, e ao fim de algum tempo já ninguém os sabe fazer, depois manda-se dinheiro fresco, para eles comprarem bolos a quem nunca se relaxou ao ponto de não se dignar fabricar um simples bolo. Pois é, uma guerra à distância ganha-se tornando um povo adormecido e espectador, como é o caso dos portugueses, e pela via de estratégias económicas. É pá, já ninguém sabe como se planta um tomateiro!. «Tamos Lixados pá ! »
José Zêzere Barradas - (Fevereiro de 1998)

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