quinta-feira, maio 13, 2010

FOTOGRAFIA DE CASTELO BRANCO


QUADRO COM FOTOGRAFIA DE CASTELO BRANCO
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(Dimensões do quadro 1,35x62)
Contactos: Caixa de comentários, (que servirá apenas para contacto inicial).
O albicastrense

terça-feira, maio 11, 2010

FIGURAS CASTIÇAS DA MINHA TERRA


GUILHERMINO GERALDES
Guilhermino de Geraldes, era uma das figuras mais castiças do seu tempo, na cidade de Castelo Branco. Quem não se recorda dele? A festejar no estádio da luz, ou no Vale do Romeiro, de bandeira em punho a dar voltas e mais voltas, à volta do campo.
Numa altura em que o Benfica comemora mais um título de campeão nacional, interessa recordar esta figura, que se hoje fosse vivo estaria (no mínimo) a dar saltos de contentamento, por mais esta conquista do seu clube de coração.
O "tio Guilhermino", como carinhosamente era tratado por muitos albicastrenses, ou ainda como o homem que transportava as fitas cinematográficas da estação, para o cine teatro Avenida, (ou vice-versa) morreu na década de 80, (se a memória não me atraiçoa) em sua homenagem, aqui ficam dois pequenos recortes do jornal, “reconquista” publicados na década de 70.
O Albicastrense

segunda-feira, maio 10, 2010

MUSEU DE FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR - VII

UM PEQUENO COMENTÁRIO
SOBRE OS PRIMEIROS ANOS DO NOSSO MUSEU




Tal como prometi, aqui ficam mais algumas páginas da história do museu entre os anos de 1910 e 1961.
(Continuação)
Tal como disse no poste anterior, o museu irá manter-se nas instalações do Governo Civil, até inícios da década de setenta do século XX.
Em finais dos anos cinquenta, começa a falar-se da necessidade de construção, de um edifício de raiz para albergar o museu.
Existia na nossa cidade em finais dos anos cinquenta, um grupo dominado de: ”Circulo Cultural de Castelo Branco”, resolveu esse grupo, mandar fazer um estudo de arquitectura e engenharia para construção de um edifício, (a que eu chamaria hoje Centro Cultural, que curiosamente! não propunha nenhuma pista de gelo…) fotos, 1 e 2.
O edifício em causa, iria albergar o museu, uma Biblioteca, a Repartição ou Comissão de Turismo, e o Circulo Cultural num conjunto impressionante, quanto à convergência de objectivos e interdependências, (como aliás se pode ler numa edição do jornal “reconquista” de 6 de Julho de 1958).
O grupo fez contactos com o Arquitecto Terra e Mota (que fez o projecto), o Ministro das obras Publicas, o Governador Civil do Distrito, a Fundação Gulbenkian, (através do seu Presidente da altura Dr. Azeredo Perdigão).
O local de construção chegou a estar designado, (local onde hoje se encontra o Palácio da Justiça), ou seja, parecia que tinha pernas para andar.
Pelo que pude constatar, nas várias edições do jornal “reconquista” que consultei, o projecto era de se lhe tirar o chapéu, porém, por motivo que desconheço o projecto morreu antes de nascer.
Como nada se resolveu em relação a novas instalações, o museu vai ficar à espera de nova oportunidade e encerra portas entre 1962 e 1971. Como a ocasião faz o ladrão, o museu é assaltado em 1968 e 1969, (os autores destes assaltos ainda hoje estão por descobrir!..).
Com estes assaltos, o museu fica muito mais pobre, pois foram roubadas centenas de valiosas moedas, assim como outras peças de grande valor.
Curiosamente, é durante a estadia do museu no Governo Civil, que este albicastrense se apercebe da sua existência.
No início do anos sessenta, (era eu um puto com pouco mais de dez anos) ao passar por ali, reparei num velho homem sentado à porta da entrada do museu, e ao qual eu perguntei se podia entrar, o velhote muito simpaticamente deixou-me entrar, a partir dessa altura comecei a passar por lá regularmente, até que em 1962 fechou portas. Confesso que ainda hoje recordo, as velhas vitrinas de madeira cheias de moedas e condecorações, que me deixavam os olhos esbugalhados pelo brilho dos objectos expostos.
Num pequeno balanço aos primeiros sessenta anos do nosso museu, posso dizer, (não querendo ser demasiado duro) que embora existisse legalmente e tivesse instalações próprias, o seu dia-a-dia era de triste figura, pois foi mais o tempo em que esteve de portas fechadas que de portas abertas.
Consultei sessenta anos de antigos jornais da nossa cidade, para recolher informações sobre esses tempos, porém, o mais que consegui encontrar sobre esses mesmos tempos, foram pequenas notícias sobre ofertas de moedas ou de pequenos objectos, encontrados aqui ou acolá.
Sobre a actividade do museu no seu dia-a-dia, não consegui encontrar praticamente nada, que valha a pena mencionar, independentemente de o nosso museu ter tido como directores, homens como Manuel Paiva Pessoa, António Elias Garcia e D. Fernando de Almeida.
Para finalizar este primeiro período do nosso museu:
- Diria que ele nasceu em ano de acalorada disputa, (derrube da monarquia e implantação da república).
- Viveu a sua juventude, numa época de golpes e contra golpes republicanos.
- Fez-se adulto, numa época em que o vinho, o fado, e o futebol eram o slogan de Portugal.
- E sucumbiu aos sessenta anos (temporariamente) numa época em que o salazarismo, amordaçava todos aqueles que não acreditassem no tão proclamado slogan.
Sessenta anos descritos em meia dúzia de postes, é no mínimo de uma ligeireza confrangedora, porém, como apenas pretendi dar a conhecer um pequeno resumo histórico, espero ser perdoado por quem efectivamente possa contar esta história, com mais rigor e melhor investigação histórica.
No próximo posts vou começar a falar do museu entre os anos de 1971 e 2010.
O Albicastrense

sexta-feira, maio 07, 2010

ALBICASTRENESES ILUSTRES - XVIII


D. JOSÉ ANTÓNIO DA MATA E SILVA

Nasceu na cidade de Castelo Branco a 23 de Junho de 1800. Formou-se em Cânones, tendo sido sucessivamente, Cónego da Sé de Évora em 1825 e Tesoureiro mor da mesma Sé no ano seguinte; nomeado vigário apostólico do bispado da Guarda, em Janeiro de 1846, cargo de que, a seu pedido, foi dispensado em 17 de Março de 1852 e elevado à dignidade de deão do Cabido da Sé de Évora.
Em 29 de Março de 1848, foi deputado pelo círculo de Castelo Branco. Apresentado Bispo de Beja, por decreto de 10 de Fevereiro de 1859; foi confirmado, por bula de 20 de Junho do mesmo ano. Tomou posse por seu procurador, o padre João Baptista da Silva, em 25 de Agosto de 1850, recebeu a Sagração em Lisboa em 18 de Outubro; tomou posse do pariato, em 5 de Novembro de 1859, e entrou em Beja, a 25 do mesmo mês. Por decreto de 19 de Abril de 1860 foi eleito Arcebispo de Évora dignidade em que Pio IX o confirmou, no Consistório de 13 de Julho, do mesmo ano. Ainda depois de confirmado Arcebispo de Évora, continuou Mata e Silva, exercendo por algum tempo, o governo da Diocese de Beja, como administrador apostólico.
Assim consta da prosão de 20 de Agosto de 1860, pela qual nomeou vigário geral e juiz dos casamentos o dr. Francisco Repelo da Costa, abade de Santa Maria das Chão na diocese de Viseu. José António Mata da Silva, viria a morrer em 1869.
PS. Alguns destes dados históricos, são da autoria do saudoso padre, Anacleto Pires Martins
O albicastrense

quarta-feira, maio 05, 2010

DO BAÚ DO PASSADO, PRÓ BOLG.



CENTO E UM ANO, DEPOIS…
O NOSSO MUSEU
No dia cinco de Maio de 1009, o Município Albicastrense aprovou o orçamento que serviria de almofada financeira para custear as obras que iriam ter lugar na Capela do Antigo Convento de Santo António, a fim de adaptar este templo a Museu, pois o Convento devoluto havia sido transformado em Hospital Militar.
PS. A recolha dos dados históricos é de José Dias.
A compilação é de Gil Reis e foram publicados no Jornal ”A Reconquista
PS. A fotografia que ilustra este poste, terá sido tirada nos primeiros dias do museu regional de Castelo Branco, hoje com o nome de Francisco Tavares Proença Júnior. Local, Capela do Convento de Santo António dos Capuchos.
O albicastrense

TIRAS HUMORÍSTICAS - 63


Bigodes e Companhia brincam com a proposta de um anónimo para baptizar a nova praça albicastrense, metendo na reinação o clube de coração do Companhia.

O albicastrense

segunda-feira, maio 03, 2010

CASTELO BRANCO NA HISTÓRIA E NA ARTE - LXIII


MONUMENTOS DE CASTELO BRANCO

CAPELAS E CRUZEIROS
Na cidade de Castelo Branco e nos seus arrabaldes foram erguidas numerosas capelas destituídas, na sua maior parte, de valor artístico ou arquitectónico. Alguns destes pequenos edifícios, de fundação remota, perduraram através dos séculos. Outros, não puderam resistir as vicissitudes das épocas que atravessaram, ou da acção inexorável do tempo e desapareceram para sempre sem deixar vestígios da sua existência.
Pertenciam, algumas capelas, à extinta Comenda da Ordem de Cristo, outras eram independentes e ainda outras faziam parte de propriedades particulares. As pertencentes á Comenda da Ordem de Cristo eram as seguintes: a de Santo André, a de S. Bartolomeu, a de S. Brás, a do Espírito Santo, a de S. Gens, a de S. Gião, a de S. João Baptista, a de S. Lourenço, a de S. Marcos, a de S. Pedro em Castelo Branco, a de S. Pedro na povoação de Salgueiro, a de Nossa Senhora da Piedade, a do Senhor da Piedade e a de S. Sebastião.
Eram independentes, as de Santa Ana, de Santa Eulália, dos Presos, de Nossa Senhora dos Remédios e de Santo Iago.
As capelas particulares que tinham acesso pela via pública eram a de Nossa Senhora da Ajuda, a de Nossa Senhora da Conceição, a de Nossa Senhora da Graça, a de Nossa Senhora do Rosário, a de S. Judas Tateu, a de Santa Maria Madalena e a da família Mesquita.
Actualmente existem apenas as capelas de Nossa Senhora de Mércoles, do Espírito Santo, de S. Marcos, de Nossa da Ajuda de Santa Ana, de Nossa Senhora da Piedade, de Santa Maria Madalena, de S. Pedro na Povoação de Salgueiro, dês. Lourenço no lugar de Palvarinho, de Nossa Senhora dos Remédios, e de S. Martinho.
A ERMIDA DE SANTO ANDRÉ.

Estava no situada no sitio da Polida e tinha na frente um cruzeiro muito simples, de cantaria. Segundo o Tombo da Comenda, tinha de comprimento 9 varas e 2 palmos e meio e de largura e 3 varas e meio. Ignora-se as datas da sua fundação e da sua demolição. É porém, indubitável que já existia no século XVI quando o Rei D. Manuel I instituiu a Misericórdia de Castelo Branco e nela incorporou os bens da Confraria de Santo André que na totalidade, rendiam anualmente 6$185 réis e duas galinhas e que se compunham de 43 casas, 14 chãos, 12 vinhas e 28 olivais.
No dia de Santo André havia nesta capela uma festividade promovida pela irmandade da Santa Casa de Misericórdia.

(Continua)
PS. O texto é apresentado nesta página, tal qual foi escrito na época. Publicado no antigo jornal "Beira Baixa" em 1951. Autor; Manuel Tavares dos Santos

O Albicastrense

CHAMINÉS DA TERRA ALBICASTRENSE - "A NOSSA LINDINHA"

  CONTRA VENTOS E TROVOADAS Alguns foram aqueles que no início da polémica da chaminé da antiga fabrica da cortiça, aqui expressaram,...