sábado, abril 13, 2013

VELHAS IMAGENS DA MINHA TERRA – XXX

ACONTECIMENTOS DE OUTROS TEMPOS 

A imagem que desta vez coloco à descoberta dos albicastrenses que visitam este blog, é uma velha imagem (em péssimo estado), retirado do jornal "reconquista".
A imagem documenta-nos um acontecimento passado em Castelo Branco em determinado ano.
As pergunta desta vez são duas:
Que acontecimento relata esta imagem e, quem podemos nós ver nela?
PS. Tal como das outras vezes, as respostas certas só serão publicadas dois ou três dias depois, para que todos possam responder.
O Albicastrense

quarta-feira, abril 10, 2013

TRISTEZAS DA MINHA TERRA

  
Quando da publicação dos “poust” sobre os portados quinhentistas da terra albicastrense, percorri toda a zona histórica da terra albicastrense.
Nessa altura, constatei a existência de uma casa na Praça da Palha, cuja parede lateral que dá para a rua do Torrejão tinha desmoronado para a via publica, facto que não mencionei na esperança de que alguns dias depois os responsáveis tomassem providências e resolvessem o problema. 
Voltei na segunda-feira passado à Praça da Palha, para espanto meu verifiquei que quase três meses depois de por ali ter passado, a situação estava ainda pior.
Ou seja, quando esperava ver, (pelo menos) a rua do Torrejão limpa de entulho, verifiquei que a tragédia estava instalada no local, como aliás se pode ver nas imagens captadas por mim no local.
Confesso que os tomates (desculpem a palavra utilizada) quase me caiam aos pés, perante o estado desgraçado em que se encontra toda aquela zona.

Eu apenas pergunto:
Será que se caísse a parede de uma casa perto da casa de alguém que todos nós conhecemos, três meses depois a situação ainda estava na mesma?

Confesso que depois de tanto dinheiro gasto na zona histórica da terra albicastrense, fico cada vez mais desanimado quando lá vou, ao ponto de perguntar a mim próprio, se alguma vez a “pobre” zona histórica da terra albicastrense, encherá de orgulho a cidade e os seus habitantes.
O Albicastrense

segunda-feira, abril 08, 2013

NO QUINTAL DOS MARRECOS - III

A CATURRICE”
No quintal dos marrecos a confusão é total, o marreco primeiro (também conhecido como marreco calimero), resolveu comunicar ao povão marrécal, que uma dúzia de marrecos que se julgam sabichões e que têm a mania de se aglomerar para ajuizar das suas decisões relativas ao bem estar do povão, que os ditos cujos tiveram a ousadia de chumbar as medidas propostas por ele, relativas ao bom funcionamento do quintal e ao bem estar do povão marrécal.

Informou ainda o marreco calimero, (perdão...) primeiro, que os tais sabichões de costas viradas para as dificuldades do quintal marrécal, tinham colocado com a decisão tomada, o quintal em estado de desgraça eminente.
Perante a recusa dos doutrinados na aprovação das medidas propostas por ele, desde logo anunciou, que se povão não pagava de uma maneira, irá pagar de outra, anunciando e imediato que iria substituir as propostas chumbada pelo conselho dos ajuizados, por novas medidas.

Dizem as “más” línguas do quintal marrécal, que o marreco calimero se olvidou de quem tinha que proteger e não atacar quem nele confiou. 
Afiançam ainda as mesmíssimas “más” línguas, que o raciocínio do marreco primeiro, esteve sempre em fazer os pobres cada vez mais pobres, em mandar os reformados o mais depressa possível para a cova, em cortar salários, em acabar com serviços públicos e nunca em retirar a alcatifa debaixo dos pés, aos manda chuvas do quintal Marrécal.
O Albicastrense

domingo, abril 07, 2013

CONCENTRAÇÃO DE MOTARDS EM CASTELO BRANCO

A concentração de Motards em Castelo Branco foi um êxito total, aos responsáveis por esta concentração, o albicastrense só pode mesmo dar-lhes os parabéns.







 O Albicastrense

sábado, abril 06, 2013

IMAGENS DE CASTELO BRANCO ANTIGO E DE BORDADOS DE CASTELO BRANCO








Carteiras com 12 Fotografias antigas de Castelo Branco.



(Três carteiras diferentes).




Carteiras com 12 Fotografias 
de Bordados de Castelo Branco.


(Três carteiras diferentes).









CONTACTOS:

Deixar na caixa de comentários o email, (que eu 
não publicarei), para eu entrar em contacto com os interessados.


O Albicastrense

quarta-feira, abril 03, 2013

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO


EXPOSIÇÃO
O ESTADO NOVO E AS MULHERES

Na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, está patente ao publico até 4 de abril, a exposição: “O Estado Novo e as Mulheres”.
Visitei esta exposição (tardiamente) e confesso que gostei muitíssimo do que vi, por isso, recomendo a quem visitar este blog, que deixe a comodidade da cadeira onde está sentado, desligue o computa e vá até là (rapidamente... pois, ele termina amanhã).

A mostra, cedida pelas Bibliotecas de Lisboa, estará patente ao público no 1º piso do edifício. Pretende ser uma viagem ao passado para compreender qual o papel da mulher nesta época.
O Estado Novo, à semelhança das ditaduras nazi e fascista, instaladas na Europa nos anos 30, abordou a questão da mulher como uma questão de estado.
O Programa, o discurso e as práticas relativas à formação de uma elite feminina e à organização e mobilização das mulheres manifestam o empenho ideológico do regime no género. A Obra das Mães para a Educação Nacional, a Mocidade Portuguesa Feminina e o Movimento Nacional Feminino, em contextos diversos, constituíram frentes fundamentais do regime. As primeiras no processo de consolidação, a última no esforço de apoio psicológico à guerra colonial que prenuncia a agonia do Estado Novo.Através de todas elas, o protagonismo feminino surge associado à função sagrada da maternidade, cuja simbologia é a bandeira do regime erguida contra o feminismo e a emancipação, obsessivamente combatidos, ao mesmo nível que a democracia. Está ainda por estudar a dimensão do investimento ideológico e político do Estado novo através do género feminino.
O Albicastrense

terça-feira, abril 02, 2013

ALBICASTRENSES ILUSTRES - XXXI


MANUEL DE OLIVEIRA DA SILVA CASTELO BRANCO

Nasceu em Castelo Branco a 25 de Dezembro se 1802, sendo filho de José da Silva Castelo Branco e de sua mulher D. Antónia do Almorão Capelo e Silva.
Tendo assentado praça com 19 anos, a 5 de Fevereiro de 1821, é nomeado porta-estandarte a 11 de Novembro do mesmo ano.
Passou a oficial em cadete, sendo alferes a 14 de Dezembro de 1825, em Cavalaria 11. Em virtude dos seus ideais liberais, emigrou no mês de Outubro de 1828, pela Galiza, para Inglaterra.
Estando em Plymouth em 1892, dali partiu para os Açores no navio Bolivar, desembarcando em Angra do Heroísmo, na Terceira, a 7 de Março do mesmo ano. Fez parte do exercito liberal que desembarcou nas praias do Mindelo, a 8 de Julho de 1832, sendo promovido a tenente a 26 do mês seguinte.
Toma parte nas açoes que tiveram lugar no sítio do Porto, onde foi gravemente ferido, tendo sido distinguido pelo valor demonstrado com o grau de Cavaleiro da Torre e Espada.
Promovido a Capitão, a 25 de Julho de 1833, está presente na Asseiceira a 16 de Maio de 1834, valendo-lhe a sua actuação nesta batalha, o Oficia-lato da Torre e Espada. Fez parte da Divisão Auxiliar a Espanha, onde esteve em Arminon.
Nomeado Cavaleiro da Ordem de Aviz, foi promovido a major a 1 de Julho de 1844, demonstrando grande zelo na repressão contra as guerrilhas de bandidos e malfeitores, quando comandava a 4ª e 5ª secções Militares da Sub-Divisão de Beja. Por decreto de 20 de Janeiro de 1847 é promovido a Tenente-Coronel do regimento de Cavalaria 8, por distinto comportamento e relevantes serviços na açao de Torres Vedras de 1846.
Distinguido com o grau da Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, morreu na Acção do Alto do Viso, próximo de Setúbal, a 1 de Maio de 1847, quando à frente dos soltados comandava uma carga de cavalaria, como refere Pinho Leal.
Como militar e cavaleiro, dele ficou uma aura de bravura e intrepidez, de tal modo que Cristóvão Aires na História da Cavalaria Portuguesa, afirma:
Quantos soltados da nossa cavalaria sabem o que representa para a sua arma os nomes, por exemplo, do Marguês de Sá de Bandeira, de Cristóvão Teive, e do Barão de Sicosme, de José da Fonseca, de Simão da Costa Pessoa (Conde de Vinhais), de D. Carlos de Mascarenhas, de Manuela de Oliveira Castelo Branco, de António José da Cunha Salgado e, de tantos outros, que se tornaram ilustres quer nas lides cruentas da guerra ou quer nos profícuos trabalhos da paz? Pois estes nomes, com os factos que os tornaram conhecidos e memoráveis, devem ser decorados”.

Recolha de dados: “Figuras ilustres de Castelo Branco”, de Manuel da Silva Castelo Branco.
O Albicastrense

CHAMINÉS DA TERRA ALBICASTRENSE - "A NOSSA LINDINHA"

  CONTRA VENTOS E TROVOADAS Alguns foram aqueles que no início da polémica da chaminé da antiga fabrica da cortiça, aqui expressaram,...