terça-feira, dezembro 13, 2011

AMATO NA CIDADE AMADA


Tal como aqui anunciei, realizou-se entre os dias 10 e 12 de Novembro em Castelo Branco, o Congresso; “500 anos – os saberes intemporais de Amato Lusitano”.
Durante o referido congresso, foi distribuída uma pequena revista que tem por título; “Amato Lusitano nos Caminhos do Mundo”.
Dos vários artigos publicados nessa pequena revista, escolhi para mais um poste, um que tem por título; “Amato na cidade amada”, da autoria de Pedro Salvado.

O Albicastrense

domingo, dezembro 11, 2011

EXPOSIÇÃO/ ANTIGO EDIFÍCIO DOS CTT



ONDE MORA A DIFERENÇA
(25 de Novembro a 5 de Fevereiro)
A pintura alemã em evidência no antigo edifício dos CTT. Vá até lá, pois, além de deixar descansar o “computa”, vai ainda ter a oportunidade de ver uma boa exposição.
Exposição que põe em evidência o antes e o depois da unificação alemã, na pintura do último meio século.
Uma boa exposição, num local que muito honra a nossa terra e os albicastrenses.
Porque hoje é domingo, dê corda aos sapatos e corra até lá.
O Albicastrense

quinta-feira, dezembro 08, 2011

VELHAS IMAGENS DA MINHA CIDADE – XIX




CASTELO BRANCO ANTIGO
A imagem que coloco à descoberta dos visitantes desta vez, deverá ter cerca de cem anos.
O local que a imagem nos mostra da cidade de Castelo Branco, está hoje muitíssimo diferente, contudo, se a observar-mos com olhos bem abertos, iremos encontrar nela vestígios que ainda hoje podemos ver no local.
Para muitos, esta velha imagem será certamente alguma coisa de outros tempos, contudo, se imagens como esta não existissem, como poderíamos nós observar a velha urbe albicastrense dos nossos antepassados?
NOTA EXPLICATIVA SOBRE ESTES POSTES.
Estes postes, além de colocarem os albicastrenses a olharem para a velha urbe albicastrense, tem também a pretensão de homenagear todos aqueles que ao longo dos tempos, captaram estas velhas imagens. Para este albicastrenses:
Fotografar o passado e o presente,
é acima de tudo, guardar recordações
para as gerações futuras.
PS. Tal como das outras vezes, as respostas certas só serão publicadas dois ou três dias depois, para que todos possam responder.
O Albicastrense

terça-feira, dezembro 06, 2011

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS - LIV

A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940. A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).
O texto está escrito, tal como foi publicado.
Os comentários do autor estão aqui na sua totalidade
.
(Continuação)
A acta de 20 de Novembro de 1791, depois de dizer quem assistiu à sessão, começa assim:
Nesta Vereação a que foram convocados a Nobreza e Povo dos lugares de Alcains e Louza para responderem a hum requerimento que os Procuradores dos referidos Lugares fizeram a Sua Magestade para que lhes concedesse o levantarem o dinheiro que se achava com que tinhão concorrido para as Pontes dos Rios ocreza e Alvito e sendo lido aos mesmos o referido requerimento disserão que elles convinhão nelle pella necessidade que tinhão os da Louza de dinheyro para continuar a obra da Torre da Igreja que ha pouco se tinha rematado, e os de Alcains para acabarem a obra de Sàchistia da sua Igreja, e de como assim o disseram assignarão”.
E lá aparecem as assinaturas; que são quinze da Lousa, das quais seis são de cruz, e apenas três de Alcains.
Parecia, pois, que ocaso estava arrumado, que o pedido estava deferido e que o dinheiro lá ia para a torre da igreja da Louza e para a sacristia da igreja de Alcains.
Não aconteceu, porém assim. Depois das assinaturas da “Nobreza e Povo”, acta continua e reza assim:
Continuando esta Vereação respondem os oficiais da Camara que visto a grande necessidade em que esta Cidade e sua Comarca de achava das Pontes para que se acha depozitado o dinheiro que pretendem levantar os Procuradores dos Lugares da Alcains e Louza considerando tãobem que as obras particulares e veluntarias que aquelles pretendem fazer não devem nunca prevalecer ás obras publicas e de tanta nescessidade como as ponderadas, não covinhão no seu requerimento muito principalmente por se não achar obra das Pontes prohibida mas somente sustada e pella dificuldade e demora que ha de haver em se tornarem a fintar os Povos quando Sua Magestade mande continuara a referida obra”.
Estava de há muito resolvido construir as pontes da Ocreza e do Alvito. Tinha-se juntado para elas o dinheiro necessário por meio de uma finta que abrangeu todos os povos da cidade e seu termo, tinham sido arrematadas as respectivas obras. Mas o governo tinha mandado que se não levassem por diante até segunda ordem. Os motivos são fáceis de adivinhar: tinha-se andado em guerra com os espanhóis, os ares estavam turvos e não era por isso conveniente que com as pontes se facilitasse a passagem de tropas estrangeiras por esse Portugal além.
Mas o facto de estarem então proibidos os trabalhos não queria dizer que eles não se fizessem, logo que a situação melhorasse; por isso, desde que se tinha juntado o dinheiro para as pontes, tivessem santa paciência os Procuradores do Povo de Alcains e Louza, deixassem-no estar onde estava, bem guardado, bem acautelado, e fizessem lá a torre e a sacristia como pudessem. Eram obras “particulares e voluntarias”, não deviam “prevalecer às publicas”.
A Nobreza e o Povo das povoações referidas com certeza deram por paus e pedras, mas não ganharam nada com isso.
(Continua)
PS. Mais uma vez informe os leitores dos postes “Efemérides Municipais”, que o que acabou de ler é, uma transcrição fiel do que foi publicado na época.
O Albicastrense

sexta-feira, dezembro 02, 2011

VELHAS PAPELARIAS E LIVRARIAS DA MINHA TERRA


PAPELARIA CENTRAL
Muitos são os velhos estabelecimentos da minha terra, que nos últimos tempos fecharam portas.
As causas que contribuíram para esse fechar de portas, são como todos nós sabemos, uma “doença” chamada: grandes superfícies.
A referida “doença”, transmite um vírus que vai enfraquecendo as “vitimas”, doentes que vão perdendo a capacidade de reagir pouco a pouco, deixando as ruas da minha terra vazias do comércio tradicional.
Porém, nem sempre a referida doença consegue os seus propósitos, por vezes, alguém resiste e diz não! Está neste caso a Papelaria Central.
A velha Papelaria Central mudou de residência, passou da rua de D. Dinis, para a rua do Pina. Tentei saber um pouco mais desta velha papelaria, após uma pequena conversa com as atuais proprietárias, fiquei a saber que a dita cuja, terá sido inaugurada na década de 60 do passado século.
O feliz acontecimento terá decorrido na antiga rua da Pequeixada, hoje conhecida por rua, D. Dinis e ali se manteve até à presente data. O felizardo pai deste nascimento, foi um tal Abílio, (segundo consta), ele terá iniciado a sua preparação para este nascimento, na extinta Papelaria e Livraria Elias Garcia, onde era empregado.
Mais de meio século depois, a papelaria central muda de poiso.
O motivo da mudança (como não podia deixar de ser), teve a ver com problemas económicos, contudo, para este albicastrense que já a visitou no novo local, esta mudança é benéfica, pois irá contribuir para que ela aguente pelo menos por mais, 50 anos.
Aos albicastrenses o autor deste blog só pode mesmo dizer: ajudar o comércio tradicional, é contribuir para que as ruas da nossa terra, deixem de ser o deserto em que alguns responsáveis políticos as transformaram, para as converteremos em locais de vida.
COMPRE UM LIVRO, CADERNO OU JORNAL, NA PAPELARIA CENTRAL....
Este bem podia ser o slogan para espicaçar os albicastrenses, a visitar a Papelaria Central.
O Albicastrense

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS - NOVOS DE CASTELO BRANCO - (IX)

  POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO NONA PUBLICAÇÂO: Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi voltar...