segunda-feira, maio 20, 2024

O POMBAL DA TERRA ALBICASTRENSE


 A DESGRAÇA MORA NO CORAÇÃO DA TERRA ALBICASTRENSE.

É completamente inadmissível que no coração da terra albicastrense, esteja um prédio nestas condições.               
                      😡 😠 😟 😞 😝 😜 😛 

MENSAGEM AO PRESIDENTE LEOPOLDO RODRIGUES

Caro presidente, deixar que um proprietário desleixado não se importe com o seu património pode até ser normal, o que não pode ser normal, é que a nossa autarquia feche os olhos a esta desgraça. O coração da terra albicastrense é a montra de quem nos visita, os albicastrenses e aqueles nos visitam não merecem ter tal desgraçada montra, por isso, dê corda aos sapatos e resolva de uma vez por toda esta triste vergonha.


 O ALBICASTRENSE

     

sexta-feira, maio 17, 2024

ALBERGARIA DE SANTA EULÁLIA - (3/4)

MEMÓRIAS DO BLOGUE "DEZ ANOS DEPOIS"

UM DOCUMENTO HISTÓRICO
(Continuação)
Das antigas casas de residência do feitor da Capela comulante com as funções de albergueiro, eis a referencia do “Tombo”.

“Havia morada de casas junto à muralha da porta, da Vila – que pegaõ com a dita muralha da parte do norte, e do Sul com casas de Manuel Jorge solteiro mercador, e pelo oezte com a rua publica chamada a dos Ferreyros. E pello Leste com quintal da mesma casa, que tambem E deste Morgado as quais cazas tem dous sobrados, e tres salas em comprimento, e a cozinha sobre o segundo sobrado e delle se serve António Gomes pelo trabalho de feitorizar a Capella e dar os guizamentos ou aprestos para o Santo Sacrificio das Mifsas, que annuais contidianamente selebrou na Capella de Santa Eulália, e sendo estas medidas pella parte de dentro, a superfície tem de Norte a Sul duas varas, e tres quartas, e de leste a oeste, a todo o comprimento das tres casas doze varas e uma quarta e (….) da sala que parte com o quintal tem delargura tres varas e uma sezma. Tem as ditas casas seu Balçaõ para o mesmo quintal o qua tem seu Pofso com bordas de cantaria e hum figueira, tres parreyras, e dista da muralha he a chaminé da casa da ospedaria pella parte do Oeste e sudueste tres varas e meya, e do Norta, o muro tem outo varas, e do leste e sueste que he do muro até aultima quina da casa da ospedagem tem doze varas, e meya, e pollo Sul vara, e meya porque faz augulo agudo"
Dos documentos depreende-se que a Albergaria de Santa Eulália continha quatro camas, e cozinha, e destinava-se a cumprir uma das Obras de Misericórdia, dar pousada aos peregrinos, isto é, facultar aos viajantes, cama, roupa luz e sal, durante três dias. 
Não se admirem olhares modernos da sua exiguidade, em relação com a vida actual, pois não eram maiores, em geral, as de outras terras do país, elas desempenhavam funções sociais bem importantes naqueles tempos. Algumas, recolhiam os peregrinos aos lugares santos e consagrados, Jerusalém, S. Tiago de Compostela, Boulogne, Guadalupe, S. Vicente do Algarve, etc., os doentes e ainda os leprosos, acumulando as diversas modalidades do exercício da caridade. Vasco pais era alcaide-mor das Covilhã e de Monsanto, na epoca de D. Afonso IV, e foi o primeiro que tomou o apelido de Castelbranco “por hã sucesso de guerra que teve nesta Villa”.
“O solar dos Castelbrâcos querê algûs que seja a quinta de Val de Figr.ª Junto da Vila lla de Castelbrãco, outros querê que seja a mesma v.ª aonde erão senhores os Castelbrancos da Capella da Albergaria de S. Olaya que foi de Ruy Vasqs, de Castelbranco: os quaes erão chefes deste app.º e por casamento pasou aos Sousas Refoyos e pella mesma causa aos Cunhas Condes de S. Vicente e hoje aos Tavoras”.
Este Ruy Vasques de Castelbranco, parece ser filho de Vasco Pães, ao qual El-Rei D. João Iº, deu a Albergaria-mor de Almeida.
(Continua)
Dados recolhidos em: “Estudantes da Universidade de Coimbra Naturais de Castelo Branco”, da autoria de  Francisco Morais e José Lopes Dias.
O AIBICASTRENSE

segunda-feira, maio 13, 2024

TRISTEZAS DA TERRA ALBICASTRENSE - LARGO DE S. JOÃO

A TRISTEZA MORA NO BONITO LARGO DE S. JOÃO.
😝 😞 😟 😠 😡 😢

Quem atualmente passar pelo largo de S. João, não pode deixar de se interrogar sobre as obras que decorrem na casa que pode ser vista nesta publicação. 

A casa começou a ser recuperada à quatro ou cinco anos, o objetivo (segundo me foi dito), era recuperar a casa para alojamento local, porem, consta que a nossa autarquia terá reprovado o projeto. Perante tal negativa, resolveu o dono da obra parar a obras e deixar o andai-me com um panal a cobrir a  obra, como pode ser visto na imagem.


Passados os tais quatro ou cinco anos, nada de nada aconteceu, ou seja, a obra continua por acabar. Eu apelava ao nosso presidente para a resolução desta triste situação, pois passar por um dos largos mais bonitos da nossa cidade e dar de caras com a recuperação de um prédio que não ada nem desata é simplesmente inconcebível. 
Espero muito sinceramente que este meu apelo seja apreciado na nossa autarquia, e que dentro de pouco tempo possamos ver a obra concluída. 
O ALBICASTRENSE

domingo, maio 12, 2024

ALBERGARIA DE SANTA EULÁLIA - ( 2/4 )

 MEMÓRIAS DO BLOGUE "DEZ ANOS DEPOIS"

UM DOCUMENTO HISTÓRICO
(Continuação)
O curioso documento anteriormente publicado assinala a data da instituição, o não cumprimento integral dela pelo que respeita ao hospital, melhor dizendo, albergaria, as vicissitudes dos bens vinculados e sua respetiva sucessão. A albergaria ficava vinculada à capela de morgado de Santa Eulália reza o mesmo “Tombo”.

“Esta capella está sita na Rua dos Ferreyros entre a Porta da Vila e ho Postiguinho dos Valadares da parte direyta hindo para a Corredoura e comvento da Graça, e Pafsos dos Bispos deste Bispado da Guarda. Tem Esta cappela a frontaria toda de Pedra de Cantaria laurada com hu campanário com seu sino, , e a porta virada ao Poente, Rua publica o Altar fica com respondente, E direito com a Porta principal da Entrada he de Retabulo e nelle estaõ as iamgens de he Crucificio de Marfim, com Seu Resplandor ae a imagem de Nofsa Senhora da Conceyçaõ com a sua coroa de Pratta, e a imagem de Santa Eulalia em vulto com Resplandor de Prata. 
Aos lados deste altar estaõ duas Portas com portados de cantaria euma ao lado esquerdo, que é a que entra para a sachrystia, e outra ai lado direito, que dá Serventia para a Albergaria, e ospedage dos passageiros.
Tem de comprimento sei varas, e uma sesma – de leste a oEste e de largo cinco varas e uma sesma de Norte a Sul. A sachristia, que fica da parte Esquerda tem decomprimento sinco varas E de Largo duas Varas, e uma quarta, a qual tem sua fresta para o quintal que fica de Leste. A casa que serve de Albergaria eospedege aos Pafsageyros alem da porta por honde se entra tinha huma Porta para o Sul e Lado Direyto que hoje se acha tapada de pedra e outra para Leste que serve de serventia para o quintal das casas que foraõ do Prelado pertencentes a este Morgado com uma chaminé da parte do Leste, em a mesma casa se achaõ quatro barras com quatro camas para os Pafsageyros que a Caridade dos Excelentifsimos Condes lhe promptas para seu agazalho, e Recolhimento em que se podem demorar os mesmos Passageyros por tempo de tres dias a qual caza tem de comprimento quarto varas, e tres quartas e de largura tres, e meya".
Nada existe actualmente que nos recorde a Capela de Santa Eulália, desmantelada e absorvida nas habitações da entrada da Rua dos Ferreiros. Não deve ser confundida com a Capela dos Pinas, existente algumas dezenas de metros adiante, junto do actual Instituto de Santo António (1955). Seria interessante averiguar onde se encontrará a escultura de Santa Eulália, virgem e mártir, se é que porventura existirá ainda, na sua curiosidade histórica e artística de bom exemplar quatrocentista.
(Continua)
PS. As  imagens postadas neste poust, foram captadas por mim quando das obras de requalificação da Praça Postiguinho de Valadares, imagens onde se podem ver restos da antiga albergaria.
Dados recolhidos em: “Estudantes da Universidade de Coimbra Naturais de Castelo Branco”. De Francisco Morais e José Lopes Dias.
O ALBICASTRENSE

quinta-feira, maio 09, 2024

ALBERGARIA DE SANTA EULÁLIA - ( I/4 )

 MEMÓRIAS DO BLOGUE "DEZ ANOS DEPOIS"

UM DOCUMENTO HISTÓRICO

Já por variadas vezes aqui escrevi sobre a antiga Albergaria de Santa Eulália, albergaria que existiu na rua dos Ferreiros.
 
Ao encontrar no livro; “Estudantes da Universidade de Coimbra Naturais de Castelo Branco” um artigo sobre ela, não resisti à tentação de aqui postar o referido artigo sobre ela.

“Dom João pela Graça de Deos Rey de Portugal dos Algarves e quantos esta carta virem Fazemos saber que Rui Vasques de Castelbranco nos disse que Martim Esteves morador em outro tempo em Castelbranco fez Um Morgado, e suçessor ao qual annexou e apricou muitos bens que hauvia, e manter hua Capella e hu Esprital pollos fruitos delles, o qual Morgado deixara a Vasco Annes avó do dito Ruy Vasques em tal condicom, que hoi dito Vasco Annes ouvesfe o dito Morgado, e bens delle annexos em dias desua Vida Em sua Morte, que ficasfe a hu filho qual elle escolhefse que para esto fosse édoneo, e afi aoutro filho que não fosse Sandeo, Nem desmormoriado, com aquelle que a si ouvesse o dito Mordado nom podeçe Vender os bens delle, nem escambar, nem allear, e para Renda delles mantivesse a dita Capella No dito lugar de Castelo Branco, e o dito Esprital com certos leitoz, e mandou outrosi que nenhum Byspo, nem Arcedispo nom tomafse conta nem Recado dos ditos bens, e das rendas delles ao dito Vasco Annes senam tão somente ficasse todo em seu alvidro e despposiçom e difsenos o dito Ruy Vasques, que morto o dito Martim Eztevez ouvera o dito Vasco Annes seu avó o dito Mordado e morto dito Vasco Annes ouvera o dito Morgado Ruy Vasques Padre deldito Ruy Vasques a quem o dito Vasco Anes deixava, e morto o dito Ruy Vasques, que ouvera o dito Morgado elle dito Ruy Vasques a quem o dito Seu Padre deixoi, e dezianos o dito Ruy Vasques, que He por Sua Alma e porque no m cumprira inteyramente aquillo que na dispozicon e ordenacon do dito Morgado Era conteudo com consinamento de su Mulher fizera Doacão ao dito Morgado, e quintava com elle huma parte dos bens, que elle havia, e nom mundando nas condiccoens que o dito Martins Esteves mandara e ordenara per esta guiza, que afua morte delle dito Ruy Vaz quis houvesse o dito Morgado Em seu filho, ou filha qual elle escolheçe, e asi de filho a neto per linha direita qual dos filhos ou filha escolher aquelle que o dito Morgado pessuhir e desfalecento toda linha do dito Ruy Vasques que se torne o dito Morgado ai parente mais chegado idoneo para esto da parte de seu Padre, e quem mantenha a dita Capella e ezprital, e se acontefser, que seja distinta da lenhage do dito Seu Padre, que enton eija (haja) o dito Morgado o Parente mais chegado da parte de Sua Madre que seja idoneo e pertencente para elo, e que nom seja Sndeu, nem desmormoriado, e que mantenha os ditos encargos, e distinto (extincto) em algum tempo o lenhagem de sue Madre que fique a hu da criançom de seu Padre, que seja idonea e pertencente para ello, e ordenou outrosi que estas pessoas supraditas e Cada hua dellas nom podece vender nem dar nem escambar estes bens por nenhuma guiza e pedionoz por mercê que lhe quizessemos confirmar o dito Morgado, e ordenaçom del, e nós vendo o que nos pedia de nosso poder obsoluto vistas as condições, e ordenaçoes do dito Morgado e sucefson comfirmamoslho, e aprovamoslho exprefsamentete a si, como em elle é contheudo, e requeremos e mandamos que se guarde, e mantenha em todo e parte dele afi como É ordenado per o dito Ruy Vasques; E outrosi defendemos a todalas nossa justifsas que nom vaõ contra o dito Mordado, e ordenaçom delle ante o façaõ guardar asi como em elle É conteudo; e porque nos difse o dito Ruy Vasques que elle fizera adoação dos ditos bens e os juntara ao dito Morgado; porque o dito Seu Padre, nem elle atequi nom mantiverão a dita Capella, nem, o dito Esprital asi como deviaõ; e outrisi porque este morgado em favos dos filhos e desendentes do dito Ruy Vasques he feito; e porque o dito Ruy Vasques toma os ditos bens em aquello que monta a Sua terça; portante nós deste dia para todo o sempre defendemos aos filhos, e filhas, e desendentes, e colaterais, e parentes do dito Ruy Vasques que nom vá contra este Morgado, e ordenaçaõ, e doaçaõ, e sucefsom feito per o dito Ruy Vasques, e se contra ello quezerem hir mandamos ás nofsas justijsas, que os naõ oussa nem cosintaõ contradicer, cempre guardem juizo ou fora delle, e esta comfirmação aprovaçaõ e colaboraçaõ lhe fazemos de nossa certa ciencia, e proprio mouimento em todo o dito Morgado, e desposiçom em cada hua das clausulas delles sendo nós delles e cada hua dellas Certo,e Sabedor; e outro si queremos que esta confirmacom valha, Aésta nom embargando Leis Canones Decretos Uzoz, Ordenaçoens dos Reynos Estillos da nossa Corte oppinioes de Doutores que contra ello, e contra o dito Morgado sejaõ ou em todo ao quais todos,e cada um delles nos nom queremos que haja Lugar no dito Morgado; confirmacom nossa, revogamo-la expressamente asi bem enquanto a ellas contradiz em todo ou em parte das quaez cousas mandamos dar esta nossa carta ao dito Ruy Vasques dante na Cidade de Lisboa douz dias de Abril ElRey o mandou Goncallo Caldeira a fez Era de mil quatrocentos trinta e hum annoz.
E naõ dezia maiz há dita carta que aqui foy transiladada a pedimento do sebredito que lhe mandey dar nesta com o feito de minhas Armas aque se dará tanto credito como ao dito Livro donde foi tirada e esta com elle consertada.
Dada em Lisboa oriental a sinco de Novembro ElRey nosso Senhor o mandou por Joaõ Couceyro de Abreu e Castro Guardamor da Torre do Tombo Faustino de Azevedo a fez ano de mil sete centos vinte e sette, e vay Escrita em seis meyas folhas de papel com esta Alexandre Manuel da Sylva a fez escrever. Joaõ Couceyro de Abreu e Castro. Lugar do selo. Pagou com busca setecentos, e outenta reis, e desesinar trezentos e setenta reis. Folhas seis, com uma Rubrica”. (1)
(Continua)
(1) Dados recolhidos em: “Estudantes da Universidade de Coimbra Naturais de Castelo Branco”. De Francisco Morais e José Lopes Dias.
O ALBICASTRENSE

domingo, maio 05, 2024

ANTIGAS CAPELAS DA TERRA ALBICASTRENSE - (IX - Última)

"MEMÓRIAS 
DE OUTROS TEMPOS"
CAPELA DE S. JOÃO
A primitiva construção da Capela de S. João data do século XVI. O culto de S. João e a conservação de capela estavam a cargo de uma mordomia. 
Na primeira metade do século XVIII, estando a capela muito arruinada, foi demolida e construída, num local contíguo ao primitivo, no estilo gótico barroco da época. 
Porém, em 1835 a Câmara Municipal pensou em localizar no largo de S. João um mercado diário e, com esse intuito, solicitou autorização para a mandar demolir, a autorização foi dada pelo deferimento de 25 de Setembro de 1835, porém só veio a ser demolida em 1911.
Os bens da confraria de S. João, que eram constituídos por 15 casas, 8 Chões, 9 vinhas e 14 olivais, cujos rendimentos anuais eram respetivamente de 1$920 réis, 630 réis, 1$870 réis, e 401 réis foram incorporados na da Misericórdia de Castelo Branco por ordem do rei D. Manuel I, quando este monarca a instituiu em 1515. 
Consta do livro do Tombo da Comenda de Cristo que a capela de S. João Batista tinha o comprimento de 92 palmos e meio e a largura de 29 palmos.
Recolha de dados: “Castelo Branco na História e na Arte”,
de Manuel Tavares dos Santos
O ALBICASTRENSE

quarta-feira, maio 01, 2024

ANTIGAS CAPELAS DA TERRA ALBICASTRENSE - (VIII)

 MEMÓRIAS DE OUTROS TEMPOS

"OUTRAS CAPELAS TAMBÉM JÁ DESAPARECIDAS"
 
CAPELA DE SÃO SEBASTIÃO
 
Encontrava-se na parte oriental da rua denominada do Arrabalde de S. Sebastião. Foi construída a expensas do juiz de fora Doutor António Pereira de Azevedo. 
Tinha uma confraria que organizava, no dia 20 de Janeiro de cada ano, uma festividade consagrada ao seu orago, à qual assistia a vereação da Câmara Municipal. Foi demolida no fim do século XIX.
 
CAPELA DE NOSSA SENHORA DA GRAÇA
Esteve localizada junto da torre do convento da Graça. Pertenceu a Alexandre António Pedroso e aos seus herdeiros.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
Estava arrumada à capela-mor da Igreja de Santa Maria do Castelo. Foi instituída por Gaspar Mouzinho Magro por testamento feito em 29 de Agosto de 1684. Foi arrasada no século XIX.

CAPELA DE S. JUDAS TADEU
Situada na rua de Santa Maria, pertenceu a Francisco José Robalo que a legou à família Trigueiros. Tinha um capelão pago pelo recolhimento de Santa Maria Madalena que funcionou no edifício onde está atualmente o Asilo da Infância Desvalida.

PS. Recolha de dados: “Castelo Branco Na História e na Arte” 
da autoria de Manuel Tavares Dos Santos (1958).
O ALBICASTRENSE

RECONSTRUÇÃO DA NOSSA MURALHA - (V)

                       MURALHA DA TERRA ALBICASTRENSE  Na madrugada de 21 de janeiro de 2025, deu-se a derrocada de parte da muralha que fic...