sexta-feira, dezembro 03, 2021

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE - JORNAL; "A BEIRA BAIXA"

PRIMEIRA EDIÇÃO DO ANTIGO JORNAL,"A BEIRA BAIXA".

EDIÇÃO DE 12 DE ABRIL DE 1937.

Jornal do qual foi leitor durante muitos e muitos anos. 

Tenho para mim, que terá sido um dos melhores jornais de sempre da terra albicastrense.

        O ALBICASTRENSE.

terça-feira, novembro 30, 2021

TODOS SOMOS POUCOS PARA A REABILITAÇÃO DA NOSSA ZONA HISTÓRICA

"250 FAMÍLIAS E JOVENS"

FOI O LEMA DE CAMPANHA DOS ACTUAIS RESPONSÁVEIS DA NOSSA AUTARQUIA.

O MEU SERÁ A PARTIR DE AGORA: “Nem menos uma família e jovens que as prometidas”.

Eu sei que quem agora ocupa a cadeira do poder na terra albicastrense o faz há pouco tempo, todavia, como de promessas não cumpridas estamos todos de barriga cheia, lanço aos meus amigos albicastrenses o seguinte desafio:
Nos fins-de-semana, subam à Zona do Castelo para captarem imagens das tristezas que por lá existem. De seguida, publiquem-nas nas redes sociais, para mostrarem a quem agora comanda aterra albicastrense, que promessas feitas são para ser cumpridas. 
Se ficarmos quietos quietinhos, as 250 novas família e jovens serão apenas uma miragem, por isso, é necessário lembrar a quem fez a promessa, que estamos atentos ao cumprimento das mesmas, pois se assim não for, seremos conviventes por omissão. 

O ALBICASTRENSE

sexta-feira, novembro 26, 2021

ARTIGO PUBLICADO DO JORNAL DO FUNDÃO SOBRE A ZONA HISTÓRIA

POR ENTRE AS QUEIXAS E A ESPERANÇA.

 
 TRABALHO DE CÉLIA DOMINGUES,
PUBLICADO ESTA SEMANA NO JORNAL DO "FUNDÃO". 


ARTIGO DE LEITURA  OBRIGATÓRIA PARA QUEM SE DIZ ALBICASTRENSE.


O trabalho Célia Domingues para o jornal do Fundão sobre a nossa zona histórica, tem que despertar consciências adormecidas na terra albicastrense. 
Quem agora foi eleito para comandar a terra albicastrense nos próximos anos, tem o dever e a obrigação de uma vez por todas, de  dar início à uma verdadeira recuperação da nossa Zona Histórica. Vou aguardar, para ver, se esta reportagem tem eco junto de quem agora foi eleito para dirigir os destinos da terra albicastrense nos próximos anos.

O ALBICASTRENSE

domingo, novembro 21, 2021

UMA BOA NOTÍCIA

REUNIÃO PUBLICA  DA AUTARQUIA ALBICASTRENSE

Fernando Raposo irá assessor o novo presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, nas áreas de cultura e educação. Alem de ter sido igualmente escolhido, para assumir a administração da empresa municipal Albiges.  

(Notícia divulgada esta semana no Jornal “Reconquista”). 

Confesso que esta noticia me deixou satisfeito, pois tenho por Fernando Raposo grande consideração e muito respeito. Acredito muito seriamente, que ele possa ser o homem certo para o respectivo cargo.  Ao falar da escolha de Fernando Raposo para assessorar o atual presidente da nossa autarquia, não posso deixar de realçar o excelente trabalho realizado por Carlos Semedo, enquanto responsável pela área cultural No anterior executivo.
Na assembleia pública da nossa autarquia, realizada na passada sexta-feira, realcei este facto e apelei para que de uma vez por todas as obras no nosso museu terminem.
Que seja nomeado um director o mais rapidamente possível, e que de uma vez por todas, o nosso museu seja visto como uma mais valia para terra albicastrense, e não, como uma espécie de apêndice que é necessário aguentar.          
Em resposta, o presidente afirmou que iria ser aberto concurso para preencher o respetivo cargo, assim como, a passagem das exposições que regularmente aconteciam na casa amarela (antigos CTT), para o museu, entre outras coisas. Vou esperar para ver se tudo isto vai acontecer, ou se mais uma vez tudo vai ficar na mesma.
O ALBICASTRENSE

sexta-feira, novembro 19, 2021

ZONA HISTÓRICA DA TERRA ALBICASTRENSE

UM BELO PORTADO QUINHENTISTA

 NUMA CASA AO ABANDONO.

Ontem ao passar por esta rua e ao mirar este belo portado, não pude deixar de pensar que os albicastrenses
talvez estejam a ser vitimas de uma  estranha coisa chamada estupidez. 

Estupidez que nos cega e não nos deixa ver o que de belo existe na nossa zona histórica. 

Ou seja, temos uma zona histórica onde existem fantásticos portados quinhentistas, e que fazemos nós para os proteger? 
Deixamos que as casas a que eles dão entrada, estejam muitas delas em miserável estado. 

Confesso que por mais que tente não encontro resposta a esta minha Incerteza, por isso, apelo a quem ler este meu desabafo, que me esclareça  sobre esta desgraça   instalada na terra albicastrense. 

O ALBICASTRENSE

segunda-feira, novembro 15, 2021

CASTELO BRANCO - ANTIGO.


UMA BELA IMAGEM

ESTA IMAGEM DA TERRA ALBICASTRENSE NÃO PODE DEIXAR DE NOS FAZER SORRIR.

IMAGEM CAPTADA NAS DÉCADAS DE 40/50 DO PASSADO SÉCULO.

IMAGEM PINTADA POR: Veríssimo Bispo  

O ALBICASTRENSE

domingo, novembro 14, 2021

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – CXLVII

A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940.
A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).
 
(Continuação)
Ainda na sessão de 13 de Janeiro de 1811.
Foram nomeados derramadores das sisas Luís António de Almeida, Dr. José Bento Pereia, Catião Joaquim José Mendes, Fernando José de Carvalho, Manuel Nunes Sanches e Luís Turino.
Logo no dia seguinte, 14 de Janeiro, tornou a Câmara a reunir-se em sessão para:
em consequência de huma ordem recebida do Juiz de Correção em virtude de outra que demandou da Secretaria da Real junta do Comercio datado aquel em os vinte, e seis de outubro de mil oito centos, e dez procederam a nomeação de duas pessoas as mais inteligentes para que com igualdade pelos Negociantes, e Capitalistas desta cidade e seu termo a quantia de cento e cinquenta mil reis em que foi conectada pelo Juiz da Correção em seis centos mil réis que pertencerão a esta Comarca para a contribuição de defeza”.
Para a contribuição de defesa havia de entrar toda a comarca com seiscentos mil réis e dessa quantia veio a caber a esta cidade e seu termo a quarta parte, cento e cinquenta mil réis.
As “duas pessoas as mais inteligentes” foram o capitão José Mendes Fevereiro e Luís António Henrique de Almeida, e estes, para apurarem os 150.000, tiveram de os dividir por quarenta e três “negociantes e capitalistas”, além dos fabricantes de lã dos Cebolais e dos fabricantes de lã e chapéus de Alcains, que aparecem conectados, em conjunto, em 20.000 réis.
Mas, pelo visto, houve dificuldades na divisão da colecta pelos fabricantes de Alcains e de Cebolais, pois que em de Março, aparecem nomeadas outras duas pessoas, que agora já se não dizem “as mais inteligentes”, para fazerem a divisão de 10.000 réis pelos de Alcains e outros 10.000 réis pelos de “Cebolais e anexos”:
Os 10.000 de Alcains foram repartidos por 43 fabricantes: a mesma quantia que pagaram os de Cebolais foi distribuída por 44 fabricantes, sendo 27 de Cebolais e 17 das “anexas”;
 (Continua) 
 Aos leitores dos postes “Efemérides Municipais”.
O que acabaram de ler é uma transcrição, do que 
foi publicado na época.
O Albicastrense

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE - JORNAL; "A BEIRA BAIXA"

PRIMEIRA EDIÇÃO DO ANTIGO JORNAL, " A BEIRA BAIXA ". EDIÇÃO DE 12 DE ABRIL DE 1937. Jornal do qual foi leitor durante muitos e m...