segunda-feira, agosto 31, 2020

RIO OCREZA

CHAFARIZ DO OCREZA
Tal como o rio Ponsul, também o rio Ocreza vive dias preocupantes, pois o arvoredo tapa-o quase totalmente. Mergulhei neste rio em criança e confesso que ao captar estas imagens no passado sábado, me enfureci perante o desleixo em que ele se encontra. 

Salva-se o velho chafariz, fonte onde bebi água na minha juventude e onde voltei a beber no passado sábado. 
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, agosto 27, 2020

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

PÁTIO DO MUSEU
FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR.

UM LOCAL CHEIO DE HISTÓRIA



A primeira imagem desta publicação, foi captado por mim na passada semana. 
A segunda, terá sido captada nos finais do século XIX. A terceira, terá sido captada no século XX. A quarta foi captada entre as décadas de trinta a sessenta do mesmo século. 
Ao olharmos para a segunda imagem, será que alguém seria capaz de identificar o local nos dias de hoje? 
O ALBICASTRENSE

segunda-feira, agosto 24, 2020

RIO PONSUL UM RIO MAL AMADO

RIO PONSUL

É um rio de Portugal, que atravessa os concelhos de Idanha-a-Nova (onde nasce) e Castelo Branco. É um afluente da margem direita do rio Tejo. 

Como é possível que o rio Ponsul esteja como está! 
Ontem não tinha água, hoje, está como as imagens mostram…

Estive ontem na velha ponte do rio Ponsul, local onde já foi muito feliz, sítio onde já mergulhei da velha ponte para a água do rio. 
Confesso que fiquei tristemente perturbado com o que vi, não podendo pois deixar de desabafar aqui. Como é possível que ninguém se preocupe com este nosso rio!? Primeiro privam-no de água, agora foi invadido por algas ou Microalgas.
A pergunta que aqui deixo aos albicastrenses que me visitam só pode ser uma: Se este rio em vez de nascer onde nasce e passasse por onda passa, nascesse noutra qualquer localidade do nosso Portugal, seria ele vítima de tantas maldades?
Responda quem quiser e souber, pois a este albicastrense só apetece apertar o papo a quem não tem voz para o ajudar.
 
                                                 O Albicastrense

sexta-feira, agosto 21, 2020

OBRA DE SANTA ENGRÁCIA

UMA OBRA, QUE PELA SUA LENTIDÃO,  DEVERIA COBRIR DE VERGONHA QUEM COMANDA A TERRA ALBICASTRENSE.
😱😩😨😣😝😠😡😢

Quando soube da requalificação da rua Conselheiro Albuquerque confesso que fiquei contentíssimo, pois, a rua estava uma autêntica desgraça.  
Hoje ao passar por lá, confesso que chamei todos os nomes e mais alguns a quem permite que o arranjo de uma pequena rua se prolongue no tempo, como se estivéssemos perante a requalificação da Igreja de Santa Engrácia. 
É simplesmente vergonhosa, que a recuperação de parte de uma rua (cerca de cem metros), se esteja a arrastar no tempo de forma a ser apresentada aos albicastrenses, perto do próximo ato eleitoral para a nossa autarquia.
Que me desculpe quem dirige a nossa autarquia se estiver errado, contudo, perante esta vagareza não posso pensar doutra forma.
Meus senhores, vamos lá dar corda aos sapatos para que esta rua seja mimoseada aos albicastrenses, ainda este ano. 
O ALBICASTRENSE

terça-feira, agosto 18, 2020

domingo, agosto 16, 2020

terça-feira, agosto 11, 2020

“UM PORTO DE CORTESIA PELAS MELHORAS DO VELHO CHAFARIZ DE SÃO MARCOS”.

CHAFARIZ DE SÃO MARCOS
UM PORTO DE CORTESIA PELAS MELHORAS DO VELHO CHAFARIZ DE SÃO MARCOS

Como é visível ver nas imagens, o nosso chafariz de São Marcos está finalmente alindado, contrariamente ao que eu esperava e desejava, pois este albicastrense cobiçava uma verdadeira requalificação. 
Todavia, quem pode e manda, decidiu alinda-lo e não requalifica-lo, uma grande burrice na recatada opinião deste albicastrense. 
O momento é de olhar para o que temos, esquecendo o que se desejava e celebrar (um pouquinho), o que foi feito.
Quando captava as imagens desta publicação, não pude deixar de observar a reacção de algumas das pessoas que por ali passavam. Olhavam, paravam (algumas), e sorriam perante o que viam. 
Confesso que perante esta reacção, fiquei com o coração recheado de contentamento, pois, como já aqui disse anteriormente, encare que talvez tenha contribuído um pouquinho para o seu alindamento.
Prometi ir beber um porto ao Abílio no dia em que o tanque estivesse cheio de água. Como as promessas são para ser cumpridas e como houve gente que se prontificou a acompanhar-me, renovo aqui o devaneio de saudarmos o restabelecimento do nosso chafariz.
Como não quero beber o porto sozinho (pois seria tristíssimo), rogo desde já a outros albicastrenses para se associarem a este “Porto de Cortesia ao velho Chafariz de São Marcos”. O porto é abastecido no CHAFARIZ (café do Abílio), na tarde do próximo sábado pelas 17.30 horas (cada um paga o seu porto). 

PS. Lançava desta janela aberta a todos os albicastrenses, um aceno apelativo aos meus amigos Carlos Semedo e Pedro Salvado (homens apegados à cultura da nossa terra), para eles estarem presentes neste porto de cortesia ao velhinho chafariz.
O ALBICASTRENSE

domingo, agosto 09, 2020

A NOSSA LINDINHA

CONTRA VENTOS, CHUVADAS E  TUDO O QUE SE PASSA AO SEU REDOR, A NOSSA CHAMINÉ CONTINUA FIRME E BEM DIREITINHA NO SEU LUGAR  DE SEMPRE.  

MAIS DE UM SÉCULO NO SEU LUGAR.
Se a nossa lindinha for derrubada, a atitude deste albicastrense só pode mesmo se uma. Nunca entrar nesta ou em qualquer superfície deste grupo na terra albicastrense. Aliás, apelava aos albicastrenses que se expressassem publicamente neste sentido, pois, talvez só assim alguém ligado ao grupo SONAE dê a cara sobre este assunto.
O ALBICASTRENSE

sexta-feira, agosto 07, 2020

ENCICLOPÉDIA ALBICASTRENSE

A TERRA ALBICASTRENSE NO PASSADO

No dia 7 de agosto de 1898 instalou-se em Castelo Branco, a estação dos CTT. 
O local escolhido foi o edifício contínuo ao Solar dos Viscondes de Portalegre, antigo edifício do Governo Civil do distrito de Castelo Branco, precisamente no mesmo local onde anos mais tarde, veio a funcionar o Museu e posteriormente, a repartição das Obras Publicas.
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No dia 7 de agosto de 1919, apareceu em Castelo Branco o primeiro número do jornal republicano conservador, de sensibilidade política sidonista, que se dava pelo nome “A Defesa de Castelo Branco”.
Foi seu diretor. Administrador e editor, José de Sousa Viera, o qual posteriormente veio a ser substituído por Eurico Sales Viana. A sua administração tinha a sede na rua Machado dos Santo e era propriedade da empresa de defesa de Castelo Branco.
Era composto e impresso na tipografia Casa Progresso, em Castelo Branco. Dizia ser um “Jornal Republicano, Conservador e extremo defensor dos interesso locais”. Terminou com a publicação do número 12, em 30 de Outubro de 1919.

Recolha de dados: Jornal Reconquista.
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, agosto 06, 2020

FAMÍLIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

 REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO

Hoje 19 de janeiro da era sobredita bautizei eu frei baltesar gonçalluez a martinho filho ligitimo de pero martinz e de barbora fernandez sua mulher e foram padrinhos francisco da sillva (39) e antonio Roiz e constaça Roiz e lianor pirez e por verdade asiney aqui.
frei baltesar gonçallues.

(39) Francisco da Silva de Campos era filho de Sebastião da Silva de Campos, que foi muito rico e viveu em C. Branco, onde ocupou vários cargos nobres, e de sua mulher D. Leonor Vaz Vilela. Tirou em 1571 um instrumento, em que provou descender das nobres gerações dos Campos e Abul. Sucedeu na casa de seu pai e viveu também em C. Branco, onde foi juiz ordinário, vereador e um dos primeiros provedores da Misericórdia. Casou 2 vezes: a primeira, com D. Ana Martins da Costa, irmã do Dr. Francisco Martins da Costa, doutor em direito cesáreo pela Universidade de Paris, tendo os seguintes filhos:
1 – Domingos da Silva de Campos, que viveu em C. Branco, onde serviu os cargos de juiz, vereador e provedor da Misericórdia e casou com D. Isabel Rodrigues de Castelo Branco;
2 – Simão da Silva, que chamaram “o da Índia”, por ai ter vivido muitos anos. Mandou fazer a capela-mor da Misericórdia velha de C. Branco (atualmente igreja de Santa Isabel), onde jaz enterrado e, na qual, ao centro do arco cruzeiro e, sobre o pavimento, se encontra uma pedra de granito escudada com as seguinte inscrição: “Esta capela foi mandada fazer por Simão da Silva h… da Índia e mandou-lhe fazer Ana Correia, sua testamenteira, à custa dos seus legados, que manda os faça em seu testamento”.
Instituiu o morgado dos Silvas, que deixou para casamento de 2 sobrinhos, o que se verificou em Simão da Silva de Almeida e D. Ana da Silva Castelo Branco, o qual passou mais tarde a Bernardo da Silva Castelo Branco, por sentença dada na Casa da Suplicação em 1662 e contra seu parente Luís de Valadares Sotomaior;
3 – Sebastião da Silva, que passou à Índia, onde faleceu;
4 – Diogo da Silva de Campos, que viveu em C. Branco, onde foi escrivão da Câmara por carta de 21-VI-1576. Foi Cav. Fidalgo da Casa do Duque de Bragança com 1000 réis de moradia por mês e um alqueiro de cevada por dia, por alvará passado em Vila Viçosa a 17-II- 1588, tendo casado 2 vezes; a primeira, com D. Ilia Ferreira de Andrade, sua cunhada, a 2ª vez com D. Catarina de Figueiredo, filha de Roque Ferrão de castelo Branco e de sua mulher D. Catarina Cardoso;
5 - Martim Anes da Silva, que casou a 7-I-1885, na igreja de S. Miguel, com D. Joana da Costa, filha de Fernão Gomes, o Velho, e de sua mulher D. Isabel de Castilho. Casou 2ª vez Francisco da Silva de Campos com D. Crisóstoma de Queiroz, tendo uma filha D. Ana de Queiroz, que faleceu solteira em C. Branco, a 29-X-1565 e jaz na igreja de Santa Maria.

Recolha de dados: Registos Paroquiais Quinhentistas de Castelo Branco”.
Da autoria de Manuel da Silva Castelo Branco.
O ALBICASTRENSE

O AMOR E A MORTE... NOS ANTIGOS REGISTOS PAROQUIAIS ALBICASTRENSES – (17)

Por Manuel da Silva Castelo Branco XIII - QUANDO A GUERRA BATE À PORTA.  II Parte - A Guerra da Sucessão de Espanha (1704).    Nos seis Ass...