terça-feira, fevereiro 24, 2015

segunda-feira, fevereiro 23, 2015

BISPADO DE CASTELO BRANCO – (VIII)

LEMBRANÇAS
Para a história do Bispado de Castelo Branco”

(Continuação)
O segundo bispo, D. Vicente Ferrer da Rocha, também da Ordem dos Pregadores, nasceu em Lisboa a 5-IV-1736, sendo eleito a 21-VII-1782, confirmado a 16-XII do mesmo ano e sagrado no Convento da Trindade, da capital, a 24-II do ano seguinte.
Demorou em Castelo Branco mais de trinta anos, deixando assegurada a sua actividade em consideráveis melhoramentos. Muito lhe ficou devendo o Paço Episcopal e a Sé, de sorte a tornar-se conhecido pelo Bispo-artista.
Nas obras do prelado anda estreitamente confundida a esfumada lembrança de um humilde, mas notável colaborador, frei Daniel, professor dominicano, imaginário e autor dos alçados de sacristia e da capela-mor da Sé, talvez do chafariz da Mina, digno de merecer as honras de algum investigador, com argucia e lazeres para trazer à homenagem publica um apreciável obreiro das nossas jóias de arte e arquitectura locais.
Pouco sabemos dos dados biográficos, apenas que D. Vicente lhe dava plenos poderes para imaginar e prosseguir as obras do bispado. Faleceu a 8-X-1806, e ficou sepultado no adro da Sé, à porta da sacristia, obra de sua própria concepção e risco, junto do prelado e amigo.
D. Vicente Ferrer, como se disse, foi testemunha e comparsa de alguns episódios da primeira invasão napoleónica, e acolheu Junot no Paço Episcopal.
Perante o general em chefe e o governador militar da cidade, Peyre Ferry, em tal emergência aponta-o Roxo como sendo extremamente sensível à lisonja e brindando Ferry com a quantia, ao tempo, importante, de duzentos mil reis, em resposta a uma carta de requintada amabilidade gaulesa.
Mas conta, do mesmo passo, como as justiças da cidade e as câmaras da comarca ordenavam colectas e fintas – imagine-se com que vontade! - para o mesmo destino...
(Continua)
Texto retirado do livro: Estudantes da Universidade de Coimbra Naturais de Castelo Branco de:
 Francisco Morais e José Lopes Dias
O Albicastrense

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

MORREU ALBANO MATOS

MORREU UM ALBICASTRENSE
"Jornalista Albano Matos morreu aos 59 anos"

Albano Matos trabalhou 26 anos no Diário de Notícias, onde foi editor-executivo adjunto, responsável pelas editorias de Internacional e Artes, e grande repórter.

O jornalista Albano Matos morreu esta quarta-feira, em Lisboa, aos 59 anos. Foi jornalista do DN durante 26 anos.
Albano Melo Matos nasceu em Castelo Branco, a 27 de julho de 1955. Estudou no Liceu Nuno Álvares, em Castelo Branco, e veio para Lisboa para estudar Direito, tendo concluído o bacharelato na Universidade de Lisboa. No jornalismo, iniciou a carreira no Tempo e colaborou com O Globo, Êxito e Telestar, mas foi no Diário de Notícias que fez grande parte da sua carreira. Entrou na redação em 1988 e ao longo dos muitos anos que passou no jornal ocupou vários cargos de chefia: foi editor-executivo adjunto e responsável pelas editorias de Internacional e Artes.
Foi também grande repórter e em 1999 foi o enviado especial do DN a Timor, para cobrir o referendo da independência e o que chamou "o dia mais aguardado da história de Timor-Leste". Saiu do DN no ano passado, no processo de despedimento coletivo.
É recordado pelos colegas como uma pessoa com grande cultura. "Era um jornalista com uma grande bagagem cultural e prova disso é ter trabalhado e ter escrito em secções tão diferentes como Desporto, Internacional e Artes, dando-nos sempre textos de grande qualidade", lembra a chefe de redação do DN, Graça Henriques.
Texto retirado de, "DN TV&MEDIA"
O Albicastrense 

TIRAS HUMORÍSTICAS – CX

BIGODES & COMPANHIA
A dupla "Bigodes & Companhia" resolveu ganhar algum no negócio do plástico, vai daí, montou banca à porta das grandes superfícies para vender sacos de plástico a 5 cêntimos.
Este albicastrense não se responsabiliza pelo negócio da dupla marada, contudo, apela à compreensão dos possíveis clientes para as necessidades dos pobres coitados.
PS. Se por ventura alguém os vir por lá, não chamem a polícia, pois tal como diz o Companhia: “Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”.
                                     O Albicastrense 

terça-feira, fevereiro 17, 2015

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE - (XXIII)

POR
MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
 (Continua)
PS. Manuel da Silva Castelo Branco nasceu a 21 de fevereiro de 1928, era natural da freguesia da Orca, concelho do Fundão, faleceu no dia 14 de outubro de 2014 em Lisboa.
Foi o último presidente antes do 25 de abril de 1974, da Câmara Municipal de Castelo Branco.
 O ALBICASTRENSE

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (I)

 POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO A PRIMEIRA PUBLICAÇAO: Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi v...