EDIFÍCIO DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
A
mudança da Caixa Geral de Depósitos para o antigo edifício do BNU na Devesa,
tem sido motivo de estampidos na terra albicastrense. Vários amigos perguntaram-me
se eu sabia de alguma coisa, quanto ao destino do bonito edifício. Ouve
até, quem me assoprasse aos ouvidos, atestando que o edifício seria demolido,
pois o presidente anda com a cisma de ali arrebitar um hotel !! A todos apaziguei, atestando que tal não fazia sentido, pois o imóvel inaugurado em 1942, está
classificado desde 2012 como monumento de interesse público.
Convém
no entanto elucidar os albicastrenses, do seguinte: independentemente do edifício ter a
classificação de interesse público e ele pertencer à Caixa Geral de Depósitos,
tal não é impeditivo de um qualquer “manhoso”, poder reformar esse estatuto e
dar o dito por não dito.
Este
albicastrense apela a quem de direito, (atual presidente da nossa autarquia),
que venha a público deitar agua na fervura, pois ficar calado caladinho não é a
melhor atitude.
Aos
albicastrenses apelo, para que estejam atentos a toda esta conjuntura, uma vez,
que proteger este bonito edifício, e dever de todos nós.
Ps. Nesta
publicação podem ler o trabalho publicado pelo Jornal “Reconquista”, sobre este
assunto.
O ALBICASTRENSE
Esta venda só é mais uma a adicionar a tantas outras. Muito fácil apresentar bons resultados. Património alienado, emagrecimento com redução de pessoal, irão com toda a certeza obter os magníficos prémios e atingir os objetivos. O que irá restar a seguir da Caixa? Ficará uma Caixinha que não terá qualquer relevância na atividade bancária.
ResponderEliminarMargarida Domingos tem de se informar melhor sobre o assunto da transferência de serviços da agência da CGD da Praça do Município para a rua Sidónio Pais, onde já existiu quando se fundiu com o BNU. Não há redução de pessoal, neste caso concreto, como não existe qualquer venda do edifício, que se saiba. A CGD é o maior banco Português e com capitais totalmente públicos.
EliminarO Passos queria privatizar a CGD. À falta disso "resolveu" o BES, com resultados que se viram.
EliminarMargarida Domingos.
ResponderEliminarEsta venda só é mais uma a adicionar a tantas outras. Muito fácil apresentar bons resultados. Património alienado, emagrecimento com redução de pessoal, irão com toda a certeza obter os magníficos prémios e atingir os objetivos. O que irá restar a seguir da Caixa? Ficará uma Caixinha que não terá qualquer relevância na atividade bancária.
Luís Barroso.
EliminarMargarida Domingos tem de se informar melhor sobre o assunto da transferência de serviços da agência da CGD da Praça do Município para a rua Sidónio Pais, onde já existiu quando se fundiu com o BNU. Não há redução de pessoal, neste caso concreto, como não existe qualquer venda do edifício, que se saiba. A CGD é o maior banco Português e com capitais totalmente públicos.
O que este Presidente prometeu na campanha eleitoral foi fazer um hotel de turismo novo no local onde esteve o que demoliram sem que a Câmara da altura embargasse, assim como um Polis pensado por cabeças de cá para a reabilitação da zona histórica, tinham-lhes prometido financiamento para isso.
ResponderEliminarNão vejo razão para ir fazer hotel no edifício da CGA, que não pertence à Câmara. O que a CGA quer fazer com ele é que pode preocupar, não deve ser coisa boa. Mas a Câmara sempre poderá embargar.