sábado, maio 21, 2022

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE



Recuperar e pintar antigas imagens da terra albicastrense, dá-me uma enorme satisfação. 



Quando “apanho” uma antiga imagem da terra albicastrense (muitas das vezes em péssimo estado), não registo à tentação de a recuperar das maletas que o tempo lhe provocou, de seguida,  dar-lhe cor, sem porem a alterar.

Espero que estas três imagens, coloquem um bonito sorriso no rosto dos albicastrenses que virem a ver esta publicação, pois se assim acontecer, o meu tempo terá sido bem utilizado.

A primeira imagem foi captada em 1927 por António César d’Abrunhoza. As oura duas podem ser igualmente do mesmo autor.


O ALBICASTRENSE

quinta-feira, maio 19, 2022

CURIOSIDADES TOPONÍMICAS DA TERRA ALBICASTRENSE - (II)

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE

Fora da cerca, mas já muito antigas, eram duas as ruas ligadas a ocupações artesanais, a rua das Oleiros e a do Arrabalde dos Oleiros.
Outra, a dos Currais, outra, a instalações de recolha de animais, e a do Arrabalde dos Açougues, à existência de estabelecimentos de matança de rês e venda da sua carne. 
A rua de S. Sebastião e o largo de S. João a localização das Capelas, já desaparecidas, com estas invocações, a da Ferradura talvez devido à sua forma, as da Amoreirinha e da Figueira pela razão apontada. Em relação à do Sobreira e a do Pina, talvez por nela se situar residência de alguns membros
 da importante família daquele apelido.                                                  
Recolha de dados: "Estudos de Castelo Branco". Artigo da autoria de: Manuel A. de Morais Martins.

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segunda-feira, maio 16, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XXVIII)

CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS



Vigésim
a oitava  publicação da rubrica: Imagens do passado e do presente da terra albicastrense"

(PORMENORES DA DEVESA DO ANTIGAMENTE).


Cerca de cem anos separam as duas imagens desta publicação.

A imagem  antiga mostra-nos a Devesa como ela era nos finais do século XIX, princípio do século XX. 

A Devesa desse tempo, estendia-se entre o que hoje designamos de Devesa e o atual Bairro do Cansado.

A imagem antiga, mostra-nos o antigo palácio da família Fevereiro, solar que iria ser mandado  abaixo,  na década de 50 do passado século.

O meu bem-haja (a título póstumo), a todos aqueles que ao longo das suas vidas captaram estas fantásticas imagens. Sem elas, nunca saberíamos como era a terra albicastrense no passado.

O ALBICASTRENSE

sábado, maio 14, 2022

CURIOSIDADES TOPONÍMICAS DA NOSSA ZONA HISTÓRICA - (I)

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE
(ZONA HISTÓRICA)


Todas as ruas travessas, becos e calejas da zona histórica da cidade, adentro da cerca medieval, tinham a sua denominação, umas vezes ligadas aos artesoes que nelas se concentravam, como a dos Ferreiros, dos Oleiros e dos Peleteiros, outras a atividade nelas exercidas, como o largo da Praça ou a rua do Mercado e dos Lagares, e outras ainda à própria muralha, como a rua do Muro ou a aberturas nela existente, como a do Postiguinho de Valadares e a do Postigo.
Havia ainda as alusivas a antiga residência ou poiso de entidades ou corporações de importância assinalável, como a rua do Bispo e a do Cavaleiro.
A dos Chões parece indicar a proximidade pequenas propriedades muradas, a do Poço das Covas a existência nela de um manancial de agua, e a da Sobreiro teria assinalada a presença de tal espécie e a do Arressário por se situar em lugar alto. Para outras não encontrei justificação real ou provável, como seja a do Caclé (ou Caquelé?), a das Cabeças, a dos Passarinhos e a D`Ega. A designação da rua do Saco dá bem a entender que se tratava de um beco.

Recolha de dados: "Estudos de Castelo Branco", artigo da autoria de: Manuel A. de Morais Martins.

                                            O ALBICASTRENSE

quinta-feira, maio 12, 2022

ANTIGO PARQUE DA CIDADE

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE
Quadros com fotografias do antigo Parque da Cidade.
Quem  quiser pode adquirir um destes quadros. 
(Dimensão dos quadros - 60x44) 
TENHO OUTRAS IMAGENS
O ALBICASTRENSE

segunda-feira, maio 09, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XXVI)

CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS



Vigésim
a sexta  publicação da rubrica: Imagens do passado e do presente da terra albicastrense"

( PORMENORES DA NOSSA DEVESA, ATRAVÉS DOS TEMPOS).


Um local na terra albicastrense, onde apenas se mantém, parte do antigo quartel.
Estas  publicações nunca seriam possíveis, sem a antiga imagem da terra albicastrense. 
O meu bem-haja (a título póstumo), a todos aqueles que ao longo das suas vidas captaram estas fantásticas imagens. 
Pois sem elas, nunca saberíamos como era a terra albicastrense no passado.
PS. A imagem antigo foi pintada  pelo autor deste blogue.
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, maio 05, 2022

UM CASO MISTERIOSO NA NOSSA ZONA HISTÓRICA.

           “O MISTÉRIO
 DA ANTIGA RUA DO SACO”

Numa conversação que tive com Luís Vicente Barroso, concertámos entre nós, que a situação da antiga Rua do Saco tinha que ser mais uma vez denunciada publicamente. Combinámos pois que cada um de nós iria redigir uma publicação sobre a mágoa que é andar pela Rua Mouzinho Macro, e não poder transitar na primitiva Rua do Saco.

A história conta-se assim em poucas palavras:
- Em 2012 os responsáveis pela nossa autarquia, voltaram a adquirir a antiga Rua do Saco e iniciaram obras de requalificação na dita cuja;
- Em 2013 após o termo das obras o feito teve direito a uma pequena inauguração, (festança onde não faltaram o discurso, a fanfarra e os foguetes); No dia seguinte aferrolharam os portões que dão acesso ao local e, nove anos depois, o local encontra-se fechado a sete chaves.

Confesso que doí - e doí mesmo muito - subir a Rua Mouzinho Magro, passar ao lado portão que dá acesso à antiga rua do Saco e não poder gozá-lo, uma vez que se encontra encerrada desde a sua inauguração.
É costume dizer-se que por vezes somos colocados perante situações que não conseguimos compreender, absurdos que por mais que pensemos nada de nada de lá sai, e este é o caso da recuperação desta antiga rua.
- Será que alguém consegue explicar-me de forma fácil e para que eu compreenda, o porquê de nove anos depois da fanfarrada, nada de nada tenha sido feito para possibilitar aos albicastrenses visitar e beneficiar da
recuperação deste bonito espaço?
O argumento de que no local existem duas casas em condições desgraçadas e que podem colocar em perigo quem por ali andar é valido, assim como também é legítimo dizer que tendo que a nossa autarquia adquirido as respetivas casas, não mexeu uma palha ao longo dos nove anos para as recuperar de forma a tornar possível visitar o local.
Os albicastrenses não podem continuar a passar pelo local e virar a cara para o outro lado, como se este amargurado assunto não lhes diga respeito.
 
Eu apelo aos meus amigos albicastrenses, para partilharem esta publicação, assim como a do Luís Barroso.
 Desta forma iremos pressionar quem comanda atualmente a nossa terra albicastrense a resolver este tristíssimo e incompreensível mistério da Rua do Saco.

UM POUCO DA HISTÓRIA DA ANTIGA RUA DO SACO
No livro: “O Programa Polis em Castelo Branco – Álbum Fotográfico da autoria de António Silveira, Leonel Azevedo e Pedro Quintela d’ Oliveira encontrei alguns dados sobre a antiga rua do Saco. 
“A designação toponímica desta artéria deve-se, muito provavelmente, à sua configuração específica - abre em ângulo reto a partir da fachada lateral da antiga biblioteca municipal, (Praça Camões), e não tem qualquer saída, formando um L invertido, por esta razão assemelha-se a um saco, dai a sua dominação. Este arruamento pertence, provavelmente ao século XVI, embora o registo documental mais antigo remonte a um processo inquisitorial de 1628. 
Esta artéria desviou o curso normal da sua história, como espaço público, quando um vereador em exercício, António César de Abrunhosa, requereu em 1890 a supressão do beco denominado rua do Saco (…) no sitio em que uma das suas casas confina com o edifício dos Paços do Concelho. 
Na origem deste pedido está a aquisição de todos os prédios com servidão desse local, pelo conhecido comerciante da praça albicastrense.
A Câmara discutiu o assunto e aceitou a perdição. Em 1927 o espaço passou de vez para a posse da família Abrunhosa, com a autorização dada pela nossa autarquia para a instalação de um portão na entrada da velha rua”.

Resta acrescentar que nesta rua, terá nascido um dos mais ilustres albicastrenses de sempre. Segundo J. D. Porfírio Silva no seu livro.”Memorial Cronológico e Descritivo Da Cidade de Castelo Branco” editado em 1838, consta o seguinte sobre esta rua: “O Cardeal da Mota, que nasceu na rua do Saco em umas casas próximas ao celeiro da comenda, aos 4 de Agosto de 1685”.

O ALBICASTRENSE

segunda-feira, maio 02, 2022

ENCICLOPEDIA ALBICASTRENSE

ALBERGARIA DE SANTA EULÁLIA

No dia 2 de Abril de 1431, foi construído, em Castelo Branco, a Albergaria de Santa Eulália, situada na Rua dos Ferreiros, entre a Porta da Vila e a Rua do Postiguinho de Valadares.
Esta Albergaria estava equipada com camas e uma cozinha, a fim de facultar aos viajantes, dormidas, comida e  água, durante três dias.


Dava ainda pousada aos peregrinos, devotos e penitentes, que seguiam as Rotas de São Tiago de Compostela, Bouloge, Guadalupe, São Vicente do Algarve e outros lugares de piedade romagem. 
Dava ainda guarida aos doentes, aos leprosos (para o que tinha anexa uma Gafaria) e aos desamparados da sorte. Tanto a Capela, como o Morgadio, foram decaindo, até que foram extintos e liquidados em 1866.
Quando o largo do Postiguinho foi requalificado através das obras do Polis, apareceram num recanto do largo, ruínas que se pensa serem dessa antiga albergaria.
O ALBICASTRENSE

sábado, abril 30, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XXV)

CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS



Vigésima quinta  publicação da rubrica: Imagens do passado e do presente da terra albicastrense"

(VISTA DA RUA DA S. DA PIEDADE).  




Cerca de 70 anos separam estas duas imagens. Ao olharmos para estas duas imagens, até nos custa a crer que se trata do mesmo local.

Resta acrescentar que eu ainda conheci o local, como a imagem antiga o mostra.

O ALBICASTRENSE

quinta-feira, abril 28, 2022

PISTA DE PATINAGEM DO CCCCB - ( réplica )

               PISTA DE  PATINAGEM DO CCCCB

                         "TER RAZÃO  ANTES DO TEMPO"


Muitas vezes aqui afirmei que a construção da pista de patinagem tinha sido uma autêntica estupidez, burrice, que só os intervenientes na sua construção não quiseram enxergar. A utilização da referida pista ao longo dos anos, foi uma autêntica desilusão, pois raramente por ali vi gente a utiliza-la.


Agora constata-se que a sua construção foi uma cabeçada, por isso, os responsáveis que atualmente ocupam os lugares dos cabeçudos construtores, vão requalificar a dita cuja, pois a pobre coitada não serviu para nada...
Tudo muito simples, porém, como este albicastrense tem memória e não gosta de comer gato por lebre (pelo menos que eu saiba), não posso deixar de perguntar a quem agora tomou a decisão de desmantelar a “desgraçada” o seguinte:


Quem alçou uma pista  de patinagem - coisa  que custou uma pipa de massa - que nunca serviu para nada, não deveria ser chamado a contas pelo desperdício do dinheiro de todos nós?
Contudo, nem tudo é negativo no "manda abaixo da pobre coitada”. Pois a sua requalificação, poderá  permitir colocar no local algo de verdadeiramente útil e interessante para aquele local.

Diz a notícia, que vão contactar o autor do CCCCB para descortinar o que pode e deve ser feito naquele espaço. Confesso que até já estou a "tiritar" com as possíveis soluções para o local. Tenho para mim, que os albicastrenses não necessitam que um qualquer figurão lhe diga o que gostariam de ver no pátio da antiga “desgraçada”, por isso, lanço aos albicastrenses o seguinte desafio: 
                     
QUE GOSTARIAM OS ALBICASTRENSES
  DE VER NAQUELE LUGAR?

Espaço que poderia chamar-se: “Pátio dos Poetas e Escritores da Terra Albicastrenses”, local onde estariam as obras desses ilustres. 
Como tenho opinião e gosto de a declarar publicamente, eu confesso desde já, que gostaria de ver morar no pequeno pátio onde reside a desgraçadinha, um pequeno espaço vanguardista dedicado aos escritores e poetas albicastrenses. 
Aos albicastrenses peço para se pronunciarem sobre o que gostariam de ver no local, pois se ficarem mudos, surdos ou virarem a cara para o outro lado, correm o risco levar com outra desgraçadinha nas ventas.
                                                      O ALBICASTRENSE

quarta-feira, abril 27, 2022

PISTA DE PATINAGEM DO CCCCB

TER RAZÃO ANTES DO TEMPO


"PISTA DE  PATINAGEM DO CCCCB"

 

Muitas vezes aqui afirmei que a construção da pista de patinagem tinha sido uma autêntica estupidez, burrice, que só os intervenientes na sua construção não quiseram enxergar. A utilização da referida pista ao longo dos anos, foi uma autêntica desilusão, pois raramente vi por ali gente a utiliza-la.

Agora constata-se que a sua construção foi uma cabeçada, por isso, os responsáveis que atualmente ocupam os lugares dos cabeçudos construtores, vão requalificar a dita cuja, pois a pobre coitada não serviu para nada... Tudo muito simples, porém, como este albicastrense tem memória e não gosta de comer gato por lebre (pelo menos que eu saiba), não posso deixar de perguntar a quem agora tomou a decisão de desmantelar a “desgraçada” o seguinte:

Quem alçou uma pista  de patinagem - coisa  que custou uma pipa de massa - que nunca serviu para nada, não deveria ser chamado a contas pelo desperdício do dinheiro de todos nós?

Contudo, nem tudo é negativo no "manda abaixo da pobre coitada”. Pois a sua requalificação, poderá  permitir colocar no local algo de verdadeiramente útil e interessante para aquele local.

Diz a notícia, que vão contactar o autor do CCCCB para descortinar o que pode e deve ser feito naquele espaço. Confesso que até já estou a "tiritar" com as possíveis soluções para o local. Tenho para mim, que os albicastrenses não necessitam que um qualquer figurão lhe diga o que gostariam de ver no pátio da antiga “desgraçada”, por isso, lanço aos albicastrenses o seguinte desafio: 

                         QUE GOSTARIAM OS ALBICASTRENSES
                                DE VER NAQUELE LUGAR?
Como tenho opinião e gosto de a declarar publicamente, eu confesso desde já, que gostaria de ver morar no pequeno pátio onde reside a desgraçadinha, um pequeno espaço vanguardista dedicado aos escritores e poetas albicastrenses. 
Espaço que poderia chamar-se:Pátio dos Poetas e Escritores da Terra Albicastrenses”, local onde estariam as obras desses ilustres. 
Aos albicastrenses peço para se pronunciarem sobre o que gostariam de ver no local, pois se ficarem mudos, surdos ou virarem a cara para o outro lado, correm o risco levar com outra desgraçadinha nas ventas.

O ALBICASTRENSE

quarta-feira, abril 20, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XXIV)

  CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS


Vigésima quarta  publicação da rubrica:Imagens do passado e do presente da terra albicastrense"

"Vista de parte da cidade, captada quando do inicio da construção do Cine Teatro Avenida".
 

Duas imagens duas realidades bem diferentes. Setenta e poucos anos separam estas duas imagens. Olhando para elas, não posso deixar de afirmar que quase tudo mudou neste sítio. 

Será que foi para melhor? Fica a pergunta, responda quem quiser.

Estas  publicações nunca seriam possíveis, sem a velha imagem da terra albicastrense.  O meu bem-haja (a título póstumo), a todos aqueles que ao longo das suas vidas captaram estas fantásticas imagens. Pois sem eles, nunca saberíamos como era a terra albicastrense no passado.

O ALBICASTRENSE

sábado, abril 16, 2022

CASA DO FORNO DA TERRA ALBICASTRENSE

O ANTES E O DEPOIS

 

As imagens falam por si, por isso, vou limitar-me a dizer que a obra ficou bem bonitinha e agradecer a quem agora está à frente na nossa Junta de Freguesia, o trabalho realizado. 

Para o  presidente da nossa Junta, tenho a seguinte mensagem:

Amigo José Pires, a recuperação da Casa do Forno é importante,
contudo, a sua utilização é fundamental. 
 

Se tal não acontecer, tudo isto não será mais que  um tiro de pólvora seca. 

Os responsáveis pela Junta de Freguesia   têm agora a responsabilidade   de elaborar um plano de utilização da Casa do Forno, se tal não acontecer, estou convicto  que dentro de alguns anos, ela estará de novo ao abandono.

O ALBICASTRENSE

sexta-feira, abril 15, 2022

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

CENTO E DEZ ANOS DEPOIS.

No dia 14 de Abril de 1912 realizaram-se no campo de jogos do Montalvão, integrado nas festas académicas que tiveram lugar neste mesmo dia, um torneio de tiro aos pratos, corridas de atletismo, de sacos, saltos em altura e em comprimento, lançamento de pese, de disco e de dardo, bem como corridas velocípedes.
Em fim de festa, teve lugar um renhido jogo de futebol, entre duas formações que alinhavam com equipamentos brancos e amarelos, tendo vencido a equipa canarinha, por três bolas a duas, razão porque recebeu uma taça de prata, que foi oferecida pelas damas Albicastrenses. Esta é a notícia mais antiga, respeitante a um jogo de futebol, realizada em Castelo Branco. 
                             Recolha de dados jornal “Reconquista”
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, abril 14, 2022

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

CASTELO BRANCO A CORES E A PRETO E BRANCO

VISTA DE UMA ALAMEDA QUE JÁ TEVE VÁRIOS NOMES AO LONDO DOS TEMPOS.
 HOJE TEM O BONITO  NOME DE:  ALAMEDA DA LIBERDADE 
                                                          (Imagem colarizada por V, Bispo)
O ALBICASTRENSE

terça-feira, abril 12, 2022

                               RUA HISTÓRICA VAI SER REABERTA


A notícia é sem duvida uma óptima noticia, o pior, é sabermos se os albicastrenses devem lançar desde já os foguetes, ou, se devem esperar pela execução da obra. 

Nos últimos anos muitas foram as obras anunciadas, todavia, muitas delas ainda hoje não saíram do papel. Pondo de parte este “pequenino” pormenor, esta é uma iniciativa a que eu não posso deixar de tirar o chapéu, pois, abrir a antiga rua que dá passagem para a nossa zona histórica, é sem duvida uma favorável ideia. 
PS. Para dar alguma graça a este assunto, nada melhor que ler a crónica "Retratos" da autoria de “JC”, publicada no Jornal Reconquista . 

O ALBICASTRENSE

sábado, abril 09, 2022

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE

QUEM FOI JOÃO CARLOS ABRUNHOSA, PARA QUE A AUTARQUIA ALBICASTRENSE TENHA  COLOCADO O SEU NOME NA ANTIGA RUA DA FERRADURA? 

No livro: "A Misericórdia de Castelo Branco" da autoria de H. Castro e Silva, encontrei dados sobre este ilustre albicastrense. Foi um dos maiores beneméritos da Santa Casa de Misericórdia da terra albicastrense. Tentei saber quando foi feita a mudança de nomes. porém, não encontrei resposta.


Em 2001 foi inaugurado na Santa Casa de Misericórdia, o Centro Comunitário João Carlos de Abrunhosa, assim designado, em honra  ao benemérito. O referido centro encontra-se sediado nas antigas instalações do Centro de Saúde Mental de Castelo Branco.
O Edifício é composto por dois Pavilhões ligados entre si e tem capacidade para 69 idosos e acordo de Cooperação com a Segurança Social para o mesmo número.
Tem na sua envolvente um agradável espaço com muitas árvores, uma pequena quinta e uma zona de lazer com bancos e mesas árvores, uma pequena quinta e uma zona de lazer com bancos e mesas e com muitas sombras.

                                                           O ALBICASTRENSE

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

Recuperar e pintar antigas imagens da terra albicastrense, dá-me uma enorme satisfação.  Quando “apanho” uma antiga imagem da terra albicast...