PÉROLAS
DA
TERRA
ALBICASTRENSE
BEM – VINDOS A UM BLOGUE LIVRE DE OPINIÕES SOBRE CASTELO BRANCO, SEJAM ELAS BOAS OU MÁS. O BLOGUE É DE TODOS E PARA TODOS OS ALBICASTRENSES…
As
primeiras reuniões, decorreram nesta tasca onde lhes era cedido pelo Júlio, uma
sala para reunirem no início dos anos 50. Ganharam asas e abriram a sua primeira
sede, na rua Ruivo Godinho (segundo ouvi
perto do restaurante; “O Caçador”).
É costume
ouvir dizer quando alguém ou alguma coisa desaparece ou se apaga, a seguinte
expressão; “É a vida…”
“Esta capela foi mandada fazer por Simão da Silva da
Índia e mandou-lha fazer Ana Correia sua testamentaria à custa dos seus legados
que manda os faça em seu testamento”.
Simão
da Silva era um fidalgo natural de Castelo Branco, muito estimado na corte do
Rei Venturoso. Camião de Góis refere-se a este fidalgo, na sua crónica do
Felicíssimo D. Manuel, narrando o facto de haver sido enviado como embaixador
de rei de Manicongo, capitaneando cinco navios onde eram transportados ricos
presentes do rei português.
Muitas
foram já as vezes que ao ler no facebok a designação docas, escrever um
comentário dizendo: Devesa, meu amigo!
A “MONOGRAFIA
DE CASTELO BRANCO”, de António Roxo traz a seguinte nota: “Sobre a verga da porta principal da hoje arruinada
capela de S. Brás se vê gravada a era de 1101, que pela era de Cristo vem a ser
1603.
Nas ruas
do meu bairro, é possível ver-se de cem em cem metros, um poste como os
que se podem ver nas imagens aqui postadas. O triste arraial de fios, foi e continua a ser colocado
pelos operadores de televisão, Internet e telefone. As referidas empresas, estão-se
pura e simplesmente borrifando para o triste espectáculo que deixam atrás de
si.
O Prior Manuel de Vasconcelos nasceu em Castelo Branco. Faleceu em
Torres Vedras em 13 de Agosto de 1647, legando à Misericórdia da terra
albicastrense, por testamento feito nesta vila em 6 de Agosto do mesmo ano, toda a
sua avultada fortuna, então avaliada em 50 contos.
Perante
tais palavras, disse a essa pessoa que já tinha alertado a autarquia através
deste blogue, para o triste espectáculo que é ver esta casa e este bonito pátio na situação em que se encontram. Prometendo que iria novamente
levantar esta questão no blogue.
Numa
terra onde se desenvolvem obras por tudo o que é sítio, na sua zona histórica
está quase tudo a cair de podre, parecendo até, que tal situação é normal e que
aquilo é tudo para mandar abaixo um dia destes.SUBSÍDIOS PARA O ESTUDO DA TOPONÍMIA ALBICASTRENSE NO SÉCULO XVI Recordar um excelente trabalho de Manuel da Silva Castelo Branco, sobre a ...