Os comentários deixados pelos visitantes neste blogue, são fundamentais, pois sem eles esta coisa não teria graça nenhuma. Actualmente os postes são partilhados por mim no facebook, por isso, muitos do novos comentários
ficam unicamente ali postados.
Em meu entender, muitos dos comentários deixados nos postes, merecem muito mais que a pequena caixa onde são colocados, por isso, mais uma vez aqui ficam três testemunhos que em meu entender merecem
ser lidos por todos os albicastrenses.
Joaquim Baptista disse....

Que belos bailes ali se fizeram e que bons petiscos ali se
comeram.
A degradação está bem identificada pelas fotos e continua pela Rua dos Ferreiros que começa na Praça Luís de Camões e termina na Rua das Olarias (largo de S. João).
A degradação está bem identificada pelas fotos e continua pela Rua dos Ferreiros que começa na Praça Luís de Camões e termina na Rua das Olarias (largo de S. João).
Estas duas ruas bem podiam ser um espelho da cidade antiga,
mas infelizmente estão no esquecimento do progresso actual. A preservação do
original citadino não conta, mas depois surgem festas medievais no original
citadino degradado. Mais não escrevo.
Joaquim Baptista disse....
No inverno vendia castanhas. Havia ainda um forno para utilização pública para coser o pão, bolos e assados, forno esse que segundo constou a Camara adquiriu-o para recuperação.
Foi essa a
notícia que circulou. A recuperação não existiu até hoje, o local lá continua e
possivelmente o o proprietário nem sabe da sua existência. As traseiras do
velho Cine Teatro Vaz Preto, dava para essa rua com saída aos frequentadores da
Geral. Agora parece ser tudo sobre esta RUA.
José de Castilho disse...

Os
supermercados nas grandes superfícies arruinaram o comércio tradicional e agora
já podem vender o que querem aos preços que querem. Claro, ficam em geral
localizados onde antigamente era campo e tem de se ir lá de carro, tudo muito
longe. Como na zona histórica não há grandes possibilidades de estacionar os
automóveis não é prático morar ali e ir fazer compras, tão longe para ir a pé.
Depois
vieram também as leis com asaes e máquinas especiais de facturar, que fizeram
fechar o resto de algumas lojas que ainda havia.
A cidade deslocou-se para antigos arredores, onde havia hortas, olivais e terrenos de cultivo em mimosas quintas. É a vida. Conclusão: o antigo centro histórico da cidade morreu e não vai ressuscitar. Haverá que intervir para o reanimar da forma mais adequada.
A cidade deslocou-se para antigos arredores, onde havia hortas, olivais e terrenos de cultivo em mimosas quintas. É a vida. Conclusão: o antigo centro histórico da cidade morreu e não vai ressuscitar. Haverá que intervir para o reanimar da forma mais adequada.
Para terminar o meu bem haja aos autores destes dois comentários, depoimentos que nos dão uma ideia do que era a nossa zona histórica, ainda não à muitos anos.
O Albicastrense
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