Ruas e Praças Da Terra Albicastrense
Esta avenida é uma das mais
recentes vias da nossa cidade, nela tem morada a nova coqueluche da cidade: “O Fórum de Castelo
Branco”. Para esta avenida, decidiram os responsáveis da autarquia albicastrense, atribuir o nome de um dos mais ilustres Portugueses dos finais do séc. XIX e
primeira metade do séc. XX: “Avenida Professor Doutor Egas Moniz– Prémio
Nobel de Medicina”. Em meu entender a escolha não podia ser melhor, (os parabéns à nossa autarquia pela escolha do nome), e uma pergunta para o nosso presidente: Para quando na cidade de Castelo Branco uma rua com o nome do outro Nobel Português? Espero que não estejam à espera da sua morte, para depois colocar o seu nome numa das ruas da cidade de Castelo Branco.
QUEM FOI.
António Caetano de Abreu Freire Egas Moniz
Médico Neurologista Português
1874 – 1955
Nasceu
a 29 de Novembro de 1847 em Avança e foi-lhe dado o nome de: António Caetano de
Abreu Freire no seio de uma família aristocrata rural,
seu tio e padrinho,
o padre, Caetano de Pina Resende Abreu Sá Freire, insistiria para que ao apelido fosse
adicionado Egas Moniz, em virtude da família, descender em linha directa
de Egas Moniz, o aio de Dom Afonso Henriques. Completou a instrução
primária na Escola do Padre José Ramos e o Curso Liceal no Colégio de S. Fiel,
dos Jesuítas.
Formou-se
em Medicina na Universidade de Coimbra, onde começou por
ser lente substituto, leccionando anatomia e fisiologia.
Em 1911 foi
transferido para a recém-criada Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa onde foi ocupar
a cátedra de neurologia como professor catedrático. Jubilou-se em Fevereiro de 1944. Egas Moniz contribuiu decisivamente para o desenvolvimento
da medicina ao conseguir pela primeira vez dar visibilidade às artérias do cérebro.
A Angiografia Cerebral, que descobriu após
longas experiências com raios X, tornou possível localizar neoplasias, aneurismas, hemorragias e
outras mal formações no cérebro humano e abriu novos caminhos para a cirurgia cerebral.
As
suas descobertas clínicas foram reconhecidas pelos grandes neurologistas da
época, que admiravam a acuidade das suas análises e observações.
Egas Moniz teve também papel activo na vida política. Foi fundador do Partido Republicano Centrista, dissidência do Partido Evolucionista; apoiou o breve regime de Sidónio Pais, durante o qual exerceu as funções de Embaixador de Portugal em Madrid (1917) e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1918); viu entretanto o seu partido fundir-se com o Partido Sidonista. Foi ainda um notável escritor e autor de uma notável obra literária, de onde se destacam as obras "A nossa casa" e "Confidências de um investigador científico".
Egas Moniz foi proposto cinco vezes ao Prémio Nobel de Medicina ou Fisiologia 1928, 1933, 1937, 1944 e 1949), as primeiras quatro sem êxito. Morreu em Lisboa, a 13 de Dezembro de 1955
Egas Moniz teve também papel activo na vida política. Foi fundador do Partido Republicano Centrista, dissidência do Partido Evolucionista; apoiou o breve regime de Sidónio Pais, durante o qual exerceu as funções de Embaixador de Portugal em Madrid (1917) e Ministro dos Negócios Estrangeiros (1918); viu entretanto o seu partido fundir-se com o Partido Sidonista. Foi ainda um notável escritor e autor de uma notável obra literária, de onde se destacam as obras "A nossa casa" e "Confidências de um investigador científico".
Egas Moniz foi proposto cinco vezes ao Prémio Nobel de Medicina ou Fisiologia 1928, 1933, 1937, 1944 e 1949), as primeiras quatro sem êxito. Morreu em Lisboa, a 13 de Dezembro de 1955
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Albicastrense