terça-feira, outubro 29, 2013

O HIPÓLITO COMENTA XVI




Quarenta anos depois da publicação destes desenhos no antigo jornal “Beira Baixa”, aqui ficam mais dois desenhos do Hipólito.



Desenhos de Amado Estriga. 

 Textos de João de Mendonça.


O Albicastrense

sábado, outubro 26, 2013

POETAS E ESCRITORES DA TERRA ALBICASTRENSE


AUTORES PORTUGUESES DISTINGUIDOS NO BRASIL,
  PELA UNIÃO  BRASILEIRA DE ESCRITORES
A União de Escritores acaba de distinguir autores portugueses pelo conjunto das respectivas obras. Todos os anos, esta instituição do Rio do Janeiro, através da sua Directoria, elege os melhores livros e autores para atribuir honrosos prémios que têm como patronos magnânimas figuras da história literária e cientifica do Brasil e de Portugal. Na presente edição foram premiados:

Gonçalo Salvado
Prémio Sohfia Mello Breyner Andresen
Victor Oliveira Mateus
Prémio Eugênio de Andrade 
Miguel Barbosa
Prémio José Saramago 
Pedro Miguel Salvado
Prémio Joaquim de Montezuma de Carvalho

Os prémios foram entregues no dia  25 de Outubro, em sessão solene, na Academia Brasileira de Letras no Rio de Janeiro. 
Ao Pedro e ao Gonçalo, este albicastrense que os conhece deste sempre, só pode dizer-lhes: a terra albicastrense está de parabéns, por tão ditosos filhos ter.
O albicastrense

CASTELO BRANCO E O SEU ALFOZ - (VI)


CASTELO BRANCO
NA 
DOCUMENTAÇÃO
MEDIEVAL

O Albicastrense

quinta-feira, outubro 24, 2013

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CASTELO BRANCO


LANÇAMENTO DO LIVRO 
"UM REI NA MANGA DE HITLER"

José Goulão disse...
Apreciando a sua obra sobre Castelo Branco e sendo eu albicastrense na versão monforteiro, quero comunicar-lhe o lançamento do meu romance "Um Rei na Manga de Hitler", com chancela Gradiva, na sexta-feira às 9 da noite na Biblioteca Municipal de Castelo Branco.
Grande parte da acção passa-se no nosso distrito e concelho. Desculpe a intromissão deste modo abusivo, mas quero dar-lhe conta do acontecimento.
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Caro José Goulão, não tem que pedir desculpa. Eu é que agradeço o seu convite e o facto de me ter dado a oportunidade, de poder convidar os albicastrenses que visitam este blog, a estarem na próxima sexta-feira na Biblioteca Albicastrense, para poderem assistir ao lançamento do seu novo romance.

JOSÉ GOULÃO
Nasceu em Monforte da Beira, Castelo Branco, em 1950. Em quarenta anos de jornalista trabalhou em A Capital, o diário, Diário Económico, Valor. Fundou a Volta ao Mundo e participou na refundação da Vida Mundial. Realizou reportagens e cobriu acontecimentos em dezenas de países de todo o mundo, em especial no Médio Oriente. Colaborou com a maioria das estações de rádio e televisão do espectro audiovisual português como comentador de assuntos internacionais.
Colabora com estações de rádio estrangeiras como a BBC e Radio France International. Articulista do Jornal de Angola. Foi director de comunicação do Sporting Clube de Portugal.
Como escritor é autor de livros de reportagem e investigação jornalística – Massacre e Resistência em Beirute e O Labirinto da Conspiração, ambos com a chancela Caminho. Publicou Noções de Jornalismo (Livros Horizonte) em conjunto com José Jorge Letria. Durante a actividade no Sporting Clube de Portugal publicou livros sobre a história do Clube (Prime Books e Quidnovi). Autor do ensaio Pagadores de Crises (Sextante/Porto Editora, 2010).

PS. Como estou ausente de Castelo Branco, não estarei presente, contudo, espero que os albicastrenses não percam a oportunidade de o conhecer e  de assistir ao lançamento do seu novo livro.
O Albicastrense

terça-feira, outubro 22, 2013

CRÓNICAS DO QUINTAL DOS MARRÉCOS – (V)

“MANIFESTO AO MALABARISTA ALDRABÃO”
No quintal dos marrecos o ambiente está de caixão à cova. A situação é de tal calamidade que já se vêm marrecos ás cabeçadas ás paredes. O marreco-vice do primeiro, que andou calado que nem um rato durante muitíssimo tempo, (será que esteve em estado de hibernação?), baforou para a imprensa do quintal as seguintes pérolas.
"Os mais pobres" não se manifestam e "não aparecem na televisão", o orçamento de estado para 2014, "não tem a TSU das pensões" e "garante a contratualização das instituições sociais que fazem trabalho de proximidade junto dos idosos", mantendo uma "linha de justiça" que no seu entender, deve chegar "primeiro àqueles que menos têm".
Um bando de marrecos do quintal marrécal, estupefactos e indignados com tais declarações, resolveram enviar ao vice do primeiro marreco, o seguinte manifesto:
“Caro vice do primeiro, vimos por este meio comunicar a vossa “excelência”, o seguinte: perante tantas certezas e nenhumas duvidas por parte de vossa “excelência”, no que diz respeito à nossa falta de participação nas manifestações e à falta da presença nas televisões do quintal,  avisamo-lo que iremos mover-lhe um processo judicial  por tais declarações.
Declarações totalmente ignóbeis e falsas, pois o Joaquim da Ponte, o Manuel das Fevras, o Tónho dos Chouriços, o Zé das Couves e tantos outros marrecos do quintal, não faltaram a nenhuma das manifestações. Aliás, até o Alfredo Maluco que votou em si nas ultimas eleições, passou a ponte para lhe chamar  aldrabão e lhe pedir de volta o voto que lhe deu.
Os mesmos signatários informam-no, que irão mandar para o Marrécal Tribunal  Constitucional as declarações de vossa “excelência”,  para que elas sejam consideradas mentirosas, fora da lei, e anti constitucionais. 
Informam ainda estes signatários, que na próxima manifestação realizada pela CGTP, eles irão comparecer com um certificado de pobreza passado pela Junta de Freguesia da suas residências, para desta forma, os órgãos de informação no local, possam atestar as suas presenças. 
Muito atenciosamente, os marrecos pobres, (mas sempre honestos) do quintal marrécal.”
O cronista do quintal marrécal.

sábado, outubro 19, 2013

A LUTA É DE TODOS.


EU VOU ESTAR LÁ!


E VOCÊ?

Não permita que os outros lutem por si, a luta é de todos nós.
O Albicastrense

quinta-feira, outubro 17, 2013

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – LXXVIII


A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940. A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).

O texto está escrito, tal como foi publicado.
Os comentários do autor estão aqui na sua totalidade.

(Continuação)
A sessão imediata realizou-se em 22 de Junho. Foram nomeados para avaliar as “ervagens do concelho e povo” os louvados Manuel Martins Más-barbas e Eusébio Ferreira e, como conheciam tudo aquilo como os seus dedos, avaliaram-nas logo ali, sem mais demoras. Eram vinte e quatro as ervagens e foram avaliadas em 1.185.000 réis. 
A mais cara foi a dos Alvarinhos, a que se deu o valor de 72.000 réis; a mais barata foi a da Granja do Ribeiro, que ficou em 25.000 réis. E mais nada por então.
O mês de Julho passa em claro. Os bons doe vereadores só tiveram forças para tornar a reunir-se em sessão no dia 16 de Agosto e o que se passou conta o escrivão Aranha assim:
“Porpondosse esta Vereação a necessidade q. há de se concertarem as calçadas p. evitar assim total ruina e q. no conselho não havia prezentemente dinhr. para esta e outra indispenssaveis obras se detreminou com assistência dos Procuradores do Povo a venda dos Pastos dos olivais para ovelhas como se tem praticado em diferentes ocazioens para semelhantes fins: e a venda não só enteressa o publico mais ainda os particulares pela utilidade q. rezulta aos seus Predios dos Estercos das mesmas ovelhas e da guarda dos seus Tapumes tendo mostrado a experiência q. em tempo algum são mais bem defendidos do que quando se tem feito esta venda com excluzão de todos os outros gados.
Nomearão para Juiz do afficio de Alfayates a Franc. Jozé Garrido”.
Por onde se vê que os donos dos olivais ainda tinham que agradecer à Câmara o favor de lhes vender os pastos que neles criavam. Ganhavam o “esterco das mesmas ovelhas” e tinham quem lhes guardasse os olivais de graça.
De mais a mais, o que os pastos rendessem serviria para consertara as calçadas, que estavam numa desgraça....
Com a nomeação do juiz dos alfaiates é que não se sabe se estes ficaram bem servidos, mas enfim, foi o melhor que se pode arranjar.
(Continua)
PS. Mais uma vez informe os leitores dos postes “Efemérides Municipais”, que o que acabou de ler é, uma transcrição fiel do que foi publicado na época.
O Albicastrense

ANTIGOS JORNAIS DA TERRA ALBICASTRENSE - (2 /14)

JORNALISMO EM CASTELO BRANCO  ENTRE 1837 E 1927, PELO DR. ELOY CARDOSO ------------------------------------------------------   Na revista ...