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quarta-feira, janeiro 28, 2009

UM VELHO POTE - IV


Cinquenta e cinco dias depois… O velho pote continua no jardim do governo civil!!! De nada valeram até agora os apelos feitos para que este velho pote regressa-se ao lugar para onde foi doado em 1916: o Museu Francisco Tavares Proença Júnior.
Passaram-se quase dois messes e durante este tempo, (que eu saiba), nada de nada aconteceu. Os responsáveis das instituições que podiam resolver este caso, continuam quietos, surdos e mudos…
Perante este estado de coisas, este blogue irá ter regularmente entre os post’s expostos aos visitantes, notícias sobre esta triste novela albicastrense.


Perante este marasmo local… coloco a mim mesmo as seguintes questões;
1 - O velho pote não vale patavina, e o autor deste blog não sabe o que diz?

2 - O velho pote pode ter 400 anos, mas é apenas uma vasilha de barro sem qualquer valor histórico?

3 - O lugar do velho pote é no abandonadíssimo jardim do Governo Civil, e não no museu da nossa cidade?

4 - Quem ofereceu o velho pote ao museu em 1916, era um imbecil aparvalhado?

5 - Quem recebeu o velho pote no museu, era um paspalhão imbecil?

6 - Este blogue não é visto por ninguém, (embora o albicastrense as vezes… pense o contrario), de peso na nossa cidade, e por isso ninguém sabe rigorosamente nada desta historia?

Perante esta indiferença local… coloco às entidades da nossa cidade, as seguintes questões;

1 - Exma. Senhora Governadora de Castelo Branco e Exma. Senhora Directora do Museu Francisco Tavares Proença Júnior: Será necessário escrever ao Instituto dos Museus e da Conservação, (IMC) para tentar resolver este tristíssimo exemplo do marasmo local?

2 - Será… que os nossos responsáveis culturais, estão tão açambarcados de trabalho, que não têm tempo para estas ninharias?

3 - Será… que as nossas instituições já nem um simples caso como este, são capazes de resolver?

4 - Ou será… que tudo isto não passa de uma tontaria minha? E que afinal, os senhores nada têm que fazer no infeliz caso: “Do misterioso pote desaparecido e agora aparecido “.

5 - Ou será… que os albicastrenses andam tão pachorrentas com tudo o que se passa na sua cidade, que já se estão borrifando para tudo e mais alguma coisa?

Questões e perguntas de alguém que não consegue entender ou compreender a indiferença, o virar de cara, o não quer saber, ou quanto pior melhor.
A doença da indiferença, do virar de cara, ou do quanto pior melhor, alastra-se diariamente nas nossa mentes… Permitindo que a memória passada seja cada vez mais, uma miragem nebulosa que se vai desfazendo num horizonte longínquo
.


São tempos de indiferença “quase” colectiva…
São tempos em que o passado não é um valor a preservar…
São tempos em que o presente é o valor maior…
São tempos difíceis estes em que vivemos…


PS - Para que não restem duvidas da entrada do pote no museu em 8 de Junho de 1916, e do início da sua exposição ao publico ao público em 18 de Julho, aqui fica a fotografia do pote e as pequenas noticias publicadas pelo antigo jornal “ Notícias da Beira” nessa altura.

O Albicastrense

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