ACHEGAS PARA UMA MONOGRAFIA REGIONAL
“CASTELO BRANCO E O SEU ALFOZ”
“CASTELO BRANCO E O SEU ALFOZ”
(J. RIBEIRO CARDOSO)
(Continuação)

“Et debent in
castelo blanco dare et concedere locum competentem Episcopo, in quo possit
fecére dominu ad conservandum panem, et res suas, etad pousandum cum suis”.
Os
templários deram ao Bispo, no largo que ai está crismado de Luís de Camões,
lugar adequado para ele fazer a sua casa de residência e o celeiro dos seus
haveres, como na realidade fez.

Em
frente do celeiro do Bispo, ficava o celeiro da Ordem como faz certo a casa que
ainda ai está com a cruz da Ordem incrustada na parede.
O produto da cobrança do dizimo estava intacto no celeiro da Ordem, incrustado na parede. O produto da colaboração do dizimo estava intacto no celeiro da Ordem e era de lá que saia a quarta parte para o celeiro do bispo, nos termos da escritura de 1245.
O produto da cobrança do dizimo estava intacto no celeiro da Ordem, incrustado na parede. O produto da colaboração do dizimo estava intacto no celeiro da Ordem e era de lá que saia a quarta parte para o celeiro do bispo, nos termos da escritura de 1245.

Temos
aqui à mão a crónica de Dom Dinis, da autoria de Rui de Pina, em edição recente
a reproduzir um códice inédito da Biblioteca Municipal do Porto.
Ora o
seu capitulo XXXII está assim rubricado: “Das obras e cousas mais notáveis que
El-Rei Dom Dinis fez em sua vida – Com este acrescentamento:
Este
Rei em seu tempo fez na Comarca da Beira e Riba Côa estes castelos a saber.
Avô, que agora é do Bispo de Coimbra, o Sabugal, Alfaiates, Castelo Rodrigo,
Vila Maior, Castelo Bom, Almeida, Castelo Melhor, Castelo Mendo, São Felizes de
Galegos, Fez mais Pinhel e o seu Castelo:
(Continua)
O Albicastrense
O Albicastrense
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