BEM – VINDOS A UM BLOGUE LIVRE DE OPINIÕES SOBRE CASTELO BRANCO, SEJAM ELAS BOAS OU MÁS. O BLOGUE É DE TODOS E PARA TODOS OS ALBICASTRENSES…
domingo, janeiro 31, 2021
DIOGO DA FONSECA
sexta-feira, janeiro 29, 2021
FREI EGÍDIO DA APOSENTAÇÃO
Depois da publicação sobre Frei Roque do Espírito Santo, segue-se o seu irmão Frei Egídio da Aposentação. Personagem que podemos ver no lado direito da pintura que repousa no nosso museu.
FREI EGÍDIO DA APOSENTAÇÃO
(1539 – 1626)
quarta-feira, janeiro 27, 2021
domingo, janeiro 24, 2021
FREI ROQUE DO ESPÍRITO SANTO
No seguimento da publicação anterior sobre a pintura que repousa na reserva do nosso museu, pintura que mostra dois dos maiores albicastrense de sempre, aqui fica um pouco da história de Frei Roque do Espírito Santo.
ROQUE
MARTINS DA COSTA
(Fr. Roque
do Espírito Santo)
“O Maior
entre os Albicastrenses”
sexta-feira, janeiro 22, 2021
O RETRATO DE FREI ROQUE DO ESPÍRITO SANTO E FREI EGÍDIO DA APOSENTAÇÃO.
MUSEU DE FRANCISCO TAVARES PROENÇA JÚNIOR
(O que disse José Lopes Dias sobre esta pintura)
Do lado esquerdo, frei Egídio, no hábito negro dos ermitãs de Santo Agostinho, a face calma e reflexiva de um mestre, abaixa a mão esquerda para um volumoso livro aberto sobre o pavimento, a sua obra de místico e filósofo, enquanto aponta ao céu com a mão direita, como se ensinasse a filosofia de Deus!...
E o semblante exprime efetivamente a mensagem de um intelectual e pensador de escolástica, de um místico ou de um asceta. Frei Roque, na sua frente, veste o hábito branco dos Trinitários, assinalado pela cruz de braços, a azul e a vermelho, a bela cabeça resplandecente de glórias e trabalhos sem fim, tisnada pelo duro sol africano, longas barbas de romeiro e missionário, exponde com os olhos e a alma postos no grupo celestial as mãos piedosas sobre a figura gentil e humilde de um cativo, ajoelhado a seus pés… O espírito voa-lhe para o céu, para as figuras da Trindade, enquanto as atividades práticas se multiplicam na remissão de milhares de cativos.
Entre as duas figuras principais, observa-se uma cena miniatural e alegórica, com frei Roque, presidindo à cabeceira de uma vasta mesa à romagem dos monges que vêm entregar as moedas mendigadas por toda a parte, ou vão partir com o dinheiro destinado aos resgates dos soldados nos presídios marroquinos.
Se a metade terrena do quadro contem dois retratos, duas figuras reais, a parte superior é de concepção puramente académica e celestial.
A virgem exibe, na mão direita, as cadeias quebradas dos cativos, tendo no peito a cruz de Padroeira dos Trinitários e revendo-se no livro aberto das obras de frei Roque. Entre as figuras primaciais concorrem, em segundo plano coros de anjos ou serafins e emergem do caos bambinos de graça imanente e radiosa.
Deve destacar-se, no pormenor o expressionismo das mãos de orador e mestre em frei Egídio, de compaixão e tutela em frei Roque, majestáticas no Padre Eterno, dedicadas e poderosas em Jesus Cristo, enternecidas, as da Virgem; e mesmo os querubins rosados exibem mãozinhas papudas e tenras, como se o artista expressamente desejasse malbaratar o talento com que dominava uma das grandes dificuldades técnicas das artes plásticas.
Indubitavelmente primorosa, a obra é de relevante interesse, quer no seu valor estético, quer na representação histórica de dois personagens ilustres de Castelo Branco, sendo o nome do pintor ainda hoje desconhecido.
A MINHA COABITAÇÃO COM ESTA BELA PINTURA
Quando da reabertura do museu em 1998, o nosso frei Roque e frei Egídio deixaram de ter pedestal no nosso museu, e o quadro regressou temporariamente à instituição onde estivera mais de cem anos (Santa Casa de Misericórdia de Castelo Branco), tendo estado exposto ao cimo da escadaria principal desta instituição, entre 2001 e 2006 (onde a foto que ilustra esta publicação foi obtida), sendo retirado e enviado de novo para o museu em virtude do seu mau estado.
Uma
autêntica tristeza, mágoa que nos envergonha a todos.Os dados
aqui apresentados são excertos retirados do livro: ”Os retratos de Frei Roque do Espírito Santo e de Frei Egídio da
Aposentação, do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior” da autoria
de José Lopes Dias, editado em 1976. O
ALBICASTRENSE
quarta-feira, janeiro 20, 2021
UM CRIME EM CASTELO BRANCO EM 1880
domingo, janeiro 17, 2021
APONTAMENTOS HISTÓRICOS SOBRE CASTELO BRANCO
FONTANÁRIO DAS AGUAS FÉRREAS DA GRANJA
(17 DE JANEIRO DE 1827 - 17 DE JANEIRO DE 2021)
Esta solicitação foi subscrita por muitos albicastrenses, que se constituíram numa extensa Comissão, a qual, no dia 25 de Agosto de 1826 apresentaram ao juízo de Fora e ao seu Almoxarife da Comenda de Santa Maria do Castelo, Dr. António Manuel da Silva Crespo, o respetivo pedido. O povo da cidade de Castelo Branco responsabilizou-se pelas despesas inerentes à construção do chafariz. A obra ficou concluída em 1829.
ERMIDA DE NOSSA SENHORA DE MÉRCOLES
UMA DAS MAIS BELAS PÉROLAS DA TERRA ALBICASTRENSE O ALBICASTRENSE
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EU SÓ QUERIA ENTENDER.... Volto a um assunto que já aqui abordei várias vezes, estou a fazê-lo novamente porque ao passar hoje pe...
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LISTA DE TODOS OS GOVERNADORES CIVIS DE CASTELO BRANCO: (1835 - 2011) O Governo Civil, em Portugal. foi um órgão da administração públic...
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" PATRIMÓNIO DA TERRA ALBICASTRENSE " O texto sobre o bordado de Castelo Branco que vão ler a seguir é, da autoria de...



















