quinta-feira, abril 16, 2015

PRIMEIRA PAGINA - (XIII)

JORNAL BEIRA BAIXA
CINQUENTA ANOS DEPOIS.....
 (18 de abril d1965 - 18 de abril de 2015)













O ALBICASTRENSE

segunda-feira, abril 13, 2015

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE - (XXVIII)

                               POR: MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO

(Continuação)
(Continua)
 O ALBICASTRENSE

sexta-feira, abril 10, 2015

VELHAS IMAGENS DE CASTELO BRANCO

A NOSSA HISTÓRIA

                                         (A Caminho da Senhora de Mércoles)
                                                     O ALBICASTRENSE

quarta-feira, abril 08, 2015

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – XCVII

A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940.
A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes
O texto está escrito, tal como foi publicado.
Os comentários do autor estão aqui na sua totalidade. 

Na sessão imediata, que se realizou no dia I de Janeiro de 1799, nomearam-se as “Just do termo que hande servir nas terras do termo desta cidade”, e já não foi pouco.

A seguir á sessão de 1 de Janeiro de 1799 vem a de 13 do mesmo ano e nela trata-se apenas do seguinte: “Atendendo as muitas queixas que fizeram os  Moradores do lugar de Alcains de que os Juizes do mesmo lugar nam cumpriam com as suas obrigacoins  em darem as coimas que sam obrigados Nomiarão para em coimador com huma testemunha tão somente na coitada do referido lugar a Domingos Bixo do mesmo lugar”.
Foi bem feito. Fecharam os olhos os senhores juizes, deixavam passar carros e carretas  em matéria de transgressões.
Pois ficavam sabendo que mais que eles ficavam valendo dai por diante o ”em coimador” Domingos Bixo, que não precisava senão de uma testemunha  para fazer valer as coimas.

A sessão seguinte realizou-se em I0 de Fevereiro. Foi  o mandado de despejo da vereação que até ai tinha servido. Abriu-se uma carta da Rainha  e encontrou-se nela a pauta dos novos vereadores, que eram: José Pessoa Tavares, José Martins Goulão e João de Mendonha Valadares. Procurador era Francisco da Silva.
Os novos vereadores reuniram-se no dia I9 em sessão e, porque não havia dinheiro para pagar às amas dos expostos, lançaram a necessária finta, que oferece esta novidade: Até aqui, Monforte vinha sempre na cabeça do rol; agora passa para o terceiro  lugar. A cidade, com a ajuda de Malpica, passa a pagar 200.000 réis, Escalos de Baixo aparece-nos com a verba de 120.000 réis e Monforte apenas com 100.000 réis.
No dia 10 de Março reuniram-se os vereadores em sessão magna com a Nobreza e o Povo, para que dissessem o que lhes parecesse justo a respeito  de uma provisão de Sua Majestade relativa a um requerimento de Manuel Mendes de Abreu,  que queria que lhe fosse concedido o partido de cirurgião com o ordenado anual de cem mil réis.
Todos acharam que estava bem assim, e por isso parecia fora de qualquer duvida que o cirurgião  Manuel Mendes de Abreu – que naturalmente era dos que nas horas vagas se entretinham a fazer a barba aos fregueses – estava servido. Mas o tempo foi passando, a Câmara só tornou a reunir-se em 12 de Maio  e, na sessão desse dia, foi nomeado com o ordenado anual de oitenta mil réis e com a obrigação de curar  os pobres de graça. Apanhava menos vinte mil réis por ano, apesar de a Câmara dizer que “o nomiado he muito habil e serve com zello e optidão pela boa inteligenssia e conhecimentos que tem mostrado ter na referida arte de Cirurgia e Anathomia”.

PS. Aos leitores dos postes “Efemérides Municipais: o que acabaram de ler, é uma transcrição fiel do que foi publicado na época.  
O Albicastrense

domingo, abril 05, 2015

BAIRROS DE CASTELO BRANCO

BAIRRO DA HORTA D'ALVA
O Bairro da Horta D’Alva foi construído através do plano nacional de habitações económicas, levado a cabo pelo Estado Novo.

Os anos quarenta representaram, pelo fluxo à cidade de grande número de assalariados rurais, momentos de necessidade premente, na construção de habitação para as camadas de rendimento mínimo mais baixo. 

O pequeno conjunto de “casinhas”, verdadeiro bairro em miniaturas, foi à época um acontecimento de grande destaque, pela solução de casos de família verdadeiramente gritantes. O aproveitamento, ontem como hoje, foi muitíssimo bem encenado, com lápides, discursos a propósito e marchas a pé, perante um povoléu com cara de subserviente, agradecendo a migalha com as tais máximas de Bem-Haja. Graças a Deus…
Tentei saber da placa colocada na inauguração do bairro em 1950, (conforme se pode ver na imagem aqui colocada por mim), contudo nada encontrei sobre a dita cuja.

Sessenta e cinco anos depois, o velho bairro entrou na terceira idade, com os anos, chegaram as maletas próprias da idade, conforme se pode ver nas imagens captadas por mim há poucos dias. 


O velho bairro da Horta D’Alva é hoje um bairro tristonho e quase desértico, dos moradores iniciais poucos ou quase nenhuns restam, fruto dos sessenta e cinco anos de idade. O seu futuro é pois um incógnita, destino que irá a médio ou longo prazo, levar os responsáveis  que nessa altura comandarem os destinos da terra albicastrense a uma reflexão habitacional sobre ele.
Dados históricos recolhidos no livro: “Castelo Branco - Antigo, da autoria de Ernesto Pinto Lobo” 
O Albicastrense

quinta-feira, abril 02, 2015

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (I)

 POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO A PRIMEIRA PUBLICAÇAO: Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi v...