segunda-feira, maio 18, 2015

O RELÓGIO DA TERRA ALBICASTRENSE

Quando da finalização das obras de recuperação da torre do relógio da terra albicastrense, imaginava o autor deste blogue, que não voltaria tão depressa a falar sobre o velho relógio.
Puro engano! Pois o velho relógio está hoje um brinquinho, mas vai-não-vai deixe de dar horas e fica inativo no tempo.
Será que o lindinho ficou descontente com as obras,
 e resolveu fazer greve às horas?
Palavra que este albicastrense não consegue entender, que depois de se ter gasto uma pipa de massa no dito cujo, ele esteja quase sempre sem dar horas aos albicastrenses. Em consequência deste meu pasmo, não posso deixar de propor aos responsáveis pela terra albicastrense, o seguinte:
Senhor presidente da autarquia albicastrense, se o mestre relojoeiro não consegue arranjar o velho “coração” do relógio, talvez tenha chegado a hora de mudar de mestre relojoeiro, ou será que não existe mestre competente para por o lindinho a dar horas a tempo inteiro? Ainda sobre o velho relógio aqui ficam as últimas.
Última hora: Fontes boateiras e mal cheirosas, fizeram chegar e este escriba burburinhos de que o velho relógio fartíssimo das irregularidades do tic tac do seu coração, apelou ao regedor comandante da cidade para lhe colocarem um maquinismo digital, engenho que até podia ser adquirido nas lojas dos chineses a preço de saldo. Segundo as mesmas fontes rançosas, o coitado do relógio teria afirmado que em caso de não ver a sua complicação resolvida, estaria na disposição de mandar o seu maquinismo da torre abaixo, pondo assim fim à sua tristíssima agonia.
Já depois da última hora: Um grupo de albicastrenses ao ter conhecimento dos rumores que circulam na terra albicastrense sobre aflição do infeliz relógio, enviaram a este escrivão o seguinte baixo assinado. 
BAIXO ASSINADO
Os abaixo assinados reunidos na antiga Tasca do João do Grão, perante os rumores que ressoam na terra albicastrense sobre o infeliz relógio da cidade, decidiram quotizar-se para oferecer ao dito cujo, um pacemaker para o coração do pobre e infeliz coitado. Informam ainda os mesmos, que todos aqueles que quiserem podem associar-se a esta justa e nobre causa.
Para tal, devem dirigir-se à  referida tasca, situada na Rua S. João de Deus, a fim de oferecerem os seus donativos.
Os proponentes do baixo assinado: Manel Das Couves, Rosa Com Espinhos, Luís Ferrugem, Zé Nabo, Maria Dos Fretes e Zeca Bolota

Ps. O escriba desta pobre treta, não se responsabiliza pelas graçolas de gente que na falta de nada fazer, se põem a mandar postas de pescada sobre assuntos que não lhes dizem respeito.                  

(Já depois de ter publicado o poust sobre o velho relógio, ele começou a labutar de novo. Vamos fazer força, para  que desta vez seja por muito e muito tempo).                                                 

                                              O Albicastrense

3 comentários:

  1. Amigo
    Não se esqueceu de falar no relógio,conversa nossa de há dias.Esperamos que não seja preciso o pace-maker, mas sim um bom técnico para fazer a reparação que se impõe.Haverá matéria dessa ?
    um abraço.
    JJB

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  2. Amigo Batista.
    O velho relógio, parece que estava à espera que eu publicasse aqui o poust, para começar a labutar.
    Ainda bem que ele agora está bem.
    Vamos ver se desta vez ele se mantém assim por um longo tempo.
    Abraço

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  3. Anónimo21:52

    o Velho relógio ainda tem que dar a ganhar muito dinheirinho

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