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sábado, dezembro 05, 2020
AS SEIS MAGNIFICAS
DA
TERRA ALBICASTRENSE
As chaminés das
antigas fábricas integradas no urbanismo das cidades, são um elemento
decorativo e um património histórico a preservar. Como todos sabemos, as chaminés
serviam para libertar os fumos das caldeiras nas fábricas, fábricas que
pouco a pouco foram expirando deixando estas chaminés ao Deus dará.
As seis chaminés
aqui expostas, fazem
parte do espaço público da terra albicastrense.
Chaminés
que
deixaram de ter uso industrial e passaram a ser vistas por alguns, como espantalhos
que dia menos dia são para mandar abaixo ou deixar cair, mas para outros (entre os quais está este albicastrense),
como um património que a todos nós, compete defender e proteger.
Na terra albicastrense existem ainda duas chaminés
cujo futuro temos que estar atentos e vigilantes, pois, não podemos permitir a
sua destruição quando da recuperação do espaço onde estão inseridas. Estão neste caso, a
antiga chaminé da Polida e a que se encontra ao lado das chaminés da Metalúrgica. Existe ainda a da antiga fábrica da Centauro, que neste momento parece estar protegida.
Guardar memorias é não deixar morrer a nossa história, pois se assim não for, seremos apenas mais um entre muitos outros. A nossa identidade cultural passa por protegermos o pouco que existe para proteger, pois no passado ninguém se preocupou com isso. Abraço
Joaquim Baptista A pouca indústria que havia acabaram ccom ela. A Auto Mecâmica da Beira que fazia, entre outras peças ,os teares para os texteis e Metalúrgica peças pessadas. Da história da Auto Mecânica constou na altura que a gestão foi incompetente e que mãos largas em gastos ao estrangeiro para promoção deram no resultado que se viu e ao não acompanhamento do progresso que entretanto surgia na metalo-mecânica. Sobre a metalurgica não sei nada. (Comentário eito no facebook).
Alvaro Reis
ResponderEliminarAcabará por ficar (?) uma imagem daquilo que Castelo Branco nunca foi: uma cidade industrial.
(Comentário eito no facebook).
Guardar memorias é não deixar morrer a nossa história, pois se assim não for, seremos apenas mais um entre muitos outros. A nossa identidade cultural passa por protegermos o pouco que existe para proteger, pois no passado ninguém se preocupou com isso.
EliminarAbraço
Álvaro Reis
EliminarAntónio Veríssimo Bispo, sem dúvida, mas não se pode re-escrever a história.
Joaquim Baptista
ResponderEliminarA pouca indústria que havia acabaram ccom ela. A Auto Mecâmica da Beira que fazia, entre outras peças ,os teares para os texteis e Metalúrgica peças pessadas. Da história da Auto Mecânica constou na altura que a gestão foi incompetente e que mãos largas em gastos ao estrangeiro para promoção deram no resultado que se viu e ao não acompanhamento do progresso que entretanto surgia na metalo-mecânica. Sobre a metalurgica não sei nada.
(Comentário eito no facebook).