terça-feira, agosto 11, 2020

“UM PORTO DE CORTESIA PELAS MELHORAS DO VELHO CHAFARIZ DE SÃO MARCOS”.

CHAFARIZ DE SÃO MARCOS
UM PORTO DE CORTESIA PELAS MELHORAS DO VELHO CHAFARIZ DE SÃO MARCOS

Como é visível ver nas imagens, o nosso chafariz de São Marcos está finalmente alindado, contrariamente ao que eu esperava e desejava, pois este albicastrense cobiçava uma verdadeira requalificação. 
Todavia, quem pode e manda, decidiu alinda-lo e não requalifica-lo, uma grande burrice na recatada opinião deste albicastrense. 
O momento é de olhar para o que temos, esquecendo o que se desejava e celebrar (um pouquinho), o que foi feito.
Quando captava as imagens desta publicação, não pude deixar de observar a reacção de algumas das pessoas que por ali passavam. Olhavam, paravam (algumas), e sorriam perante o que viam. 
Confesso que perante esta reacção, fiquei com o coração recheado de contentamento, pois, como já aqui disse anteriormente, encare que talvez tenha contribuído um pouquinho para o seu alindamento.
Prometi ir beber um porto ao Abílio no dia em que o tanque estivesse cheio de água. Como as promessas são para ser cumpridas e como houve gente que se prontificou a acompanhar-me, renovo aqui o devaneio de saudarmos o restabelecimento do nosso chafariz.
Como não quero beber o porto sozinho (pois seria tristíssimo), rogo desde já a outros albicastrenses para se associarem a este “Porto de Cortesia ao velho Chafariz de São Marcos”. O porto é abastecido no CHAFARIZ (café do Abílio), na tarde do próximo sábado pelas 17.30 horas (cada um paga o seu porto). 

PS. Lançava desta janela aberta a todos os albicastrenses, um aceno apelativo aos meus amigos Carlos Semedo e Pedro Salvado (homens apegados à cultura da nossa terra), para eles estarem presentes neste porto de cortesia ao velhinho chafariz.
O ALBICASTRENSE

domingo, agosto 09, 2020

A NOSSA LINDINHA

CONTRA VENTOS, CHUVADAS E  TUDO O QUE SE PASSA AO SEU REDOR, A NOSSA CHAMINÉ CONTINUA FIRME E BEM DIREITINHA NO SEU LUGAR  DE SEMPRE.  

MAIS DE UM SÉCULO NO SEU LUGAR.
Se a nossa lindinha for derrubada, a atitude deste albicastrense só pode mesmo se uma. Nunca entrar nesta ou em qualquer superfície deste grupo na terra albicastrense. Aliás, apelava aos albicastrenses que se expressassem publicamente neste sentido, pois, talvez só assim alguém ligado ao grupo SONAE dê a cara sobre este assunto.
O ALBICASTRENSE

sexta-feira, agosto 07, 2020

ENCICLOPÉDIA ALBICASTRENSE

A TERRA ALBICASTRENSE NO PASSADO

No dia 7 de agosto de 1898 instalou-se em Castelo Branco, a estação dos CTT. 
O local escolhido foi o edifício contínuo ao Solar dos Viscondes de Portalegre, antigo edifício do Governo Civil do distrito de Castelo Branco, precisamente no mesmo local onde anos mais tarde, veio a funcionar o Museu e posteriormente, a repartição das Obras Publicas.
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No dia 7 de agosto de 1919, apareceu em Castelo Branco o primeiro número do jornal republicano conservador, de sensibilidade política sidonista, que se dava pelo nome “A Defesa de Castelo Branco”.
Foi seu diretor. Administrador e editor, José de Sousa Viera, o qual posteriormente veio a ser substituído por Eurico Sales Viana. A sua administração tinha a sede na rua Machado dos Santo e era propriedade da empresa de defesa de Castelo Branco.
Era composto e impresso na tipografia Casa Progresso, em Castelo Branco. Dizia ser um “Jornal Republicano, Conservador e extremo defensor dos interesso locais”. Terminou com a publicação do número 12, em 30 de Outubro de 1919.

Recolha de dados: Jornal Reconquista.
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, agosto 06, 2020

FAMÍLIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

 REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO

Hoje 19 de janeiro da era sobredita bautizei eu frei baltesar gonçalluez a martinho filho ligitimo de pero martinz e de barbora fernandez sua mulher e foram padrinhos francisco da sillva (39) e antonio Roiz e constaça Roiz e lianor pirez e por verdade asiney aqui.
frei baltesar gonçallues.

(39) Francisco da Silva de Campos era filho de Sebastião da Silva de Campos, que foi muito rico e viveu em C. Branco, onde ocupou vários cargos nobres, e de sua mulher D. Leonor Vaz Vilela. Tirou em 1571 um instrumento, em que provou descender das nobres gerações dos Campos e Abul. Sucedeu na casa de seu pai e viveu também em C. Branco, onde foi juiz ordinário, vereador e um dos primeiros provedores da Misericórdia. Casou 2 vezes: a primeira, com D. Ana Martins da Costa, irmã do Dr. Francisco Martins da Costa, doutor em direito cesáreo pela Universidade de Paris, tendo os seguintes filhos:
1 – Domingos da Silva de Campos, que viveu em C. Branco, onde serviu os cargos de juiz, vereador e provedor da Misericórdia e casou com D. Isabel Rodrigues de Castelo Branco;
2 – Simão da Silva, que chamaram “o da Índia”, por ai ter vivido muitos anos. Mandou fazer a capela-mor da Misericórdia velha de C. Branco (atualmente igreja de Santa Isabel), onde jaz enterrado e, na qual, ao centro do arco cruzeiro e, sobre o pavimento, se encontra uma pedra de granito escudada com as seguinte inscrição: “Esta capela foi mandada fazer por Simão da Silva h… da Índia e mandou-lhe fazer Ana Correia, sua testamenteira, à custa dos seus legados, que manda os faça em seu testamento”.
Instituiu o morgado dos Silvas, que deixou para casamento de 2 sobrinhos, o que se verificou em Simão da Silva de Almeida e D. Ana da Silva Castelo Branco, o qual passou mais tarde a Bernardo da Silva Castelo Branco, por sentença dada na Casa da Suplicação em 1662 e contra seu parente Luís de Valadares Sotomaior;
3 – Sebastião da Silva, que passou à Índia, onde faleceu;
4 – Diogo da Silva de Campos, que viveu em C. Branco, onde foi escrivão da Câmara por carta de 21-VI-1576. Foi Cav. Fidalgo da Casa do Duque de Bragança com 1000 réis de moradia por mês e um alqueiro de cevada por dia, por alvará passado em Vila Viçosa a 17-II- 1588, tendo casado 2 vezes; a primeira, com D. Ilia Ferreira de Andrade, sua cunhada, a 2ª vez com D. Catarina de Figueiredo, filha de Roque Ferrão de castelo Branco e de sua mulher D. Catarina Cardoso;
5 - Martim Anes da Silva, que casou a 7-I-1885, na igreja de S. Miguel, com D. Joana da Costa, filha de Fernão Gomes, o Velho, e de sua mulher D. Isabel de Castilho. Casou 2ª vez Francisco da Silva de Campos com D. Crisóstoma de Queiroz, tendo uma filha D. Ana de Queiroz, que faleceu solteira em C. Branco, a 29-X-1565 e jaz na igreja de Santa Maria.

Recolha de dados: Registos Paroquiais Quinhentistas de Castelo Branco”.
Da autoria de Manuel da Silva Castelo Branco.
O ALBICASTRENSE

terça-feira, agosto 04, 2020

CHAFARIZ DA GRAÇA

Li no facebook de um amigo que o Chafariz da Graça tinha sido limpo, para atestar essa limpeza, desloquei-me até ao local para captar algumas imagens. Ele foi bem limpinho, contudo, qual não foi a minha estupefacção quando olho para o chão, e vejo garrafas de plástico e outras porcarias espalhadas por todo lado. Ou seja, passamos a vida a culpar a nossa autarquia por não zelar pela limpeza dos nossos chafarizes, quando o faz, uns patetas acham-se no direito de emporcalhar os locais. 
As imagens captadas por mim no local, mostram a falta de vergonha de certa gente, pessoas que pensam que os locais são quintais privativos deles, sítios onde podem fazer as suas lixeiras.
Perante a porcaria instalada, apelava à nossa autarquia que regularmente envie a estes locais, pessoas para limparem a porcaria de certa gente, apelava também a colocação de um contentor nos locais para os pouco asseados poderem colocar o lixo. 

Uma pergunta para quem ali deitou o lixo no chão:
Será  que nas vossas casas o chão é o caixote do lixo?
                                                                  O ALBICASTRENSE

segunda-feira, agosto 03, 2020

REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO - (X)

UM FANTÁSTICO TRABALHO DE MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
(Antigo Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco)

Na celebração do 50º aniversário 
da publicação deste belo trabalho 
de investigação  (1969/2019), 
lançava um apelo à nossa 
autarquia, para que pensasse na possibilidade de 
 publicar este  fantástico  trabalho de  
Manuel da Silva castelo Branco.

  
    
 O ALBICASTRENSE 

domingo, agosto 02, 2020

UM BEBEDOURO MAIS SECO QUE O DESERTO DO SAARÁ


PRAÇA DO MUNICÍPIO

MATAR À SEDE AQUÉM POR ALI PASSA

Uma das coisas que mais me enfurece na terra albicastrense (já aqui o disse variadas vezes), é o desleixo que é dado por parte da nossa autarquia a determinados espaços públicos.
E dou exemplos: jardins onde a relva não é cortada nem regada, tanques de água sem água e ao abandono, passeios públicos muito mal tratados, bebedouro para as pessoas beberem sem água, não se sabendo para que raio eles servem se não dão água a quem por eles passa.
Serve esta publicação para denunciar precisamente uma das situações mencionadas. Hoje ao passar na nossa Praça do Município, apeteceu-me molhar o bico no bebedouro que ali existe, o pior é que ele estava mais seco que o deserto do Saará.

Nem o facto de ele estar bem pertinho da nossa autarquia lhe vale de nada. Será porque os senhores que ali habitam, não necessitam da sua água para matar a sede!?

Meus senhores (mais uma vez), para quando a criação de um grupo de pessoas cujo trabalho seja a observação de situações como as descritas por mim?
Querer beber água num bebedouro que existe para esse fim e ele estar mais seco que um deserto, é gozar com quem ali vai molhar o bico e vem de lá a chamar nomes aos inquilinos do palácio que está ao lado.
O ALBICASTRENSE

RIO OCREZA

CHAFARIZ DO  OCREZA Tal como o rio Ponsul, também o rio Ocreza vive dias preocupantes, pois o arvoredo tapa-o quase totalmente.  Mergul...