segunda-feira, agosto 10, 2026

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (IV)

POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO

QUARTA PUBLICAÇÂO:

Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi voltar a fazê-lo, pois o trabalho é magnifico e merece ser de novo lido como reflecção de um período negro da história de Portugal e da terra albicastrense. 
Como o trabalho tem 28 paginas, irei publicar três paginas de cada vez, para ser mais fácil a sua leitura.


O ALBICASTRENSE

sexta-feira, agosto 07, 2026

 

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (III)

POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO

TERCEIRA PUBLICAÇÂO:

Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi voltar a fazê-lo, pois o trabalho é magnifico e merece ser de novo lido como reflecção de um período negro da história de Portugal e da terra albicastrense. 
Como o trabalho tem 28 paginas, irei publicar três paginas de cada vez, para ser mais fácil a sua leitura.


O ALBICASTRENSE

quarta-feira, agosto 05, 2026

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (II)

POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO

SEGUNDA PUBLICAÇÂO:


Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi voltar a fazê-lo, pois o trabalho é magnifico e merece ser de novo lido como reflecção de um período negro da história de Portugal e da terra albicastrense. 
Como o trabalho tem 28 paginas, irei publicar três paginas de cada vez, para ser mais fácil a sua leitura.
O ALBICASTRENSE

segunda-feira, agosto 03, 2026

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (I)

 POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO


A PRIMEIRA PUBLICAÇAO:

Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi voltar a fazê-lo, pois o trabalho é magnifico e merece ser de novo lido como reflecção de um período negro da história de Portugal e da terra albicastrense. 
Como o trabalho tem 28 paginas, irei publicar três paginas de cada vez, para ser mais fácil a sua leitura.

O ALBICASTRENSE

sábado, agosto 01, 2026

UM BLOG QUE CONTA HISTÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

49.798 FOI O NÚMEROS DE VISITANTES 
DESTE BLOG, NO MÊS DE JULHO
--------------------------
AOS VISITANTES O MEU BEM HAJA.  
 😇 😉 😊 😃
O ALBICASTRENSE

segunda-feira, julho 27, 2026

MEMÓRIAS DO BLOG - “A primeira publicação do blog” - setembro de 2005".

quarta-feira, setembro 07, 2005

CAFÉ LUSITÂNIA - 1827 - 2003

(CAFÉ TÍPICO DA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX)


Local de convívio de muitos albicastrenses ao longo de décadas, foi brutalmente destruído em 2003, para dar lugar a outro tipo de estabelecimento. Era lá que nos anos cinquenta e sessenta as classes mais pobres se reuniam, para ver televisão, ainda hoje recordo as tardes de sábado e domingo que em conjunto com um grupo de amigos para ver os filmes de Mickey Rooney e Shirley Temple, entre outros. Foi lá que assisti ás primeiras transmissões de futebol pela televisão. 

Era lá que nos anos setenta, pós 25 de Abril se discutia política entre um jogo de bilhar e o beber de uma cerveja. 
Numa época em que a cidade de Castelo Branco está em claro desenvolvimento, como foi possível a sua destruição? 
Será que a defesa da nossa identidade cultural não é tão ou mais importante, que a construção de uma qualquer rua, parque de estacionamento ou rotunda!
Que raio de pessoas somos nós, que tudo permitimos a quem nos governa, (ou desgoverna neste caso), quem  foram os responsáveis pela sua destruição?

TODOS OS ALBICASTRENSES!
 UNS POR OMISSÃO, OUTROS POR FALTA DE SENSIBILIDADE CULTURAL E OUTROS, POR INCOMPETÊNCIA...
O ALBICASTRENSE

quarta-feira, julho 22, 2026

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

ANTIGO BAIRRO DO PARDAL
 "O BAIRRO DA BOA VONTADE”


Na publicação de uma imagem sobre um cortejo de oferendas a favor da Santa Casa de Misericórdia, cortejo realizado na década de 40 do passado século, recebi de Manuela Cêponto a seguinte questão. “António, trata-se de um cortejo de oferendas? Parece-me ver, na faixa, "A boa vontade do" depois uma andorinha e por baixo "Bairro ???" qual o nome do bairro, sabe?”
Dos comentários deixados na publicação recolhi algumas informações. Depois de muito pensar sobre o assunto, fui ao local captar imagens do que terá sido o antigo bairro do Pardal e onde ainda hoje ainda existe um beco com o referido nome.
—————————————————————————
MEMÓRIAS MINHAS

No início dos anos 60 eu passava muito pelo referido bairro, ou se preferirem, na rua J. A Morão. Nos primeiros anos porque ia da rua do Padre Américo à rua dos Ferreiros, à sopa dos pobres buscar uma panela de sopa. No início de 1965, comecei a fazê-lo porque comecei a trabalhar na Auto Mecânica da Beira, empresa onde comecei a trabalhar. Tenho pois algumas memórias da rua e de algumas das pessoas que la moravam, memórias que vou aqui contar, pedindo a colaboração dos membros para ajudarem com mais memórias que eventualmente tenham.
-As imagens 1 e 9 dá-nos uma ideia do que teria sido o bairro, uma imagem tirada para quem desce a rua, e outra para quem a sobe.
-A imagem número 3 mostra uma casa onde no passado existiu uma mercearia/tasca, que tinha uma pequena barbearia anexada a ela. Local onde o senhor António além de explorar a mercearia, desempenhava funções de barbeiro, profissão que terá aprendido na tropa.
Recordo que o pequeno estabelecimento de mercearia, tinha uma pequena banca na rua com caixotes cheios de fruta, e eu passava a correr pela rua “gamava” uma peça de fruta. O senhor António ja falecido hà muitos anos, era avô materno do meu bom amigo Joaquim Baptista.
-A imagem número 4, mostra uma velha casa onde morava um casal com três filhos, dois rapazes e uma rapariga, todavia não me recordo do apelido da família, assim como desconheço o paradeiros dos filhos do casal.
-A imagem número 5, mostra uma casa onde o sapateiro Sequeira tinha uma pequena oficina. Nesta oficina aprendeu a arte um amigo meu de infância, amigo que “zarpou”” assim que ganhou asas. O velho Sequeira não era fruta que se cheirasse, pois além de mal-humorado não mostrava simpatia por ninguém.
-Na imagem número 6, mostra um prédio onde o velho Sequeira morava no segundo andar. Desconhecendo eu, quem morava no primeiro andar. No res-do-chão, existia uma loja de mobílias, que segundo me parece, também vendia caixões.
-A imagem número 8, mostra o local que hoje designamos de Beco do Pardal, beco que na altura deveria ter vários moradores, local. onde ainda hoje mora alguém.
-A imagem número 2, mostra uma pequena pérola da terra Albicastrense, pérola (segundo o meu bom amigo Joaquim), construída com a colaboração do seu avô António, pessoa que terá sido um dos grandes impulsionadores do bairro da sua época.
O ALBICASTRENSE

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (IV)

POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO QUARTA PUBLICAÇÂO: Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi voltar...