BEM – VINDOS A UM BLOGUE LIVRE DE OPINIÕES SOBRE CASTELO BRANCO, SEJAM ELAS BOAS OU MÁS. O BLOGUE É DE TODOS E PARA TODOS OS ALBICASTRENSES…
sábado, abril 30, 2011
quinta-feira, abril 28, 2011
SINAL VERDE - X
Vem isto a propósito das alterações (mais uma), que o nosso presidente, resolveu fazer no local que as fotografias documentam.
Para este albicastrense que já ali ajudou a levantar pessoa caída, por causa da burrice cometida nas obras do “POLIS” para o local, só posso dizer que depois das alterações frente ao “Quiosque do Vidal”, se estava mesmo à espera da alteração seguinte.
Caro presidente, dar a mão à palmatória não é pecado! Pecado é reconhecer que pecamos, e continuar-mos a insistir que somos os melhores santinhos do sitio.
Das 10.00 às 11.00 da manhã no dia feriado da minha terra, eu irei estar silenciosamente na praça do Município, a dizer a quem por ali passa, que de futuro não mais poderá ser possível este tipo de acontecimentos.
quarta-feira, abril 27, 2011
EFEMÉRIDES MUNICIPAIS - XLVI
A mudança de um para outro jornal deu-se derivada à extinção do primeiro. António Rodrigues Cardoso, “ARC” foi o autor desde belíssimo trabalho de investigação, (Trabalho que lhe deve ter tirado o sono, muitas e muitas vezes).
Os comentários do autor estão aqui na sua totalidade.
(Continua)
domingo, abril 24, 2011
25 DE ABRIL DE 2011
25 DE ABRIL SEMPRE!
quinta-feira, abril 21, 2011
ALBICASTRENESES ILUSTRE - XXI
1505-157(?)
A 15 de Junho de 1538 professa no Convento dos Ermitas de Santo Agostinho, em Lisboa. Por três vezes é nomeado Reitor do Colégio da Graça de Coimbra, sendo também eleito Provincial da sua Ordem: a primeira vez em Coimbra em 1568, a segunda em Évora, no ano de 1576. Em 1570 lança os fundamentos do Convento da Nossa Senhora da Luz da vila de Arronches, de que veio a ser o primeiro Prior, vindo a falecer cerca de dez anos mais tarde no Convento da Nossa Senhora da Assunção de Penafirme. Verificando quão proveitoso seria para os religiosos da Sua Ordem, em especial os que não conheciam o latim, terem presente em Português as regras da disciplina a que se deviam submeter e seguir, escreveu em 1563. “Exposiçam da Regra do grandioso Padre santo Augustinho, copilado de diversos Autores”, que dedica à Rainha D. Catarina.
Este livro foi escrito numa linguagem elegante e sugestiva, ainda hoje encanta pelos princípios morais que encerra, pela argumentação penetrante mas singela, pois conforme diz: … “nê menos gastarey têpo em q'as palavras sejam elegantes e polidas, porque há verdade de qualquer escritura, milhor se entenda e gosta dita com palavras chãas e claras, que com palavras altas e afeitadas...”.
quarta-feira, abril 20, 2011
EXPOSIÇÃO - XIX
terça-feira, abril 19, 2011
CRÓNICAS DO QUINTAL DOS MARRECOS - II
No quintal dos Marrecos resolveu o Marreco-mor marcar um plebiscito aos Marrecos povão. O motivo deste plebiscito deve-se ao facto do Marreco primeiro, (apelidado por alguns, como: Marreco “Corajoso”), ter desistido de reger os destinos do quintal e ter apresentado ao Marreco-mor, a renuncia ao respetivo poleiro. Os argumentos apresentados para esta renuncia, foram a não aprovação pelo grémio “Marrécal” de um tal “PEC” 1000 (Plano Especial Catita).
Os Marrecos povão, vão entretanto ouvindo pelo quintal (e arredores), os argumentos da renúncia do Marreco “corajoso”, assim como as acusações feitas pelos chefes dos outros grupos “Marrecaís”, sobre a triste situação em que o Marreco primeiro e seus auxiliares deixaram o quintal Marrécal. A corrida à ocupação do poleiro-mor está a decorrer com o chefe dos Marrecos laranja, (conhecido por Coelho falador) a tirar da cartola: não um coelho, mas um Nobre!... (que parece ter deixado de o ser), esqueletos de armários e a engolir um tal: “Plano Especial Catita” que tinha provocado a demissão do Marreco primeiro. O Marreco “filósofo” (chefe dos rosas) independentemente de ter apresentado a sua demissão ao lugar de Marreco primeiro, e de ser o principal indiciado pelo lamaçal em que o quintal se encontra, resolveu candidatar-se de novo ao poleiro do quintal. Em tertúlia realizada pelos rosa no café da esquina, ele acaba designado para nova corrida ao cargo de Marreco primeiro.
No entanto a disputa pelo poleiro no quintal Marrécal, não se fica pelos rosas e laranjas, existem outros grupos de marrecos que em virtude da sua escassez Marrécal, não têm conseguido impor-se. Estes grupos de Marrecos minoritários, parecem sofrer de (S.P.M.) “Síndroma Politique Menor” , que os impede de crescer e de se multiplicarem, de forma a poderem ter voz activa nas discussões do quintal Marrécal.
A luta ao poder no quintal Marrécal está à aquecer, espera-se a todo o instante novos episódios, episódios que este cronista da fava, (com bom enchido e de preferência da minha Beira Baixa), irá aqui relatar de forma muito aérea e sem os devidos cuidados "politiqueiros". Quem não gostar destas analises muito rascas, pode sempre manifestar-se na secção dos comentários, comentários esses que serão sempre respeitados, (mesmo aqueles que digam mal do cronista da fava).
Até há próxima crónica Marrecal.
“Quarenta Albicastrenses presentes na praça do Município, pelos quarenta cedros abatidos na Sra. de Mércules”.
É a acção proposta por este albicastrense, aos homens e mulheres da minha terra, para o dia feriado da nossa cidade. Quarenta albicastrenses silenciosamente durante uma hora, na praça do Município, em lembrança dos velhos cedros, para recordar a quem mandou fazer esta barbárie, que o espaço da Sra de Mércules não é a quinta do (Ti Manel das Bolotas) onde ele pode por e dispor a seu belo prazer, mas antes, um local muito querido dos albicastrenses.
Das 10.00 às 11.00 da manhã no dia feriado da minha terra, eu irei estar silenciosamente na praça do Município, a dizer a quem por ali passa, que de futuro não mais poderá ser possível este tipo de acontecimentos.
Eu serei um dos quarenta!... E você ?
O Albicastrense
segunda-feira, abril 18, 2011
TIRAS HUMORÍSTICAS – LXXVIII
quinta-feira, abril 14, 2011
REVISTA ESTUDOS DE CASTELO BRANCO
UM PEQUENO RESUMO HISTÓRICO
A revista que agora comemora 50 anos de existência, veio a público no dia 8 de Junho de 1961. Tinha como Director: José Lopes Dias. Como editor: Ulisses Vaz Pardal. Como proprietariado: João Caetano D' Abrunhosa. Tinha no conselho de redacção: Maria Adelaide Silva Caio, Alberto Trindade, Carlos Caritas Bento e Henrique Mendes Carvalhão. Em Julho de 2007 aquando da saída do seu último número, esta revista tinha como director, (e continua a ter), António Forte Salvado. Como sub-diretor: Arnel Afonso. Como editor e proprietário: António Forte Salvado. Meio século de existência, 63 números publicados, centenas e centenas de artigos publicados e, local onde muitos e muitos albicastrenses uns ilustres outros menos ilustres, publicaram os seus trabalhos, deixando deste modo testemunhos para as gerações futuras.
quarta-feira, abril 13, 2011
VELHAS IMAGENS DA MINHA CIDADE - XV

Este tipo de jantares, eram muito comuns nessa altura. Segundo sei, as pessoas que podemos ver nesta fotografia, eram alguns dos comerciantes mais importantes dessa época na nossa cidade.
A pergunta desta vez é a seguinte: em que local foi tirada esta fotografia e, se conhece algum destes albicastrenses!?
domingo, abril 10, 2011
Senhora de Mércules - 1959, por Ernesto Pinto Lobo
Se existem homens a quem a nossa cidade e os albicastrenses nunca conseguiram pagar toda um vida de dedicação à causa comum, Ernesto Pinto Lobo será um destes casos. Na aproximação de mais um aniversario da sua morte, (21 de Abril de 1999), aqui ficam as suas imagens e as suas palavras, sobre o que foi a romaria da Senhora de Mércules em tempos passados, o que era na altura em que deu voz a este pequeno filme e o que deveria ser em tempos futuros, na sua perspectiva.
Pinto Lobo foi uma individualidade de cultura e simpatia completamente invulgar na nossa terra. Ele divulgou e honrou o nome da nossa cidade como poucos o fizeram, através dos seus costumes, das suas tradições e do património e história da nossa terra. Este pequeno vídeo será um reviver de memórias para muitos albicastrenses, mas também uma pequena gratidão deste albicastrense para com um homem que não tendo nascido na nossa terra, fez mais por ela que muitos dos que aqui nasceram, e do qual este albicastrense guarda boas e felizes recordações.
Para terminar esta pequena prosa, gostaria de acrescentar que este homem bom não estará presente na acção proposta por mim: “Quarenta Albicastrenses presentes na praça do Município, pelos quarenta cedros abatidos na Sra. de Mércules”, mas se hoje fosse vivo e no encontrássemos no café do Amândio, local onde muitas e muitas vezes tomamos café juntos, ele diria: “Bispo não lhes dês descanso”. Assim como já teria tomado posição publica, sobre o corte dos cedros na Sra. De Mércules.
O Albicastrense
quinta-feira, abril 07, 2011
COMENTÁRIOS - XIII
EFEMÉRIDES MUNICIPAIS - XLV

terça-feira, abril 05, 2011
TIRAS HUMORÍSTICAS – LXXVII
sábado, abril 02, 2011
AVENIDA NUNO ÁLVARES
JORNAL "A BEIRA BAIXA" 1937 / 1976
MEMÓRIAS DA TERRA ALBICASTRENSE 1º EDICAO: 12 DE ABRIL DE 1937 DIRECTOR E EDITOR: ANTÓNIO RODRIGUES CARDOSO ADMINISTRADOR E PROPRIETÁRIO:...
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EU SÓ QUERIA ENTENDER.... Volto a um assunto que já aqui abordei várias vezes, estou a fazê-lo novamente porque ao passar hoje pe...
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" PATRIMÓNIO DA TERRA ALBICASTRENSE " O texto sobre o bordado de Castelo Branco que vão ler a seguir é, da autoria de...
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PROFESSOR DR. FARIA DE VASCONCELOS (1880-1939) O seu nome foi dado a uma das escolas da nossa cidade, porém, não tenho duvidas que este ...