Bem-Vindo a um Blog livre de opiniões sobre Castelo Branco, sejam elas boas ou más. O Blog é de todos e para todos os Albicastrenses...
sábado, fevereiro 13, 2010
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
MUSEU FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR - III
CENTENÁRIO DO MUSEU
DE FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR
DE FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR
Tal como prometi, aqui ficam mais três páginas da história do nosso museu (191O/1961).

UM PEQUENO COMENTÁRIO
SOBRE OS PRIMEIROS ANOS DO NOSSO MUSEU
SOBRE OS PRIMEIROS ANOS DO NOSSO MUSEU
O início do Museu Municipal de Castelo Branco não foi nada fácil, como se pode ver nestas paginas. As primeiras instalações que o acolheram, (Capela do Convento de Santo António dos Capuchos, durante os primeiros dois anos; Escola Primária Conde Ferreira, (situada no largo do Castelo), durante três anos; e regressa novamente ao Convento de Santo António dos Capuchos até 1926), não eram mais que pequenos cubículos, sem quais queres condições para o hospedar condignamente.
Os motivos que terão levado a que esta ave rara, (o museu), fosse gerado e depois colocado em ninhos, (locais) sem quais queres condições para poder crescer, poderão ter sido muitos! Porém, existe um que em meu entender poderá ter sido fundamental, para que durante tantos anos o nosso museu parecesse que andava, mas na prática estava mais estático que um caracol.
O seu fundador!.. Francisco Tavares Proença Júnior, era oriundo de uma família monárquica e com o derrube da monarquia em 1910, (altura da fundação do Museu), ele viu-se na obrigação moral de defender as ideias monárquicas do seu pai.
Tal, levou-o a fugir de Castelo Branco para Espanha, de onde prometeu regressar com um pequeno bando, para tomar Castelo Branco de assalto, (o que nunca aconteceu). A juntar a essas ideias sonhadoras da época! Adoece e vai para a Suíça, onde morre a 24 de Setembro de 1916, (La Rosiaz).
A ausência do fundador, terá sido em meu entender a maior dificuldade que o Museu Municipal de Castelo Branco terá encontrado para se afirmar nos primeiros tempos.
Sem Tavares Proença para acompanhar os seus primeiros passos, o museu acaba por crescer coxo, pois tinha sido ele o grande impulsionador da sua criação. Tentei encontrar em antigos jornais da nossa cidade, notícias referentes aos primeiros tempos do Museu Municipal de Castelo Branco.
As primeiras notícias que encontrei, são do ano de 1916, (seis anos após a sua abertura) e dizem respeito à oferta de objectos ao nosso museu, e à sua reabertura no Convento de Santo António dos Capuchos, nesse mesmo ano.
Os motivos que terão levado a que esta ave rara, (o museu), fosse gerado e depois colocado em ninhos, (locais) sem quais queres condições para poder crescer, poderão ter sido muitos! Porém, existe um que em meu entender poderá ter sido fundamental, para que durante tantos anos o nosso museu parecesse que andava, mas na prática estava mais estático que um caracol.
O seu fundador!.. Francisco Tavares Proença Júnior, era oriundo de uma família monárquica e com o derrube da monarquia em 1910, (altura da fundação do Museu), ele viu-se na obrigação moral de defender as ideias monárquicas do seu pai.
Tal, levou-o a fugir de Castelo Branco para Espanha, de onde prometeu regressar com um pequeno bando, para tomar Castelo Branco de assalto, (o que nunca aconteceu). A juntar a essas ideias sonhadoras da época! Adoece e vai para a Suíça, onde morre a 24 de Setembro de 1916, (La Rosiaz).
A ausência do fundador, terá sido em meu entender a maior dificuldade que o Museu Municipal de Castelo Branco terá encontrado para se afirmar nos primeiros tempos.
Sem Tavares Proença para acompanhar os seus primeiros passos, o museu acaba por crescer coxo, pois tinha sido ele o grande impulsionador da sua criação. Tentei encontrar em antigos jornais da nossa cidade, notícias referentes aos primeiros tempos do Museu Municipal de Castelo Branco.
As primeiras notícias que encontrei, são do ano de 1916, (seis anos após a sua abertura) e dizem respeito à oferta de objectos ao nosso museu, e à sua reabertura no Convento de Santo António dos Capuchos, nesse mesmo ano.
(Continua)
Notícias publicadas noj ornal,“Notícias da Beira” – (1914-1921).
O Albicastrense
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
TIRAS HUMORÍSTICAS - 55
sábado, fevereiro 06, 2010
CEGONHAS COM TV....
Ninhos com TV, são a mais recente inovação na área das novas tecnologias "ninhológicas".
Se por ventura estiverem empenhados em adquirir este novo tipo de apartamento, contacte-me em: ninhoblog@tashaver.com
Agora mais a sério... fotografias de: Veríssimo Bispo – 2010.
O Albicastrense
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Placas toponímicas da minha cidade - II
SINAL VERMELHO
Comentário… Luís Filipe disse…
Eu estive a ler o seu comentário relativo as placas em chapa de ferro, e gostaria de lhe informar que essas placas dão problemas porque a empresa que as fez quis imitar as chapas esmaltadas, só por dizer que se esqueceu é que não pode utilizar vinil ou autocolantes porque com o Sol e chuva as letras começam a sair todas. Se for chapa esmaltada eu garanto-lhe que dura mais de 40 anos e não sai nenhuma letra porque essas placas são cozidas a 850ºC no forno. Pode ver no site www.placasesmaltadas.com. É pena estes pára-quedistas que andarem a enganar as juntas de freguesias e câmaras municipais com materiais de plástico e vinil.
Volto hoje a um tema que já aqui abordei em Outubro de 2008, mas que até à presente data nenhuma resolução teve.
Volto hoje a um tema que já aqui abordei em Outubro de 2008, mas que até à presente data nenhuma resolução teve.
Os motivos por que volto a este tema são dois.
Em primeiro lugar: O comentário com que abri este posts.
Em segundo lugar: A míngua de dados nas nossas placas toponímicas.
Em segundo lugar: A míngua de dados nas nossas placas toponímicas.
Primeiro ponto: confirma-se a falta de qualidade das placas e o mau gosto pelas mesmas. A declaração do Senhor Luís Filipe não deixa dúvidas!.. A nossa autarquia anda a comprar gato por lebre.
Segundo ponto: Os dados colocados nas placas toponímicas da nossa cidade são insuficientes, como exemplo dou a placa da rua José Olaia Lopes Montoya, (rua que dá acesso à urbanização dr. Beirão).
Segundo ponto: Os dados colocados nas placas toponímicas da nossa cidade são insuficientes, como exemplo dou a placa da rua José Olaia Lopes Montoya, (rua que dá acesso à urbanização dr. Beirão).
A placa diz o seguinte; Rua José Olaia Lopes Montoya.
Tentei saber quem diabo foi este homem, e após alguma procura encontrei um tal José Olaia Morão Lopes Montoya, que terá sido nomeado (após o derrube da monarquia em 1910) para fazer parte de um grupo de cidadãos, que iria substituir os monárquicos caídos em desgraça no comando da nossa autarquia.
Será este o homem que a placa homenageia?
Não terão os albicastrenses o direito de saber, em que área e em que tempos este ilustre desenvolveu as suas actividades?
À comissão toponímica da nossa autarquia, gostaria de lembrar o seguinte: Qualquer ilustre, (seja ele qual for) nasceu em determinada data, teve um nome, desenvolveu uma actividade que o projectou, e por fim morreu. Se a nossa autarquia resolve homenagear este ou aquele cidadão, o mínimo que se lhe pode pedir, é que essa homenagem seja feita com a maior dignidade possível, e não que se pegue o nome de sicrano ou beltrano e se ponha pura e simplesmente numa placa sem mais nenhuma indicação.
Ou será que a única coisa que interessa das pessoas que foram homenageadas são os seus nomes, e tudo o resto é para esquecer?
À comissão toponímica da nossa autarquia, gostaria de lembrar o seguinte: Qualquer ilustre, (seja ele qual for) nasceu em determinada data, teve um nome, desenvolveu uma actividade que o projectou, e por fim morreu. Se a nossa autarquia resolve homenagear este ou aquele cidadão, o mínimo que se lhe pode pedir, é que essa homenagem seja feita com a maior dignidade possível, e não que se pegue o nome de sicrano ou beltrano e se ponha pura e simplesmente numa placa sem mais nenhuma indicação.
Ou será que a única coisa que interessa das pessoas que foram homenageadas são os seus nomes, e tudo o resto é para esquecer?
PS. Os dados acrescentados na placa de, José Olaia Morão Lopes Montoya, são apenas para exemplificar, pois de concreto nada consegui descobrir sobre este ilustre.
O Albicastrense
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
ACONTECIMENTOS QUE FORAM NOTÍCIA
No dia 13 de Fevereiro de 1933, esteve em Castelo Branco, a caminho do Santuário de Nossa Senhora de Fátima, o padre Francisco Rodrigues da Cruz o tão venerado padre Cruz. De recordar que bastou que se soubesse que o padre Cruz estava em Castelo Branco e que ia pregar, para a Sé se encher de fiéis, ávidos de escutaram as suas ternas palavras, tão fluentes e comovedoras que calavam bem fundo no íntimo de todos os crentes que o ouviam. Voltou a celebrar missa, na nossa cidade, no dia 28 de Março de 1943. PS. A recolha dos dados históricos é de José Dias.
A compilação é de Gil Reis e foram publicados no Jornal ”A Reconquista”
A compilação é de Gil Reis e foram publicados no Jornal ”A Reconquista”
O Albicastrense
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
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