Domingo, Julho 12, 2009

BIGODES E COMPANHIA - Entrevistas

Avenida Nuno Álvares
Bigodes e Companhia avisados pelo lendário salteador Robin dos Bosques que na floresta de Sherwood luta contra a tirania do temido Príncipe João, mandou-me um pombo-mail sobre o estado em que se encontram alguns dos bancos da nossa Avenida Nuno Álvares, (como raio terá ele sido sabedor, do estado lastimoso dos bancos?). Resolveram meter pés a caminho e verificar pessoalmente a veracidade das informações enviadas por Robin dos Bosques, (O tal que roubava aos ricos para dar aos pobres!..).
Munidos de uma boa máquina fotográfica, escondida por baixo do capote do Companhia, (não estivessem os bancos avisados para não se deixar fotografar), para captar as imagens demonstrativas desse estado e ao mesmo tempo para tagarelar com os muitos albicastrense que regularmente assentam os seus rabiosques nos ditos bancos.
Bigodes para Companhia.
-- Esta coisa de entrevistarmos pessoas está a deixar-me com as unhas dos pés arrepiadas.
-- Deve ser por não cortares as unhas há mais de um ano. Nós vamos apenas colocar pequenas questões aos aproveitadores que regularmente assentam os seus traseiros nos bancos de todos nós
.

Já na avenida a dupla pateta mete conversa com o primeiro dos albicastrenses, que encontra sentado num dos bancos da dita cuja.
-- Caro amigo albicastrense… Importa-se que lhe coloquemos algumas questões relativas aos bancos desta avenida?
-- Olha! Quem havia de dizer que um dia ia conhecer estes dois tratantes.
-- Como se chama o nosso amigo?
-- Nosso amigo! Olha… Estes ainda agora aqui chegaram e já estão a chamar-me amigo. – Eu sou o Zé do Coice.
-- O amigo Zé do Coice… Já reparou que o banco em que está sentado lhe falta uma tábua?
--Então e depois! Eu não sou polícia… Se quiser fazer queixa vá ao nosso primeiro que ele tem casão aqui ao lado.
-- Nós só queríamos saber a sua opinião, sobre o estado dos desgraçados bancos desta nossa avenida
-- Uma vergonha meus amigos! Ainda há dias dei cabo de umas calças numa das lascas do banco, mas vou apresentar factura ao nosso principal.
-- Quer aproveitar esta oportunidade, para mandar discurso ao nosso primeiro sobre este estado dos bancos?
--
Primeiro amigo ou arranjas estes bancos... ou o Zé do Coice deixa de estar contigo.

Bigodes para Companhia.
Companhia… O Zé Coice acaba de dar um coice no primeiro, vamos falar com a maralha que está no banco ao lado.

-- Amigos nossos… A amalucada dupla Bigodes e Companhia têm algumas perguntinhas para lhes fazer.
-- Estes malucos querem fazer-nos umas perguntinhas!? - Disse o mais anafado do grupo.
-- Nós estamos a perguntar á malandragem da terceira idade que frequenta estes banquinhos, sobre o estado em que se encontram alguns deles.
-- Achamos que hoje vão os bancos… Amanhã as árvores… De seguida os passeios … E por fim… Vamos nós para a quinta das tabuletas. - Respondeu o mais magricelas do grupo.
-- Cruzes canhoto! Voltando aos bancos que é o que aqui nos trás. – Nós gostaríamos que se pronunciassem sobre esta problemática muito abrangente e muito sofisticada, do estado dos velhos bancos da nossa linda avenida.
-- Olhem! Eles até são conhecedores de palavreado caro... -- O bando da sueca que aqui joga habitualmente, vai fazer um baixo assinado ao nosso primeiro a exigir a substituição destes bancos por sofás de cabedal, com pequenas mesas para aqui podermos realizar os nossos torneios da sueca. Respondeu o que parecia ser o cabecilha do grupo.
-- Substituir este bancos por sofás!?
-- Por sofás… Mesas de jogo, e já agora queremos que o nosso primeiro nos traga umas grades de cervejinha para amanhar os joguinhos. – Disse de novo o magricela do grupo.
-- Vocês estão a reinar?
-- Olha! Afinal eles até são inteligentes... – disse o anafado do grupo.
-- Afinal querem ou não pronunciar-se sobre os bancos!?
-- Claro que queremos… Ou o nosso primeiro manda arranjar os bancos da nossa mais bonita avenida, ou o agregado da Sueca contacta o Bando da Soneca, o Conjunto dos Mirones, o Rancho dos Coscuvilheiros, o Clube das Viúvas Carentes e muitos outros que aqui têm delegação. Para uma grande jornada de luta frente ao solar do perfeito. – Respondeu o cabecilha do grupo.
-- Estão dispostos a ir até onde na defesa dos bancos?
-- Não podemos ir muito longe… pois as pernas já se recusam a grandes caminhadas. - Disse o que até então, tinha estado calado
-- Não perceberam! Nós estamos a referir-nos á luta em defesa da reparação dos bancos da avenida.
-- O agregado da Sueca ficou encarregado de aprontar formas de luta, já sentenciou a primeira acção, para o dia em que for anunciado que o nosso primeiro vai ser candidato á sua própria sucessão na autarquia do nosso burgo. – Se o primeiro não mandar ajeitar os nossos bancos, nós ajeitamos um refrão que vamos cantar prá frente do seu Solar. Disse o cabecilha do grupo.
-- Podemos saber qual é esse refrão?
-- Porra!.. Que estes querem saber de tudo… – O refrão é da autoria do prestigiado e desconhecido albicastrense, (Zé das Quadras). – Disse o anafado do grupo.

I
Ò Prefeito… Ò Prefeito…
Um concelho te vamos dar…
Ou ajeita os nossos banquinhos…
Ou em ti não vamos votar.
II
Em ti não vamos votar…
Se não nos fizeres esse jeito…
Vamos votar no Eusébio…
Para ser o nosso perfeito.
Companhia para Bigodes.
-- Vamos embora Bigodes… Se não estes amalucados ainda dão connosco em doidos.
-- Calma Companhia! Vamos primeiro falar com os namoradinhos do banco do lado.
-- Os jovenzitos respondem-nos a duas perguntas?
-- Vocês são cegos! - Disse a miúda… – Calma amorzinho… Eles devem sofrer de miopia aguda.
-- Nós apenas queríamos saber a vossa opinião, sobre o lastimoso estado de alguns dos bancos desta nossa avenida.
-- Amorzinho… Estes coroas devem gostar de chatear quem está numa sessão de beijoquice. – Disse o jovenzito.
-- Perdão… Pela interrupção da sessão de beijoquice. Podem continuar que nós vamos arreliar para outras bandas.
-- Amorzinho… Estes devem ter fugido de algum lar da quarta idade. – Disse o jovem reguila.

Bigodes para Companhia.
Vamos… já temos matéria para entalar o albicastrense e alertar o nosso prefeito.
Bigodes e Companhia

Quinta-feira, Julho 09, 2009

RUA D' EGA

ZONA HISTÓRICA DA MINHA CIDADE

Esta rua com pouco mais de 250 metros, terá à volta de 200 portados na soma dos dois lados da rua. No entanto grande parte das casas existentes nesta rua, estão desertas por falta de condições habitacionais, estando algumas delas em ruínas. A situação não é famosa por aquelas bandas, porém, com o arranjo das ruas estou convicto de que foi dado um passo importantíssimo, para resolver de uma vez por todas a triste “caca” em que muitos dos que habitaram a casa grande da nossa cidade, deixaram cair esta pobre zona de Castelo Branco.
Muitas críticas já aqui fiz ao nosso primeiro e irei com certeza continuar a fazê-las. Porém… será de toda a justiça, (Independentemente da lentidão das obras e de algumas coisas menos boas), realçar o trabalho feito pela nossa autarquia, nesta martirizada zona da cidade. Estou mesmo convencido que depois do arranjo das ruas, se seguirá a todo a vapor o restabelecimento de muitas das velhinhas casas e que dentro de alguns anos, (espero ainda andar por cá, nessa altura…), a nossa zona histórica não terá apenas o pomposo nome de zona histórica, mas que se tratará verdadeiramente uma zona histórica que irá orgulhar todos os albicastrenses.

ALGUMA DA HISTÓRIA DESTA RUA

Manuel da Silva Castelo Branco nos no seu livro: “Subsídios para o Estudo da Toponímia Albicastrense no Século XVI ” conta-nos um pouco da história desta rua.
A Rua de E’ EGA é um topónimo que, segundo joseph M. Piel deriva do nome próprio Egas; alguns supõem também que o seu uso em Castelo Branco poderá talvez resultar da Ordem de Cristo ter possuído uma outra comenda de “pleno jure”, na vila da EGA… Aparece mencionado este arruamento, numa carta de venda feita, em 1522, por Diogo Vaz e sua mulher Beatriz de Sousa a Sebastião Nunes, todos moradores em Castelo Branco, de uma casa sitas detrás da Misericórdia, com quintal e poço para a rua D’ EGA e que ficaram, por falecimento de Aires Botelho, a seus herdeiros. Morou nesta rua o R. P. Bartolomeu da Costa, varão notável pelas suas virtudes, que nas próprias casas de residência fundou um Hospital dos Convalescentes de Castelo Branco.
Muito pouco para uma rua com tantos e tantos anos de história, na história da nossa cidade.

ALGUMAS DAS PRECIOSIDADES DA RUA D’ EGA.

Nesta rua existem alguns dos mais belos portados quinhentistas da nossa zona história, uma cruz de Cristo com uma inscrição por baixo, que não consegui decifrar mas que tem a data de 1720. E por fim uma bonita casa, com a frontaria toda ela em granito.

O Albicastrense

Terça-feira, Julho 07, 2009

Tiras Humoristicas

Bigodes e Companhia comentam a entrevista dada pelo candidato do PSD ao Jornal “povodabeira”.

O Albicastrense

Segunda-feira, Julho 06, 2009

Castelo Branco na História - LV

CASTELO BRANCO
NA
HISTÓRIA E NA ARTE
IGREJA DA MISERICÓRDIA VELHA – (8)
(Continuação).
Alegando também a Mesa que a Casa não devia gastar nas obras o que era destinado aos doentes, solicitava ao rei a continuação do subsídio do real de água e, por alvará de 13 de Dezembro de 1740, foi-lhe deferido a pretensão. Conseguiu assim, a Misericórdia, a almejada conclusão das obras de reedificação da igreja e de construção do hospital, que haviam arrastado durante mais de um século.
De ambos os lados da igreja foram construídas enfermarias, destinando-se as do lado do Norte aos doentes de sexo masculino e as do lado Sul aos do sexo feminino. Por breves pontifícios de 2 e 3 de Outubro de 1777, de Pio VI, obteve a Misericórdia dois altares privilegiados: o da Visitação e o de S. João de Deus. Em 1798 já o hospital estava muito arruinado, necessitando de substituição dos pavimentos e dos tectos de madeira. A Mesa reunida em 1 de Janeiro desse ano, deliberou mandar executar as obras necessárias, despendendo nelas a quantia de 300$000 reis que lhe havia sido legado em testamento em 1794, pelo benemérito Padre Manuel Mendes beato.
A Santa Casa da Misericórdia esteve instalada nas dependências da Igreja da Rainha da Rainha Santa Isabel até ao ano de 1835. Tendo-se tornado insuficiente as instalações do hospital e aproveitando a circunstancia de haverem sido extintas em 1834 as Ordens religiosas deliberou, a Mesa, em sessão de 5 de Setembro daquele ano, dirigir às cortes uma representação solicitando a troca do edifício da Misericórdia pelo do convento de Santo António dos Capuchos. Não conseguiu, porém, o deferimento da pretensão e, em sessão de 6 de Outubro do mesmo ano resolveu pedir as instalações do convento da Graça. Foi concedida, pelo Ministério da Fazenda, em portaria de 9 de Julho de 1835, a permuta dos edifícios e, em portaria de 18 de Setembro do mesmo ano foi autorizada a transferência da Misericórdia para o antigo convento da Graça. Foram mudados os sinos e algumas imagens de santos, entre as quais a da Padroeira da Misericórdia.
Na casa do lado do Norte da Igreja de Santa Isabel, que foi hospital do sexo masculino, foram instaladas duas escolas de ensino secundário: a Escola de Ensino Mútuo, criada por decreto de 15 de Novembro de 1834 e o Liceu Nacional, instituído por decreto de 17 de Novembro de 1836.
(Continua)
PS. O texto é apresentado nesta página, tal qual foi escrito na época.
Publicado no antigo jornal "Beira Baixa" em 1951
Autor. Manuel Tavares dos Santos.

O Albicastrense

Sábado, Julho 04, 2009

OPINIÃO - Maria João Pires

MARIA JOÃO PIRES
Vai renunciar á nacionalidade Portuguesa.
“A pianista Maria João Pires vai renunciar à nacionalidade portuguesa, tornando-se aos 65 anos cidadã brasileira. A notícia é avançada pela Antena 2 da RDP, que adianta que a pianista se fartou “dos coices e pontapés que tem recebido do Governo português". Decepcionada com o modo como tem sido tratada a nível governamental, sobretudo no seu projecto de ensino artístico de Belgais (Castelo Branco), Maria João Pires, que tinha dupla nacionalidade, decidiu agora ficar apenas com a brasileira”.
Não vou aqui pronunciar-me sobre esta decisão de Maria João Pires, pois cada Português é livre do tomar as decisões que muito bem entender sobre a sua “Portugalidade”. Porém… tal decisão não poderá deixar de ser questionada por todos aqueles Portugueses que ao longo de muitos e muitos anos, tudo têm feito por este pais. As perguntas que aqui deixo não são muitas nem complicadas, pois as minhas fracas capacidades intelectuais, não me permitem colocar questões difíceis ou complicadas.
AS MINHAS INTERROGAÇÕES
Se todos aqueles que lutaram pela democracia em Portugal, antes e depois do 25 de Abril tivessem desistido ou tivessem renunciado a essa luta, que país teríamos hoje?
Se os militares de Abril, que tantas e tantas vezes tão mal tratados foram por aqueles a quem entregaram o poder após o 25 de Abril, resolvessem entregar os quartéis aos governantes e fossem de abalada para um qualquer outro pais, que forças armadas teríamos nós?
Se todos os professores portugueses que diariamente vêem o seu estatuto profissional ser posto em causa, decidissem ir de apalada até ao Brasil leccionar, quem iria formar os Portugueses do futuro?
Se todos os sindicalistas que durante anos e anos foram, (e continuam a ser), prejudicados profissionalmente por causa das suas opções sindicais desistissem dessa luta, que direitos laborais teriam hoje os trabalhadores Portugueses?
Se todos os trabalhadores que diariamente são despedidos no nosso pais, renegassem ou entregassem o seu bilhete de identidade as autoridades e fossem labutar para um outro pais, que pais teríamos para entregar aos nossos filhos?
Se todos os escritores, pintores, poetas e outros tais que foram censurados antes e depois do 25 de Abril, resolvessem ir de abalada para um outro pais qualquer, que pais teríamos nós hoje em dia?
Maria João Pires tomou a decisão que tomou e não sou eu que a vou criticar pela sua decisão, porém… se todos aqueles que em determinado momento das suas vidas, não encontraram soluções para resolver os seus problemas, baixassem os braços e fossem de abalada para outras bandas, Portugal seria hoje não o deserto da outra banda que o “outro” falava, mas antes um pequeno deserto Ibérico.
A decisão é respeitável e tem que ser respeitada, mas por favor, não façam da opção de Maria João Pires um drama nacional e uma tragédia local.
O Albicastrense

Sexta-feira, Julho 03, 2009

COMENTÁRIOS.....

Carlos Vale disse.
O preço da água em C. Branco é uma questão antiga. Há muito que esse preço é dos mais caros do País. Sabemos e sentimos isso quando pagamos o recibo. Além do valor da água temos aquela taxas todas, que somam mais que o valor da mesma. Assim temos: Valor da água; quota de disponibilidade; tarifa saneamento fixa; tarifa saneamento variável; tarifa resíduos sólidos fixa; tarifa resíduos sólidos variáveis. Com a habilidadezinha em relação à antiga taxa do contador ter sido substituída à socapa, pela quota de disponibilidade, logo que se falou da anulação por lei da taxa do contador. Além do mais a água tem aumentado de preço todos os anos acima da taxa de inflação, como aconteceu este ano, em que aumentou quase 6%, quando valor fixado para a inflação foi de apenas de 2,1%.Há ainda a situação da concessão da rede em "alta" e respectivos equipamentos (barragens, estações elevatórias, e tratamento (etares), condutas, etc, etc, pagas por todos nós, através do OGE e também do pagamento das taxas e tarifas e outros impostos. Concessão assinada há dois anos por um prazo de 41 ano e que rendeu mais d 6o milhões de euros a receber em 7 anos. Sem que o negócio trouxesse qualquer benefício ao cidadão, que vê todos os anos aumentar o valor total do recibo. O cidadão nem chega a saber. Convém informar, que estes preços, taxas e tarifas são aprovadas pelo PS nas Assembleia. Municipais por proposta do presidente Morão. Não é a 1ªvez que a Deco denuncia esta situação. Posso informar que a CDU tem votado contra estes aumentos que, já por várias vezes, informou em comunicado. A última vez que falou sobre a água foi na sessão do Dia da Cidade, em Março deste ano. Muito mais havia sobre receios futuros, mas fica para outra ocasião.
O Albicastrense

Quinta-feira, Julho 02, 2009

CAPELA DO ESPÍRITO SANTO


O jornal reconquista, anunciou recentemente que a nossa autarquia se prepara para requalificar a Capela do Espírito Santo, esta requalificação irá permitir que a velha Capela volte a ter o seu espeto original. Ainda segundo a mesma noticia, esta requalificação é motivada pelas muitas infiltrações e abatimentos provocados pela retirada do reboco das paredes exteriores há alguns anos atrás. O investimento ronda os 100 mil euros.
Esta notícia levou-me a tentar saber mais sobre a Capela do Espírito Santo, após alguma pesquisa encontrei este belo livro que aqui quero divulgar e recomendar a quem se interesse por conhecer aquilo que de melhor temos na nossa cidade.
CAPELA DO ESPÍRITO SANTO
DE
CASTELO BRANCO
ELEMENTOS PARA O SEU CONHECIMENTO
(Maria Adelaide Neto Salvado)
Maria Adelaide Neto Salvado. Geógrafa e professora investigadora de temas de cultura regional, publicou entre outras obras Os Avieiros nos finais da década de cinquenta (1985), O Espaço e o Sagrado em S. Pedro Vir-a-Corça (1993), O Culto do Espírito Santo em Terras da Beira-Baixa as longínquas raízes (1997), Confraria de Nossa Senhora do Rosário de Castelo Branco - Espelho de Quereres e Sentires, (1998), Rei Wamba Espaço e Memorias (co-autoria) (1999), O Jardim do Paço de Castelo Branco roteiro de uma visita de estudo (1999), Remoinhos Ventos e tempos da Beira (2000), Nossa Senhora do Carmo nas Alminhas da Beira Baixa (2001), Nossa Senhora da Azenha a Luz da Raia (2001), Em nome do Amor… Maribela e José Pina Um caso de Amor e Morte em Sarnadas de Ródão no inicio do século XX (2001), O Colégio de S. Fiel centro difusor da Ciência no interior da Beira (2001), Elementos para a Historia da Misericórdia de Monsanto (2001), A Misericórdia de Medelim apontamentos e lembrança para a sua história (2002), A historia de uma imagem da sacristia da Igreja de S. Miguel da Sé de Castelo Branco (2003), A Procissão do Corpo de Deus de Castelo Branco (Região e poder politico elementos para o seu estudo) (2003), O Horto de Amato Lusitano, Uma ponte para a Cultura, Educação e Cidadania (co-autoria) (2004), Casa da Infância e Juventude de Castelo Branco (2006). Tem diversa colaboração em jornais e revistas entre as quais se destaca a publicada nos Cadernos de Cultura Medicina na Beira Interior da Pré-Historia ao século XXI.
Bem-haja a Maria Adelaide Neto Salvado, pelo seu esforço na divulgação do nosso património.
Aos visitantes do blog apenas uma frase.
Façam lá o favor de ler....
O Albicastrense