quinta-feira, junho 14, 2012

IMAGENS DA MINHA TERRA – XXV


DUAS IMAGENS, UM LOCAL

No seguimento da imagem anterior, aqui fica mais um local para os albicastrenses identificarem.
Esta imagem mostra-nos um pequeno beco, beco que dia menos dia, terá os dias contados, uma vez que as velhas casas que nele têm residência, estão uma verdadeira calamidade.
Curiosamente ainda hoje recordo, gente que no passado morou neste beco.
Como não vai ser nada fácil identificar este local, aqui fica uma pequena ajuda.

Tenho nome de pássaro,
mas não sou pássaro...
Tenho sítio em Castelo Branco,
mas estou quase desabitado...
Onde fico eu?

PS. Tal como das outras vezes, as respostas certas só serão publicadas dois ou três dias depois, para que todos possam responder.

O Albicastrense 

terça-feira, junho 12, 2012

SINAL VERDE - XI



UMA CASA BEM BONITINHA

A rua das Olarias está hoje muito mais catita, a velha casa da esquina foi finalmente restaurada.
As imagens aqui apresentadas não enganam, por isso, este albicastrense apenas pode mais um vez dizer:

Bom trabalho meus amigos!...

Ps. Não se ponham já em bicos de pés!
Existem muitas outras à espera de receber o mesmo tratamento

O Albicastrense

segunda-feira, junho 11, 2012

O HIPÓLITO COMENTA III


Quarenta e um anos depois, da publicação destes desenhos no antigo jornal Beira Baixa”, aqui ficam mais dois desenhos do Hipólito.




Ps. Desenhos publicados em Janeiro de 1971


O Albicastrense

quinta-feira, junho 07, 2012

Rota dos Portados Quinhentistas


Confesso que gostei da medida anunciada pelo presidente da autarquia albicastrense, contudo, torna-se necessário desde logo, colocar em discussão um ponto importante (que em meu entender) falta nesta medida. O autor deste blog é frequentador assíduo da zona histórica albicastrense, nessas minhas visitas, fotografei inúmeras vezes os velhos portados, facto que me autoriza a afirmar que sou conhecedor da situação catastrófica em que se encontram muitos dos velhinhos portados.

Como conhecedor da infeliz e triste desgraça em que se encontram muitos dos velhos portados quinhentistas, não posso deixar de aqui colocar um recado ao presidente da autarquia da minha terra.
Senhor presidente, depois de ler o artigo publicado no jornal “reconquista”, em que V. Ex. anuncia a criação daquilo a que chamou: “A Rota dos Portados Quinhentistas”, o mínimo que este albicastrense pode pedir-lhe, é que vá até à referida ZONA HISTÓRICA e veja por si mesmo, se este é o momento ideal para sinalizar ou criar a citada rota.

Senhor presidente, eu ainda pertenço aquela geração que dizia: “Antes de convidares quem quer que seja para visitar a tua casa, vê como ela se encontra...”.

Criar uma rota para mostrar preciosidades com mais de 500 anos em estado de degradação, é no mínimo demonstrar a nossa incompetência e falta de capacidade, para salvaguardar tais preciosidades.

Como albicastrense que se preocupa com a sua terra, propunha a V. Ex. que simultaneamente à criação da citada rota, se apoiem os moradores da zona histórica, a mandarem arranjar as velhas portas dos portados, arrancar fios pendurados neles, remover sinais de tinta e outras mazelas.
Senhor presidente: A criação da Rota dos Portados Quinhentistas é sem qualquer dúvida uma boa ideia, contudo, fazê-la sem que primeiro se faça este trabalho, é no mínimo sinal de grande burrice e estupidez.                                  
O Albicastrense

quarta-feira, junho 06, 2012

TIRAS HUMORÍSTICAS - XCIV


BIGODES & COMPANHIA


Ao Movimento De Cidadania Albicastrense, o meu Bem-haja pela ideia para esta tira.

O Albicastrense

segunda-feira, junho 04, 2012

domingo, junho 03, 2012

VELHAS RUAS DA ZONA HISTÓRICA DE CASTELO BRANCO





Manuel da Silva Castelo Branco, diz no seu livro: SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DA TOPONÍMIA ALBICASTRENSE DO SÉCULO XVI o seguinte, sobre  rua do Torrejão:
A rua do Torrejão, parte da rua do Arressário em direcção à do Mercado, mas suponho que se interrompia onde começa actualmente, a rua da Caleja Nova.
As notícias mais antigas sobre este arruamento (cujo nome significa caliça, entulho),  são do séc. XVI e extraída dos registos paroquiais albicastrenses.

- a 26.4.1561 faleceu Bastião Lopes, do Torrejão, lavrador, fez testamento e jaz enterrado no adro;
- a 25.12.1600 faleceu Catarina Vilela mulher de Gázeo, do Torrejão, e jaz enterrada para a Moreira, impedida, não sei se fez testamento, (este caso sucedeu no tempo da peste, que dizimou famílias inteiras nessa vila)...

Ao ler as palavras de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi visitar esta velha rua, para poder verificar no local a situação em que ela se encontra nos dias de hoje.
A rua do Torrejão bem poderia ser, uma das mais bonitas ruas da zona histórica albicastrense, uma vez que se trata de uma rua tipo escadaria, e dispõe ainda de um pequeno gaveto no final da rua.
Eu disse!... “bem poderia ser uma das mais bonitas ruas da zona histórica albicastrense”.
Contudo o que se verifica, é que esta velhíssima rua com pouco mais de cento e vinte metros de comprimento e com aproximadamente trinta portados na soma de ambos os lados da rua, está uma autêntica calamidade.
Dos cerca de trinta portados existentes, apenas meia dúzia são habitados, pois a maior parte das casas desta rua ou estão abandonadas por falta de condições habitacionais, ou estão pura e simplesmente em ruínas.
É caso para dizer: Pobre e infeliz rua do Torrejão, que já nem o facto de teres mais de quinhentos anos de história, te protegem da decadência e da estupidez de quem te devia proteger.
Haja paciência para tanta burrice, é o mínimo que este albicastrense pode dizer, perante mais este faz de conta que anda, mas, que pouco ou nada anda.

O Albicastrense

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE

RUAS DA TERRA  ALBICASTRENSE Toponímia significa o estudo histórico e linguístico da origem dos lugares.  A toponímia está intimamente relac...