quinta-feira, janeiro 30, 2020

TRISTEZAS DA TERRA ALBICASTRENSE

ANTIGA ESQUADRA  DA 
POLICIA DE CASTELO BRANCO
😜 😞 😠 😢 😣

Ao passar hoje frente à antiga esquadra da PSP de Castelo Branco, não pude deixar de espreitar para o antigo pátio da mesma. Confesso que fiquei pior que estragado por ver um espaço de excelência completamente ao abandono.

A minha pergunta sobre a tristeza que por ali mora, só pode ser mesmo a seguinte: Será que este espaço bem no coração da terra albicastrense, não pode ser aproveitado em benefício da nossa cidade?
Responda quem quiser e souber, pois os meus velhos neurónios recusam-se a compreender situações como esta.
O ALBICASTRENSE

terça-feira, janeiro 28, 2020

REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO - (VI)

UM FANTÁSTICO TRABALHO 
DE
MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
(Antigo Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco)

Na celebração do 50º aniversário 
da publicação deste belo trabalho 
de investigação  (1969/2019), 
lançava um apelo à nossa 
autarquia, para que pensasse na possibilidade de 
 publicar este  fantástico  trabalho de Manuel da Silva castelo Branco.
. 
 
O ALBICASTRENSE

domingo, janeiro 26, 2020

ZONA HISTÓRICA.

 UM MURO HISTÓRICO,
OU UM  MAMARRACHO A CAIR AOS BOCADOS?

Este muro com residência na Rua do Arressario (Zona Histórica),  está como as imagens mostram  à muitos e muitos anos. Não sei a quem pertence o terreno que o muro "ampara”, terreno que tem paredes meias com o museu Cargaleiro. Todavia, seja ele de quem for, o mínimo que posso afirmar é que se trata de uma autentica vergonha para a nossa Zona Histórica.

Curiosamente, nem o facto de este terreno estar encostado ao museu Cargaleiro, serviu até aos dias de hoje, para resolver esta miséria.

Uma pergunta:
Será que na nossa autarquia, não
existe gente que por ali tenha passado e não se tenha indignado, por ver a triste miséria ali instalada?

Responda quem quiser e souber, pois eu confesso, que os velhos meus neurónios se recusam a compreender situações como esta.
ALBICASTRENSE

quinta-feira, janeiro 23, 2020

CHAFARIZ DE SÃO MARCOS - (4)

DESCORTINEM AS DIFERENÇAS 


Primeira imagem mostra o tanque antes das escavações, a segunda e terceira, mostram parte do tanque agora visível. 
😊   😋   😌   😍
O estudo arqueológico sobre o nosso velhinho chafariz continua, estudo que põe a descoberto as estupidezes cometidas durante o século passado.
As imagens aqui publicadas não mentem, ao olhar-mos para estas imagens recolhidas ontem no local, não podemos deixar de nos interrogar sobre as maldades cometidas contra o velho chafariz e perguntar: 
como foi possível terem feito o que fizeram ao velho chafariz?” 
Eu sei que os tempos eram outros, todavia, confesso que não consigo entender ou compreender tal estupidez.O passado é isso mesmo, passado! Agora vamos esperar que os especialistas corrigem as crueldades cometidas, e que os albicastrenses voltem a ter orgulho no seu velhinho chafariz. 
Uma palavra para os responsáveis pelo trabalho arqueológico que está a ser feito, trabalho feito aos olhos de quem passa e não às escondidas como foi feito no passado.
PS. Irei continuar a informar do andamento dos trabalhos.
O ALBICASTRENSE

quarta-feira, janeiro 22, 2020

CAIXAS QUE ENVERGONHAM A NOSSA ZONA HISTÓRICA

 CAIXAS  QUE TORNAM AINDA MAIS TRISTES AS RUAS 
DA NOSSA ZONA HISTÓRICA
Um dos meus passatempos favoritos é deambular pelas ruas da nossa zona históricaDurante essas caminhadas, muitas são as vezes que dou comigo a pensar: “como foi possível deixarem fazer esta porcaria? Ou ainda, será que quem mandava nessa altura estava a dormir?

Um dos casos que muito me indigna e entristece, é a sementeira das medonhas caixas metálicas nas ruas da nossa zona histórica. Caixas da rede elétrica e de fornecedores de televisão, caixas que tornaram ainda mais tristes e amarguradas as ruas da nossa zona histórica.
Eu sei que as caixas são necessárias, contudo, tendo em conta que se trata de uma zona histórica, não teria sido possível esconde-las, ou então, fazer caixas que se enquadrassem melhor numa zona que todos nós deve-mos proteger? Na minha última caminhada pela nossa zona histórica, fui surpreendido
pela originalidade de um morador, pessoa que resolveu transformar a caixa que por desgraça lhe caiu à porta, numa coisa menos medonha e mais florida. A imagem aqui publicada mostra a respetiva caixa, caixa que pode ser vista na rua do Arressário.
 CONCURSO DE IDEIAS PARA AS MALFADADAS CAIXAS
Pegando na ideia do morador, resolvi lançar aqui um concurso de ideias para embelezar  as malfadadas caixas. Como não sou pessoa de ficar á espera do dia de S. Nunca à tarde, avanço desde já com a minha proposta, dando três exemplos. Agora resta-me aguardar pelos comentários e pelas ideias de quem me visita.

A MINHA PROPOSTA 
  😉   😊   😋   😌   😍  
PS. Amigos visitantes, não deixem de entrar nesta minha
peripécia imaginativa, o morador da rua
 do Arressario bem o merece pela sua criatividade. 
O ALBICASTRENSE

segunda-feira, janeiro 20, 2020

O BURRINHO DA QUINTA DA MAGRE

O BURRINHO QUE SUBIA A AVENIDA MARECHAL CARMONA,
EM DIREÇÃO AO CHAFARIZ DE SÃO MARCOS.

Os postes sobre o velhinho chafariz de S. Marcos, são por vezes motivo de agradáveis recordações para quem os lê.
Hoje ao fazer compras num hipermercado da terra albicastrense, fui confrontado por um velho amigo sobre uma história relacionada com o velho chafariz, dizendo-me ele, se não me recordava do burro dos dois irmãos da quinta da Magre.
Perante o meu entorpecimento da história do burro, ele recordou-ma: a quinta da Magre ficava ao lado da quinta da Messe, pelo meio delas passava a antiga estrada que começava no final da avenida que hoje chamamos de Humberto Delgado, em direção aos Escalos.
Disse-me o meu amigo, que a quinta da Magre era de dois irmãos carroceiros (o que faz fretes com carroça). Acontece que na quinta da Magre os burros tinham o respetivo palheiro, local onde estavam quando os donos não tinham trabalho para eles.
Segundo o meu amigo, um dos burros era motivo de admiração na terra albicastrense, pois todos os dias um dos burros fazia um interessante e agradável passeio. Saía da quinta de manhãzinha, subia a Avenida que na altura se chamava de Marechal Carmona (hoje Humberto Delgado), entrava na rua Francisco Tavares Proença Júnior, e virava à direita prá rua de S. Marcos em direção ao chafariz de S. Marcos. 
Chegando lá, engolia água do tanque até se fartar, descansava e depois fazia o caminho de regresso até a quinta da Magre, tudo isto, perante a admiração das pessoas que contemplavam este esperto burro. Tal como disse anteriormente, não tenho memórias desta curiosa história, todavia, lembro-me muito bem das quintas. Na quinta da Messe comi muitos e bons figos, pois eles estavam mesmo a mão de semear para quem passava rente ao muro da quinta.
PS Se alguém tiver conhecimento desta ou de outras histórias
ligadas ao nosso chafariz, pode coloca-las aqui.
O ALBICASTRENSE

domingo, janeiro 19, 2020

AVENIDA HUMBERTO DELGADO

ÁGUIAS DA ANTIGA COMPANHIA DE SEGUROS MUNDIAL

Não sei se terei razão, mas estou convicto que muitos albicastrenses ainda não olharam muito bem, para as duas águias que estão colocadas num edifício da Avenida Humberto Delgado. 
Estas águias são o símbolo da  companhia de seguros Mundial. Foram ali colocadas se não estou em erro, na década de 50/60 do passado século, quando da abertura da delegação em Castelo Branco. Curiosamente, estas duas águias têm uma historia, historia, que me foi contado por Francisco Reis Barroso, proprietário da Electro Avenida, estabelecimento situado bem perto da antiga loja da companhia de seguros Mundial.

Disse-me o senhor Barroso, que as águias foram feitas nos Escalos, local onde nessa altura existiam alguns bons canteiros. Dois irmãos que nessa altura desempenhavam essa profissão nos Escalos, foram desafiados a fazer cada um deles uma águia para ser colocada no cimo dum edifício situado na Avenida na altura designada por Marechal Carmona, hoje Humberto Delgado. Não sei se o desafio teve vencedor, contudo, as águias ainda hoje estão no cimo do edifício, independentemente da companhia ter fechado a sua delegação no referido edifício 
                  O ALBICASTRENSE

EXPOSIÇÃO A NAO PERDER NO NOSSO MUSEU.

MEMÓRIAS DO NOSSO MUSEU Para todos aqueles que  tenham memórias deste solo no nosso museu, esta é uma exposição a não perder.  40 anos depoi...