domingo, setembro 23, 2018

CAPELA DA NOSSA SENHORA DA AJUDA

PORMENORES
DO ALTAR E DO TECTO DA CAPELA DA NOSSA SENHORA DA AJUDA
CASTELO BRANCO
(Rua dos Ferreiros)
C
O Albicastrense

sábado, setembro 22, 2018

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE

A TERRA ALBICASTRENSE
(Continuação)
Fora da cerca, mas já muito antigas, eram duas as ruas ligadas a ocupações artesanais, a rua das Oleiros e a do Arrabalde dos Oleiros, outra, a dos Currais, outra, a instalações de recolha de animais, e a do Arrabalde dos Açougues, à existência de estabelecimentos de matança de rês e venda da sua carne.
A rua de S. Sebastião e o largo de S. João à localização das Capelas, já desaparecidas, com estas invocações, a da Ferradura talvez devido à sua forma, as da Amoreirinha e da Figueira pela razão apontada em relação à do Sobreira e a do Pina, talvez por nela se situar residência de alguns membros da importante família daquele apelido.
Mas a cidade foi crescendo, quer ocupando partes do amplo espaço da Devesa, quer irradiando para mais de que um pólo de crescimento passando três deles a ser conhecidos pelos nomes das capelas cujos arredores foram ocupando, como os de S. Marcos, do Espírito Santo da Senhora da Piedade.
Em todos esses espaços foram nascendo novos largos, ruas e travessas e foram surgindo nomes que os individualizavam: de Santo António, da Sé, das Damas, dos Prazeres, da Quinta Nova, largo, rua e travessa de S. Marcos, travessa do Chafariz, largo e rua do Espírito Santo e largo e calçada da Senhora da Piedade.
Mais tarde, na zona do Montinho ou da Fonte Nova, foi implantada a rua com este último nome, para ligação ao largo da Sé.
É de supor que muitos destes nomes terão sido atribuídos em seguimento da recomendação feita à Câmara pelo Governador Civil e referida na ata da sessão de 17 de Janeiro de 1846.
(Continua)
Ps. Texto retirado do livro, "Castelo Branco, Um Século na Vida da Cidade", da autoria de, Manuel A. de Morais Martins
O Albicastrense

quarta-feira, setembro 19, 2018

CAPELA DA NOSSA SENHORA DA AJUDA

POSTE DE SETEMBRO DE 2006

Construída no Século XVIII, a Capela da Nossa Senhora da Ajuda apresenta, uma elegante frontaria ao estilo barroco e terá (?) sido mandada construir pela família Pina de Carvalho Freire Falcão, mais tarde terá sido adquirida pela Família Tavares Proença, cujos herdeiros mais tarde a venderam a D. Ana Maria Teixeira Gordino. 
Falei com a sua atual proprietária “D. Ana Maria”, que amavelmente me contou um pouco da história da Capela e dos contactos feitos por ela junto da Autarquia Albicastrense, no sentido da sua recuperação, tendo ainda permitido a recolha destas imagens.
Quem por ali passar e olhar para a fachada da referida Capela, não imagina o estado caótico em que a mesma se encontra, as fotografias aqui expostas deveriam cobrir de vergonha todos aqueles que de uma ou outra maneira, têm responsabilidades politicas e culturais na nossa cidade. 
Senhor Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, ouvi-o há algum tempo a dizer na RTP, que “Castelo Branco era hoje uma cidade moderna e virada para o futuro”.

A interrogação a fazer aqui só pode ser uma: “Então uma cidade moderna permite que o seu passado histórico, seja ele público ou privado se encontre nesta situação Sr. Presidente”?
Faço aqui um apelo ao Presidente Joaquim Morão, no sentido de ir visitar a Capela da Nossa Senhora da Ajuda, (até pode ser que ela o ilumine), e juntamente com a D. Ana Maria, encontre uma solução honrosa que permita resolver rapidamente esta triste situação. 
Castelo Branco só será verdadeiramente uma cidade ”moderna e virada para o futuro”, quando situações como esta deixarem de existir.

Ps. Vamos lá colocar a “bela” Capela da Nossa Senhora da Ajuda, no roteiro turístico da nossa cidade senhores autarcas? 

O poste que acabou de ler foi postado neste blogue em Setembro de 2006, infelizmente os meus apelos não foram escutados por quem de direito.

DOZE ANOS DEPOIS

Volto hoje ao tema, porque ao passar na passada semana pela rua dos Ferreiro, fui surpreendido por ver á porta da D. Ana Maria (Rua dos Ferreiros), uma camioneta a carregar alguns objectos.
Segundo sei, a nossa autarquia terá comprado o palacete de D. Ana Maria, palacete que inclui a Capela da N. Senhora da Ajuda.
Quero acreditar que a compra do palacete por parte da nossa autarquia, poderá ser uma mais-valia para a recuperação da capela, contudo, não vou aplaudir nem lançar foguetes, pois, muitas foram já as vezes em que as boas intenções (que eu julgava existirem), se transformaram em autênticas desilusões.
Vamos aguardar para ver o que aí vem, contudo peço deste já vigilância a todos os albicastrenses, para a proteção do que ainda existe nesta antiga capela (altares, teto, pias e moveis).
O Albicastrense

segunda-feira, setembro 17, 2018

NOTICIAS DE OUTROS TEMPOS.


O FOTOGRAFO BARATA

Quem se lembra desta figura albicastrense?

Jornal Beira Baixa
Noticia de 18 de Março de 1972


Abertura do Novo Estúdio de José Pedro Barata.

O Albicastrense


 


sexta-feira, setembro 14, 2018

O NOSSO MUSEU - "A TRISTEZA MORA ALI"


Como se não bastasse a lentidão das obras que decorrem no nosso museu, vagareza que  parece que anda, mas que pouco vai andando, morosidade que me dá cabo dos nervos e me magoa a alma, ainda sou obrigado a ver o velho pátio do museu no lamentável estado em que ele se encontra.

UMA VERGONHA!
"É MÍNIMO QUE SE PODE DIZER 
DO ESTADO DEPLORÁVEL EM QUE SE 
ENCONTRA O PÁTIO DO NOSSO MUSEU"
O Albicastrense

quarta-feira, setembro 12, 2018

TOPONÍMIA ALBICASTRENSE

PLACA TOPONÍMICA 

Hoje ao passar pela rua do relógio, alguém me chamou atenção para a falta da placa toponímica desta rua. 
Segundo a mesma pessoa, a placa apareceu destruída no chão à mais de um ano (segundo parece um camião terá batido nela), e desde essa altura, nunca mais os responsáveis pela toponímia da nossa autarquia lá colocaram uma nova. A placa dizia  o seguinte: 
Rua do Relógio – (Antiga Rua da Estalagem).
A pergunta que aqui deixo a quem de direito, só pode ser uma: para que raio existe uma comissão de toponímia na nossa autarquia?

Será que ela existe para verbalizarem que existe?

Meus amigos, vamos lá colocar os pés nas ruas da cidade e  colocar em dia,  o muito que  existe por fazer na toponímia albicastrense.
O Albicastrense

segunda-feira, setembro 10, 2018

NOTÍCIAS DE OUTROS TEMPOS

Jornal "Reconquista", de 26 de Novembro de 1964
"ERA ALI A PRAÇA VELHA"


          Para quem não saiba,
a Praça Velha tinha
 lugar  onde hoje se encontra
 o tribunal.

O Albicastrense
  

CAPELA DA NOSSA SENHORA DA AJUDA

PORMENORES DO ALTAR E DO TECTO DA CAPELA DA NOSSA SENHORA DA AJUDA CASTELO BRANCO (Rua dos Ferreiros) C O Albicastrense