
António Augusto Roxo, nasceu em Castelo Branco
no ano de 1845. Neto paterno de Miguel Gregório Roxo; filho de Pedro José Roxo
e de Maria Emília de Santiago; teve uma irmã que se chamou Ana Roxo. Foi
amanuense da secretaria do Governo Civil a partir de 14/11/1896, não se sabendo
eu até quando se manteve no cargo. Faleceu em 1913.
Sessenta e oito anos de vida,
restringidos a pouco mais de seis linhas, é realmente muito pouco sobre alguém
que teve a grandeza de escrever um livro que ainda hoje é muito apreciado pelos
albicastrenses. Duas perguntas não posso deixar
de fazer a quem me visita: - Quem foi realmente este homem? - Escreveu Roxo, algo mais que a sua Monografia sobre Castelo Branco?Vou ficar-me por aqui, pedindo a ajuda
de todos os visitantes do blogue, para me ajudarem a sobre quem foi realmente este albicastrense do passado. O ALBICASTRENSE
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- Quem foi realmente este homem?
- Escreveu Roxo, algo mais que a sua Monografia sobre Castelo Branco?
Vou ficar-me por aqui, pedindo a ajuda
de todos os visitantes do blogue, para me ajudarem a sobre quem foi realmente este albicastrense do passado.
O ALBICASTRENSE
Joaquim Lalanda Roseiro Boavida
ResponderEliminarA “Monographia de Castello Branco”, de António Roxo, foi o primeiro livro que li sobre a cidade. Já lá vão muitos anos … Algumas das fotografias antigas que publica são dum descendente de António Roxo; talvez filho. Só conheci a família mais recente que morava no Largo do Espírito Santo.
Vi agora no Google que António Roxo deu o nome a uma Rua e a uma Travessa para os lados da Carapalha. Não conheço. Visitarei numa próxima ida a Castelo Branc
Amigo Boavida.
EliminarAntes de mais bem-haja pela informação.
Falei com a minha amiga Manuela Covas, pessoa que descende da família que você diz que moravam ano Largo do Espírito Santo, local onde ela ainda hoje reside. Ela disse-me que o apelido Roxo nada tem a ver com o de António Roxo. O apelido Roxo dela vem dos Escalos de Baixo desde 1700. Disse-me ainda esta minha amiga, que pesquisou sobre o apelido Roxo na sua família e não encontrou qualquer ligação familiar entre as duas famílias. A única ligação que encontrou entre as duas famílias, foi que o pai de Roxo foi padrinho de casamento de um tio-avô avô dela.
Joaquim Lalanda Roseiro Boavida
EliminarNão tinha razão de ser a ligação que fazia. Obrigado pelo esclarecimento.
Manu Ela
ResponderEliminarAntónio Veríssimo Bispo, realmente há pouca coisa sobre o António Roxo, apelido que, aliás, é bastante comum. Talvez haja, neste grupo, descendentes indirectos do António Roxo!... Pelo que consegui apurar, ele não casou, nem registou filhos; quanto às irmãs, nada sei. Teve tios e tias paternos, um deles, pelo menos, era clérigo e provavelmente teve primos e talvez sobrinhos. Sei que morou numa casa ao lado do "ferrinho". Há mais registos do pai dele! Num deles é referido que era governador, ou administrador, do concelho de Castelo Branco. A esposa, D Maria Emília, "faleceu da vida presente" em Fevereiro de 1849, um mês antes de o filho António completar 4 anos. O viúvo não voltou a casar e faleceu na sua casa, na Rua da Ferradura, em 17 de Abril de 1861, com 45 anos (de acordo com o registo de óbito). Segundo este registo, tanto os pais como os avós maternos e paternos, eram desta cidade de Castelo Branco. Entre 1852 e 1857, pelo menos, foi várias vezes a Lamego...
Manu Ela
EliminarMuito bem-haja por estes dados sobre António Roxo. Pouco a pouco, vamos conseguindo saber um pouco mais sobre a vida deste ilustre Albicastrense.