quarta-feira, março 09, 2022

PRESIDENTES DA AUTARQUIA ALBICASTRENSE AO LONGO DOS TEMPOS.

LISTA DE TODOS OS PRESIDENTES DA CÂMARA  MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO 
(1936/2021)



PRESIDENTE DA COMISSÃO ADMINISTRATIVA:
José Aristides Guedes da Silva, 1936-1937


 PRESIDENTES EFECTIVOS: 

Augusto Duarte Beirão, 1937-1959
Manuel Domingues Carreto, 1959
António Liberato de Oliveira, 1962-1970
Manuel da Silva Castelo Branco, 1970-1974


PÓS 25 DE ABRIL DE 1974:

 Presidente da Comissão Administrativa.
Armindo Gonçalves Ramos, 1974-1976


PRESIDENTES  EFECTIVOS ELEITOS:

Armindo Gonçalves Ramos, 1976-1979 
Eleito pelo, PS.
César Augusto Vila Franca, 1979-1997
Eleito pelo, PSD
Joaquim Morão Lopes Dias, 1997-2013
Eleito pelo, PS
Luís Manuel dos Santos Correia, 2013-2020
Eleito pelo, PS
José Augusto Rodrigues Alves, 2020-2021
Em regime de substituição, derivado à destituição de Luís Correia.  
Leopoldo Martins Rodrigues, 2021- Actual Presidente.
Eleito pelo, PS

O ALBICASTRENSE

sábado, março 05, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XVIII)

       CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS


Décima oitava publicação da rubrica:  Imagens do passado e do presente da terra albicastrense".

"NO CORAÇÃO DA TERRA ALBICASTRENSE


Duas imagens o mesmo local. Elas mostram-nos que as alterações feitas no local ao longo dos tempos, o tornaram  menos interessante. 
Uns não partilharam desta minha opinião, outros, estarão comigo, mas numa coisa estaremos todos de acordo, a imagem antiga transmitia muito mais beleza ao local.

Estas  publicações nunca seriam possíveis, sem as antigas imagens da terra albicastrense. O meu bem-haja (a título póstumo), a todos aqueles que ao longo das suas vidas captaram estas fantásticas imagens. Sem eles, nunca saberíamos como era a terra albicastrense no passado.
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, março 03, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XVII)

    CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS

Décima sétima publicação da rubrica:  Imagens do passado e do presente da terra albicastrense".

"NO CORAÇÃO DA TERRA ALBICASTRENSE".
As imagens desta publicação, mostram-nos um local da terra albicastrense, onde muita coisa mudou ao longo dos tempos. 

A imagem antiga terá sido captada nos anos 50 do passado século. A mesma foi-me oferecida pelo seu autor; José Delgado Nunes

Conheci o local como a imagem antiga o mostra, por isso, não posso deixar de dizer que esta imagem me faz sorrir pelas recordações que ela me transmite.

                    

                                        O ALBICASTRENSE

terça-feira, março 01, 2022

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – CXLIX


A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940.

A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes)

(Continuação)
Vem a seguir a sessão de 5 de Abril.
Foi presente uma provisão do Desembargo do Povo, para que a Câmara se pronunciasse sobre um requerimento de Joaquim José Mendes Fevereiro, no qual solicitava a graça de lhe ser concedida “a propriedade exclusiva da Barca do Tejo no Porto de Malpica
A Câmara informou que a Barca tinha sido queimada em 1809, para que dela não pudesse utilizar-se o inimigo, mas que, em suma, outra barca podia fazer-se e o requerente merecia ser atendido no que pedia pagando á Câmara por ano quatro mil réis, como dantes pagava.
Vimos que a carta régia, de que constavam os nomes dos vereadores e procuradores do concelho que haviam de servir durante o resto do ano de 1811 e dai em diante ainda até ser, substituídos, foi aberta na sessão da Câmara que se realizou no dia 26 de Março.
Até então, era praxe invariavelmente aparecer os novos vereadores a tomar posse no próprio dia em que era lida a carta régia, mas desta vez não sucedeu assim: só no dia 6 de Abril é que apareceram a tomar posse e a juramente os vereadores “José da Silva Castelo-Branco, Fernando da Costa, o moço e o procurador do Concelho Fernando José de Carvalho”, e estes porque “foram chamados a Câmara”.
 Quando ao outro vereador, que era Francisco José Freire de Carvalho Falcão, o caso era outro: não esteve para se meter em trabalhos e mandou ao juiz de fora um ofício que não deixa de ser interessante e por isso o transcrevemos na íntegra.

O homem achava que a sua idade, moléstia e o desarranjo em que andava com a família, com o contrapeso de viver na sua casa de Castelo Bom, que ficava fora da Comarca, nos últimos quatro anos, bastavam para o dispensar de se meter em trabalhos de vereador; mas à cautela foi ainda invocando o seu “regimento das Caudelarias”, que o desobrigava de todo o cargo civil, politico e militar.
Palavras. O caso era outro. Os tempos corriam bicudos, os franceses ainda estavam por aqui perto e o mais seguro era andar por lá á vontade, quer na sua casa de Castelo Bom, que ficava “fora desta Comarca”, quer no Monte da Farropa, que ficava cá dentro da Comarca, mas um pouco fora do caminho que os franceses podia trilhar.
Os vereadores disseram a respeito do ofício “o declarado não é da competência desta Câmara”, mas ele foi-se deixando ficar por lá.
Nesta sessão foi ainda nomeado para “Depositário dos Novos Direitos da Comarca e papel selado” António Robalo.
(Continua)
 Aos leitores dos postes “Efemérides Municipais”.
O que acabaram de ler é uma transcrição, do
que foi publicado na época.
O Albicastrense

sábado, fevereiro 26, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XVI)

CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS
´

Décima sexta 
publicação da rubrica:  
Imagens do passado e do presente da terra albicastrense".


"UM LOCAL DA TERRA ALBICASTRENSE, ONDE O TEMPO PAROU"

As duas imagens desta publicação, foram ambas captadas por mim. A mais antiga foi captada na década de 90 do passado século, a mais recente, foi captada esta semana de propósito para esta publicação.


Ao olhar para a imagem mais antiga, não pude deixar de pensar na antiga taberna que tinha residência bem perto deste portão, taberna onde por vezes ia beber com o meu irmanar António, uma boa pinguinha. Confesso que tenho muitas saudades da  taberna da Quinta Nova  e do meu irmão.


Estas  publicações nunca seriam possíveis, sem as antigas imagens da terra albicastrense. O meu bem-haja (a título póstumo), a todos aqueles que ao longo das suas vidas captaram estas fantásticas imagens. Pois sem eles, nunca saberíamos como era a terra albicastrense no passado.


O ALBICASTRENSE

sexta-feira, fevereiro 25, 2022

O PASSADO E O PRESENTE - (XV)

 CASTELO BRANCO ATRAVÉS DOS TEMPOS
´
Décima quinta publicação da rubrica:  
Imagens do passado e do presente da terra albicastrense".

"A DEVESA DA TERRA ALBICASTRENSE ATRAVÉS DOS TEMPOS" 


A DEVESA DA TERRA ALBICASTRENSE É NA MINHA OPINIÃO, UM DOS LOCAIS MAIS QUERIDOS DOS ALBICASTRENSES.

As duas imagens desta publicação, dizem-nos que independentemente de haver cerca de 113 anos entre elas, facilmente qualquer albicastrense identificava o local se lhe mostrassem apenas a imagem mais antiga.
Estas  publicações nunca seriam possíveis, sem as antigas imagens da terra albicastrense. O meu bem-haja (a título póstumo), a todos aqueles que ao longo das suas vidas captaram estas fantásticas imagens. Pois sem eles, nunca saberíamos como era a terra albicastrense no passado.
O ALBICASTRENSE

quarta-feira, fevereiro 23, 2022

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE.

RUA DO MATADOURO


A rua do Matadouro fica como muitos albicastrenses sabem no Bairro do Cansado, todavia, estou convencido que muitos deles pouco sabem da razão desse nome.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO ANTIGO MATADOURO.
Edifício construído no Alto do Cansado, por deliberação da Câmara Municipal, presidida pelo Dr. Manuel Pires Bento, em 1904, teve por arrematante das obras José Pires, de Castelo Branco. Por 2.766$oo, a quem foram adjudicadas, em sessão de 8-6-1906. 

O jornal "Noticias de Beira",  de política contrario à Câmara, que era progressista, louvou contudo a iniciativa (29-5-1904). 
Para que o Matadouro se construísse, cobrou-se durante muito tempo um imposto especial, lançado sobre as carnes verdes vendidas em Castelo Branco. 

Cresci a pouco mais de cem metros do antigo matadouro, por ali vagueei enquanto criança e jovem. Das muitas recordações que tenho do matadouro, a mais marcante é, que em determinado dia da semana eu ia lá buscar sangue dos animais que eram abatidos, sangue que a minha mãe utilizava para fazer batatas guisadas.

                                         O ALBICASTRENSE

TRISTEZAS DA TERRA ALBICASTRENSE

TRISTEZAS DA MINHA TERRA- (V) 😡  😠  😟  😞  😝  😜  😛 Recentemente ao passar na rua Vaz Preto, como vi a porta que a muralha tem aberta, ...