quinta-feira, maio 04, 2023

INFORMAR QUEM COMANDA A TERRA ALBICASTRENSE

É FAVOR TOMAREM MEDIDAS


Ao passar pelo local que as imagens mostram, somos invadidos por um cheiro nauseabundo, cheiro que entra nas nossas narinas e nos leva a tapar o narizinho. O malfadado cheiro, vem de um líquido que escorre a céu aberto e desagua numa sarjeta que existe por baixo da ponte do caminho de ferro, que dá entrada  ou saída para o Bairro do Valongo. 
Não sei se o líquido em causa é toxico, mas… que pode ser perigosa pode, pois tudo o que cheira mal normalmente traz graves problemas de saúde. Aos responsáveis pela nossa autarquia peço rapidez na resolução deste assunto, pois se alguém que por ali passar combalir devido a este problema, não poderá a partir de agora, alegar que desconhecia o problema. Como no local só existem duas superfícies comerciais, saber de onde vem o produto não parece difícil.




                                     O ALBICASTRENSE

segunda-feira, maio 01, 2023

ALBICASTRENSES ILUSTRES

A colocação da Monografia de Castelo Branco da autoria de José Germano da Cunha na página do facebook do grupo Castelo Branco, levou-me a postar pela segunda vez, uma pequena biografia deste Albicastrense.

JOSE GERMANO DA CUNHA

(1839/1905)

PANSADOR E POETA

Nasceu em Castelo Branco a 22 de novembro de 1839; faleceu no Fundão a 3 de agosto de 1903. Filho do Dr. Daniel da Silva Pereira e Cunha  e de D. Leonor Cândida da Silva. Depois dos seus primeiros estudos, a falta de vista, que desde cedo se tinha começado a manifestar, acentuou-se por tal forma que, no ano de 1855, os abandonou por não poder seguir uma carreira literária. 
Não deixou, porém, de cultivar sempre as letras, até ao último momento de vida. Ainda bem novo colaborou no Almanaque de Lembranças com diversos artigos e poesias e depois em vários jornais, cujos títulos se podem ler no número homenagem que a Folha do Fundão publicou em 9 de agosto de 1903.
Foi redator e fundador do jornal O Apóstolo da Verdade, que em 26 de maio de 1870 começou a publicar-se no Fundão e que durou até 28 de julho de 1871. Colaborou no jornal A Beira Baixa, do Fundão, cujo primeiro número saiu em 4 de outubro de 1891. 
Foi redator e fundador do Jornal do Fundão, que saiu a público em 6 de fevereiro de 1898, e do Unhais da Serra, que teve princípio em 1 de fevereiro de 1900 e cujos primeiros números foram impressos em Lisboa.
Escreveu:
A torre dos namorados, 1866; Notícia histórica da Santa Casa da Misericórdia do Fundão, 1870; A propósito da Monografia de Castelo Branco; Fotografias (sonetos); Fotografias (versos humorísticos), 2.ª edição correta e muito aumentada, Lisboa, 1893; Apontamentos para a história do concelho do Fundão, Lisboa, 1892; O conselheiro de Estado José Silvestre Ribeiro; Jornalismo do distrito de Castelo Branco (resenha histórica); O Fundão (breve notícia com gravuras), Lisboa, 1898; Entre sombras (versos), 1903.

José Germano da Cunha, que tinha pelo Fundão um entranhado amor, prestou-lhe relevantíssimos serviços. 
O seu nome ficou ligado à Santa Casa da Misericórdia daquela vila, à construção do Casino Fundanense, um bom edifício moderno, que se deve à sua iniciativa e grande tenacidade; ao mercado público. 
José Germano da Cunha sofreu a perda total da vista poucos anos antes de falecer, mas suportou resignadamente  essa situação.
O ALBICASTRENSE 

sábado, abril 29, 2023

CURIOSIDADES TOPONÍMICAS DA TERRA ALBICASTRENSE - (IV)

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE

(Continuação)
No ano de 1862 foram atribuídos nomes a três ruas e um largo já existentes, algum deles por proposta do Vereador Castro de Refoios. 
Logo em janeiro a Câmara deliberou: Que a rua que vai da devesa em direção a S. Marcos se dominasse, Rua Formosa e que no cunhal da casa do Sr. Dr. Agostinho Fevereiro se escrevesse o nome da rua.
Esta tem agora o nome de João de Deus. E na sessão imediata o mesmo vereador propôs que o terreno desde o paredão do passeio da Devesa para o lado do quartel de Cavalaria se chame Praça d’ EL Rei o Sr. D. Luís. Foi aprovada ficando o mesmo Sr. encarregado de mandar colocar a sua inscrição e a da rua formosa onde julgue conveniente. Esta praça, mais conhecida por a Devesa, tem agora o nome de Campo da Pátria.
Da ata da sessão de 1 de Março seguinte consta que, entre outras, foi aprovado a proposta seguinte: “
Que a rua onde moram João dos Santos Caio, José Nunes das Bouças defronte da casa da assembleia se domine, Rua das Flores
”. 
Esta rua tem hoje o nome de Presidente Sidónio Pais e a associação denominada Assembleia estava instalada em casa na esquina com a rua do Pina, pertencente a família Ordaz Caldeira de Valadares e onde foi construída a Agência do Banco de Portugal.
E por fim logo na sessão de 26 de Abril, como já foi anotado no passo relativo a construção do mercado coberto, “o Sr. Castro de Refoios requer que à rua em frente da casa do Sr. Joaquim d’ Albuquerque de pusesse o nome de Bela Vista e à que se dirige à Pá Queixada a rua do Jasmim. Foi deferido o requerimento e o mesmo senhor encarregado de mandar fazer os restivos dísticos". 
A rua da Bela Vista foi dada depois o nome de S. Jorge por ocasião da procissão de Corpus Chrsti, e à do Jasmim o de Mouzinho Magro, como já atrás se registou. 
(Continua)
Recolha de dados: "Estudos de Castelo Branco". Artigo da autoria de: Manuel A. de Morais Martins.
O ALBICASTRENSE

sexta-feira, abril 28, 2023

MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE

PÉROLAS 

Duas fantásticas imagens captadas em Junho de 1952, por Manuel Jaime da Costa Roxo.

O autor das imagens captou-as quando da abertura abertura da avenida Espírito Santo, segundo consta nas imagens.

Local que hoje é conhecido por rua Dadrá. 


Se não fosse a segunda imagem, dificilmente alguém conseguiria identificar o local através da primeira.

Mais uma vez, o meu bem-haja a Manuela Covas, neta do autor das imagens a oferta destas autenticas pérolas.

ALBICASTRENSE



 

quinta-feira, abril 27, 2023

PARQUE CRUZ DO MONTALVÃO

CAMPO DE JOGOS DO MONTALVÃO NO PASSADO
HOJE:
PARQUE DA CRUZ DO MONTALVÃO

               

Em 2019 quando do início da requalificação do antigo Campo de Jogos do Montalvão, aplaudi o início das obras e estranhei o projeto. 
A minha estranheza, tinha a ver com as poucos sombras que o projeto mostrava. 
Como passo pelo local quase todos os dias, está minha estranheza penetrou em mim ainda mais, pois ao olhar para o antigo Campo de Jogos do Montalvão, agora, Parque da Cruz do Montalvão, argumentava para mim próprio, que ele poucas visitas irá ter. 
No verão, o sol irá torrar quem se atrever a visitá-lo, no inverno a chuva irá encharcar quem se atrever a visitá-lo. Reservas á parte, lá estrei na inauguração do parque, se constatar que me enganei na minha apreciação, terei que dar a mão à palmatória e bater palmas pela requalificação.             
                                       O ALBICASTRENSE

domingo, abril 23, 2023

UM POUCO DA HISTÓRIA DA NOSSA SENHORA DE MÉRCULES.

CASTELO BRANCO E O SEU ALFOZ

Muito se diz sobre a nossa romaria da Senhora de Mércules e muito mais se irá continuar a escrever e a dizer sobre ela.
Por isso, por vezes é necessário dar palavra a quem tem dados sobre este tipo de assuntos para que cada um de nós, não acrescente um ponto sempre que falar sobre esta nossa romaria.
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José Ribeiro Cardoso no seu livro: "CASTELO BRANCO E O SEU ALFOZ, ACHEGAS PARA UMA MONOGRAFIA REGIONAL" publicada em 1953 pelas livrarias Semedo e Feijão, diz o seguinte sobre este assunto. 
     

                       O     ALBICASTRENSE

ERMIDA DE NOSSA SENHORA DE MÉRCOLES

UMA DAS MAIS BELAS PÉROLAS  DA  TERRA ALBICASTRENSE     O ALBICASTRENSE