terça-feira, dezembro 24, 2019

CINE TEATRO AVENIDA DE CASTELO BRANCO

UM ESPAÇO DE SONHO
DA 
MINHA JUVENTUDE.


  Se existem recordações que guardo com grande  carinho da minha juventude, o Cine Teatro 
Avenida está  nessas recordações.




Projecto dos Arquitetos, Raul César de Oliveira e Albertino Galvão Roxo,de 1954. 
Inaugurado pela companhia de Amélia Rey Colaco e Robles Monteiro em MCMLIV
O ALBICASTRENSE

domingo, dezembro 22, 2019

O ALBICASTRENSE DESEJA A TODOS OS VISITANTES DESTE BLOGUE,  FESTAS FELIZES.

O ALBICASTRENSE

quinta-feira, dezembro 19, 2019

PAI NATAL DÁ PRENDA HÁ PRAÇA CAMÕES


PRENDA DE NATAL DO ALBICASTRENSE, PARA A NOBRE PRAÇA CAMÕES.

😊😊😊😊😊😊😊😊

A PRAÇA CAMÕES  FICA 
A PARTIR DE AGORA, MUITO MAIS BONITA.
Agora só resta aguardar que o senhorio e os responsáveis pela nossa autarquia, perante esta “minha prenda imaginaria”, resolvam uma situação que  envergonha, a Bela Praça Camões, os nossos autarcas, os albicastrenses e especialmente a Terra Albicastrense.
Ps. Resta acrescentar, que prescinde dos direitos do projecto de recuperação desta bonita casa (mais uma prenda minha).
Albicastrense

segunda-feira, dezembro 16, 2019

ARRABALDE DOS OLEIROS - "O MAMARRACHO".

MAMARRACHO DO PERÍODO (CASTRALEUCA “ANTERIOR 
AO ANTERIOR”), NO ARRABALDE DOS OLEIROS.

A passar no Arrabalde dos Oleiros fiquei completamente atordoado com a solução encontrada (não sei por quem?), para impedir que o mamarracho em ruinas que ali tem lugar, possa causar danos a quem por ali passa ou a quem ali estaciona o seu popó.
As imagens aqui postadas são a prova comprovada, do meu atordoamento. Elas mostram-nos um edifício do período “Castraleuca-anterior ao anterior” com cerca de 900 anos (ou mais!).

O “Ti Manel Más–Barbas”, ilustre oleiro  com porta aberta no bairro, ao ver-me passar à porta da sua oficina, assobiou-me para me informar que  a correria ao local para verem o mamarracho em ruínas e a respetiva estrutura, é mais que muita, pois, todos querem captar imagens da deslumbrada solução, havendo até moradores no arrabalde, que já montaram banca para venderem calhaus do mamarracho e dar explicações sobre a estrutura.
A “Ti Rosa Florista”, Técnica na área da floricultura (espacializada em palmas e coroas para defuntos) com porta aberta no Arrabalde, ao ver-me passar por ali, comunicou-me que a solução encontrada para proteção a quem por ali passa e ao seu popó é uma treta, pois o que eles querem é não tomar decisões, arrojo que era mandar o mamarracho abaixo doesse a que doesse.
O “Ti Larachas”, pessoa muito influente no Arrabalde, diz a quem por ali passa, que o mamarracho não pode ser mandado abaixo, pois pertence ao período “Castraleuca anterior ao anterior” e como tal, tem que ser defendido com unhas e dentes (de preferência com os dentes), por todos os moradores do Arrabalde. Argumentando de seguida, que o dito cujo deve ser afamado de mamarracho nacional, e que o nosso presidente tem que vir ao local colocar uma placa para memoria futura e distribuir muitos beijinhos.
A “Ti Maria-Faz-Tudo”, bisbilhoteira-mor do Arrabalde, pôs a circular um abaixo-assinado para a realização de um colóquio com os maiores “experts” Portugueses e estrangeiros na área dos mamarrachos. Colóquio que visa debater a; "problemática constante e evolutiva da teoria dos mamarrachos". 
Dizem as más-línguas do Arrabalde, que autarquia albicastrense e o proprietário do mamarracho, irão assinar muito brevemente, um protocolo de cooperação para eternizar no Arrabalde, o mamarracho e a  fantástica e fenomenal estrutura de proteção a quem por ali passa ou estaciona o seu popó.
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Falando agora mais a sério. Confesso que não consigo entender a colocação de um taipal em ferro frente ao mamarracho, pois ele quer dizer pura e simplesmente (em meu entender), que o mesmo vai ficar por ali muitos mais anos.
A casa que podemos ver nas imagens está como está há muitos e muitos anos. Durante todo esse tempo, foram colocados cartazes onde se anunciava perigo de derrocada (como se pode ver nas imagens aqui publicadas). Quando se esperava que finalmente se mandasse abaixo o mamarracho ou o recuperassem, que aconteceu?

COLOCAM UM TAIPAL EM FERRO DEFRONTE DO MAMARRACHO! 

Esta é uma história demasiado complicada para os meus velhos neurónios, por isso, passo a batata quente para quem me visita, esperando que alguém me consiga elucidar sobre este tão estranho caso.  
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, dezembro 12, 2019

PRIMEIRA PAGINA

Jornais da Terra Albicastrense 

JORNAL "BEIRA BAIXA"
(EDIÇÃO DE 1969)

"PRIMEIRA PAGINA"

50 ANOS DEPOIS
(1969/2019)

     



 O ALBICASTRENSE

segunda-feira, dezembro 09, 2019

DESABAFO DE ALGUÉM QUE AINDA NÃO PERDEU A ESPERANÇA.

        O MEU PEDIDO DE NATAL

A imagem postada nesta publicação, mostra-nos um Cristo crucificado com fisionomia Chinesa, crucifixo que está exposto no Museu Francisco Tavares Proença Júnior há muitos e muitos anos (por enquanto). Imagem que encontrei hoje nos meus arquivos fotográficos, ao dar uma vista de olhos por eles. Ao ver esta imagem, pensei para com os meus botões, que já sabia o que havia de pedinchar não ao Pai Natal que nunca me ligou patavina, mas antes, ao Cristo crucificado que lá está exposto.

Senhor, este albicastrense pede para lançares um raio de penetração
(mas sem fazer estragos), sobre quem parece andar adormecido sobre o futuro do museu onde estás exposto”.

Nota: Como sou de poucos pedidos, penso ter credito para pedir um quadro de pessoal, com diretor, com pessoal técnico e com um orçamento capaz para que a instituição onde estás exposto, volte a ser (ou pelo menos se aproxime), do farol cultural que já foi no passado.

O ALBICASTRENSE

quinta-feira, dezembro 05, 2019

REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO - (IV)

UM FANTÁSTICO TRABALHO 
DE
MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
(Antigo Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco)

Na celebração do 50º aniversário da publicação deste belo trabalho de investigação  (1969/2019), lançava um apelo à nossa autarquia, para que pensasse na possibilidade de
 publicar este  trabalho.
 O ALBICASTRENSE

EXPOSIÇÃO A NAO PERDER NO NOSSO MUSEU.

MEMÓRIAS DO NOSSO MUSEU Para todos aqueles que  tenham memórias deste solo no nosso museu, esta é uma exposição a não perder.  40 anos depoi...