sábado, setembro 16, 2017

A VELHA TORRE DA TERRA ALBICASTRENSE

UMA IMAGEM RESTAURADA


                                         O ANTES E O DEPOIS
A velha torre da terra albicastrense bem merece ser lembrada como a imagem a cores a documenta. 
Confesso que a recuperação da imagem me deu bastante trabalho, mas no fim, ao olhar para ela, afirmo que fiquei contento por poder ver  a velha torre como os nossos antepassados a viam, a cores.
 O Albicastrense

sexta-feira, setembro 15, 2017

A RUA DA MINHA ESCOLA - (II)

ESCOLA DO CANSADO
O que sabemos nós da rua da nossa escola primária?



João Velho nasceu em Castelo Branco, em meados do século XII, sendo homem de grande prestígio.
Como conselheiro de D. Dinis, deslocou-se ao reino de Aragão para os devidos tratamentos do casamento entre o Rei e aquela que viria a ser a Rainha – Coração dos Portugueses – A Rainha Santa Isabel.
Atendendo ao afastamento, que a cidade de Castelo Branco teria à época dos centros de decisão, a presença do albicastrense João Velho em trabalhos deste tipo, revela o seu grande prestígio. É bom não esquecer ou pelo menos ter sempre em alguma conta, que a nossa região, pelo menos até finais do século XV, era zona de certo mode desértica pela falta de muitos bens essenciais.
Esta pequena explicação serviu, em meu entender, para confirmar que, o grande prestígio de João Velho, nada ficou a dever ao prestigio da região de onde provinha, mas sim a qualidades raras reveladas em situações diplomáticas ou afins, de importância nacional. Esta rua é uma das transversais do Cansado.
Resta acrescentar que esta foi a "minha" escola primaria. Escola que frequentei da primeira à quarta classe, com o professor João Nunes, também conhecido pelo "Careca", entre 1959 e 1964.

PS. Ernesto Pinto Lobo, era na altura o responsável pelo Departamento Cultural da Câmara Municipal. A imagem publicada neste post, foi retirado do referido livro.
O Albicastrense

quarta-feira, setembro 13, 2017

A RUA DA MINHA ESCOLA - (I)

ESCOLA DO MATADOURO
O que sabemos nós da rua da nossa escola primária?


A Câmara Municipal de Castelo Branco, publicou através do Departamento de Extensão Cultural da Divisão de Educação e Cultura no início deste século, um pequeno livrinho com o nome, “A Rua da Minha Escola”.
Livrinho que dá a conhecer, aqueles que legaram os seus nomes às ruas das nossas escolas primárias.
Como gostei da simplicidade e originalidade deste pequeno livrinho, vou posta-lo página a página, para homenagear os seus autores.

Rua do Matadouro

O edifício construído no Alto do Cansado, por deliberação da Camara Municipal, presidida pelo Dr. Manuel Pires Bento, em 1904, teve por arrematante das obras José Pires, de Castelo Branco. Por 2.766$oo, a quem foram adjudicadas, em sessão de 8-6-1906. O Noticias de Beira, jornal de política contaria à Camara, que era progressista, louvou contudo a iniciativa (29-5-1904).
Para que o Matadouro se construísse, cobrou-se durante muito tempo um imposto especial, lançado sobre as carnes verdes vendidas em Castelo Branco.

PS. Ernesto Pinto Lobo, era na altura o responsável pelo Departamento Cultural da Câmara Municipal. A imagem publicada neste post, foi retirado do referido livro.
O Albicastrense

segunda-feira, setembro 11, 2017

ANTIGOS JORNAIS DA TERRA ALBICASTRENSE

JORNAL “A BEIRA BAIXA"
(12 /4/1937 – 21/6/1975)
Dos muitos jornais que a cidade de Castelo Branco viu germinar e morrer ao longo dos tempos, o jornal a “Beira Baixa” foi seguramente um dos mais duradouros.
A sua primeira edição veio a público no dia 12 de Abril de 1937. Tinha como diretor; António Rodrigues Cardoso, (Castelo Branco tem hoje uma rua com o seu nome). 
O seu último suspiro, (ultima edição), saiu no dia 21 de Junho de 1975, tinha nessa altura como diretor Manuel Almeida Garrett.
Trinta e oito anos de vida!
Mil novecentas e sessenta e nove edições...
Em homenagem a essas 1969 edições e a todos aqueles que nele trabalharam ao longo da sua existência,  aqui fica a primeira página da primeira  edição. 
Na primeira página da última edição de 21 de Abril de 1975, prometia voltar, infelizmente tal nunca aconteceu.
                                                            O Albicastrense

quinta-feira, setembro 07, 2017

DESCOBRINDO CASTELO BRANCO ANTIGO – (IX)

Esta é uma imagem que vem no seguimento de outra captada no mesmo local e focando o mesmo edifício. A imagem contrariamente à outra, mostra o edifício na sua quase totalidade 
A imagem terá sido captada nos anos cinquenta (+-) do século passado. A pergunta é a mesma:
Em que local da terra albicastrense, tinha este velho edifício residência?
O velho edifício foi mandado abaixo nessa mesma década. A praça que o albergava mudou de nome e está hoje bem diferente.
                                               
 O Albicastrense

segunda-feira, setembro 04, 2017

ZONA HISTÓRICA DE CASTELO BRANCO - (II)

UMA ZONA HISTÓRICA SEM VIDA

Percorri ontem as ruas dos Ferreiros e de S. Maria e confesso que senti um enorme arrepio pela espinha abaixo enquanto percorria estas ruas.
Durante o trajecto captei algumas imagens ao acaso, (como aliás tinha prometido, num post anterior, sobre a nossa zona histórica), imagens que poderiam ser às centenas, tal é o estado de abandono em que se encontram estas ruas. 
No entanto, penso que este pequeno conjunto de imagens, documenta bem o estado catastrófico em que estas ruas se encontram.

Num espaço com pouco mais de 400 metros, (Ruas dos Ferreiros e S. Maria) o cenário e simplesmente arrepiante e medonho.
Casas abandonadas adornam ruas de tristeza, casas em ruínas,  destroços em descomposição, ruas e locais onde a vida deixou de estar.

Ao percorrer estas ruas, dou comigo 
a pensar no seguinte:
Como pôde a tal cidade moderna, tão "propagandeada" por muitos senhores, deixar a sua maior preciosidade ao abandono?
Dizem certos senhores, que neste momento estão em recuperação na nossa zona histórica muitas casas,
                                            "Tretas meus amigos!"

Nas duas ruas em causa está a ser recuperada uma casa, a casa que vai servir para hostel, ou seja, a tal cidade moderna está-se borrifando para a sua zona histórica. 
Anuncio que já não tenho palavras para continuar este post. Como dizem que uma imagem vale por mil palavras, aqui ficam algumas imagens, na esperança de que os albicastrenses vejam nelas, e de uma vez por todas, as palavras que me faltam para descrever a tristíssima situação da zona histórica da terra 
              O Albicastrense.

sexta-feira, setembro 01, 2017

DÉCIMO SEGUNDO ANIVERSÁRIO

                DOZE ANOS DEPOIS… 
(Setembro de 2005 - Setembro de 2017)

No décimo segundo aniversário do blogue, “Castelo Branco - O - Albicastrense”, tenho para quem vaguear por aqui, uma fatia de bolo e uma taça de champanhe para ofertar.

A quem visitar o blogue pela primeira vez, pedincho que não abuse do champanhe e pape unicamente uma fatia de bolo.
A quem me visita desde os primeiros anos (eu sei que existem alguns “malucos”) manduque o que quiser mas não abuse do champanhe, pois ele não merece confiança.

Falando maís seriamente. Não sei exatamente quantas visitas já teve o blogue, contudo, não andarei muito longe da verdade se atestar que mais de um milhão de viajantes passaram por cá.
Termino esta breve nota festiva, atestando que vou continuar a falar da terra albicastrense enquanto os meus neurónios o autorizarem.
Apelando de seguida ao meu velho computa, para ele ter cuidado com a sua memória ram e rom e não deixe entrar a ferrugem nos seus  megabys.        
O Albicastrense

ANTIGOS JORNAIS DA TERRA ALBICASTRENSE - (2 /14)

JORNALISMO EM CASTELO BRANCO  ENTRE 1837 E 1927, PELO DR. ELOY CARDOSO ------------------------------------------------------   Na revista ...