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quarta-feira, setembro 12, 2018

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE


PLACA TOPONÍMICA 

Hoje ao passar pela rua do relógio, alguém me chamou atenção para a falta da placa toponímica desta rua. 
Segundo a mesma pessoa, a placa apareceu destruída no chão à mais de um ano (segundo parece um camião terá batido nela), e desde essa altura, nunca mais os responsáveis pela toponímia da nossa autarquia lá colocaram uma nova. A placa dizia  o seguinte: 
Rua do Relógio – (Antiga Rua da Estalagem).
A pergunta que aqui deixo a quem de direito, só pode ser uma: para que raio existe uma comissão de toponímia na nossa autarquia?

Será que ela existe para verbalizarem que existe?

Meus amigos, vamos lá colocar os pés nas ruas da cidade e  colocar em dia,  o muito que  existe por fazer na toponímia albicastrense.
O Albicastrense

domingo, janeiro 07, 2018

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE – (XXXV)

RUAS DA TERRA ALBICASTRENSE 
O seu nome foi dado a uma rua de Castelo Branco (perto do Largo do Saibreiro), e ainda esculpido na memória dos grandes beneméritos da Misericórdia. Formado em Cânones e prior da igreja de S. Pedro, de Torres Vedras, viveu e ficou sepultado na mesma vila.

No livro de Castro e Silva, encontra-se um valioso capítulo dedicado ao famoso testamento do Prior Manuel de Vasconcelos, notando o autor a escassez dos elementos biográficos, que lhe respeitam.
Do seu testamento consta o seguinte: “… Não tenho erdeiros forsados   asendentes, nem  desendentes , que de forsa aiao de suseder em meus bens e fazenda, pelo que instituo e fasso minha universal erdeira a Santa Casa da Misericórdia da villa de Castello Branco, minha pátria, de todos os bens assi moveis como de raís que na quella villa tenho e possuo…”
Deixou alguns legados a entidades e instituições de Torres Vedras, além do perdão de numerosas dívidas, enunciando os devedores, sem, as mais vezes mencionar as quantias, o que consta do referido testamento, redigido e aprovado 1617.

Nasceu em 1575, conforme ele próprio diz no mesmo documento, que a sua idade vai “passante de setenta e dou anos e com algãs achaques que não prometem muita vida…”.
Faleceu a 13.08.1647, como se verifica do auto de aprovação subscrito por Bartolomeu Barreiros Baracho, vereador servindo de juiz de fora, de Torres Vedras, que abriu o testamento e o cadecilho cerrado, por ter falecido o testador.
Nota: No seu testamento, impôs este benemérito, que toda a sua avultada fortuna, então avaliada em 50 contos, à Santa Casa de Misericórdia de Castelo Branco. A obrigação de construir e sustentar, na Praça Velha defronte da cadeia, uma capela para que os detidos pudessem assistir à missa.

Dados recolhidos no livro; “Estudantes da Universidade de Coimbra naturais de Castelo Branco” da autoria de, Francisco Morais e José Lopes Dias.                                 
                                                O Albicastrense

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – CXLI

VINHO AQUARTILHADO            A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “ A Era ...