terça-feira, junho 29, 2021

CINEMA NO ANTIGO PARQUE DESPORTIVO

 100 ANOS DEPOIS...

 (27 de Junho de 1921- 27 de Junho de 2021)

No dia 27 de Junho de 1921 foi inaugurado o cinema ao ar livre, no então dominado ”Parque Desportivo” hoje mais conhecido por Parque dos Loureiros, a antiga horta do bosque do Paço Episcopal.

Foi enorme a afluência a este recinto recreativo para ver a grande novidade. A fita cinematográfica escolhida para esta inauguração, foi do agrado geral e contou com numerosos espectadores. 
Tentei descobrir qual foi a fita de estreia no Parque Desportivo,  infelizmente não consegui descobri. 
O Albicastrense

sábado, junho 26, 2021

ANTIGA CAPELA DE SÃO JOÃO BAPTISTA

 MEMÓRIAS DO PASSADO DA TERRA ALBICASTRENSE

A primitiva construção da Capela de S. João data do século XVI. O culto de S. João e a conservação de capela estavam a cargo de uma mordomia. 
Na primeira metade do século XVIII, estando a capela muito arruinada, foi demolida e construída, num local contíguo ao primitivo, no estilo gótico barroco da época. Porém, em 1835 a Câmara Municipal pensou em localizar no largo de S. João um mercado diário e, com esse intuito, solicitou autorização para a mandar demolir, a autorização foi dada pelo deferimento de 25 de Setembro de 1835, porem só veio a ser demolida em 1911.
Os bens da confraria de S. João, que eram constituídos por 15 casas, 8 Chões, 9 vinhas e 14 olivais, cujos rendimentos anuais eram respetivamente de 1$920 réis, 630 réis, 1$870 réis, e 401 réis foram incorporados na da Misericórdia de Castelo Branco por ordem do rei D. Manuel I, quando este monarca a instituiu em 1515. 
Consta do livro do Tombo da Comenda de Cristo que a capela de S. João Batista tinha o comprimento de 92 palmos e meio e a largura de 29 palmos.

Recolha de dados: “Castelo Branco na História e na Arte”,
de Manuel Tavares dos Santos
O Albicastrense

terça-feira, junho 22, 2021

VELHAS IMAGENS DA TERRA ALBICASTRENSE

                                       PÉROLAS DO PASSADO.

(Imagem pintada e restaurada por Veríssimo Bispo)

OBRAS  NO CENTRO CÍVICO DA TERRA ALBICASTRENSE. 

A imagem aqui publicada, terá sido captada na década de trinta  do passado século. Quanto à pergunta habitual sobre o local, desta vez parece-me desnecessário, pois, o edifício que pode ser visto no lado esquerdo da imagem é demasiado conhecido dos albicastrenses.


Muito gostaria eu de aqui deixar o nome de quem captou esta bonita pérola, porém, tal não é possível. Fosse quem fosse o homem que a captou,  este albicastrense não pode deixar de agradecer.
                                                        O ALBICASTRENSE

sábado, junho 19, 2021

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

15 – 06 – 1926

O salário médio do trabalhador rural, era de 4$50, subindo apenas na época das ceifas, para 8$00, 10$00 e 12$50 mensais.

15 – 06 – 1924

A população escolar do liceu nacional de Castelo Branco, era de 241 alunos.

24 – 06 – 1674

Faleceu em Castelo Branco, Filipe Vale Caldeira, que foi o primeiro Sargento-mor das Ordenanças de Castelo Branco. Os seus restos mortais jazem numa sepultura aberta numa sacristia da Igreja da Graça, em Castelo Branco (Misericórdia). 

O Albicastrense

quarta-feira, junho 16, 2021

A MURALHA DA TERRA ALBICASTRENSE

MURALHA ESCONDIDA

As imagens desta publicação mostram-nos um fragmento da velha muralha da terra albicastrense, pedaço que se encontra escondida dos nossos olhos.

As imagens foram captadas em 2011 pelo buraco da fechadura de um velho portão, portão que está cerrado há muitos e muitos anos, impedindo desta forma, que os albicastrenses possam mirar a nossa linda muralha.

A pergunta para os meus amigos é a seguinte: em que local da terra albicastrense está “escondido” este pedaço de muralha.

O Albicastrense

segunda-feira, junho 14, 2021

VELHAS IMAGENS DA TERRA ALBICASTRENSE

PÉROLAS DO PASSADO.

(Imagem pintada e restaurada por Veríssimo Bispo)

OBRAS  NO CENTRO CÍVICO DA TERRA ALBICASTRENSE. 

A imagem aqui publicada, terá sido captada na década de trinta  do passado século. Quanto à pergunta habitual sobre o local, desta vez parece-me desnecessário, pois, o edifício que pode ser visto no lado esquerdo da imagem é demasiado conhecido dos albicastrenses.


Muito gostaria eu de aqui deixar o nome de quem captou esta bonita pérola, porém, tal não é possível. Fosse quem fosse o homem que a captou,  este albicastrense não pode deixar de agradecer.
O ALBICASTRENSE

sexta-feira, junho 11, 2021

VELHAS IMAGENS DA TERRA ALBICASTRENSE

PÉROLAS DO PASSADO. 

(Imagem pintada e restaurada por Veríssimo Bispo)

A imagem aqui publicada, terá sido captada entre a década de trinta e quarenta do passado século. Quanto à pergunta habitual sobre o local, desta vez parece-me desnecessário, pois, o edifício que pode ser visto na imagem é demasiado conhecido dos albicastrenses.

Muito gostaria eu de aqui deixar o nome de quem captou esta bonita pérola, porém, tal não é possível. Fosse quem fosse o homem que a captou,  este albicastrense não pode deixar de agradecer.
O ALBICASTRENSE

terça-feira, junho 08, 2021

VELHAS IMAGENS DA TERRA ALBICASTRENSE

PÉROLAS DO PASSADO. 
(Imagem pintada e restaurada por Veríssimo Bispo)

Independentemente de esta imagem ter mais de cem anos e o local ser hoje bem diferente, não posso deixar de fazer a pergunta habitual. Onde fica atualmente este local? 
PS. Muito gostaria eu de aqui deixar o nome de quem captou esta pérola, porém, tal não é possível. Fosse quem fosse o homem que a captou esta imagem, este albicastrense não pode deixar de agradecer a imagem.
O ALBICASTRENSE

segunda-feira, junho 07, 2021

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

 TERROR EM CASTELO BRANCO E ARREDORES

(1808 – 2021)

😠😡😠😡

123 ANOS DEPOIS

No dia 6 de Junho, o general francês Loison, mais conhecido pelo ”maneta”, ordenou que fosse saqueada a Vila de Alpedrinha, semeando o terror por toda a região da serra da Gardunha, à boa maneira de um exército invasor.

De imediato dirigiu-se para a cidade de Castelo Branco, a fim de juntar as tropas que estavam sobre o seu comando, ao exército de Junot, estacionado em Castelo Branco.
No trajeCto, entre Alpedrinha e Castelo Branco, passou por Tinalhas, indo acampar junto de Chão de Vã. Segui depois para as Sarzedas, rumo a Castelo Branco. 
Ao entrar na cidade, encontrou uma urbe totalmente despovoada, pois os Albicastrenses ao terem conhecimento da aproximação das tropas de Loison a das atrocidades praticadas pelas hortas do ”maneta” nas terras por onde passavam, abandonaram as suas casas, que trancaram e fugiram em debandada para os campos, com receio das tropas invasoras. 
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, junho 03, 2021

A TASCA DO RAPOSO

FELIZ ANIVERSÁRIO

Recebi hoje um email a avisar-me que a Tasca do Raposo festejava 21 anos, convém desde já dizer o seguinte sobre este aniversário.
A nova gerência do antiga Tasca do Raposo, pode evidentemente enaltecer os últimos 21 anos, pois recuperou muito bem um velho espaço muito deteriorado. Convém todavia esclarecer que esta tasca não nasceu em 2000, mas sim em 1951 (um anos depois de eu nascer).

Em Janeiro de 2007 publique neste blogue um pouco da história da Tasca do Raposo, volto hoje a fazê-lo para recordar aos 1379 amigos dela, que a mesma não celebra hoje 21 ano, mas antes 69 anos.


Construída em finais dos anos quarenta e inaugurada em 1951, a tasca do “Ti Raposo” terá sido juntamente com a tasca do “Fonas”, duas das mais emblemáticas tabernas do Bairro do Cansado, entre os anos cinquenta e oitenta.
Situa-se (para quem não sabe), na rua da Senhora de Mércoles perto do mercado. Durante aproximadamente meio século, esta tasca foi explorada pelo seu proprietário José Raposo (que ao mesmo tempo tinha uma oficina de ferrar cavalos e burros ao lado da Igreja da Sé), e só após a sua morte, na década de noventa a tasca foi trespassada pelos seus familiares
A taberna do “Ti Raposo” como era vulgarmente conhecida, era local de encontro para um jogo de cartas, malha ou pontinho entre os moradores do Bairro do Cansado. Não era raro ver-se jogar ao pontinho ou malha à luz das lâmpadas eléctricas até as tantas da madrugada. A referida tasca faz parte das minhas recordações de criança, pois muitas foram as vezes que em criança ali fui chamar o meu pai  (Zé China)  para jantar. Ainda hoje recordo as palavras de minha mãe quando me dizia:
 - Vai chamar o teu pai para comer”.
 A mensagem que era transmitida por mim ao chegar à tasca:
 - Pai… a mãe diz para vir comer.
A reposta era sempre a mesma:
- Já vou…
A tasca mantém ainda o nome que a celebrizou no passado, (e só isso) porém o resto o tempo se encarregou de mudar. 
O ambiente é hoje muito diferente do passado, a simplicidade do mobiliário envelhecido pelo tempo, deu lugar a novas apostas, virou Snack-Bar como se pode ver nestas fotografias, podendo dizer-se que o bom gosto imperou na sua transformação.

A tasca do Raposo de hoje, nada tem a ver com a velha taberna que conheci em criança, no entanto está agradável e merece bem a sua visita.
O Albicastrense

O AMOR E A MORTE... NOS ANTIGOS REGISTOS PAROQUIAIS ALBICASTRENSES – (17)

Por Manuel da Silva Castelo Branco XIII - QUANDO A GUERRA BATE À PORTA.  II Parte - A Guerra da Sucessão de Espanha (1704).    Nos seis Ass...