domingo, outubro 31, 2010

sexta-feira, outubro 29, 2010

VELHAS IMAGENS DA MINHA CIDADE - VIII



NOVA DESCOBERTA
A imagem que desta vez aqui deixo para ser identificada pelos visitantes, parece-me mais difícil que as anteriores, pois trata-se de uma rua que hoje está totalmente diferente. A imagem foi captada nos anos 20 do século passado e fica situada nos dias de hoje !!!!!!!......
Mais não digo! Pois... nas outras vezes foi demasiado fácil.
PS. Tal como das outras vezes, as respostas certas só serão publicadas dois ou três dias depois, para que a perspicácia de todos possa ser posta à prova.
O Albicastrense

quarta-feira, outubro 27, 2010

TIRAS HUMORÍSTICAS - LXIX

BIGODES & COMPANHIA
O jornal “Reconquista” publicou na sua última edição, declarações feitas por dirigentes de algumas associações da nossa cidade, declarações onde se fala de artistas, de palhaços, de promessas não cumpridas e até de alguém que diz ter sido enganado!
Bigodes & Companhia admiradores ferrenhos de circos e apaixonados por palhaços, lamentam este tipo de comparações e esclarecem os dirigentes das referidas associações, que por vezes mais vale ser palhaço, que parece-lo. Palhaços contactados pela dupla para se pronunciarem sobre esta problemática “palhaçal” declaram todo o seu apoio aos dirigentes associativos, (pois não é fácil desempenhar o papel de palhaço) e convidam-nos desde já, a estarem presentes no próximo circo que vier a Castelo Branco, para poderem ver ao vivo os melhores artistas do mundo.
O Albicastrense

segunda-feira, outubro 25, 2010

OPINIÃO


NO PAÍS DOS BERLINDES...
A situação em que vivemos hoje no nosso pais, fez-me recuar ao início dos anos sessenta, altura em que eu brincava, (entre outros jogos), ao jogo do berlinde. O jogo do berlinde,(para quem não sabe), consiste em fazer no chão um pequeno triângulo, fazendo nas três pontas do triângulo, uma pequena cova. Depois com um berlinde joga-se de uma cova para o outra, o jogo termina quando um dos putos, (com um “abafa”: bola maior e colorida) abafava os berlindes dos outros. Falta dizer que os berlindes, (na altura), eram pequenas bolas de vidro que extraíamos do gargalo dos antigos pirolitos e que os abafas eram berlindes maiores, com várias cores e que apenas alguns putos mais “endinheirados” os tinham, pois era preciso compra-los nas papelarias.
No seguimento da explicação do jogo do berlinde, (e do abafa), dos meus tempos de criança, vou comparar este jogo à desgraçada situação que vivemos actualmente no nosso pais. Nos últimos vinte anos vivemos num pais “desgovernado” por alguns abafas, (os assombrosos políticos da nossa praça...), e com muitos berlindes a assistir e alguns a participar no jogo, (os Portugueses). Os abafas oriundos quase sempre da mesma vidreira, (embora muitas vezes queiram argumentar diferenças, entre si), abafam os berlindes com promessas e mais promessas de melhores dias. Os berlindes, (como não podia deixar de ser), deixaram-se abafar pelos abafas-comilões, que pouco a pouco os foram conduzindo para um gigantesco buraco, que não pertencia ao jogo do berlinde. O tempo passou e os abafa-mores, (também conhecidos por P.M.), e seus abafa-menores, foram acusando os abafas-anteriores do gigantesco buraco.
Perante a grandeza do brecha, o abafa-mor e seus seguidores, resolveram abafar ainda mais os berlindes. Sempre com a mesma argumentação: “É preciso reduzir o tamanho do buraco, pois corremos o risco de não conseguir sair do rombo e de nos afogarmos dentre dele”. Alguns dos berlindes resignados pela imensidão do buraco, rolam e debatem entre si, que o culpado é este ou aquele abafa-mor e que no próximo jogo do berlinde, vão jogar com outro abafa-mor. Outros berlindes, mais resistentes ao abafa-mor responsável pelo buracão existente, declaram que o actual abafa-mor há muito deveria deveria ter saído do jogo e responsabilizado pelo buracão.
Outros berlindes já gastos pelas voltas que o jogo lhes deu, perguntam: “como vamos nós continuar a rolar, se já não temos força sair do buraco onde nos enfiaram?” A história destes berlindes não é uma história acabada! Talvez um dia, (quem sabe...) eles deixem de rolar ao sabor deste tipo de abafa-mores e resolvam eles próprios abafar estes abafa-coloridos, que lhes têm enegrecido a vida e empobrecido o pais.
O Albicastrense

sexta-feira, outubro 22, 2010

EXPOSIÇÃO - XIV

(17 ) (15)
ANTÓNIO ANDRADE FERNANDES
17 - O peso dos dias de cinza
15 - Na primavera seguinte

O Albicastrense

quinta-feira, outubro 21, 2010

COMENTÁRIOS - XII


Carlos Vale disse...
Pouca gente soube.
No dia 1 e 2 de Outubro de 2010 na Escola Superior de Tecnologia (EST/IPCB), a Ordem dos Arquitectos Raia Centro realizou as suas Jornadas. Soube meramente por acaso e fiz questão de ir lá ver. Para quem não soube, estiveram expostos os projectos relativos ao Concurso de Projectos para a Zona da Estação, ente eles o projecto ganhador que teve honras de apresentação de uma maqueta. Para que tinha dúvidas, o túnel pedonal vai sair mesmo junto ao primeiro cruzamento onde começa o muro do Liceu.
Se o projecto for para diante é mesmo o que vai acontecer. É verdade o projecto da "RISCO" é o que propõe. Estava lá! Por isso havia razões para se afirmar no momento em que o assunto foi aqui discutido no Albicastrense, que a Avenida Nuno Alvares vai sofrer um atentado. Ou será "crime" urbanístico? E há mais aspectos que não agradam. Surpreende que não seja a própria Câmara a mostrar os projectos e a maqueta à população. Fica o desafio. Venha de lá a exposição. Os albicastrenses merecem e têm esse direito, o direito de ver e participar na discussão.
O Albicastrense

quarta-feira, outubro 20, 2010

CENTRO RODÓVIARIO DE CASTELO BRANCO

O marasmo em que caíram as obras referentes à construção do novo Centro Rodoviário de Castelo Branco, inquietaram a minha curiosidade e levaram-me a inquirir aqui e ali, sobre o significado deste devagar devagarinho, ou ainda quanto mais vagarosamente melhor.
Após algumas perguntas que não me levaram a lado nenhum, fui abalroado por uma Gralha despocada que me esvoaçou aos ouvidos, que afinal o referido Centro de Transportes Rodoviário de Castelo Branco, já não iria para o local inicialmente previsto.
Segundo a mesma Gralha, (que merece toda a credibilidade que se pode dar a um pássaro desbocado) o local escolhido inicialmente, (antiga fábrica da cortiça) não é o mais adequado, derivado aos seus acessos.
Ainda segundo a mesma Gralha, o tão proclamado e necessário Centro Rodoviário da nossa cidade, passaria para o local onde actualmente estão as ruínas da antiga fábrica Metalúrgica, (terrenos que a nossa autarquia se prepara para adquirir).
O problema das gralha é que nunca nos palram todas as informações! Ou seja... dão-nos pequenos palrares, que depois nos deixam a massa cinzenta pronta a entrar em estado de inquietação.
No entanto! Dando alguma credibilidade a este passarão e olhando com olhos de ver, sobre o que os responsáveis pela nossa autarquia tem feito no espaço inicialmente previsto para a construção do Centro Rodoviário, uma coisa salta à vista de todas os que por ali passam.
- O abre túnel e fecha túnel que temos assistido na nossa estação, parece dar a entender que por ali já houve melhores dias e de que por aquele local alguma coisa anda ao desnorte.
- O silêncio e o marasmo que reina à volta da construção do Centro Rodoviário da nossa cidade, parece indicar que outros interesses se levantam.
Não vou aqui fazer perguntas sobre os segredos instalados na construção deste Centro Rodoviário, porque sei que ninguém me irá responder!
Porém... (a ser verdade o que a velha Gralha me palrou!...) não posso deixar de me interrogar sobre tudo isto.
- Será normal que se programe a construção de uma estrutura destas, (que custa milhões de euros) sem que primeiro seja feito um estudo exaustivo sobre o local, para se saber se o terreno em causa, reúne ou não, todos os requisitos necessário para essa construção?
- Ou será!... Que os terrenos da antiga Fábrica da Cortiça e da Metalúrgica, são um manjar demasiado apetitoso para certa gente?
Responda quem souber ou quiser, que este albicastrense está cada vez mais confundido, com silêncio “dourado” que reina à volta desta e de outras obras fundamentais, para o futuro da nossa cidade.
O Albicastrense

UMA CARRINHA À ORDEM DO TRIBUNAL, HABITA NUMA RUA DO BAIRRO DO VALONGO, À QUASE UMA DÉCADA

VER PARA ACREDITAR!... O assunto conta-se em poucas palavras: A carrinha que ilumina pela negativa este poste, está desde 2010 estacion...