domingo, agosto 31, 2008

Dar palavra aos visitantes

Três anos após a abertura deste blog, (Setembro de 2005 – Setembro de 2008) gostaria de desferir aqui um desafio aos visitantes do blog: “ Castelo Branco – O ALBICASTRENSE”.
Alguns visitantes queixam-se de eu não abordar aqui, este ou aquele tema, pois para comemorar os três anos de existência deste, resolvi durante o mês de Setembro, (
que poderá continuar caso se justifique) dar a oportunidade aos visitantes de escreverem o seu próprio poste.

No entanto sob certas condições

- O tema terá que ser sempre, sobre Castelo Branco.

- Terá que respeitar o lema do blog. “Bem-vindo a um Blog livre, de opiniões sobre Castelo Branco, sejam elas boas ou más. Esteja a vontade para falar. O blog é de todos e para todos os Albicastrenses!!!”

- Não são aceites postes com linguagem ofensiva ou insultuosa para quem quer que seja.

- Só serão publicados os que estiverem de acordo com os princípios anunciados nos três pontos anteriores, e tiverem a concordância do autor deste blog.

- Os postes terão que ser devidamente identificados: Nome, idade, numero de telemóvel ou telefone e morada do seu autor.

Os postes poderão ser enviados por email, (que darei quando me for pedido) ou colocados na secção de comentário, que apagarei depois de retirado.
Se me for pedido juntarei ao post escrito uma foto sobre o assunto focado, para compor o texto.

Atenção:
Dá-se preferência a postes culturais, não se aceitando postes onde a politica seja arma de baldeie contra quem quer que seja.

Vamos ao desafio……

O Albicastrense

sábado, agosto 30, 2008

ALBICASTRENSES ILUSTRES - IX

FERNÃO TUDELA DE CASTILHO 
(1631 – 1692)
Nasceu em Castelo Branco em 1631. Doutorou-se em leis na Universidade de Coimbra. Foi juiz de Arronches e de Seia; corregedor de Miranda, director-geral de cavalaria e desembargador da Relação do Porto.
El-rei D. Pedro II, que muito o considerava, talvez por Castilho ter escrito um opúsculo em que defendia a legitimidade da revolução, que tirou o trono e a mulher ao infeliz Afonso VI, para dar tudo ao irmão.
D. Pedro incumbiu Fernão de pacificar a Beira. Também o mesmo D. Pedro o encarregou de servir de guia em Portugal ao Grão-Mestre da Ordem Teutónica.
Em 1674 foi procurador em cortes por Castelo Branco.
Faleceu em 1692
Recolha de dados:
"Monografia de Castelo Branco de António Roxo"
O Albicastrense

sexta-feira, agosto 29, 2008

Tiras Humorísticas

Bigodes e Companhia brincam com a entrevista dada pelo Social-democrata António Melo Bernardo ao jornal Reconquista.

O Albicastrense

quinta-feira, agosto 28, 2008

A NOSSA HISTÓRIA - (XII)



A TERRA ALBICASTRENSE ATRAVÉS DOS TEMPOS

Na minha pesquisa pelos antigos jornais albicastrenses, encontrei a notícia que se segue:
"Jornal A Beira Baixa – 18 De Maio de 1942"
"Ao lado da igreja da Sé encontram-se três sepulturas. Numa delas está sepultado o segundo Bispo de Castelo Branco, D Vicente Ferrer da Rocha, desde Agosto de 1814. Numa outra está sepultado desde Outubro de 1821 Frei Daniel, hábil arquitecto que ao serviço do Bispo citado, fez o projecto e dirigiu a construção da capela-mor e da sacristia grande da Sé. Na última não se sabe quem ali está sepultado. Há muito que se reconhece a necessidade de remover dali aquelas sepulturas, mas não se tem feito nada e impõe-se que se faça o que for preciso.
Faz pena ver os garotos a saltar e a fazer o que lhes lembra sobre aquelas sepulturas e provoca ondas de indignação ver o que ainda há dias se viu; um borracho tombado pelo vinho e estendido a dormir sobre a campa do Bispo. Agora o zeloso pároco da nossa terra está empenhado em remover dali as aludidas sepulturas, e não menor empenho mostra na solução do problema o venerando prelado da nossa diocese. Dêem a um e a outro a sua cooperação os que podem fazê-lo, para que se resolva sem demora um problema que há muito devia estar resolvido. 
Assim se pensava em 1942!!! E assim se fez… Pois em 1943 os restos mortais do Bispo D. Vicente Ferrer da Rocha, foram de novo sepultados sob o arco cruzeiro da mesma igreja, para onde foram transladados por ordem do Bispo de Portalegre D. Domingos Frutuoso, (um ano depois da notícia publicada no Jornal Beira Baixa”). 
D. Vicente Ferrer da Rocha, faleceu a 25 de Agosto de 1814 e foi sepultado no Adro da Igreja de S. Miguel, (nas proximidades da porta da sacristia grande que ele mandou edificar). Em 2007 foi feita justiça ao Bispo D. Vicente Ferrer da Rocha, e foi colocado à porta da sacristia da Igreja de São Miguel, uma campa simbólica com o seu nome.

Quanto aos restos mortais de Frei Daniel, professor da Ordem dos Pregadores, assim como os restos mortais da pessoa que estaria na terceira sepultura, terão sido colocados no mesmo local do Bispo?
O Albicastrense

segunda-feira, agosto 25, 2008

Antigos Jornais Albicastrenses

“A DEFESA DE CASTELO BRANCO”

A sete de Agosto de 1919, apareceu em Castelo Branco o primeiro número do jornal republicano conservador. “A Defesa de Castelo Branco”.
De sensibilidade politica sidonista, tinha como seu director, administrador e editor José de Sousa Viera, que mais tarde foi substituído por Eurico Sales Viana,
A sua administração tinha a sede na rua Machado dos Santo e era propriedade da empresa; Defesa de Castelo Branco.
Era composto e impresso na tipografia Casa Progresso, em Castelo Branco.
Dizia ser um “Jornal Republicano, Conservador e extremo defensor dos interesso locais”.
Terminou com a publicação do número 12, em 30 de Outubro de 1919.

Muitas poucas edições, pouco para quem muito prometia.

O Albicastrense

quinta-feira, agosto 21, 2008

Castelo Branco na História XXXIV

(Continuação do número anterior)
A excelsa benemérita D. Maria da Piedade de Almeida Garrett que nasceu em 11 de Agosto de 1876 e faleceu em 29 de Julho de 1942, legou também em testamento a Casa de Santa Maria, situada na rua Detrás da Sé, para residência do vigário da freguesia de S. Miguel e para Paço Episcopal na caso de vir a ser restabelecido a diocese de Castelo Branco.
A reconstrução da igreja de S. Miguel Arcanjo, feita no último quartel do século XVII, obedeceu, como era natural, ao estilo do Renascimento, que havia atingido nessa época o seu máximo esplendor.
Escasseando, porém nesse tempo, os meios necessários para se fazer face às elevadas despesas que acarretaria uma edificação monumental, as suas fachadas laterais são inteiramente desprovidas de ornatos e a fachada principal apresenta uns parcos lavores que se cingem ás guarnições dos seus três vãos de porta, de dois vãos de janelas se sacada e de um nicho com a imagem do Arcanjo S. Miguel que se nota no centro da parede.
Sob o nicho, a porta central, mais decorada, excede em altura as outras duas. Uma rosácea de guarnição principal simples completa a composição da fachada principal. Esta é flanqueada por duas torres quadrangulares.
A fachada de frente do edifício, voltado ao poente esteve até 1957, desequilibrada com a falta do campanário e da cúpula da torre do lado do norte, que foram apeados por mandado do segundo bispo D. Vicente Ferrer da Rocha para iniciar a demolição daquela fachada e do coro, no intuito de aumentar o comprimento da nave e aformosear o templo.
Não pode, esse prelado, realizar o seu propósito porque, faleceu pouco tempo depois de dar principio às obras.
O terceiro bispo, faceiro e falho dos atributos que exornavam o seu predecessor, mandou suster a execução do plano e esbanjou a importante quantia de 10 conto que ele havai deixado em cofre, além de vários matérias destinados à ampliação e ao embelezamento da igreja: cedeu as cantarias à Câmara Municipal para a construção do chafariz da Mina e nem sequer diligenciou efectuar a reconstrução da torre desmantelada.
PS . O texto é apresentado nesta página, tal qual foi escrito na época.
Publicado no antigo jornal Beira Baixa em 1951
Autor. M. Tavares dos Santos
O Albicastrense

CHAFARIZ DE S. MARCOS

Um ano depois,  começaram finalmente as obras  de recuperação do nosso velhinho   Chafariz de S. Marcos     Como se pode ve...