domingo, junho 28, 2020

O NOSSO CHAFARIZ DE SÃO MARCOS

RECUPERAÇÃO DO CHAFARIZ DE SÃO MARCOS


As obras referentes á recuperação do velhinho chafariz de S. Marco estão a avançar, dentro de algum tempo, poderemos passar por ali sem ter que voltar a cara para o outro lado.


Confesso que estou ansioso pelo final das obras, pois, tal como já disse interiormente, penso ter contribuído juntamente com outros albicastrenses, para a recuperação desta nossa pérola.
Proponho ao meu amigo Abílio, a realização de uma festança após a finalização das obras.
Se tal for possível, lá estarei para beber um branquinho e comer um pastelinho de bacalhau (se a autarquia pagar a festinha, posso  até beber dois copitos e papar dois pastelinhos).
Vamos aguardar para lançar  foguetes. 
O ALBICASTRENSE

sábado, junho 27, 2020

TIRAS HUMORÍSTICAS - "BIGODES E COMPANHIA"

Após uma longa ausência motivada pela vontade de nada fazer, a dupla “Bigodes e Companhia”, resolveu envolver-se no  emaranhado  da vida real albicastrense: "Eu daqui não saio, daqui ninguém me tira".


O nosso presidente que me desculpe esta graça sem graça, mas a alforria da dupla maluca, obriga-me a dar-lhes tempo de antena.
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, junho 25, 2020

TRISTEZAS NA TERRA ALBICASTRENSE

UM  BONITO PRÉDIO  AO ABANDONO
(😒😒😒😒😒😒😒😒😒😒)
Muitos foram já os velhos prédios recuperados nos últimos anos, na terra albicastrense. Quem passar pelas ruas das Damas, dos Prazeres, de S. Tiago, de Francisco Tavares Proença Júnior e muitas outras, facilmente constata esse facto, todavia ainda existem muitos velhos prédios para recuperar.
As imagens aqui publicadas mostram um velho e bonito prédio de que já aqui falei várias vezes, infelizmente, esses alertas não serviram de nada, pois ele continua a deteriorar-se todos os dias, sem que nada seja feito para o recuperar.
Este bonito prédio que tem parecenças com o “Ferrinho de Engomar” da autoria de Sales Viana, merece mais que o abandono a que foi sujeito, por isso, rogava aos responsáveis da nossa autarquia para que tomem medidas sobre a miserável situação em que ele se encontra.
Se nada for feito, um dia destes o tecto da varanda que rodeia todo o prédio, pode ruir e cair em cima de quem por ali passar, quem vamos nós depois culpar se tal acontecer?

VALE MAIS PREVENIR QUE REMEDIAR, POR ISSO, VAMOS LÁ TOMAR MEDIDAS PARA AJUDAR ESTE BONITO PRÉDIO.


PS. Uma pergunta para quem quiser responder: 
Quem devem os albicastrenses responsabilizar, por este e outros prédios ao abandono? 
Não deixem de opinar sobre esta questão, pois, só através do nosso descontentamento quem decide ira tomar medidas para resolver esses abandonos.
O ALBICASTRENSE

terça-feira, junho 23, 2020

REVISTA DE CULTURA 
"ESTUDOS DE CASTELO BRANCO"
(Publicações, 1961- 2007)

O NOME DE CASTELO BRANCO 
EM LATIM. Por, José Geraldes Freire

 O ALBICASTRENSE

sábado, junho 20, 2020

A TERRA ALBICASTRENSE NO FINAL DO SÉCULO XVIII - (V)



 Rol dos Confessado da freguezia da Santa Sé desta cidade de Castello Branco na Quaresma do prezente anno de 1794.

TRABALHO DA AUTORIA
DO CORONEL VASCO DA COSTA SALEMA.
"COSTUMES SOCIAIS - (III)"

(Continuação)
Para não alongarmos demasiadamente não fazemos qualquer referencia a quem tinha  dois ou, menos criados.
Naquele tempo começava-se a trabalhar muito novo, por isso, encontramos no manuscrito um barbeiro, um caixeiro e um sapateiro só com 9 anos (fogos nº 191, 197, e 318); uma criada de 6 anos e outra de 7 anos (fogos nº 309 e 456), além de muitos outros com pouco mais.

De entre todas as mulheres da freguesia o Vigário só a 33 dá o tratamento de Dona e nem sempre a todas as Senhoras da mesma família, pelo que será interessante pormenorizar aquelas que têm essa honra.
Assim: D. Josefa Luísa, mulher do proprietário Jacinto Xavier, mas não a mãe desta Senhora, viúva que com ela vivia, nem a filha de 18 anos (fogo nº 121); 
D. Mariana Pereira de Araújo, proprietária e viúva (fogo nº 171); 
D. Ana, filha do Capitão de Ordenanças J. A. Pancas, de 18 anos, mas não a sua mãe Teresa Angelica, mulher do referido Capitão (fogo nº 184);
D. Leonor Pereira, mulher do Capitão de Ordenanças J. P. Tavares, e suas filhas D. Leonor e D. Ana, de 17 e 15 anos (fogo nº 185);
D. Isabel Joaquina, mulher do escrivão M. J. Freire, e sua filha D. Caetana, de 17 anos, mas não suas irmãs que com ela viviam (fogo nº 192);
D. Francisca Josefa de Sousa e suas irmãs D. Isabel, D. Joaquina, D. Joana e D. Caetana (fogo nº 325);
D. Caetana Rosa, irmã de José Tudela de Castilho, e suas sobrinhas D. Maria Luisa e D. Ana Gualdina (fogo nº 348); 
D. Maria Joaquina da Silveira, solteira, de 20 anos, e sua irmã D. Francisca, de 9 anos (fogo nº 380);
António José Rodrigues, casado com Leonor Jacinto, vendedeira com 4 filhos de 6 anos para baixo; Manuel de Fontes, casado com Ângela Maria Saldanha e com 5 filhos, de que o mais, de 9 anos, já está apontado, como barbeiro; e João António, casado com Isabel Joaquina, que apesar de só ter um filho de 2 anos, não dispensa ter uma criadita de 12 anos (fogo nº 21, 191 e 529).
D. Joana Teresa d’ Ordaz, viúva, sua filha D. Ana Josefa e sua tia D. Joana Maria (fogo nº 391); D. Barbara Correia, D. Margarida e D. Felícia Antónia, três senhoras solteiras, de 70, 60 e 50 anos, que viviam sozinhas na Rua dos Ferreiros (fogo nº 411);
D. Helena Bernarda, mulher do Dr. F. J. de Carvalho Freire, e suas filhas D. Mariana, D. Ana e D. Joana, respetivamente de 14, 10 e 3 anos de idade, mas não sua mãe Catarina de S. José, viúva (fogo nº 420);
D. Maia Joaquina, irmã de A. A. Boderozo , e sua prima D. Joana Madalena (fogo nº 430); D. Maria Bernarda, mulher do Capitão de Auxiliares F. J. dos Santos, mas não a irmã deste, Isabel Josefa, de 56 anos (fogo nº 44);
D. Joana Antónia, mulher do advogado Dr. M. Rodrigues Beja, e sua filha D. Maria de 9 anos, mas não a filha Joana, de 2 anos, nem Maria Brizida de 18 anos, possivelmente filha de um primeiro casamento do seu marido (fogo nº 542): 
A diferença de idade entre os cônjuges é, por vezes, muito grande, chegando-se a encontrar uma diferença de 34 anos, a mais, do marido em relação à mulher e também 34 anos, a mais, da mulher para o marido (fogos nº 486 e 332).
Entre marido e mulher encontram-se diferenças de idade de mais de 15 anos e até 20 em 14 casais, com 20 até 30 anos de diferença dez casais, com 30 ou mais anos de diferença há, ainda três casais.
Não admira pois, que haja tantas viúvas, como logo no  inicio deste comentário se assinou. Entre mulher e marido havia diferenças de mais de 15 anos e até 20 há em seis casais, com 20 anos um, com 34 anos também há outro.

Note-se, ainda, que da leitura do manuscrito se depreende pela idade dos filhos, que algumas mulheres casaram muito novas, quatro aos 14 anos ou antes, quatro aos 15 e uma aos 16.
(Continua)
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, junho 18, 2020

RELÓGIO DA TERRA ALBICASTRENSE


A HISTÓRIA DO RELÓGIO 
DA
TERRA ALBICASTRENSE

No dia 16 deste mês, publiquei no meu facebook, uma imagem onde se  pode ver o relógio da terra albicastrense, imagem que mereceu comentários bastante interessantes sobre esta nossa pérola. 
Manuel A. de Morais  Martins nascido em Castelo Branco em 1918, escreveu em 2004, um livro (1º volume), que tem por título; “Castelo Branco, Um Século na Vida da Cidade 1830 - 1930”. Num dos capítulos do livro, conta-nos a historia do nosso relógio, história que não podia deixar de aqui colocar, pois, a grande maioria dos albicastrenses desconhece a história do relógio da sua terra.m
MANUEL  A.  DE  MORAIS  MARTINS
Publicou em 2004 o 1º volume de; "Um século na vida da cidade" (sobre a história de Castelo Branco entre 1830 e 1930). Em 2010, publicou o segundo volume desta fantástica história. 
Manuel A. de Morais Martins, nasceu a 2 de Fevereiro de 1918 em Castelo Branco, faleceu em Lisboa no dia 21 de Maio de 2015. Era diplomado pela antiga Escola Superior Colonial (1939) e licenciou-se em Ciências Sociais e Política Ultramarina, em 1958. Com o doutoramento em Ciências Sociais no ISCSP, da Universidade Técnica de Lisboa (1986). Foi docente de várias cadeiras na área das Ciências Sociais. Exerceu funções no Quadro Administrativo de Angola (1945-60) e foi membro do Governo como Secretário-Geral (1962-1967).
O ALBICASTRENSE

terça-feira, junho 16, 2020

A TERRA ALBICASTRENSE NO FINAL DO SÉCULO XVIII - (IV)




 Rol dos Confessado da freguezia da Santa Sé desta cidade de Castello Branco na Quaresma do prezente anno de 1794.


TRABALHO DA AUTORIA
DO CORONEL VASCO DA COSTA SALEMA.

"COSTUMES SOCIAIS - (II)"



(Continuação)
Também havia quem possuísse três criados, exatamente onze famílias: 
a viúva e proprietária Luísa Maria, moradora na Corredoura, com seus filhos os Rev. Manuel d’Azevedo e José Alves de Azevedo e João de Azevedo, Maria de Azevedo e Ana Joaquina de Azevedo, um criado e duas criadas (fogo nº 1); 
José Jorge que, no Arrabalde dos Oleiros, “vive de sua lavoura” com sua mulher Maria da Conceição, dois criados e uma criada (nº 61); 
o Dr. José dos Reis Teixeira que, com sua mulher Rita Maria e três criados, habitava no Arrabalde de S. Sebastião (fogo nº 172); 
o viúvo e “Homem de Negócios” José Vaz da Cunha, pai de José Vaz e Luís, mercadores, e de Diogo, Rosa e Antónia, vivia no mesmo Arrabalde, com um criado e duas criadas (fogo nº 176);
o Capitão de Ordenanças José Agostinho Pancas que tinha um criado e duas criaditas e morava também no referido Arrabalde com sua mulher Teresa Angélica e seus filhos, José mercador, D. Ana João e António (fogo nº 184); 
um criado e duas criadas serviram a viúva Brizida Sanches que no seu lar tinha a irmã Maria Nunes e seus filhos Maria Sanches e Francisco José Magro, boticário, casado com Maria Joaquina, de quem tinha dois filhos, José e Isabel (fogo nº 324); 
a sereeira Maria Luísa, viúva, moradora ao Relógio, tinha também três criadas, mas decerto a serviam no seu ofício e não no arranjo da sua casa (fogo nº 333); 
servido por um ganhão e duas criadas havia, ao Relógio, o negociante Eusébio Pereira, casado com Maria da Conceição, pais de João, António, Ana, e Leonor (fogo nº 340); 
o Corregedor da Comarca, Dr. Aires António de Sales Ribeiro, que habitavam, sem mais família numa casa da Rua dos Ferreiros, precisava de um escudeiro, um criadito e mais um criado que, por ser casado, tinha casa própria  (fogo nº 404 e 321), 
o Juiz de Fora da cidade, Dr. Gervásio José Pacheco, que morava na Rua d’Ega com uma afilhada de 5 anos, Isabel, tinha além de um escudeiro, duas criadas (fogo nº 492); 
e por ultimo, o advogado Dr. Manuel Rodrigues Beja, casado com D. Joana Antónia, vivia na Rua do Caquelé com seus filhos D. Maria, Francisco, João, e Maria Brizida, e com um criadido e duas criadas (fogo nº 542). 
(Continua)
O ALBICASTRENSE

sexta-feira, junho 12, 2020

quinta-feira, junho 11, 2020

PLACAS TOPONÍMICAS DA TERRA ALBICASTRENSE


BAIRROS DA TERRA ALBICASTRENSE


Uma verdadeira tristeza, é o mínimo que se pode dizer das pobres e tristes placas toponímicas, dos bairros da terra albicastrense.

Pobres ilustres, que em tão desgraçadas placas toponímicas  colocaram   os seus nomes.

Para quando a substituição desta pobreza franciscana?

O ALBICASTRENSE

terça-feira, junho 09, 2020

CHAFARIZ DE SÃO MARCOS



As obras de recuperação do nosso velhinho chafariz de S. Marcos, estão a decorrer a bom ritmo, como se pode constatar pelas imagens aqui publicadas.

Tal como já disse anteriormente, esta não é a recuperação que eu ambicionava, pois tinha encaixado na cachimónia, que o tanque do velho chafariz iria ficar totalmente visível, infelizmente quem manda sentenciou ir por outro caminho.
Independentemente desta minha discordância, confesso que estou sôfrego pelo fim das obras, uma vez que considero que esta recuperação também é um pouco minha e de todos aqueles que nos últimos anos barafustaram contra a miserável situação em que ele se encontrava.  Vamos aguardar pelo fim das obras de recuperação desta nossa pérola, para depois vermos se lançamos foguetes ou se pelo contrario, vamos ficar amuados pelo resultado final.  
O ALBICASTRENSE

domingo, junho 07, 2020

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE - RUA SPORT BENFICA E CASTELO BRANCO

 UM CLUBE QUE MUITO ORGULHA
 A TERRA ALBICASTRENSE

Recentemente ao passar perto do Lidl, reparei no nome de uma rua que fica bem perto desta superfície comercial, rua Sport Benfica e Castelo Branco. Palavra que fiquei de boca aberta, pois desconhecia por complete esta homenagem a um clube que bem merece esta veneração.
Que eu tenha conhecimento, na terra albicastrense haverá poucas ou nenhumas ruas com nomes de gente ligada ao desporto. 
Tentei por isso, encontrar ruas com nomes de ilustres albicastrenses ligados à área desportiva, infelizmente não encontrei nenhuma. Não terá havido ninguém que ao longo dos tempos que se tenha destacado na área desportiva na terra albicastrense?
Se alguém souber de ruas da terra albicastrense que ostentem nomes de gente ligada ao desporto, agradeço desde já a sua divulgação.

SPORT BENFICA E CASTELO BRANCO
Em 24 de Março de 1924, a cidade de Castelo Branco viria a ser palco da criação de uma equipa de futebol, a sétima filial do Sport Lisboa e Benfica, com a designação “Onze Vermelho Albicastrense”, numa altura em que o futebol começava a dar os primeiros passos no distrito.
Nesta época, esta equipa era constituída maioritariamente por jovens da cidade, com apenas uma grande paixão por este desporto e uma vontade enorme de defender as cores da cidade. Mais tarde, por volta de 1934-1936 este clube uniu-se a mais alguns das cidades vizinhas para criar os alicerces da Associação de Futebol de Castelo Branco sendo que esta viria a ser fundada mais precisamente em 22 de Março de 1936.
Nos finais de 1936, com a realização do primeiro Campeonato Distrital de Futebol de Castelo Branco a equipa surge com um novo nome, “Sport Lisboa e Castelo Branco”, o qual viria a participar nas primeiras 12 edições do Distrital. Após diversos anos a lutar, a ilustre equipa de Castelo Branco aparece na época de 1947/48 entre as equipas da 2ª Divisão ainda com mesmo nome.
A equipa aparece 2 épocas mais tarde em 1949/50 na 3ª Divisão com um novo nome, “AD Castelo Branco”. Em 1952/53 adopta o nome que até hoje subsiste, “Sport Benfica e Castelo Branco”. Em 1959/60, o Benfica e Castelo Branco conseguiu atingir um dos pontos mais altos da sua história, quando se sagrou campeão nacional da 3ª Divisão pela primeira vez. A final disputou-se em Leiria com o Sacavenense, tendo o Benfica ganho por 2-1.
O Benfica e Castelo Branco teve mais momentos marcantes, sendo um deles a presença na Segunda Divisão de Honra de 1990 a 1993. O seu melhor registo nesta altura, foi na época 1990/91 quando se classificou em quinto lugar. A partir daí o clube conquistou diversos prémios entre os quais se destacam os títulos de Campeões Nacionais da 3ª Divisão Série D em 2000/01, 2003/04 e 2011/2012. Presentemente, o clube compete no Campeonato de Portugal, onde tem sido um dos principais clubes a lutar pela subida, tendo obtido bons resultados nas últimas temporadas.
                       O ALBICASTRENSE

sábado, junho 06, 2020

CINEMA NO PARQUE DA CIDADE

RECORDANDO O PASSADO

Um bilhete que me fez sorrir e exclamar, 10$00 escudos para ver um filme!!!
Confesso que tenho muitas saudades desse tempo, tempo em que encostado ao gradeamento que separava o peão dos lugares sentados, vi filmes que ainda hoje recordo.

Muitos foram os filmes a que assisti no cume das árvores, árvores situadas no exterior do espaço do cinema, depois, como arrumador das cadeiras do cinema, e mais tarde, como elemento do bar do Castilho. O cinema Francês e Italiano eram nessa altura o que mais se via em Portugal.
Jean Marais, Lino Ventura, Jean Paul Belmonto, Louis de Funés, Alain Delon, Brigite Bardot, Marléne Jobert, Jean Gabin, Anni Girardot, Simone Signoret, Jeanne Moreau (uma das minhas atrizes preferidas), eram nessa altura algumas das maiores estrelas do cinema Francês.
Gian Maria Volonté, Giuliano Gemma, Marcelo Mastroianni, Totó, Ugo Tognazzi, Vitorio Gasman, Giulietta Masina, Gina Lollabrigida e Sofia Loren, eram nessa altura as grandes estrelas do cinema Italiano.
No início do primeiro mandato do actual presidente (Luís Correia), foi prometido que durante o verão talvez fosse possível a passagem de filmes no Parque da Cidade, infelizmente tal promessa caiu em saco roto. A minha pergunta é a seguinte: se tal acontecesse ou vier a acontecer os albicastrenses adeririam a estas sessões cinematográficas?
O Albicastrense

O AMOR E A MORTE... NOS ANTIGOS REGISTOS PAROQUIAIS ALBICASTRENSES – (17)

Por Manuel da Silva Castelo Branco XIII - QUANDO A GUERRA BATE À PORTA.  II Parte - A Guerra da Sucessão de Espanha (1704).    Nos seis Ass...