CAPELA DE SÃO PEDRO
(Em 1853 a capela já não existia).
Estava num lugar em que se achava edificada, que é próximo ao chafariz de São Marcos, estão hoje edificadas algumas casas particulares. Nela se achava a irmandade de S. Pedro, que se compunha de clérigos e de alguns seculares; a qual depois de demolida a capela foi transferida, e a imagem do Santo para a igreja da Sé, e ali se dissolveu há mais de 20 anos, em consequência de umas questões sobre se deverem ou não ser levados por clérigos os irmãos seculares que faleciam.
Os poucos bens pertencentes a esta capela, foram encorpados na Igreja da Sé. Dum auto exarado no livro do Tombo a folha 27, datada de 12 de Outubro de 1753, consta a respeito desta capela o que se segue:
Os poucos bens pertencentes a esta capela, foram encorpados na Igreja da Sé. Dum auto exarado no livro do Tombo a folha 27, datada de 12 de Outubro de 1753, consta a respeito desta capela o que se segue:
- "Que ela tinha sobre a porta da entrada, que estava virada para a vila, um alpendre de quatro arcos de pedra, dois virados ao norte e dois virados ao acidente".
- "Que o seu comprimento era de 93 e meio palmos, incluindo 27 da capela mor, e a largura era de 31 e meio a do corpo, e a da capela mor de 20 ditos".
- "E finalmente, consta que também tinha três altares, o mor, e dois colaterais; e que da parte da epistola existia uma sacristia com duas janelas, e uma casa contigua, que servia para acomodações próprias".
Recolha de dados: "Memorial Cronológico e Descritivo Da Cidade de
Castelo Branco" de J. A. Porfírio Silva
O ALBICASTRENSE

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