terça-feira, novembro 04, 2014

IGREJA DE SANTA MARIA DO CASTELO

 UM MISTÉRIO NA ZONA HISTÓRICA
DA 
TERRA ALBICASTRENSE
Consta que o historiador e instigador Tomás Noronha, (personagem fictícia criada por José Rodrigues Dos Santos, também conhecido “carinhosamente” por pisca o olho) terá no próximo romance do referido autor, a árdua tarefa de decifrar o enigmático mistério da zona histórica da terra albicastrense.
Diz quem sabe, que o mistério não será tarefa fácil para o investigador Noronha, o investigador que frequentou o liceu Nuno Álvares na sua juventude, ao ter conhecimento do referido mistério prontificou-se de imediato ajudar a decifrar o maldito enigma.
Na terra albicastrense não se fala aliás de outra coisa. A expectativa à volta da vinda do historiador Noronha é enorme, pois ninguém consegue descortinar o porquê de tanto pilim gasto (e se continua a gastar) na recuperação de ruas, casas e largos da zona histórica, e depois se chegue ao largo do castelo e se depare com a desgraceira que por ali tem lugar. O professor Tomás Noronha vai ter tarefa árdua pela frente, pois o mistério do abandono da velha igreja do Castelo é terrificante. Dizem as más línguas, que os esqueletos de alguns dos ilustres que lá estão sepultados, ameaçam descer à cidade e semear o pânico entre as criancinhas, se entretanto a velha igreja não for alindada. 
Ao Pisca o olho, (perdão...) José Rodrigues Dos Santos, este albicastrense só pede um Noronha ao seu mais alto nível, para ajudar a resolver este mistério, uma vez que chegar ao cimo da referida zona e só ver desgraças, é deveras terrificante.
Brincadeira à parte e falando muito a sério sobre esta tristíssima situação, apenas uma pergunta:
     Como é possível que se tenha deixado chegar a velha igreja de S. Maria e o edifício que em tempos deu guarida à radio, à situação em que se encontram?
Aos responsáveis por todo aquele espaço, este albicastrense pede a máxima urgência na resolução desta desgraçada situação, condição que envergonha a terra  albicastrense e as suas gentes.

UM POUCO DE HISTÓRIA
Igreja de Santa Maria do Castelo, antiga sede de freguesia. Era no seu adro que se reuniam a Assembleia dos Homens-Bons e as autoridades monástico-militares, até ao séc. XIV. Ficou quase destruída com a invasão castelhana, após a revolução de 1640.
Em 1704 foi de novo incendiada pelos castelhanos. Os soldados de Junot, por ocasião da primeira invasão francesa, deixaram esta igreja completamente em derrocada, tendo servido de cavalariça e depois incendiada. No seu pavimento encontram-se diversos túmulos. Entre eles destaca-se o de João Roiz de Castelo Branco, célebre poeta do séc. XVI”.    


                                                  

   

                                         O Albicastrense

1 comentário:

  1. Anónimo08:22

    Conversa há porta da capela.
    É não se poder ir aos correios. Parece que não lhes pagam o ordenado
    Faz lembrar as barracas da senhora de mercoles ó freguês vai tirinho.
    Melgas chatas com a treta das cautelas. Vendam bem os selos e registem as cartas depressa

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