terça-feira, novembro 30, 2021

TODOS SOMOS POUCOS PARA A REABILITAÇÃO DA NOSSA ZONA HISTÓRICA

"250 FAMÍLIAS E JOVENS"

FOI O LEMA DE CAMPANHA DOS ACTUAIS RESPONSÁVEIS DA NOSSA AUTARQUIA.

O MEU SERÁ A PARTIR DE AGORA: “Nem menos uma família e jovens que as prometidas”.

Eu sei que quem agora ocupa a cadeira do poder na terra albicastrense o faz há pouco tempo, todavia, como de promessas não cumpridas estamos todos de barriga cheia, lanço aos meus amigos albicastrenses o seguinte desafio:
Nos fins-de-semana, subam à Zona do Castelo para captarem imagens das tristezas que por lá existem. De seguida, publiquem-nas nas redes sociais, para mostrarem a quem agora comanda aterra albicastrense, que promessas feitas são para ser cumpridas. 
Se ficarmos quietos quietinhos, as 250 novas família e jovens serão apenas uma miragem, por isso, é necessário lembrar a quem fez a promessa, que estamos atentos ao cumprimento das mesmas, pois se assim não for, seremos conviventes por omissão. 

O ALBICASTRENSE

sexta-feira, novembro 26, 2021

ARTIGO PUBLICADO DO JORNAL DO FUNDÃO SOBRE A ZONA HISTÓRIA

POR ENTRE AS QUEIXAS E A ESPERANÇA.

 
 TRABALHO DE CÉLIA DOMINGUES,
PUBLICADO ESTA SEMANA NO JORNAL DO "FUNDÃO". 


ARTIGO DE LEITURA  OBRIGATÓRIA PARA QUEM SE DIZ ALBICASTRENSE.


O trabalho Célia Domingues para o jornal do Fundão sobre a nossa zona histórica, tem que despertar consciências adormecidas na terra albicastrense. 
Quem agora foi eleito para comandar a terra albicastrense nos próximos anos, tem o dever e a obrigação de uma vez por todas, de  dar início à uma verdadeira recuperação da nossa Zona Histórica. Vou aguardar, para ver, se esta reportagem tem eco junto de quem agora foi eleito para dirigir os destinos da terra albicastrense nos próximos anos.

O ALBICASTRENSE

domingo, novembro 21, 2021

UMA BOA NOTÍCIA

REUNIÃO PUBLICA  DA AUTARQUIA ALBICASTRENSE

Fernando Raposo irá assessor o novo presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, nas áreas de cultura e educação. Alem de ter sido igualmente escolhido, para assumir a administração da empresa municipal Albiges.  

(Notícia divulgada esta semana no Jornal “Reconquista”). 

Confesso que esta noticia me deixou satisfeito, pois tenho por Fernando Raposo grande consideração e muito respeito. Acredito muito seriamente, que ele possa ser o homem certo para o respectivo cargo.  Ao falar da escolha de Fernando Raposo para assessorar o atual presidente da nossa autarquia, não posso deixar de realçar o excelente trabalho realizado por Carlos Semedo, enquanto responsável pela área cultural No anterior executivo.
Na assembleia pública da nossa autarquia, realizada na passada sexta-feira, realcei este facto e apelei para que de uma vez por todas as obras no nosso museu terminem.
Que seja nomeado um director o mais rapidamente possível, e que de uma vez por todas, o nosso museu seja visto como uma mais valia para terra albicastrense, e não, como uma espécie de apêndice que é necessário aguentar.          
Em resposta, o presidente afirmou que iria ser aberto concurso para preencher o respetivo cargo, assim como, a passagem das exposições que regularmente aconteciam na casa amarela (antigos CTT), para o museu, entre outras coisas. Vou esperar para ver se tudo isto vai acontecer, ou se mais uma vez tudo vai ficar na mesma.
O ALBICASTRENSE

sexta-feira, novembro 19, 2021

ZONA HISTÓRICA DA TERRA ALBICASTRENSE

UM BELO PORTADO QUINHENTISTA

 NUMA CASA AO ABANDONO.

Ontem ao passar por esta rua e ao mirar este belo portado, não pude deixar de pensar que os albicastrenses
talvez estejam a ser vitimas de uma  estranha coisa chamada estupidez. 

Estupidez que nos cega e não nos deixa ver o que de belo existe na nossa zona histórica. 

Ou seja, temos uma zona histórica onde existem fantásticos portados quinhentistas, e que fazemos nós para os proteger? 
Deixamos que as casas a que eles dão entrada, estejam muitas delas em miserável estado. 

Confesso que por mais que tente não encontro resposta a esta minha Incerteza, por isso, apelo a quem ler este meu desabafo, que me esclareça  sobre esta desgraça   instalada na terra albicastrense. 

O ALBICASTRENSE

segunda-feira, novembro 15, 2021

CASTELO BRANCO - ANTIGO.


UMA BELA IMAGEM

ESTA IMAGEM DA TERRA ALBICASTRENSE NÃO PODE DEIXAR DE NOS FAZER SORRIR.

IMAGEM CAPTADA NAS DÉCADAS DE 40/50 DO PASSADO SÉCULO.

IMAGEM PINTADA POR: Veríssimo Bispo  

O ALBICASTRENSE

domingo, novembro 14, 2021

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – CXLVII

A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940.
A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).
 
(Continuação)
Ainda na sessão de 13 de Janeiro de 1811.
Foram nomeados derramadores das sisas Luís António de Almeida, Dr. José Bento Pereia, Catião Joaquim José Mendes, Fernando José de Carvalho, Manuel Nunes Sanches e Luís Turino.
Logo no dia seguinte, 14 de Janeiro, tornou a Câmara a reunir-se em sessão para:
em consequência de huma ordem recebida do Juiz de Correção em virtude de outra que demandou da Secretaria da Real junta do Comercio datado aquel em os vinte, e seis de outubro de mil oito centos, e dez procederam a nomeação de duas pessoas as mais inteligentes para que com igualdade pelos Negociantes, e Capitalistas desta cidade e seu termo a quantia de cento e cinquenta mil reis em que foi conectada pelo Juiz da Correção em seis centos mil réis que pertencerão a esta Comarca para a contribuição de defeza”.
Para a contribuição de defesa havia de entrar toda a comarca com seiscentos mil réis e dessa quantia veio a caber a esta cidade e seu termo a quarta parte, cento e cinquenta mil réis.
As “duas pessoas as mais inteligentes” foram o capitão José Mendes Fevereiro e Luís António Henrique de Almeida, e estes, para apurarem os 150.000, tiveram de os dividir por quarenta e três “negociantes e capitalistas”, além dos fabricantes de lã dos Cebolais e dos fabricantes de lã e chapéus de Alcains, que aparecem conectados, em conjunto, em 20.000 réis.
Mas, pelo visto, houve dificuldades na divisão da colecta pelos fabricantes de Alcains e de Cebolais, pois que em de Março, aparecem nomeadas outras duas pessoas, que agora já se não dizem “as mais inteligentes”, para fazerem a divisão de 10.000 réis pelos de Alcains e outros 10.000 réis pelos de “Cebolais e anexos”:
Os 10.000 de Alcains foram repartidos por 43 fabricantes: a mesma quantia que pagaram os de Cebolais foi distribuída por 44 fabricantes, sendo 27 de Cebolais e 17 das “anexas”;
 (Continua) 
 Aos leitores dos postes “Efemérides Municipais”.
O que acabaram de ler é uma transcrição, do que 
foi publicado na época.
O Albicastrense

quinta-feira, novembro 11, 2021

XXXIII JORNADAS DE ESTUDO “ Medicina na Beira Interior - da Pre-História ao Séc. XXI”


 “Medicina na Beira Interior - da Pré-história ao Séc. XXI”
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO 
12 e 13 de novembro de 2021
Dia 12 – Sexta-feira
18:30 H Sessão de abertura:
Palavras de saudação.
Conferência inaugural: A ‘Arte da Medicina’ entre o impossível e o irrecusável, por José Maria Silva Rosa, professor da Universidade da Beira Interior.
Apresentação 35º número dos Cadernos de Cultura “Medicina na Beira Interior – da Pré-história ao Século XXI”. 
Abertura da Exposição Imagens Circulantes, acerca das comemorações, em Castelo Branco, do IV Centenário do falecimento de Amato Lusitano.
 20:00 – Encerramento.
Dia 13 – Sábado
09:30 H – Início dos trabalhos*
Amato Lusitano (c. 1511-c. 1568) revisitado. 1552- Alfredo Rasteiro.
Dos casos de envenenamento por arsénico em Amato Lusitano ao caso de S. Miguel d´Acha (concelho de Idanha-a-Nova) de 1863 - Maria Adelaide Salvado.
A Cevada nas Curas Medicinais de Amato Lusitano - Albano Mendes de Matos.
Intervalo
Ecos da Gripe Espanhola (“mãe de todas as pandemias”), nesta região, um século depois - Joaquim Candeias da Silva.
A Peste no Romance ‘Mau Tempo no Canal’ de Vitorino Nemésio - J. David de Morais.
A gripe espanhola nas planuras do Sul – o caso de Castro Verde – Miguel Rego.
Sobre as quarentenas: “ensinar a pôr as autoridades nos seus lugares”, há 125 anos – António Lourenço Marques
Higiene e saúde pública na Beira Interior – O exemplo da «Parochia» rural de Sarzedas (1860-1920) – Maria Graça Vicente.
Estórias de um Arquivo Judicial - José Avelino Gonçalves.
13:00 H Almoço
14:30 Reinício dos trabalhos
O albicastrense Manuel Joaquim Henriques de Paiva e a reforma pombalina da Universidade de Coimbra (1772): o primeiro compêndio de farmácia para a Faculdade de Medicina – João Rui Pita e Ana Leonor Pereira.
António Maria de Sena (1845-1890): O beirão que se tornou o pioneiro da psiquiatria portuguesa - José Morgado Pereira.
António da Cruz, uma vida dedicada à cirurgia e ao ensino, em finais do século XVI e dealbar do XVII – Cristina Moisão.
O Picanço que mareou para Santa Cruz – Maria José Leal.
O ensino da medicina no Verdadeiro Método de estudar de Verney – Adelino Cardoso.
Intervalo
Ecos de Leite de Vasconcelos na Beira: Matérias e geografias - Filomena Barata e Pedro Miguel Salvado 
“Raios te partam” As pragas no contexto beirão. Algumas notas – Eddy Chambino.
Dois Médicos no Sardoal: Bernardo Pereira e Francisco Xavier de Almeida Pimenta – Aires Antunes Diniz. 
Caminhos textuais para pensar a Saúde: A doença na literatura - Lurdes Cardoso.
Vestígios de uma biblioteca municipal legente - por Graça Batista.
A Geografia da solidão – Miguel Nascimento
17:30 H 
Lançamento do livro, O Cerco da Pandemia - Antologia de poesia, coordenado por Leocádia Regalo, António Lourenço Marques e Pedro Salvado.
18:00 H
Conclusões, e encerramento.
20:00 H
Recital de Poesia, coordenação de Maria de Lurdes Gouveia Barata, com os poetas incluídos na Antologia presentes.
*Tempo limite de cada uma das comunicações: 15 minutos, com debate.
(Entrada livre)o 
O Albicastrense

sábado, novembro 06, 2021

UM BELO PASSEIO MUTILADO.

SOCORRO!!  

OS

ALBICASTRENSES 

 NÃO PASSAM POR MIM...


Ao longo dos últimos quatro anos, denunciei neste blogue (vários vezes), uma situação que considero totalmente inaceitável, ainda mais, quando essa mesma situação, acontece numa casa frente ao edifício da nossa Junta de Freguesia. 

As imagens desta publicação mostram duas grades, grades que impedem a passagem às pessoas de passar por aquele passeio. Grades (resistentes a presidentes), pois já passaram pela nossa autarquia e Junta de Freguesia, vários presidente e elas continuam muito imperturbavelmente a impedir a passagem a quem por ali quer passar.
Gentes bem informadas, garantiram-me pelas alminhas de quem já partiu,  que as grades estão lá por causa das telhas do beiral que ameaça cair, em cima de quem por ali passar. 
Para tornar ainda mais “interessante” esta triste e pobre historia, foi-me  dito, que a casa foi adquirida pela nossa autarquia à imenso tempo.h 

Não sei quantas vezes mais aqui irei falar deste tristíssimo assunto, ainda mais, quando sei que ele podia ser facilmente resolvido. Se não existir vontade para recuperar a casa, então arranjem o beiral da casa, pois assim,  as pessoas sempre podem passar por este lindo passeio. 

Deste já manifesto que estou disposto a martelar neste assunto,  enquanto não vir  gente  passar pelo belo passeio.

APELO  AO  PRESIDENTE  
DA   
JUNTA DE FREGUESIA DE CASTELO BRANCO

Caro José Pires, eu sei que este assunto não é do seu rosário, todavia, esta vergonhosa situação não pode continuar por muito mais tempo, ainda mais, quando acontece nas barbas de quem comanda a nossa Junta de Freguesia.

Resolver este triste caso, é mostrar aos albicastrenses que quem agora iniciou funções, não está nos cargo para ocupar o lugar, mas antes, para trabalhar em prol da nossa terra.  Se nada for feito, confesso que poderei começar a pensar que nos órgãos do poder da terra albicastrense, apenas mudaram as moscas. 

Como não credito em tal, pois, acredito muito seriamente que desta vez os albicastrenses elegeram os homens certos para dirigir a terra albicastrense nos próximos anos, não posso deixar de dizer o seguinte: a resolução deste triste assunto, poderá servir para mostrar aos albicastrenses que o tempo: "DO DEIXA ANDAR, OU QUEM VIER DEPOIS DE MIM QUE RESOLVA", terminou. 

                                           O ALBICASTRENSE


 




                          

quinta-feira, novembro 04, 2021

BORDADO DE CASTELO BRANCO

AS COLCHAS DE CASTELO BRANCO
Por: Jaime Lopes Dias


    


 
Trabalho publicado na antiga revista;  "Etnografia da Beira". Volume VIII, 1953.
                           
                                O ALBICASTRENSE
         

segunda-feira, novembro 01, 2021

CHAMINÉ DA ANTIGA FABRICA DA CORTIÇA

   “A NOSSA LINDINHA”
Terminaram as obras de recuperação da nossa chaminé. Como é possível ver-se nas imagens aqui publicadas, ela ficou como nova. Nesta altura, parece-me justo realçar quem tornou possível a sua recuperação; “Sonae MC,” e não esquecer, o desastrado comportamento que a nossa autarquia deve neste assunto.
O tempo não é de lavar roupa suja, mas antes, de lembrar que as redes sociais tiveram um papel muito importante na recuperação da nossa lindinha. Estou convicto, que sem o empenho de muitos de nós na divulgação do possível; “deixa deitar abaixo que não faz falta nenhuma”, ela teria ido mesmo abaixo.

É caso para dizer o seguinte:  Vale sempre a pena lutar por aquilo que consideramos importante, para a terra albicastrense.
O ALBICASTRENSE

O PASSADO E O PRESENTE - (III)

CASTELO BRANCO  ATRAVÉS DOS TEMPOS  Terceira publicação da rubrica: “ I magens do passado e do presente da terra albicastrense ” .  A imagem...