quinta-feira, outubro 31, 2019

À DESCOBERTA DA TERRA ALBICASTRENSE


BECO DOS CAIOS

Contrariamente ao habitual hoje transfiro para este blogue, a publicação que normalmente faço no facebook.
Se perguntássemos a um qualquer albicastrense onde fica o Beco dos Caios, estou seguro que a resposta seria na sua grande maioria, “não faço ideiaCuriosamente neste Beco residiram  nas ultimas décadas do século XIX e nas primeiras do século XX, familiares meus. 
O nome deste Beco, terá surgido em virtude de uma família que ali terá residido durante o séc. XIX, família que teria esse apelido. Esta informação foi-me transmitida à muitos anos pelo meu pai que morou bem perto deste local, local onde eu e todos os meus irmãos nascemos.
Caminhei por este Beco, durante muitos e muitos anos  a caminho de um antigo Café (o nome não pode ser dito, pois assim esta publicação perdia a graça),  para ali poder ver televisão nos anos sessenta, pois era ali que via as séries da TV dessa altura.
Com o desaparecimento do “Mítico” Café, o Beco tornou-se um lugar desértico e num sítio onde apenas residem recordações. 
Agora vem a pergunta do costume: em que local da terra albicastrense se encontra este Beco?
O Albicastrense

terça-feira, outubro 29, 2019

CASTELO BRANCO - ANTIGO



A TERRA ALBICASTRENSE 
NO PASSADO.


IMAGENS RESTAURADAS
POR
VERÍSSIMO BISPO


A primeira e terceira imagem foram pintadas por mim. As originais são a preto e branco.
Estas são imagens captadas nos anos 40/50 do passado século. 

O Albicastrense

sábado, outubro 26, 2019

REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO - (II)


UM FANTÁSTICO TRABALHO DE
MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
(Antigo presidente da Câmara de Castelo Branco)

Na celebração do 50º aniversário da publicação deste belo trabalho de investigação  (1969/2019), lançava um apelo à nossa autarquia, para que pensasse na possibilidade de fazer uma publicação com este  trabalho.


O Albicastrense

terça-feira, outubro 22, 2019

A CONQUILHA

A CONQUILHA NAS PALAVRAS DE QUEM QUISER COMENTAR. 

Ao passar hoje na Avenida Nuno Álvares, reparei no abandono e na situação  catastrófica em que se encontra este antigo estabelecimento. 
Não vou falar do que foi este espaço no tempo em que era gerido por Armando Torrao, uma vez, que não tenho grandes dados sobre o assunto, todavia, faço um apelo a quem os tenha para que os contasse aqui. 
Aproveito também esta publicação, para mandar um abraço ao Torrao,  pessoa que não vejo algum tempo, mas por quem tenho grande estima.
              PS. A Imagem de Álvaro Torrao,  foi retirada do seu facebook.                                                                         O Albicastrense

segunda-feira, outubro 21, 2019

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – CXXXVII


ACTAS CAMARÁRIAS  DA TERRA ALBICASTRENSE ATRAVÉS  DOS TEMPOS

A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. 
Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940. A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).

(Continuação)
Sessão de 2 de Outubro  de 1809.
Tina ficado por semear uma grande parte da folha de Mércoles. Certamente receio de que viessem de novo os Ingleses com os seus cavalos dar cabo das searas….
Porque assim sucedeu, deliberou a Câmara que se vendessem os pastos aos criadores da cidade.
Na mesma sessão deliberou-se que se arrematasse metade da coutada da folha da Líria para a pastagem do gado vacum dos lavradores “e de não servir de exemplo para futura arrematação… tendo em atenção a maior falta de gado 
Consequências de guerra. Ia-se tratando da vida o melhor que era possível.

Em sessão de 5 de Outubro de 1809.
Aparece “huma precatória vinda do Juízo da Correição da Guarda” para que o informassem sobre um requerimento dirigido ao Príncipe Regente por D. Maria Ana de Macedo, suas irmãs e irmãos, no qual se alegava que os requerentes possuíam varias terras, contiguas e separadas, nos limites de Monforte, “que abundam de árvores de sobreiro e azinho”, que os moradores da povoação, apesar de lhe proibirem as leis do reino “e varias outras determinações Regias e mesmo os acórdãos da Câmara capítulos da Correição respetivos se abalançam a cortar e devastar e recolher os frutos das mesmas Árvores sem que os suplicantes possam ocorrer a tais desatino”, e por isso fosse necessário colher informações, se passasse “Alvará para hum Ministro que não seja da Comarca de Castelo Branco aonde todos lhe são suspeitas”.
(Continua)
PS. Aos leitores dos postes “Efemérides Municipais:
O que acabaram de ler é uma transcrição, do que
 foi publicado na época.
O Albicastrense

sexta-feira, outubro 18, 2019

REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO - (I)

UM FANTÁSTICO TRABALHO 
DE
 MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
(Antigo presidente da Câmara de Castelo Branco)

Pela segunda vez volto a este assunto. A revista Estudos de Castelo Branco publicou entre 1962 e 1969, um trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco sobre os, "Registos Paroquiais Quinhentistas de Castelo Branco".  
Trabalho em que nos deu conhecer albicastrenses quinhentistas, dos quais muitos de nós bem podem ser descendentes. 
Trabalho que foi publicado em doze edições da Revista Estudos de Castelo Branco, pelo que sei, nunca foi publicado de uma só vez.
A partir de hoje vou postar neste blogue, a totalidade do trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, trabalho que  tem 220 páginas, por isso, vou postar nove folhas desse trabalho de cada vez. 

Na celebração do 50º aniversário da publicação deste belo trabalho 
de investigação  (1969/2019), lançava um apelo à nossa 
autarquia, para que pensasse na possibilidade de
 fazer uma publicação com este  trabalho.
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 O ALBICASTRENSE

terça-feira, outubro 15, 2019

RUA CONSELHEIRO ALBUQUERQUE

PERIGO PARA A SAÚDE PÚBLICA 

Ao passar hoje na rua Conselheiro Albuquerque, dei de caras com o aviso aqui postado. A denúncia segundo parece, é de quem mora na referida rua. 
A mesma (segundo penso), diz respeito aos muitos passarinhos que diariamente habitam nas árvores da rua, assim como à falta da poda nas referidas árvores. Segundo essas pessoas, são muitas as maletas provocadas pela falta da poda e pelos passarinhos.

Confesso que esta situação confunde os meus velhos neurónios.

Compreendendo que os moradores possam estar descontentes, contudo, não se pode colocar no mesmo prato da balança, o desleixo da falta da poda nas árvores, com os passarinhos. Como a rua está a ser requalificada, penso que o problema da poda vai ser resolvido, pois as árvores vão ser aparadas. 
Quanto aos passarinhos, temos que ser tolerantes e encontrar forma de tratar deste assunto sem exterminar os passarinhos, aves que muita falta fazem a todos nós.
Ps. Porque não colocam o (os) mentores deste aviso  o 
 perigo anunciado, assim todos nós estaríamos mais informados.
O Albicastrense

EXPOSIÇÃO A NAO PERDER NO NOSSO MUSEU.

MEMÓRIAS DO NOSSO MUSEU Para todos aqueles que  tenham memórias deste solo no nosso museu, esta é uma exposição a não perder.  40 anos depoi...