sexta-feira, outubro 29, 2021

ZONA HISTÓRICA DA TERRA ALBICASTRENSE

EU QUERO ACREDITAR

As imagens desta publicação foram captadas na rua Mousinho Magro, uma em 2017 e outra, captada ontem. Estive presente na apresentação do programa de Leopoldo Rodrigues à nossa autarquia realizado na antiga rua do Saco.
Confesso que vim de lá meio convencido, que desta vez o início da recuperação da nossa zona histórica irá ser uma realidade, no entanto, não ponho nenhuma das  minhas mãos no cepo como garantia de que isso vai mesmo acontecer.

O que eu pedia para já ao novo presidente, era que desse para já sinais, de que a partir de agora as coisas vão ser diferentes. 
Para o demonstra, podia começar este novo ciclo, começando de imediato por recuperar a casa que dava guarida a estes belos portados quinhentistas.
Portados que estão nesta triste situação, deste o tempo em que era presidente da nossa autarquia Joaquim Morão. O desafio está feito, vamos ver se obtenho réplica no terreno a este meu repto.
O Albicastrense

segunda-feira, outubro 25, 2021

EMAIL PUBLICO AO NOVO PRESIDENTE DA AUTARQUIA ALBICASTRENSE

         CEMITÉRIO DA TERRA ALBICASTRENS

                                             SENHOR PRESIDENTE.                 

Confesso que por vezes me custa muito postar certas publicações no  blogue; "Castelo Branco-O-Albicastrense". O infeliz assunto de que lhe dou conhecimento,  é um desses casos. Por duas vezes, publiquei no referido  blogue, publicações a contestar a demora de recuperação do portado do nosso cemitério.
Recentemente fui informado por um amigo, que o dito cujo já se encontrava benzinho de saúde. Dirigi-me ao cemitério e confesso que fiquei de queixo caído. Então não é que recuperaram o portado, pintaram quatro ou cinco metros do muro de cada um dos lados, e deixaram o resto do muro na miséria que se pode ver nas imagens!
A burrice não deve ser de quem recuperou o portado, pois essa devia ser a tarefa deles, mas... de quem recebeu a obra e de imediato não teve olhos na cara para ver que o resto do muro não podia ficar como está. Ao novo presidente da terra albicastrense, peço para que de imediato mande pintar o resto do muro, uma vez que no próximo dia um de novembro se celebra o dia dos finados.
Será que os albicastrenses irão gostar de ver o portado arranjadinho (e muito bem), e o resto do muro por pintar? 
Senhor presidente, a sensação que temos quando olhamos para o referido muro, é que não houve mais cheta para mandar pintar o resto do mesmo.
Já agora aproveito para pedir a V. Ex, que visite o nosso cemitério e contemple o estado de algumas das pequenas artérias do dito cujo, umas estão calcetadas, outras alcatroadas, estando estas em muito mau estado.
Senhor Presidente, tem agora a oportunidade de mostrar aos albicastrenses, que os novos ocupantes da sua autarquia são distintos dos que os antecederem, se nada for feito de imediato, mais vale aos albicastrenses embalarem os seus pertences e abalarem em debandada para outras terras. Aguardando resposta de V. Excelência, fico de malas abertas para ver a decisão que devo tomar.
                                                      O ALBICASTRENSE.

sexta-feira, outubro 22, 2021

FORNO COMUNITÁRIO DO CASTELO

UMA BOA NOTICIA
 SOBRE A NOSSA ZONA HISTÓRICA.

As abras de recuperação do forno comunitário da rua de Santa Maria, começaram finalmente. Segundo me foi dito, as obras estarão finalizadas ainda este ano.

Em conversa informal que mantive com o atual presidente Junta de Freguesia (espero que ele não leve a mal que o diga aqui), disse-me ele, que, assim que o forno comunitário estiver recuperado será colocado à disposição dos moradores do Castelo para a sua utilização. 
Aos atuais elementos da nossa junta, este albicastrense só pode dar os parabéns por finalmente ver arrancar uma obra que parecia nunca mais sair do rol das promessas. Vou aguardar para ver como as coisas vão decorrer. 
                                          O ALBICASTRENSE

terça-feira, outubro 19, 2021

CÓDICO DE POSTURAS MUNICIPAIS - (II)

O documento sobre as Posturas Municipais da antiga Vila de Castelo Branco, é sem qualquer dúvida algo do outro mundo, documente que devia ser lido nos dias de hoje, por todos nós.

Vejam uma das muitas regras que na altura existiam na Vila: “Toda a pessoa, que lançar água da janela sem dizer ‘’Água-vai, pagará 20 réis”. Como o documento é um pouco longo vou posta-lo por duas vezes.

POSTURAS SOBRE A LIMPEZA DA ANTIGA

VILA DE CASTELO BRANCO

(Continuação).
Cordaram que todos os moradores desta vila e seus arrabaldes serão obrigados a varrer ou mandar varrer suas ruas, quanto alcançar suas testadas, por diante e detrás e ilhargas, que estiverem e entestarem em ruas públicas ou travessas aonde houver moradores, ao sábado ou véspera de dia santo de guarda, com pena de 10 réis. O mesmo, farão as pessoas que tiverem casas fechadas, pardieiros ou quintais, que entestarem em rua pública ou travessas, em que houver moradores; e a mesma obrigação terão as forneiras que estiverem em fornos, ainda que sejam alheios, sob a dita pena.
E, varrendo a rua e tendo o cisco apanhado e tirado daí, posto que depois se ache suja, não terão coima. E, para prova de como varreu, bastará uma só testemunha com juramento da parte, e o cisco mandarão levar à estaca, aonde quer que estiver.
E, lançando dos muros para dentro ou cavas ou barbacãs, pagarão por cada vez 50 réis; e, lançando fora da estaca ou em qualquer outra parte, pagarão 20 réis. Toda a pessoa, que lançar água da janela sem dizer ‘’Àgua-vai’’, pagará 20 réis, não molhando alguma pessoa e, molhando, pagará 50 réis; e, danificando o chapéu ou capa, os pagará a seu dono.
E nenhuma pessoa poderá, nesta vila e arrabalde, ter pia para comerem porcos ou bestas, sendo em rua pública, sob pena de 20 réis; e os almotacés farão tirar as ditas pias das ruas públicas, com graves penas. Que se não arrende a renda das penas, sem condições da limpeza das ruas.
Acordaram que, por as muitas imundices que se veem nesta vila, na limpeza dela, principalmente as ruas principais da porta de Santa Maria até à cruz da porta do Pelomem (sic) (da banda de fora) e Praça desta vila e todas as travessas que forem desta rua acima dita para a banda debaixo, que é a Rua do Relógio, e da porta do Pelomem até o adro de S. Miguel e todas as mais ruas, por onde vão as procissões desta vila, com suas bocas de travessas, não se arrendará a renda das penas sem estas ruas, acima declaradas, estarem limpas sempre, e, não estando limpas sempre, os almotacés as poderão mandar limpar à custa dos ditos rendeiros, a quem a renda das penas for arrematada.
E declaram que isto se entenderá no que toca a travessas e postigo do Poço das Covas e postigo que sai dos arcos de Isabel da Costa para o adro de S. Miguel; e assim também serão limpas, todas as bocas das travessas donde vão as procissões...
PS. Para quem se interessar por este tipo de leitura, só tem que clicar em: www.historiadamedicina.ubi.pt/cadernos.html.
O Albicastrense

sexta-feira, outubro 15, 2021

CÓDICO DE POSTURAS MUNICIPAIS

 O documento sobre as Posturas Municipais da antiga Vila de Castelo Branco, é sem qualquer dúvida algo do outro mundo, documente que devia ser lido nos dias de hoje, por todos nós.
Vejam uma das muitas regras que na altura existiam na Vila: “Toda a pessoa, que lançar água da janela sem dizer ‘’Água-vai, pagará 20 réis”Como o documento é um pouco longo vou posta-lo por duas vezes. 

POSTURAS SOBRE A LIMPEZA DA ANTIGA 
VILA DE CASTELO BRANCO

Acordaram que todos os moradores desta vila e seus arrabaldes serão obrigados a varrer ou mandar varrer suas ruas, quanto alcançar suas testadas, por diante e detrás e ilhargas, que estiverem e entestarem em ruas públicas ou travessas aonde houver moradores, ao sábado ou véspera de dia santo de guarda, com pena de 10 réis. O mesmo, farão as pessoas que tiverem casas fechadas, pardieiros ou quintais, que entestarem em rua pública ou travessas, em que houver moradores; e a mesma obrigação terão as forneiras que estiverem em fornos, ainda que sejam alheios, sob a dita pena.
E, varrendo a rua e tendo o cisco apanhado e tirado daí, posto que depois se ache suja, não terão coima. E, para prova de como varreu, bastará uma só testemunha com juramento da parte, e o cisco mandarão levar à estaca, aonde quer que estiver.
E, lançando dos muros para dentro ou cavas ou barbacãs, pagarão por cada vez 50 réis; e, lançando fora da estaca ou em qualquer outra parte, pagarão 20 réis. Toda a pessoa, que lançar água da janela sem dizer ‘’Àgua-vai’’, pagará 20 réis, não molhando alguma pessoa e, molhando, pagará 50 réis; e, danificando o chapéu ou capa, os pagará a seu dono.
E nenhuma pessoa poderá, nesta vila e arrabalde, ter pia para comerem porcos ou bestas, sendo em rua pública, sob pena de 20 réis; e os almotacés farão tirar as ditas pias das ruas públicas, com graves penas. Que se não arrende a renda das penas, sem condições da limpeza das ruas.
Acordaram que, por as muitas imundices que se veem nesta vila, na limpeza dela, principalmente as ruas principais da porta de Santa Maria até à cruz da porta do Pelomem (sic) (da banda de fora) e Praça desta vila e todas as travessas que forem desta rua acima dita para a banda debaixo, que é a Rua do Relógio, e da porta do Pelomem até o adro de S. Miguel e todas as mais ruas, por onde vão as procissões desta vila, com suas bocas de travessas, não se arrendará a renda das penas sem estas ruas, acima declaradas, estarem limpas sempre, e, não estando limpas sempre, os almotacés as poderão mandar limpar à custa dos ditos rendeiros, a quem a renda das penas for arrematada.
E declaram que isto se entenderá no que toca a travessas e postigo do Poço das Covas e postigo que sai dos arcos de Isabel da Costa para o adro de S. Miguel; e assim também serão limpas, todas as bocas das travessas donde vão as procissões...
(Continua).
PS. Para quem se interessar por este tipo de leitura, só tem
O Albicastrense

terça-feira, outubro 12, 2021

HOMENAGEAR QUEM MERECE

 GALERIA BARATA MOURA.

Como já aqui escriturei, no próximo dia 18 de dezembro passam dez anos da morte do pintor Barata Moura. De uma amiga que leu o que publiquei no blog; “Castelo Branco–O– Albicastrense”. Recebi o seguinte email, email que ela colocou no site da nossa autarquia.

Espero que seja mais um a… empurrar.
 De …………….
Data: 7 de Outubro de 2021, 14:56:26
Para. camara@cm-castelobranco.pt
(Serviços Culturais da Câmara de Castelo Branco).
Assunto: "Criação da Galeria Barata Moura no Museu Francisco Tavares Proença Júnior, no décimo aniversário da morte do pintor".


Aos meus amigos mendigo (se assim o desejarem), que façam o mesmo que esta minha amiga e amiga de muitos outros albicastrenses fez. Muitos de nós passam a vida a dizer mal dos que elegemos para dirigir a terra albicastrense: 

"que são uma cambada de filhos da (!), que prometem tudo e não fazem nada, que o que querem é tacho, e por ai adiante". 

Curiosamente quando alguém avança com determinada ideia para terra albicastrense, essas mesmas pessoas, passam ao lado dessa mesma ideia e em alguns casos, ainda lhe dão porradinhaEsta justa homenagem não é um presente para quem tanto amou a terra albicastrense e Castelo Novo, é antes, o nosso  Bem-Haja a  um HOMEM BOM.                                                                                  O ALBICASTRENSE

sábado, outubro 09, 2021

CASTELO BRANCO - ANTIGO

CASTELO BRANCO
UMA 
VELHA IMAGEM 
DA 
TERRA ALBICASTRENSE

(Imagem, que poderá
 ter sido captada na década de 50 do passado século).




Ao ver esta imagem no facebook de um amigo, não pude deixar de dizer a mim mesmo, que tinha que a alindar.

 O motivo para este meu interesse, prende-se com o facto de eu  ter conhecido  o sitio como a imagem o mostra.
O ALBICASTRENSE.

terça-feira, outubro 05, 2021

PROPOSTA AOS NOVOS RESPONSÁVEIS
DA
AUTARQUIA ALBICASTRENSE 

"CRIAÇÃO DA GALERIA  BARATA MOURA NO MUSEU

 FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR".

Como já aqui manifestei várias vezes, o meu desalento em relação ao nosso museu é quase total, pois é visível para quem queira ver que nos últimos anos o dia-a-dia do museu Francisco Tavares Proença Júnior é gerido unicamente de acontecimentos ocasionais. O museu tem sobrevivido nos últimos anos sem diretor, sem plano de atividades, sem técnicos com formação museológica. Ou seja, è gerido conforme o que vai apanhando na rede cultural.

Como antigo trabalhador do museu e como pessoa que o sofre (e muito), pelo marasmo em que o museu caiu, não posso deixar de apelar aos responsáveis agora eleitos para governar a nossa autarquia nos próximos anos o seguinte.

No próximo dia 18 de dezembro, faz dez anos que o Mestre Barata Moura morreu, pintor a quem a terra albicastrense muito ficou a dever, pois ele transportou para as suas telas, muito do mais belo tem o nosso distrito tem para oferecer. Tendo ele pintado o rio Tejo desde a sua nascente até Lisboa, cuja coleção de pinturas que se encontra na reserva do museu. Pintou igualmente todos os Pelourinhos e Castelos do nosso distrito, que se encontram também eles na mesma reserva, além de muitas outras pinturas que o museu possui.

Perante tal dedicação, não posso deixar de propor aos responsáveis agora eleitos para a nossa autarquia da qual depende o nosso museu a seguinte proposta: que no décimo aniversário da sua morte, seja inaugurada no antigo espaço onde esteve instalado o ciclo do linho no nosso museu (1º andar), uma Galeria com o nome do mestre Barata Moura. Galeria esta onde seriam expostas em regime de exposição permanente, algumas pinturas do pintor.

Esta seria, no meu entender, uma justa homenagem dos albicastrenses, a quem tanto transportou da terra albicastrense para as suas telas.

 

TERÁ ESTA MINHA PROPOSTA PERNAS PARA ANDAR?

 

Aos albicastrenses peço colaboração para tornar esta minha proposta a proposta de todos nós. Homenagear o Mestre Barata Moura é acima de tudo um ato de justiça. A colaboração dos albicastrenses poderá passar deste já com a partilha desta publicação, comentando-a e propondo as alterações se assim o entenderem.

À Sociedade dos Amigos do museu, solicito apoio e colaboração para esta minha ideia. A criação da galeria Barata Moura, seria sem qualquer dúvida uma mais-valia para o museu que todos adoramosAos atuais responsáveis pela nossa autarquia expresso que a criação deste espaço no nosso museu é uma justa homenagem a um pintor a quem a terra albicastrense muito ficou a dever, e ao mesmo homenagear um HOMEM BOM.

O ALBICASTRENSE

sábado, outubro 02, 2021

CATÁLOGO DOS VIGÁRIOS DE S. MIGUEL, MATRIZ DE CASTELO BRANCO

A TERRA ALBICASTRENSE NO PASSADO.

Havia em Castelo Branco duas colegiadas ou colégios coléricos, com organização régia, desde o século XVI, cada uma presidida pelo seu vigário. Os fiéis de uma paróquia estavam espiritualmente subordinados a um presbítero que era o pároco; não podiam confessar-se a outro sacerdote, sem sua autorização; e nenhum presbítero ouvia a confissão em paróquia estranha, sem licença do bispo e do pároco, salvo caso de necessidade. Em consequência desta disciplina, havia o cuidado de mandar demarcar as freguesias, de modo a não levantarem dúvidas, como efetivamente se levantavam, repetidas vezes.´Diz com algum fundamento o padre Miguel de Oliveira, “que a paróquia consiste, de algum modo, a célula da Igreja, como a família é célula da sociedade; com o seu chefe espiritual, o seu templo, o seu povo, o seu território, reflecte a imagem da Igreja universal.
No especto social, tem sido das instituições mais fecundas”, acrescente o mesmo escritor. A paróquia de Santa Maria do Castelo compunha-se de uma parte da vila e dos montes ou povos seguintes: Maxiais, Benquerenças, Taberna Seca. Cebolais, Cebolais de Cima, Retaxo, Repreza, Amarelos e Carapelosa. 
Contava novecentos fogos e 3.387 fregueses, em 1849, ano em que foi extinta pelo decreto de 26-VII. Tendo falecido a 4-XI-1848 o vigário de Sé, Padre Boaventura Robalo, levaram “a presença de Sua Majestade” o vigário geral Dr. José Marques Leite e o governador civil, Albano Caldeira Pinto de Albuquerque, um plano de supressão e divisão da paroquia de Santa Maria, pela ereção de duas novas paroquia, em Benquerenças e Cebolais de Cima, alegando que não resultava detrimento algum para os fieis. 
A cidade, que então contava mil e quarenta e quaro fogos, pertencendo-lhe, como ainda actualmente, o monte de Lentiscais, ao tempo, com oitenta e dois fogos, no total de 5.245 fregueses, passa a constituir uma só freguesia, de S. Miguel da Sé, desmembrando-se a de Santa Maria. Erige-se em curato com Maxiais e Taberna Seca, outro em Cebolais de Cima, com Retaxo e Repreza, ficando anexados à paróquia de Sarnadas de Ródão, os lugares de Amarelos e Carapetosa.

A colegiada de S. Miguel, do período manuelino, compunha-se de quatro beneficiados simples, acrescida de mais um, pelo rei D. João III, segundo o alvará de 18-VIII-1523, até que em 18-VII-1744 novo alvará lhes impos “a condição de curas D’almas”, sendo então considerados auxiliares ou coadjuntores dos párocos.
Além dos cinco beneficiados, com autorização no régio diploma, havia mais dois capelões para cumprimento integral das missas das capelas e dos ofícios quotidianos do coro.
A sua apresentação cabia ao rei, na qualidade de grão-mestre da Ordem de Cristo e apossa criação da diocese de Castelo Branco, em 1771, passou ao padroado real. A colegiada termina em 1834.
 
Eis catálogo dos Vigários de S. Miguel, que nos foi
 possível compilar dos mais diversos livros e documentos:


1561               – Frei Sebastião Rodrigues.
1585               – Frei João Marque.
1624               -  Frei Miguel Roiz Bravo.
1697/1727    – Frei Manuel Godinho.
1745/1751    – Frei Francisco Duarte Caveira.
1752               – Padre Manuel Vaz Touro de Almeida.
1753                - Padre Manuel Mendes Reato.~
1753/1760     - Frei João Roiz Barreto.
1760              – Padre  Simam da Costa da Fonseca Barreto.
1760/1788   – Dr. Filipe Gomes de Santiago.
1788/1792   – Dr. Manuel doe Reis Soares.
1792/1814   – Dr. Manuel Martins Pelejão.
1814              – Padre Manuel Mendes de Abreu.
1818/1834  – Manuel Domingos C           respo.
1834/1848  – Padre Boaventura Robalo.
1848              – Padre Joaquim da Silva Pelejão.
1819(1857    – Frei João Nunes Giraldes.
1857/1864   – Padre Joaquim Giraldes.
1864/1870   -  Padre Manuel Pires Marques.
1885/1886  – Padre José da Silva Trigueiros.
1886/1901  – Padre Eurico José Prazeres da Silveira.
1904/1905  – Padre Joaquim Maria Vieira.
1905/1910  – Dr. José Ribeiro Cardoso. 
Texto retirado do livro: ”Estudantes da Universidade de Coimbra
 naturais de Castelo Branco”, da autoria de, Francisco Morais e José Lopes Dias. 

O Albicastrense            

O AMOR E A MORTE... NOS ANTIGOS REGISTOS PAROQUIAIS ALBICASTRENSES – (17)

Por Manuel da Silva Castelo Branco XIII - QUANDO A GUERRA BATE À PORTA.  II Parte - A Guerra da Sucessão de Espanha (1704).    Nos seis Ass...