INSTITUIÇÕES DA MINHA TERRA
É
costume dizer-se: “longe da vista longe do
coração”. Sendo assim, também poderemos dizer que o
inverso: “perto da vista perto do coração”
tem razão de ser.
Vem
esta conversa a propósito do Museu Cargaleiro, museu onde nunca
entrei e que desconheço totalmente, embora já tenha passado várias
vezes à sua porta.
Perante
este meu “desinteresse”, só posso mesmo concluir que o
facto de ser albicastrense, de morar em Castelo
Branco e de ter passado inúmeras vezes à sua porta, (perto
da vista) isso não
serviu para entrar no museu e ver o que por lá existe, (afinal
não está perto do coração).
Como
se não bastasse o facto de nunca lá ter entrado, tenho ainda que
redimir-me por nunca aqui ter mandado “faladura”
sobre o dito cujo, independentemente deste blog já levar alguns
anos de existência.
Foi
necessário vir-me à mão o jornal que ilustra este poust, (editado
pela Câmara Municipal), para aqui falar deste belíssimo
museu. Perante esta minha “negligência”, o mínimo que aqui
posso dizer, é que nem sempre o que está longe da vista está longe do coração, assim como nem sempre o que está perto da vista está
perto do coração. Para
me redimir da lacuna cometida, aqui fica um pouco da história do
museu Cargaleiro.
UM
POUCO DA SUA HISTÓRIA
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O
Solar dos Cavaleiros, um edifício de meados do Século XVIII, acolhe
o Museu Cargaleiro. O público pode ver e apreciar um notável
conjunto de obras, que integram o acervo da Fundação Manuel
Cargaleiro: pintura, cerâmica, escultura, azulejaria, tapeçaria. O
Museu Cargaleiro é um espaço onde o público encontra a obra deste
reconhecido artista plástico, mas também obras de alguns dos mais
prestigiados autores nacionais e internacionais.
O
Albicastrense
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