quinta-feira, dezembro 27, 2018

IGREJA DE SANTO ANTÓNIO


PÉROLAS
DA
TERRA
ALBICASTRENSE
                    
O último poste de 2018 
deste blogue, só podia ser com imagens 
de uma das mais belas pérolas da terra albicastrense.
A quem me visitou ao longo de 2018, o albicastrense
 agradece a visita e deseja-lhe um 2019 repleto de 
saúde, pois o resto vem por acréscimo.
                                                           O Albicastrense

sexta-feira, dezembro 21, 2018

NOVO TELEGRAMA AO PRESIDENTE LUÍS CORREIA




PÁTIO DA IGREJA
 DE
SANTO ANTÓNIO
As imagens  aqui postadas mostram a lamentável situação  em que se encontra o pequeno pátio lateral da igreja de Santo António.
A triste situação foi-me comunicada por um amigo que ao passar por ali, se indignou e me transmitiu a triste desgraça.
A pergunta que aqui deixo a quem comanda a terra albicastrense, só pode mesmo ser uma: 
Caro presidente Luís Correia, como é possível que a nossa autarquia tão cuidadosa em questões de limpeza da terra albicastrense,  permita que a bela igreja de Santo António, tenho o seu pequeno pátio transformado   num autentico matagal? 

É  VERGONHOSO QUE O PEQUENO PÁTIO AO LADO DA IGREJA DE SANTO ANTÓNIO,  ESTEJA COMO AS IMAGENS DOCUMENTAM 
O Albicastrense

quarta-feira, dezembro 19, 2018

ÁGUIAS DE S. MIGUEL DA SÉ - (1950-2005)

ANTIGAS COLECTIVIDADES 
DE 
CASTELO BRANCO 
Os fundadores desta coletividade, começaram por se reunir em finais dos anos 40 na tasca do Júlio Marzia, hoje conhecida, (que me desculpe o seu antigo proprietário, de quem sou amigo) pelo café do cabeça grossa,  que se situava perto do Café Beirão.
As primeiras reuniões, decorreram nesta tasca onde lhes era cedido pelo Júlio, uma sala para reunirem no início dos anos 50. Ganharam asas e abriram a sua primeira sede, na rua Ruivo Godinho (segundo ouvi perto do restaurante; “O Caçador”).
Teve como seu primeiro presidente; Zé Augusto Gama, também conhecido por “Zé Doutor”, em virtude de trabalhar num consultório médico. Na década de sessenta, mudaram a sua residência para a rua cinco de Outubro, (edifício da foto) e ali desenvolveram a sua atividade até à sua extinção.
Após a mudança da sede, esta associação tornou-se uma das mais populares a nível futebolística da nossa cidade, fazendo do futebol o seu emblema.
Inscrita no antigo “Inatel” (Organização fundada em 1935, como Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho – FNAT).
Foi durante muitos anos, a associação mais representativa da nossa cidade, nas competições desportivas promovidas pelo Inatel.
Em 1974 ganhou a taça do Trabalhador, prova organizado pelo Inatel cuja final se realizou na Covilhã. Por ali passaram jogadores como, Irmãos Vaz, Augusto Nabais, Isidoro, Tomás, Aurélio, Henrique Silva, Zé da Costa, Irmãos Serra, Sávedra, Catarro, Quim e muitos outros, (Muitos destes jogadores viriam mais tarde a jogar no Benfica de Castelo Branco).
O período de ouro desta associação, foi sem dúvida os anos que vão de sessenta a oitenta, nestes anos passaram por sucessivas direções desta coletividade, homens como Américo, Zé Benfica, (tragicamente desaparecidos num acidente de automóvel em 1973) Augusto Vaz, Augusto Nabais, e muitos e muitos outros.
Na década de 80, esta associação ganhou notoriedade na modalidade de atletismo, chegando a ter um bom lote de atletas que a representavam em provas por todo o país. Lembraria aqui o Viegas, antigo praticante e grande impulsionador do atletismo nos Águias de S. Miguel da Sé.
Da década de 90 do século XX, e dos primeiros anos do século XXI, praticamente nada se sabe de interessante sobre a atividade dos Águias de São Miguel da Sé.
INTERROGAÇÕES:
Mais que saber a quem cabem as responsabilidades ou culpas desta extinção, interessa saber o que foi feito do seu património, (livros de atas, troféus, bandeira, estandarte, etc.). Estará na posse de algum dos seus últimos dirigentes? 
A pergunta fica, responda quem souber ou quiser.
O Albicastrense

segunda-feira, dezembro 17, 2018

A TERRA ALBICASTRENSE


VELHAS PAPELARIAS E LIVRARIAS
De
CASTELO BRANCO
(10 de Março de 2009)

Hoje ao passar frente à papelaria Nogueira, verifiquei a existência de um edital colado novidro da montra, relativo á morte de alguém.
Procurei no local saber quem tinha falecido, fiquei a saber que a D. Maria (esposa do também já falecido Nogueira), tinha falecido á cerca de três semanas.
Confesso que fiquei abalado com a notícia e pelo facto de não ter tido conhecimento do seu falecimento, pois gostaria de ter ido ao seu funeral. Muitas foram as vezes que ao passar por ali, entrava e metia conversa com a senhora Maria, conversávamos sobre uma pequena “entrevista” que eu tinha feito ao marido em 2009, (conversa onde ele me contou um pouco da história da papelaria, que eu depois publiquei no blogue), ou sobre velhos postais de Castelo Branco. 
Em homenagem a este simpático casal, e também a uma papelaria que fez historia na terra albicastrense, aqui fica de novo o pequeno poste que publiquei em 2009.
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É costume ouvir dizer quando alguém ou alguma coisa desaparece ou se apaga, a seguinte expressão; “É a vida…”
Vem esta conversa, a propósito do desaparecimento de uma mão cheia de velhas papelarias e livrarias da nossa cidade, nos últimos trinta anos. No final da década de setenta foi-se a mítica livraria e papelaria Elias Garcia, que estava instalada bem no centro da cidade, (ao lado do café Avis).
Na década de oitenta a Artes Alves, cerca de três anos depois, a Ramalho, à dois, a Gráfica de S. José e recentemente uma das mais antigas da nossa cidade: a Semedo.
Porém, o flagelo não termina aqui!… As poucas que ainda restam, estão com a corda no pescoço (salvo seja para os respetivos proprietários).
Restam atualmente na nossa cidade, as seguintes papelarias livrarias; “Central” situada na rua D. Dinis, “Narciso” na Avenida 1º de Maio (que raramente abre) “Nogueira” na Rua João Carlos Abrunhosa. Fui visitar esta última, e conversei com a esposa do proprietário, (António Batista Nogueira) ali fiquei a conhecer, um pouco da história da velha papelaria e livraria da nossa cidade.
A história desta papelaria não é com certeza muito diferente de todas as outras!… Abriu portas em 1943 pelas mãos do senhor Nogueira, (que atualmente se encontra adoentado), sessenta e cinco anos após da sua abertura, ainda hoje se mantêm à frente do negócio.
O seu dia-a-dia pelo que tive oportunidade de ver, está praticamente reduzidas à venda de revistas de bordados e ponte cruz, e “curiosamente” ao diálogo com quem passa por ali.
É comum as pessoas ao passar pela porta desta velha papelaria entrarem para dar dois dedos de conversa, e, perguntarem sobre o estado de saúde dos proprietários.
O prenúncio do fim aproxima-se para este pequeno tipo de estabelecimentos, declamarão alguns, que é sinal dos tempos que passam… Até pode ser que assim seja, porém, estou convicto que vamos ter saudades destas velhas papelarias e livrarias.
Ps. Poste publicado em 2009, entretanto a Papelaria Narciso fechou portas, e a Central está hoje situada na rua do Pina.
O Albicastrense

domingo, dezembro 16, 2018

APONTAMENTOS PARA A HISTÓRIA DE CASTELO BRANCO

IGREJA DA MISERICÓRDIA VELHA 

Entre a Rua de Ega e a Rua dos Oleiros ergue-se a Igreja da Misericórdia Velha, cuja fachada principal está voltada para o lado do Poente, numa estreita rua transversal denominada da Misericórdia. Este templo tem atualmente por orago Santo António de Lisboa e foi, durante mais de três séculos, da invocação da Rainha de Santa Isabel.
Uma pedra de granito assente no seu pavimento, sob o arco da capela-mor, tem a seguinte inscrição:
 Esta capela foi mandada fazer por Simão da Silva da Índia e mandou-lha fazer Ana Correia sua testamentaria à custa dos seus legados que manda os faça em seu testamento”.
Está ilegível vocábulo a que se segue ao nome do testador, supondo-se ser a designação do cargo que desempenhou na Índia.
Simão da Silva era um fidalgo natural de Castelo Branco, muito estimado na corte do Rei Venturoso. Camião de Góis refere-se a este fidalgo, na sua crónica do Felicíssimo D. Manuel, narrando o facto de haver sido enviado como embaixador de rei de Manicongo, capitaneando cinco navios onde eram transportados ricos presentes do rei português.
Presume-se que Simão da Silva tenha falecido nesta embaixada pelos anos de 1512 ou 1513 e que a primitiva Igreja de Santa Isabel tenha sido edificada no primeiro quartel do século XVI.
Em 1514 o Rei D. Manuel I instituiu a Misericórdia de Castelo Branco, cuja instalação foi feita numas casas anexas à Igreja da Rainha Santa. 
                      Recolha de dados: "Castelo Branco na Historia e na Arte". 
De Manuel Tavares dos Santos
O Albicastrense

quinta-feira, dezembro 13, 2018

APONTAMENTOS PARA A HISTÓRIA DE CASTELO BRANCO

ANTIGOS JORNAIS DA TERRA ALBICASTRENSE
No dia quinze de Dezembro de 1912, iniciou a sua publicação o semanário “A União” Era seu director, José Barros Nobre. Tinha como editor e administrador, Joaquim Lúcio Pelejão. Era composto e impresso na tipografia de Joaquim Lúcio Pelejão. Dizia que, como semanário político que era, queria fazer a propaganda da agremiação partidária a que pertencia, discutir os actos públicos das pessoas educadas e elogiar os actos de utilidade para o pais e para a região. Terminou em 26 de Março de 1914, com a publicação do nº 65. 
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No dia 28 de Novembro de 1920, iniciou a sua publicação o jornal “A Província”. Era um semanário do Partido Republicano Reconstituinte que teve como, director, Jaime Lopes Dias, António Trindade (a partir do nº 41) e José Barros Nobre, em 1923.
Foram seus administradores, João Maria da Graça, Joaquim de Matos Barata. A partir do nº 95, passou a ser um órgão de informação do Partido Republicano Nacionalista (18-1-1923)Terminou com o nº 124 em 30 de Dezembro de 1923
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No dia 11 de Dezembro de 1924, apareceu, à luz do dia, o jornal “Ação Regionalista”. Era seu editor e director, Manuel Pires Bento. Entre os redactores principais, figurava o Dr. José Lopes Dias. Era propriedade do “Grupo de Ação Regionalista”.
Em 20 de Janeiro de 1927, no número 108, auto suspendeu-se por entrar em contencioso com a Comissão de Censura Distrital. O número 109, apareceu em 15 de Dezembro de 1927, com o seguinte estatuto redactorial: “Servir o país, de um modo geral, e em especial para defender e promover os interesses da Beira Baixa e do Distrito de Castelo Branco”. A sede da administração, situava-se na rua Almirante Reis, nº 30, em Castelo Branco. Era composto e impresso na tipografia pessoa do Fundão. A partir do nº 145 passou a ser composto e impresso na tipografia Portela Feijão. Terminou em 1931, mantendo sempre a feição regionalista.   
PS. A recolha dos dados históricos é de José Dias.
A compilação é de Gil Reis e foram publicados
 no Jornal ”A Reconquista.
Albicastrense

segunda-feira, dezembro 10, 2018

A NOSSA DEVESA


PARA ESTE ALBICASTRENSE,
 SEMPRE DEVESA NUNCA DOCAS!....

Confesso que ainda hoje não consigo compreender a razão que leva alguns albicastrenses, a chamarem docas a um local que durante séculos teve (e continua a ter), o nome de Devesa
A minha estranheza e ainda maior, por não existir qualquer fundamento para tal coisa, podendo até afirmar, que compreenderia esta coisa de chamar a um local um nome que não tem, se o novo nome, pretendesse homenagear alguém que tivesse engrandecido ou prestigiado a terra albicastrense.
Muitas foram já as vezes que ao ouvir da boca de amigos meus a designação de docas, lhes ter dito: Devesa!
Muitas foram já as vezes que ao ler no facebok a designação docas, escrever um comentário dizendo: Devesa, meu amigo!
Contudo hoje ao passar na rotunda da McDonald's, fui surpreendido com o placar que ilustra este poste. Aos responsáveis pela iniciativa do Natal Branco dou os parabéns pela iniciativa e ao mesmo tempo, por não se deixarem ir na onda de um nome que nada diz à terra albicastrenses.            
                                            O Albicastrense

sexta-feira, dezembro 07, 2018

ANTIGA ERMIDA DE S. BRÁS


J. Ribeiro Cardoso diz no seu livro
 “CASTELO BRANCO E O SEU ALFOZ”, o seguinte
 sobre a antiga Ermida de S. Brás.

A “MONOGRAFIA DE CASTELO BRANCO”, de António Roxo traz a seguinte nota: “Sobre a verga da porta principal da hoje arruinada capela de S. Brás se vê gravada a era de 1101, que pela era de Cristo vem a ser 1603.
(Deve ter escrito o autor 1063, onde por lapso tipógrafo se vê escrito 1603). Esta doação (de Fernando Sanches a D. Gomes Ramires – X mestre do templo em Portugal), foi feita em 1209, que pela era de Cristo vem a ser 1171, ora entre a época da doação e da igreja vem a haver a diferença a mais para a igreja 108! 
Se foi Fernando Sanches que a edificou, e que por certo não  foi outro, quantos anos tinha o fundador da Vila Franca da Cardosa ao tempo da cedência que fez aos templários? Sendo assim, é mais do que provável que foi a primeira igreja dos domínios de Fernando Sanches, e tem hoje 827 anos de existência, e foi edificada pelo fundador de Castelo Branco”.

Ora, em boa verdade António Roxo não viu verga alguma sobre a portada principal, pois que verga nenhuma ali existiu. Existe sim um arco e, sobre o fecho desse arco, no friso, é que está gravada uma data. Sem óculos especiais, a olho nu, vê-se ali gravada a era de 1701 e nunca 1101! 
Um erro do canteiro deu lugar a que, na mesma pedra, essa data de 1701 esteja ainda outra vez gravada, um pouco para a esquerda, invertidamente, assim: 1170, dando esse erro lugar a que tivessem os algarismos respetivos de ser tapados a cal, como ainda ali se observa!
Posto isto e sabido que não existe verga e que a data da porta principal da Capela de S. Brás é de 1701, ainda se poderia admitir que, antes da ermida cujas ruínas hoje existem, outra ali tivesse existido, da fundação de Fernando Sanches ou dalgum   seu antecessor no domínio do aglomerado urbano que António Roxo diz ser hoje Castelo Branco; As igrejas e ermidas edificadas em substituição de outras, da época do estilo românico, conservaram a mesma orientação nascente-poente, com a porta principal para este lado, regra litúrgica a que nunca se fugia.
Uma grande parte das igrejas tem ainda a sua porta principal para esse lado, umas para conservar a regra aludida e outras para manter a posição dos templos que substituíram. E o que também sucede em Castelo Branco com as igrejas de S. Maria, S. Miguel, S. António, Graça e com a que existiu no Convento de Santo António dos Capuchos e com as de S. Sebastião e S. João hoje demolidas e ainda com as ermidas de Espírito Santo, Sr. da Piedade e S. Marcos.
Hoje, só a ermida da Senhor da Azinha e a ermida de S. Brás em ruínas, estão fora da orientação nascente - poente e sem a porta principal para o poente. S. Brás a ermida ou igreja de que se trata, tem a porta principal nitidamente para o nordeste.
Não é pois de acreditar que, no lugar onde hoje se vêm as paredes de S. Brás, anteriormente ali tivesse existido uma outra igreja ou ermida.

Em 1853, segundo informa Porfírio da Silva, ainda a ermida estava em bom estado de conservação, dizendo ele o seguinte sobre a ermida: 
"Em 1881, quando em vim para a escola do Castelo aprender a letra, já estava desabado o telhado e assim esteve por anos, até que lhe furtaram os caibros e as traves, e por fim lhe levaram as portas que alguém substitui por tosca parede de pedra solta, como a gravura mostra. 
Em 1940 fez-se a comemoração dos centenários da fundação e restauração de Portugal, e veio brigada de operários para levantar as linhas mestras do velho e arruinado Castelo, e sem se saber bem porque, começaram por ultimar a demolição da velha ermida que nada tinha com a obra projetada, no que ainda restava da ação do tempo. 
A ermida tinha o seu assento fora de muros no alto do Castelo, em frente da muralha onde estava a torre sineira da freguesia de Santa Maria do Castelo".

PS. Texto está aqui postado, tal como foi publicado
por J. Ribeiro Cardoso em 1953.
O Albicastrense

domingo, dezembro 02, 2018

ZONA HISTÓRICA DA TERRA ALBICASTRENSE

AQUI HABITAM AS RUÍNAS !!!!!

As imagens que podem ser observadas neste poste, referem-se à Travessa da Ferradura. 
Para quem não saiba, a referida travessa começa na rua João Carlos Abrunhosa (rua da antiga papelaria Semedo), e despeja na rua Mouzinho Magro.  
pequena travessa, tem pouco mais de trinta metros, contudo, nesses trinta metros mora o abandono, a tristeza, e o não quer  saber de quem  devia impedir este tipo de desgraças.
Perante a tristeza que por ali habita, não posso deixar de propor desde logo  aos albicastrenses, para começarem a chamar a esta pequeníssima Travessa, a "Travessa das Ruínas". 
- Fará sentido andar-mos a expandir a nossa terra para todas as pontas
da cidade, e depois,  pouco ou nada fazerem para resolver situações como a que estas imagens mostram? 
Confesso que estou a ficar farto de postar postes com imagens sobre a tristeza em que se encontra a nossa zona histórica, todavia, se o não fizesse, estaria a ser convivente com aqueles que parece terem desistido da sua recuperação.
Por isso, enquanto puder e a saúde mo permitir, irei continuar a chatear quem comanda a nossa terra, independentemente da força partidária que estiver no comando da terra albicastrense.

O Albicastrense

O PASSADO E O PRESENTE - (III)

CASTELO BRANCO  ATRAVÉS DOS TEMPOS  Terceira publicação da rubrica: “ I magens do passado e do presente da terra albicastrense ” .  A imagem...