sexta-feira, setembro 16, 2011

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS - L


A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940. A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).
O texto está escrito, tal como foi publicado.
Os comentários do autor estão aqui na sua totalidade.
(Continuação)
Só no dia 22 de Junho tornou a Câmara a reunir-se. O que nesta sessão se passou é uma grande trapalhada por causa de uma “deprecada” expedida pelo superintendente dos lanifícios da Covilhã e que chegou às mãos dos vereadores por intermédio do juiz de fora, que nela pusera o despacho: Cumpra-se. O tal superintendente, a que mais adiante se chama “juiz deprecante”, ordenava à Câmara que dissesse:
a razão por que se não juntava duas vezes cada oito dias na forma que determinava a Ley, para deferirem os requerimentos que se apresentam”, porque um sr. José Pereira da Silva Bravo, certamente negociante ou fabricante de lanifícios, se tinha queixado da Câmara, por lhe ter pedido que se reunisse “a fim de abonarem uma fiança que o mesmo havia de aprezentar e ele não ter satisfeito o pedido”.
Os vereadores azedaram com a história da queixa e fizeram consignar na acta:
que não obstante a prefeita inteligência em que estava a Câmara desta Cidade de que o Juiz deprecante não tinha autoridade para mandar responder sobre os factos de que hera arguida sem que para esse fim o mesmo Deprecante de legitimasse por ordem expressa de Sua Magestade a qual devia vir inserta na mesma Deprecada contudo em obséquio do “Cumpra-se” posto na mesma pelo Juiz deprecado declara-se que... “.
Ficava sabendo o tal sr. “superintendente dos lanifícios” que a Câmara, se quizesse, não lhe dava troco, porque lhe não reconhecia autoridade para lhe fazer perguntas sobre os factos de que a arguia, a não ser que se apresentasse autorizado com ordem expressa de Sua Magestade.
Mas - vá lá - o juiz de fora servir de intermediário e escrevera na deprecada a palavra – “Cumpra-se” e então em obzequio a esta determinação, ia dizer da sua justiça.
(Continua)
PS. Mais uma vez informe os leitores dos postes “Efemérides Municipais”, que o que acabou de ler é, uma transcrição fiel do que foi publicado na época.
O Albicastrense

segunda-feira, setembro 12, 2011

VELHAS IMAGENS DA MINHA TERRA - XV



Em primeiro lugar, as minhas desculpas pela má qualidade da imagem, (trata-se se um fotocópia).
A fotografia deste mês, foi publicada na revista; “Estudos de Castelo Branco” em 1972.
Ela diz respeito a um acontecimento que anualmente se realizava na nossa cidade, a imagem deverá ter sido captada na década de 50, do passado século.
A pergunta é a seguinte: que acontecimento podemos observar na fotografia e, em que local ela foi captada?
Uma pequena ajuda; Olhem com cuidado para a imagem que se pode ver na fotografia.
PS. Tal como das outras vezes, as respostas certas só serão publicadas dois ou três dias depois, para que todos possam responder.
O Albicastrense

sexta-feira, setembro 09, 2011

REVISTA ESTUDOS DE CASTELO BRANCO - VI


O sétimo poste sobre a revista “Estudos de Castelo Branco” tem por título: “Castelo Branco no final do século XVIII”. O artigo é da autoria do Coronel Vasco da Casta Salema, e foi publicado no número 20 da revista, (Abril de 1966).
O artigo tem por tema: um censo populacional e de costumes sociais, realizado em 1794.
Para terminar diria que este artigo me fez sorrir, não só por ficar a conhecer melhor o que era Castelo Branco desse tempo, mas também, por saber que entre “as almas” que nessa altura habitavam Castelo Branco, estavam antepassados meus, e ainda por ficar a conhecer melhor os costumes sociais, a toponímia e a onomástica.





O Albicastrense

quarta-feira, setembro 07, 2011

JORNAL; " POVO DA BEIRA"






CONHEÇA AS NOSSAS FREGUESIAS
Por norma, qualquer pessoa tem tendência a criticar determinadas situações, umas vezes com carradas de razões, outras nem tanto, contudo quando temos que elogiar uma ou outra situação, normalmente colocamos travão no louvor.
Vem esta conversa a propósito de um trabalho que o jornal; ”Povo da Beira” publica semanalmente.
Como este albicastrense não tem qualquer problema, em criticar seja o que for, ou quem quer que seja, também não tem qualquer problema, em elogiar quem faça um bom trabalho, na divulgação ou defesa da minha beira. O referido jornal, apresenta semanalmente um trabalho designado como reportagem, que tem por titulo: “Conheça as nossas Freguesias”, este é um bom trabalho (como diria o outro!...), e sem duvida merecedor de todos os elogios.
Aos responsáveis pela referida coluna, este albicastrense só pode dizer: muito bem-haja por este excelente trabalho de história, e de divulgação da nossa beira.
PS. Meus amigos! Na próxima terça-feira lá estarei na banca situada à porta da florista, à procura do “meu” exemplar.
O Albicastrense

domingo, setembro 04, 2011

BORDADO DE CASTELO BRANCO



QUER ADQUIRIR CARTEIRAS COM IMAGENS
DE
BORDADO DE CASTELO BRANCO
Deixe o seu e-mail na caixa de comentários deste poste, que depois eu entro em contacto através de e-mail.
O Albicastrense

sexta-feira, setembro 02, 2011

SINAL VERMELHO - XIII


Nas minhas caminhadas pela chamada zona histórica da minha terra, não deixo de me espantar com o que por ali vou observando.
Já aqui elogiei por várias vezes, o trabalho desenvolvido pela autarquia albicastrense, na recuperação de algumas velhas casas da referida zona, (a fotografia que ilustra este “poust”, é um bom exemplo desse trabalho). A velha casa foi recuperada e hoje podemos ver no seu lugar, a bonita casa que a fotografia documenta. Contudo e para espanto de quem por ali passa, então não é, que esta bonita casa recuperada à quase um ano, se encontra às moscas!
Palavra que por mais que tente perceber as razões que levaram a autarquia albicastrense, a entregar esta casa às moscas, não encontro explicação para esta desgraçada situação.
-Será que a autarquia albicastrense, não tem ninguém para planear a utilização das casas recuperadas na zona histórica?
-Ou será, que a mesma foi recuperada para depois ser de novo abandonada, de forma a ser de novo recuperada daqui a alguns anos?
Aos responsáveis pelo planeamento deste sector na autarquia, este albicastrense pode dizer o seguinte: se não existem ideias sobre o que fazer a esta velha casa, este albicastrense terá muito prazer e satisfação, em alvitrar sugestões para o citado espaço.
Terminava este “poust” com uma terrível ameaça: um dia destes roído de inveja das moscas que habitam esta (agora) bonita casa, entro por ela a dentro armado de uma embalagem de insecticida Dum... Dum, (que me desculpem as outras marcas) e elimino todas as moscas que por ali encontrar.
O albicastrense

MUSEU FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR - "A primeira publicação de 2020"

CASA DO PESSOAL  DO  MUSEU FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR. Terminei o ano de 2019 com uma publicação sobre o nosso museu. Para c...