terça-feira, julho 31, 2007

A Minha Cidade









Renovação da Devesa

Recordação da Castelo Branco
para os muitos albicastrenses emigrados por esse mundo fora.

Fotografias de V.Bispo – 2006

sábado, julho 28, 2007

Obras na minha Cidade

Segundo o Jornal “A Reconquista”, a Câmara Municipal de Castelo Branco acaba de lançar obras avaliadas em dezassete milhões de euros.
É o maior investimento de sempre da autarquia albicastrense, o qual permitirá construir, entre outras estruturas, um mercado abastecedor, um centro tecnológico agro-alimentar, um lago na zona de lazer, a nova praça de Postiguinho de Valadares e recuperar espaços nobres como o conservatório, a Avenida 1º de Maio e a envolvente à nova biblioteca, onde será criado um lago e uma cascata de agua.
Segundo Joaquim Morão este é o maior volume de obras lançada, de uma vez só, são obras que permitirão à cidade continuar a crescer e a qualificar-se a vários níveis.
Que poderão dizer os albicastrenses perante tanta fartura? Aplaudir… ou ficar de pé atrás com tanta fartura?
O albicastrense acredita no homem…. Porém lanço desde já um aviso á navegação:

Quanto
ao espaço envolvente à nova biblioteca o projecto parece interessante, e desde que não tenha mais carradas de granito, mas sim espaços verdes, é sempre bem-vindo, no entanto não seria possível a discussão pública deste projecto?
Quanto
à Praça Postiguinho de Valadares, a proposta é boa, diria mais, muito boa mesmo, porém não é novidade. A sensação com que fico ao ler esta notícia, é a de que são, promessas e mais promessas, pois o raio da praça, continua num marasmo total á muitos anos.
Quanto
ao Conservatório, menos conversa e mais obras é aquilo que os albicastrenses exigem, porque o diz que faz, já nós sabemos… queremos é mais rapidez nas acções, pois os albicastrenses bem precisam de música, nesta terra de sisudos.
Por fim Av. 1º de Maio, antes gostaria de acrescentar que alguns dias ouvi um boato, a que não quis dar credito, dizia o rumor que as cerca de 100 árvores que moram naquela avenida, (contadas por mim), teriam os seus dias contados, e a morte já anunciada.
Motivo requalificação da Av. 1º de Maio, (gosto da palavra requalificação… é fina e soa muito bem aos ouvidos dos menos atentes! Requalificação…), não conhece o projecto mas segundo aquilo que vem na reconquista a mesma vai levar novo piso e passeios mais modernos!
Já estou a arquitectar… menos 100 árvores na nossa cidade, Senhor presidente?
Requalifique o que quiser, faça obras que entender, mas por favor deixe as árvores em paz!!!!
Pois elas são cada vez menos na nossa cidade, qualquer dia os albicastrenses ainda pensão, que moram no deserto da outra margem!

O albicastrense

quarta-feira, julho 25, 2007

Recordação de Castelo Branco






Recordação
de
Castelo Branco

(Coleção de seis fotografias)
 

Autoria:

Veríssimo Bispo

O Albicastrense


segunda-feira, julho 23, 2007

CURIOSIDADES ALBICASTRENSES - (XV)


CONJUNTO MUSICAL
“OS BEIRÕES”
Na pesquisa que actualmente faço na nova biblioteca albicastrense, sobre notícias, publicadas pelo antigo jornal a “Beira Baixa” cujo propósito fosse a nossa cidade, encontrei este pequeno bilhete-postal de boas festas, que me espevitou a curiosidade.
“O conjunto musical Os Beirões deseja aos seus clientes e amigos um Natal feliz e um Ano Novo muito próspero de 1944”.
Lanço aqui uma provocação a todos aqueles que visitam esta página:

Sessenta e três anos depois, estará algun destes nossos amigos ainda vivos?
Alguém os conhece, ou conheceu?

O albicastrense


sábado, julho 21, 2007

CURIOSIDADES ALBICASTRENSES - (XIII)


A MINHA CIDADE NO TEMPO

A 10 de Setembro de 1887 em reunião administrativa do conselho, foi decidido convocar todos os indivíduos que exerciam a actividade de cocheiros em Castelo Branco, para se apresentarem no Campo de Montalvão nos dias 24 e 25 se Setembro a fim de serem submetidos a provas de condução de hipomóveis. (que se move por meio de cavalos, diz-se da viatura puxada por solípedes).
O júri dos exames era composto pelos "peritos" em condução de cavalos de sela e atrelados a carroças, era composto por, José Garrido, José da Silva Brasão e António Pereira.
O Albicastrense

segunda-feira, julho 16, 2007

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE - (VI)


RUAS E PRAÇAS
DA 
TERRA ALBICASTRENSE

RUA D. JORGE DA COSTA 
(Conhecido como Cardeal De Alpedrinha)

Se perguntarmos a algum albicastrense onda se situa rua D. Jorge da Costa em Castelo Branco, não tenho qualquer dúvida que a quase totalidade responderá “não faço a menor ideia”. Contudo, se perguntarmos a esse mesmo albicastrense, onde fica o café do catorze que fica nessa mesma rua, a resposta será com certeza bem diferente. 

QUEM FOI D. JORGE DA COSTA. 

Nasceu em 1406, na vila de Alpedrinha, filho de Martim Vaz e de Catarina Gonçalves, foi o primeiro de 15 irmãos. Estudou em Paris e foi prelado em várias dioceses: Bispo de Évora, Arcebispo de Lisboa e Arcebispo de Braga. 
Foi feito Cardeal pelo Papa Sisto IV, em 18 de Dezembro de 1476, com o título dos Santos Pedro e Marcelino. Dotado de invulgares qualidades, foi diplomata, e teve o maior préstimo junto de D. Afonso V, de quem foi conselheiro e confessor, tendo sido também mestre – capelão da sua irmã, a infanta D. Catarina. Por se haver inimizade com o filho e sucessor daquele, o rei D. João II, exilou-se em Roma a partir de 1483, onde acabou por passar o resto da sua vida, governando a partir da Cúria Romana a diocese. 
A D. Jorge da Costa se deve a criação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, com todo o apoio que deu à Rainha D. Leonor, tendo, para o efeito, movido influências em Roma para que a nova instituição surgida em Portugal tivesse o reconhecimento do Papa. 
Morreu em Roma no ano de 1509, onde se encontra sepultado num túmulo magnífico, na Igreja de Santa Maria del Popolo.
A Câmara Municipal de Fundão patrocinou em 2006, as comemorações, do 6º centenário do nascimento do Cardeal D. Jorge da Costa, Cardeal de Roma durante o Pontificado de quatro Papas, foi no Vaticano o grande “negociador” das coisas de Portugal, tal como o designou a Rainha D. Leonor, que o teve sempre como conselheiro da mais sublinhada e generosa virtude. 

As comemorações do, 6º centenário, estender-se-ão até 2008 o ano da sua morte, com inauguração da uma estátua de D. Jorge da Costa, e a publicação da uma biografia, sobre o mesmo.
O Albicastrense

sábado, julho 14, 2007

A Zona Histórica de Castelo Branco


Vamos ao Castelo
O jornal “A Reconquista” publica esta semana uma reportagem sobre a zona histórica da nossa cidade, com o título Um milhão e duzentos e cinquenta mil euros para repovoar o castelo”.
Segundo a referida noticia a câmara municipal terá já adquirido 25 casas degradadas e desabitadas tendo já recuperado seis, (ena tantas…), dessas casas e realojado seis famílias. ”A prioridade de realojamentos é para gente nova, isto para que voltemos a ter vida e gente activa na zona antiga da cidade”, diz Joaquim Morão. A reportagem termina citando o autarca: “Só iremos parar quando a zona antiga estiver recuperada”!
Já aqui escrevi por inúmeras vezes o estado miserável em que se encontra a referida zona, não podia portanto ficar de bico calado perante esta notícia.
Vamos por partes, para quem como eu nasceu em Castelo Branco à pouco mais de meio século, e conhece a realidade na nossa zona histórica a primei
ra impressão com que se fica ao ler esta reportagem, é de que era necessário dizer alguma coisa sobre a “pobre” zona do castelo e com tal deitaram falador, (como diz o povo), mais valia ficarem calados, pois nada de novo foi acrescentado ao pouco que esta a ser feito naquela zona da cidade.
Senhor presidente já aqui afirmei o muito respeito que tenho por si e pelo trabalho que tem desenvolvido na nossa cidade, porém neste caso deixe-me que lhe diga que a montanha, (a noticia do jornal), terá parido um rato.
Vou praticamente todas as semanas ao castelo, (que é como gosto da chamar aquela parte da cidade), estou por tal motivo esclarecido sobre o real estado da zona histórica, existem ruas onde praticamente não mora viva alma, outras onde a maior parte das casas estão em ruínas, outras ainda sem qualquer possibilidade de habitabilidade, são dezenas e dezenas de casas em total degradação, numa zona da nossa cidade,
em que a historia da nossa terra é contada casa a casa, rua a rua, mas onde os nossos autarcas, (com alguma excepção, talvez a sua!), se estiveram cagando pura e simplesmente para a nossa historia, (nem alguns portados quinhentistas escaparam).
Dizer-se que: Só iremos parar quando a zona antiga estiver recuperada
, é evidentemente mandar areia aos olhos dos albicastrenses, as casas recuperadas de que fala são apenas um pequeno grão de areia em toda aquela miséria habitacional.
É indispensável um autentico projecto “Polis” com investimentos de muitos milhões para dar ao local a dignidade que já teve, e podermos mostrar a quem nos visita a nossa própria identidade histórica de mais de 600 anos e não um remendar de rede, aqui e ali, que logo se rompe noutro lado qualquer.
Para terminar por agora direi apenas senhor presidente, a fazer fé no que afirmou no jornal quanto a recuperação do castelo Só iremos parar quando a zona antiga estiver recuperada
, desde já os meus parabéns pelos próximos cinquenta anos a frente da nossa autarquia, pois esse será o tempo necessário para a sua recuperação ao ritmo actual.
O Albicastrense

MEMÓRIAS DO BLOG - “A primeira publicação do blog” - setembro de 2005".

quarta-feira, setembro 07, 2005 CAFÉ LUSITÂNIA - 1827 - 2003 (CAFÉ TÍPICO DA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX) Local de convívio de muitos albic...