terça-feira, junho 30, 2009

PEQUENAS COISAS - III

SINAL VERMELHO "O VIDRÃO"
Alertado por um amigo, passei hoje pelo largo de São João para ver e tirar a fotografia que aqui ponho à disposição dos visitantes deste blog.
O referido largo é grande! Diria mesmo muito grande... porém, os responsáveis pela colocação dos vidrões da nossa cidade, entenderam que o melhor lugar neste largo para ali colocar um, era nas costas do nosso cruzeiro.
Estará este vidrão a disputar o lugar de primeira figura do referido largo, com o nosso cruzeiro? Meus amigos!.. se o mau gosto pagasse imposto estavam feitos ao bife… pois as finanças há muito estariam a fazê-los pagar o bife ao preço do caviar. Como acredito tratar-se de um erro de cálculo, apelo aos responsáveis por esta façanha, que dêem uma volta ao local e observem bem o sítio onde o mafarrico foi colocado, para constatarem que o mesmo pode e deve ser colocado noutro local do largo.
Errar, é humano!.. Ignorar é sinal de estupidez.
O Albicastrense

sábado, junho 27, 2009

ALBICASTRENSES ILUSTRES - XV


ANTÒNIO SALVADO E VICENTE SANCHES
A CIDADE E OS SEUS FILHOS
Ao contrário da maior parte das vezes; desta vez o nome de Castelo Branco sai na imprensa nacional, por causa da obra literária de dois dos seus filhos mais ilustres.
Referimo-nos ao grande escritor Vicente Sanches, o nosso Dr. Pardal do Liceu (crónica de Manuel Poppe no “Jornal de Noticias” de 14 de Junho sobre a obra Sessenta e Três Aforismos») e ao Poeta António Salvado (Crítica de Maria Augusta Silva no ”, na "Notícias de Sábado", revista do “Diário de Notícias" e do “Jornal de Notícias de 6 de Junho de 2009, sobre o seu livro «Odes», editado pela Caixotim).
Estas coisas são as que formam a verdadeira identidade de um lugar e que firmam a seiva dos futuros de uma comunidade. Estas criações significam muito mais do que as obras ou inaugurações de circunstância com a presença do Secretário de Estado da ordem para auto-estima da cidade
.
Bem-haja aos dois ilustres cidadãos e façam lá o favor de ler.
O Albicastrense

VÂNDALOS Á SOLTA...



Passei ontem pela biblioteca e fiquei indignado com o que tive oportunidade de ver no local. Uns asnos que passaram pelo sítio, divertiram-se a partir catorze dos cerca de vinte projectores que iluminam o novo caminho que liga a Rua da Senhora da Piedade ao largo da Biblioteca!..
As fotos aqui apresentadas mostram a estupidez de alguns que nada tendo que fazer, resolveram destruir aquilo que é de todos nós. Nem o facto de a esquadra da polícia estar a cerca de 250 metros, impediu os citados jericos, (sem ofensa aos burricos que seguramente serão mais inteligentes que estes sujeitos), de praticar estes actos de destruição completamente gratuitos.
Aos responsáveis pelo casamento “quase” perfeito entre a nossa biblioteca e o espaço ao seu redor, os meus cumprimentos pela recuperação desta zona da nossa cidade e minha respectiva solidariedade contra este tipo de acontecimentos.
Á policia apelo, para que os responsáveis por este tipo de “brincadeiras” não fiquem isentos, deste tipo de patifarias.
O Albicastrense

sexta-feira, junho 26, 2009

CASTELO BRANCO NA HISTÓRIA E NA ARTE - LIV

CASTELO BRANCO
NA
HISTÓRIA E NA ARTE
MONUMENTOS DE CASTELO BRANCO
" Igreja da Misericórdia Velha " – (7)
(Continuação).
Em 1620, sendo Provedor da Misericórdia o Bispo da Guarda D. Nuno de Noronha, foi lavrado um auto do qual consta que a Mesa fez vistoriar o edifício da rua de Ega, onde estava instalado o Hospital dos Convalescentes, por dois médicos que a declararam imprópria para nela poderem convalescer e alcançar saúde os enfermos e “que muito melhor se fariam e mais acomodados ficariam se se fizessem em bom sitio”. O auto de vistoria foi enviado ao Rei D. Filipe I com uma pedição da Mesa para que lhe fosse concedido o rendimento das condenações e penas impostas pelo juiz de Fora, pelo espaço de cinco anos, para aplicar na edificação de casas próprias para Hospital junta da Igreja de Santa Isabel. O rei, por alvará de 3 de Março de 1620,fez as seguintes concessões:
Que o dito Hospital se possa mudar donde ora está para onde eles, suplicantes, têm assentado. E outros sim hei por bem de lhes fazer mercê por esmola que as pessoas que o Corregedor e Juiz de Fora da dita vila em seus juizes fizeram e condenarem causas as apliquem para as obras do dito Hospital por tempo de cinco anos, as quais penas farão pagar com brevidade, sem duvida nem embargo algum visto a necessidade que disse há.”
Com as receitas obtidas durante os cinco anos não consegui, a Misericórdia acabar as obras projectadas. Em 1735 a Mesa, pediu ao Rei D. João V, que lhe fosse concedido o subsidio do real de água da Câmara, para a conclusão das obras da reedificarão da Igreja e do Hospital anexo. Foi-lhe concedido esse subsidio durante quatro anos. Durante o lapso de tempo em que a Misericórdia recebeu as importâncias provenientes do imposto do real de água não consegui ainda ultimar as obras em curso. Em 1740, sendo Provedor Manuel da Fonseca Coutinho, a Mesa fez uma nova pedição ar Rei, dizendo que “sem embargo de zelo e cuidado com que se tinha trabalhado na dita obra, ainda esta se não achava acabada e se tinha despendido não só a importância do dito real de água, que era de 1.414$104 réis, mas também a quantia de 1.747$800 réis de rendas da Misericórdia".
(Continua)
PS. O texto é apresentado nesta página, tal qual foi escrito na época.
Publicado no antigo jornal "Beira Baixa" em 1951
Autor. Manuel Tavares dos Santos.

O Albicastrense

quarta-feira, junho 24, 2009

A TAÇA



PROMESSA NÃO CUMPRIDA
Por vezes acontecem coisas que não podem deixar de nos surpreender, ao deslizar pela internet encontrei o artigo que aqui deixo à consideração dos visitantes deste blog.
Jornal Reconquista
(14 Agosto de 2008)
A Taça de granito vai voltar ao Parque da Cidade”.
A Taça de granito que nos últimos anos esteve a funcionar como fonte luminosa ao fundo da Avenida 1.º de Maio vai voltar às origens. De acordo com o presidente da autarquia, Joaquim Morão, as obras de requalificação da Praça Rainha D. Leonor implicam a saída da Taça em granito que aí existia, bem como o lago. De acordo com o presidente da autarquia, o objectivo é tornar aquele espaço mais agradável. Assim a famosa taça em granito, que noutros tempos esteve no Parque da Cidade, vai regressar ao local de origem. Joaquim Morão assegurou isso mesmo ao Reconquista. “Essa estrutura vai ser colocada no Parque da Cidade, no mesmo lago em que sempre esteve antes de ser transferida para o final da Avenida 1.º de Maio”.
-----------------------------------------------
Tentei descobrir onde se encontra actualmente a referida taça, após alguma pesquisa descobri o misterioso local onde a agoirenta taça caiu. O local onde a pobre taça se encontra não é o prometido Parque da Cidade, mas antes o estaleiro da Câmara Municipal!.. Não vou aqui questionar as obras feitas na Praça Rainha D. Leonor pois elas eram necessárias em meu entender, mas gostaria de colocar ao autor das declarações a seguinte questão:
Bonita promessa Senhor Presidente!.. Para quando o seu cumprimento?
(PS). O retorno da velha taça ao seu local de origem, (de onde nunca deveria ter saído), é uma exigência de todos os albicastrenses e ao mesmo tempo uma homenagem aos seus progenitores.
O Albicastrense

segunda-feira, junho 22, 2009

OPINIÃO - Que cidade queremos?

O jornal “Povo da Beira” publicou na passada terça-feira, este belo de artigo de opinião da autoria de Carlos Vale.
Ao Carlos Vale o meu bem-haja por mais este excelente
trabalho.
O Albicastrense

CHAMINÉS DA TERRA ALBICASTRENSE - "A NOSSA LINDINHA"

  CONTRA VENTOS E TROVOADAS Alguns foram aqueles que no início da polémica da chaminé da antiga fabrica da cortiça, aqui expressaram,...