Fotografias de Castelo Branco
O Albicastrense
Bem-Vindo a um Blog livre de opiniões sobre Castelo Branco, sejam elas boas ou más. O Blog é de todos e para todos os Albicastrenses...
O Beco dos Caios
Este Beco, é certamente um lugar desconhecido para a grande maioria dos albicastrenses. Se perguntássemos a um qualquer morador da nossa cidade onde fica, a resposta seria na sua grande maioria, não sei!
Neste beco, residiram os meus avós em finais do século XIX e durante muito tempo do século XX, por esta viela passei muitas vezes a caminho do antigo Café Lusitânia, para ali poder ver televisão nos anos sessenta e setenta.
Por este beco, entravam ou saíam os clientes desse “Mítico” café que vinham da parte nova da nossa cidade, com o eclipse do Café Lusitânia, também o beco, se tornou num lugar deserto onde a vida mais não é que uma ilusão do passado.
O nosso Beco, está hoje transformado em traseira de estabelecimentos comerciais, que ali colocam o seu lixo e o transformaram em lixeira pública.
O nome deste Beco, (Caios) terá surgido em virtude de uma família que ali terá vivido durante o séc. XIX (?), e tinha esse apelido; (Segundo conversas que tive com meu pai, à muitos anos).
O Beco dos Caios e a Travessa do Relógio, são hoje locais desamparados e desprezados pelos albicastrenses, no entanto a historia da nossa cidade também passou por ali...
Não mereceriam estes e outros lugares escondidos da nossa cidade, outro tipo de terapia urbanística?
O Albicastrense
entanto penso que pouco saberão sobre este santo homem.
uprema e da glória altíssima). De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que se teria alistado no exército romano cerca de 283 DC, com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos que via enfraquecer diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão, designaram-no capitão da sua guarda pessoal – a Guarda Pretoriana. Cerca de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram o seu símbolo e uma constante na sua iconografia). Porém, Sebastião não faleceu, foi atirado no rio, pois achavam que ele estava morto, encontrado muito longe de onde foi atirado, foi socorrido por Irene (Santa Irene). Mas depois, tendo sido levado de novo diante de Diocleciano, quem ordenou então que Sebastião fosse espancado até a morte... Mas que mesmo assim, ele não teria morrido, propriamente dito... Acabou sendo morto trespassado por uma lança.Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: Historicamente o édito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 DC, pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece um pouco precoce. Lembrando que mitos religiosos não são história propriamente dito. Em outras palavras, o simbolismo na história de Jonas ou de Noé não é vista como histórica pelas lideranças cristão actuais, mas sim como alegorias, estoiras de inspiração bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval – surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas; de resto, três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico. Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, e tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum cepticismo junto dos estudiosos actuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos
CASA DO INFANTADOALBICASTRENSES QUINHENTISTAS A revista Estudos de Castelo Branco publicou entre 1962 e 1969, um trabalho de Manuel da Silva Castelo Br...