quinta-feira, abril 25, 2019

MUSEU FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR ATRAVÉS DOS TEMPOS

ESPECTÁCULO CULTURAL PROMOVIDO PELO MUSEU,
EM COLABORAÇÃO COM GRUPO DE ANIMAÇÃO CULTURAL DO MUSEU.
(Década de 80 do passado Século)

(NO TEMPO EM QUE O MUSEU, ERA MUSEU)

Quando afirmei no poste anterior, que o “nosso” museu  foi no passado recente uma instituição que muito prestigiou a terra albicastrense, não o fiz da boca para fora. 
As imagens que podem ser vistas neste poste, são a prova dessa vitalidade, pois nas décadas de setenta e oitenta, ali fervia a vontade de fazer sempre mais e melhor. 
As imagens aqui postadas são referentes a um dos muitos espectáculos realizados pelo grupo de animação cultural do museu. As sessões  chegavam a ter (como se pode ver numa das imagens aqui postadas), duas a três centenas de crianças, a imagem que está no cimo deste poste, foi captada num desses espectáculos e mostra-nos um “grande actor" vou ser muito sincero, um pobre aprendiz de actor. 
 Uma pequena provocação aos albicastrenses que me visitam:
QUEM É ESTE APRENDIZ DE ACTOR?

 
O Albicastrense

quarta-feira, abril 24, 2019

25 DE ABRIL SEMPRE!

PARA QUEM VIVEU ESTE FANTÁSTICO DIA E NELE PARTICIPOU EM ANGOLA, AQUI FICA O MEU CONTRIBUTO PARA NÃO NOS ESQUECERMOS  DESSE DIA
 -----------------------------
RECORDAR ESSE DIA, É NÃO NOS ESQUECERMOS QUE POR MAIS ERROS QUE TENHAM SIDO COMETIDOS, EU HOJE POSSO ESTAR AQUI A ATESTAR A LIBERDADE DE PODER DIZER O QUE PENSO. 

O ALBICASTRENSE

segunda-feira, abril 22, 2019

O NOSSO MUSEU



 "A TRISTEZA MORA ALI"


Como se não bastasse a lentidão das obras que decorrem no nosso museu, vagareza que  parece que anda mas que pouco vai andando, morosidade que me dá cabo dos nervos e me magoa a alma, ainda sou obrigado a ver o velho pátio do museu no lamentável estado em que ele se encontra.



UMA VERGONHA!
"É MÍNIMO QUE SE PODE DIZER DO ESTADO DEPLORÁVEL EM QUE SE ENCONTRA O VELHO PÁTIO DO NOSSO MUSEU"


As duas primeiras imagens foram captadas hoje, as restantes foram captadas em Setembro do passado ano, altura em que denunciei  aqui o miserável estado em que se encontrava o velho pátio do nosso museu e o arrastar das obras.
Nove meses depois a situação agravou-se, pois por ali mora o desleixo, o deixa andar, não á urgência, ainda só passaram três anos do início das obras e por fim, deixa andar que temos muito tempo para acabar as obras. 
 O Albicastrense

quarta-feira, abril 17, 2019

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – CXXXIII

A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940. A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, 
(Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).
(Continuação
Sessão de 20 de Julho de 1808.
Nessa sessão, os vereadores deliberaram nomear os avaliadores das ervagens, que haviam de “arrematar no dia de São Tiago” e “outro sim haverão a folha do restolho por baldia”. 
Os avaliadores fizeram o seu serviço e deram conta dele em sessão da Câmara realizada no dia 23. As ervagens foram avaliadas em 1.462.000 réis.
Depois de tomarem conhecimento da avaliação, os vereadores; “determinaram que os arrematadores dos olivais sahirão com o seu gato para ora dos mesmos athé o dia ultimo deste mes incluzivamnete e não poderão entrar com o seu gado para os ditos olivais athé o dia doze de outubro inclusivo”.
Além disse, nomearam almotaceis, para os meses de Agosto, Setembro e Outubro, António Peres de Loureiro e o Dr. José Esteves Povoa, que pelo visto era pau para toda a obra. Agora é a gente que começa a unir-se para fazer guerra aos franceses.
Neste mês de Julho, em obediência a indicação da Junta do Governo, começa a organizar-se aqui um corpo de caçadores e bem pode dizer-se que não houve ninguém que se não apresentasse com as suas armas, se as tinha, para marchar contra os franceses. Logo que se consegui formar um grupo de combatentes, ai vão eles ver onde podiam encontrara soldados de Napoleão e fazer-lhes sentir a rijeza do pulso dos beirões.
As sessões que se seguem são também sem interesse e muito espaçadas.
 (Continua)
PS. Aos leitores dos postes “Efemérides Municipais:
O que acabaram de ler é uma transcrição do que
 foi publicado na época.
O Albicastrense

domingo, abril 14, 2019

ARTISTAS DA TERRA ALBICASTRENSE

ANTÓNIO RUSSINHO
Nasceu em Castelo Branco em data que não consegui descortinar. Estudou em Lisboa onde conviveu com homens ligados à cultura do seu tempo.
Criou com Norberto Correia, a "Grei Lusitana", que reúne colegas de várias Faculdades e que desenvolve um programa de atividades culturais.
Na nossa cidade cria o Círculo de Educação e Cultura e ensinou em várias escolas da cidade. 
Em 1952 cria aquilo que viria a ser a menina bonita dos seus olhos, a "Pró Arte". Instituição que ao longo de trinta anos, terá realizado na nossa cidade, mais de 150 concertos.

Foi colaborador de vários jornais da nossa região e vereador da Câmara Municipal da nossa cidade. Em 1985, António Russinho realizou no Liceu de Castelo Branco uma exposição que tinha como tema "As 4 Estações do Ano", (guaches) e "Castelo Branco - cidade" (lápis).

António Russinho foi galardoado em 1 de Outubro de 1989, com a medalha de Mérito Cultural. Na casa onde viveu na praça Camões, está hoje instalado o Arquivo Distrital.
Morreu na década de 90 do século XX (data que desconheço). António Russinho tem hoje na Quinta Pires Marques, uma rua com o seu nome.
Ps. A Imagem de António Russinho foi retirada do blogue, "Memoria  recente e antiga".
 O Albicastrense

MEMÓRIAS DO BLOG - “A primeira publicação do blog” - setembro de 2005".

quarta-feira, setembro 07, 2005 CAFÉ LUSITÂNIA - 1827 - 2003 (CAFÉ TÍPICO DA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX) Local de convívio de muitos albic...