quinta-feira, dezembro 12, 2019

PRIMEIRA PAGINA

Jornais da Terra Albicastrense 

JORNAL "BEIRA BAIXA"
(EDIÇÃO DE 1969)

"PRIMEIRA PAGINA"

50 ANOS DEPOIS
(1969/2019)

     



 O ALBICASTRENSE

segunda-feira, dezembro 09, 2019

DESABAFO DE ALGUÉM QUE AINDA NÃO PERDEU A ESPERANÇA.

        O MEU PEDIDO DE NATAL

A imagem postada nesta publicação, mostra-nos um Cristo crucificado com fisionomia Chinesa, crucifixo que está exposto no Museu Francisco Tavares Proença Júnior há muitos e muitos anos (por enquanto). Imagem que encontrei hoje nos meus arquivos fotográficos, ao dar uma vista de olhos por eles. Ao ver esta imagem, pensei para com os meus botões, que já sabia o que havia de pedinchar não ao Pai Natal que nunca me ligou patavina, mas antes, ao Cristo crucificado que lá está exposto.

Senhor, este albicastrense pede para lançares um raio de penetração
(mas sem fazer estragos), sobre quem parece andar adormecido sobre o futuro do museu onde estás exposto”.

Nota: Como sou de poucos pedidos, penso ter credito para pedir um quadro de pessoal, com diretor, com pessoal técnico e com um orçamento capaz para que a instituição onde estás exposto, volte a ser (ou pelo menos se aproxime), do farol cultural que já foi no passado.

O ALBICASTRENSE

quinta-feira, dezembro 05, 2019

REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO - (IV)

UM FANTÁSTICO TRABALHO 
DE
MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
(Antigo Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco)

Na celebração do 50º aniversário da publicação deste belo trabalho de investigação  (1969/2019), lançava um apelo à nossa autarquia, para que pensasse na possibilidade de
 publicar este  trabalho.
 O ALBICASTRENSE

sexta-feira, novembro 29, 2019

OS NOSSOS PORTADOS QUINHENTISTAS

UM DESVENTURADO PORTADO QUINHENTISTAS

DAR VIDA UM UMA ZONA HISTÓRICA SEM VIDA.

Muito se tem falado nos últimos tempos dos nossos portados quinhentistas, conversas que devemos aplaudir e agradecer, pois os nossos belos portado são merecedores de tudo o que pudermos fazer por eles.
Durante muitos anos, muitos foram os portados quinhentistas da terra albicastrense, rebocados, mutilados, substituídos ou até mandados abaixo, sem que alguém levantasse a voz em sua defesa.
O portado que pode ser observado nesta publicação, foi um dos muitos que foram mutilados, portado que tem residência no Arrabalde dos Oleiros, local onde se podem ver alguns belos exemplares.
Este albicastrense não pode deixar de apelar aos seus conterrâneos, para que num próximo fim-de-semana em vez de irem sentar o rabinho num dos cafés na nossa Devesa, dêem um saltinho pela nossa zona histórica e visitem os nossos portados.  
Estou convicto, que só perante a nossa presença e o nosso interesse pela nossa Zona Histórica, os responsáveis políticos iram atuar de forma a dar vida a uma Zona Histórica sem vida.
PS. A imagem aqui postada tem alguns anos,  atualmente
esta casa tem morador e apresenta melhor especto.
O Albicastrense

terça-feira, novembro 26, 2019

EFEMÉRIDES MUNICIPAIS – CXXXVIII


A rubrica Efemérides Municipais foi publicada entre Janeiro de 1936 e Março de 1937, no jornal “A Era Nova”. Transitou para o Jornal “A Beira Baixa” em Abril de 1937, e ali foi publicada até Dezembro de 1940.
A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).

(Continuação)
sessão de 5 de outubro de 1809
Foi por isso o alvará para o corregedor da comarca de Guarda, dai veio o pedido de informação para a Câmara de Castelo Branco, a qual respondeu assim:

Senhor:
O requerimento das suplicantes D. Maria Anna e suas irmãs bem que à primeira vista pareça singello digno de atenção todavia elle se dirige a privar os moradores do Lugar de Monforte da comumunião dos pastos contra huma sentença que estes obtiveram; e para que tudo seja por Vossa Alteza Real conhecido os afficiais da Camara a quem se dignou ouvir julgão ser do dever expor o que tem havido entre as suplicantes e os moradores daquele Povo.
Em mil sete centos se setenta e dois, propôz o Pai das recorrentes hum libello contra os moradores de Monforte para affeito de gados os pastos delle que são comuns assim como os que são desta Cidade, e Comarca, e correndo a dita cauza seus termos se julgou em mil sete centos e oitenta e três contra o Autor conservados os Reos na posse em que se achavão e posto que desta sentença appellesse ainda não apareceo reforma della.
Em mil oito centos e quatro apresentou o Pai das recorrentes hum Alvara para esta Camara informar igual requerimento aquelle que agora apresentão com termos mais singelos mas mais sinistros e cavilozos.
Porque a ser lhe concedido o poder de desfrutarem como quizerem as recorrentes as suas Arvores, segue-se que ficarão inhibidos os moradores de Monforte de pastarem com os seus gados as Ervagens que cahissem na Terra das recorrentes, e assim ficava aquella sentença sem efeito, he sim justo que as Arvores das recorrentes não sejam cortadas, mas se os moradores do Povo tem praticado este maleficio, acção ordinária tem ellas para o fazerem punir.
Não consta que aquelles moradores estorvem ás recorrentes o uzo das suas Arvores antes pelo contrario consta que eles varejão, e  apanhão  os fructos das Arvores, utilizando se os gados dos moradores daqueles que incontrão quando pastão as suas Ervagens e que as recorrentes podiam fazer  apanhar antes da sua chegada e assim de tudo tirada a communião dos pastos reduzia-se aquelle Povo a total mezeria não tendo tão bem com que podesse fazer as despezas que o mesmo he obrigado.
He o que temos que responder e Vossa Alteza Real Mandará o que foi servido. Castello branco em Camara de sinco de Outubro de mil e oito cento e nove annos.
Eu Jose Manuel Vaz Touro Escrivão da Camara que o “escrevi”.

- Cá temos a questão do Charrapal, que depois se complica ainda, como veremos, se Deus nos der saúde e paciência para levar isto até ao fim.
(Continua)
PS. Aos leitores dos postes “Efemérides Municipais:
O que acabaram de ler é uma transcrição real da acta de 1809. 
O inicio e o final desta publicação, são palavras do seu autor.
O Albicastrense

sábado, novembro 23, 2019

UMA BOA NOTÍCIA - FERRINHO DE ENGOMAR VAI FINALMENTE SER RECUPERADO


O PRÉDIO QUE EM TEMPOS FOI CONHECIDO POR; "FERRINHO DE ENGOMAR", VAI FINALMENTE SER RECUPERADO. 

Muitas foram as vezes que aqui reclamei sobre a triste situação em que se encontra o  prédio que pode ser visto nesta publicação. 
Na quarta-feira, ao passar na rua D. Dinis, foi surpreendido pela publicidade colocada  nos vidros da loja “Caldeira Modas” que fica no r/chão deste prédio, anunciando "Liquidação Total".
Entrei na loja e falei com o seu proprietário, pessoa que muito simpaticamente me informou que ia fechar em virtude de ter que abandonar o edifício, por ele ter sido vendido. 
    
O prédio foi comprado por uma pessoa que habita próximo de Castelo Branco, pessoa que o vai mandar recuperar para depois o rentabilizar. Após tantos anos de abandono, este albicastrense espero agora,  que este bonito edifício  seja rapidamente recuperado para que ele possa ser uma mais-valia para um local que bem necessitado está de ter muito mais vida. 
O Albicastrense

quarta-feira, novembro 20, 2019

REGISTOS PAROQUIAIS QUINHENTISTAS DE CASTELO BRANCO - (III)

UM FANTÁSTICO TRABALHO 
DE
MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO
(Antigo Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco)

Na celebração do 50º aniversário da publicação deste belo trabalho de investigação  (1969/2019), lançava um apelo à nossa autarquia, para que pensasse na possibilidade de
 publicar este  trabalho.

  
 
O ALBICASTRENSE  

NOTAS E DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA DOS JUDEUS E CRISTÃOS-NOVOS DE CASTELO BRANCO - (IV)

POR MANUEL DA SILVA CASTELO BRANCO QUARTA PUBLICAÇÂO: Embora já tenha publicado o trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, resolvi voltar...